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Posts com a Tag Superclássico

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 Curiosidade, Imagem, Superclássico | 01:29

Superclásico concorre ao Oscar

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Dos nove filmes pré-selecionados para a disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, uma surpresa. Ao menos, para os amantes de futebol. Trata-se do filme dinamarquês “Superclásico”, do diretor Ole Christian Madsen, que foi filmado em grande parte na Argentina e com diversas cenas de filmadas no Superclássico entre Boca Juniors e River Plate.

A película conta a história de um dinamarquês que viaja para a Argentina com a pretensão de recuperar a mulher que ama. Ela é uma agente de futebol e se apaixona por uma estrela xeneize, o Juan Diaz, interpretado por Sebastián Estevanez. Confira abaixo um pequeno trecho da gravação no dérbi e o trailer:

A mistura cinema e futebol já mostrou o quão é fascinante. Logo, o Superclásico, que por si só é um drama nos gramados e já cativava multidões mundo afora, ganhou ares de comédia e pode levar até o Oscar. Só nos resta torcer e assistir, é claro.

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quinta-feira, 30 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 18:11

Chau Gimnasia, chau Schelotto

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Despediu-se mais um ídolo: Schelotto.

Despediu-se sem as honras que lhe cabiam. Nem mesmo o objetivo pessoal foi alcançado. Mas ninguém dúvida do quanto ele foi guerreiro. Guillermo Barros Schelotto, 37 anos, voltou ao clube que o revelara com a única missão de ajudar a equipe a livrar-se do rebaixamento, jogou sem receber, por escolha própria, doou os últimos esforços – que ainda possuía – de uma carreira vencedora, mas não foi o suficiente.

O Gimnasia y Esgrima de La Plata, acostumado a livrar-se do descenso via Promoción, neste ano, não pôde contar com outro milagre e nem mesmo a transcendência do seu ídolo. Após perder o primeiro confronto por 1 a 0 (assista ao gol), para o San Martín de San Juan, os Lobos platenses empataram a segunda partida em 1 a 1, e despediram-se da Primera División. O retorno a B Nacional, depois de 27 anos, será sem o Mellizo.

Enfim, foi-se outro guerreiro, foi-se outro “grande”. Todavia, as quatro equipes que disputaram a B Nacional conseguiram o ascenso: Atlético Rafaela – que nos últimos dois anos, perderam para o Gimnasia na Promoción -, Unión, Belgrano e San Martín de San Juan.

Veja os gols da partida:

E os clássico?

Com o descenso do River Plate, Gimnasia y Esgrima e Huracán, alguns dérbis tradicionais do futebol argentino deixarão de serem disputados. Por exemplo, o Superclásico: River Plate x Boca Juniors; San Lorenzo x Huracán; Clásico platense: Gimnasia y Esgrima x Estudiantes. No entanto, restarão o Clásico de Avellaneda: Independiente x Racing; Clásico Santafesino: Colón x Unión; e Clásico del Sur: Lanús x Banfield.

Na última temporada, o descenso dos Canallas já deixaram os órfãos rosarinos sem o tradicional Clásico Rosarino: Newell’s Old Boys x Rosario Central. Na B Nacional, Chacarita Juniors x Atlanta.

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segunda-feira, 16 de maio de 2011 Clausura | 19:00

Fecha 14: Resumo

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Não houve outra rodada com mais vitórias de mandantes, do que a 14ª fecha foram sete ao todo. Mas esta foi a rodada do Superclássico e por si só já diz mais do que qualquer outra definição no futebol argentino. Além do mais, esta foi a rodada com a terceira média de gols do Clausura: 2,8 por partida. As outras haviam sido: quarta, com 3,3, e 12ª, com 3,0.

La Bombonera durante o Superclássico.

Com pretensões distintas, Godoy Cruz e Quilmes abriram a rodada – vide que a partida anterior foi adiada. E o Tomba levou a melhor. Mostrou um futebol mais convincente e mereceu os 2 a 0, alcançados ainda na primeira etapa.  Agora, os mendocinos seguem na cola do líder, enquanto, os Cerveceros, que no segundo tempo até tentou, mas não conseguiu, permanecem na zona de descenso direto e a derrota interrompeu uma série de cinco jogos sem derrotas – três vitórias e dois empates.

O Gimnasia y Esgrima voltou a vencer, após sete rodadas. A vítima foi o Banfield. E, estranhamente, com um dos gols de Graf, que havia marcado na última rodada, depois de quatro anos. Com o resultado, os Lobos seguem na zona de descenso direto, embora, esteja empatado com o Huracán em pontos, já o Globo perdeu. Terminando assim, as duas equipes teriam de fazer uma partida extra.

Argentinos Juniors venceu o San Lorenzo, no Nuevo Gasómetro, e agora está na zona de classificação da Copa Sul-Americana. O Bicho abriu o placar aos seis minutos, com Hernández, e sofreu o empate aos 20, com Romagnoli, mas nos descontou os visitantes ampliaram. Na segunda etapa, os donos da casa foram para cima, mas esbarram numa equipe organizada.

Em Floresta, All Boys derrotou o Arsenal, adversário direto na briga contra o descenso, numa partida morna, onde brilhou, novamente, a estrela de Gigliotti. A vitória deixou o Albo longe da zona de descenso, enquanto isso, o Viaducto desce ainda mais na tabela de promédio e encontra-se em último antes da zona de descenso.

No jogo adiado – da sexta para o sábado – por causa das fortes chuvas e relâmpagos que abateram Santa Fé, Colón derrotou o Huracán por 3 a 0. Nos primeiros minutos o Globo até esboçou uma iniciativa, mas logo sucumbiu e os Sabaleros foram superiores e venceram com propriedade.

Antes do início, Racing e Newell’s Old Boys era a partida de uma equipe irregular contra outra regular ruim. Ao término pouco mudou, mas o placar, de 3 a 0, fez jus ao que foi a partida, mas não a campanha racinguista. A vitória deixou a Academia a cinco pontos do líder, enquanto, a Lepra segue na lanterna do Clausura.

O Estudiantes entrou em campo para acabar com a marca de sete jogos sem vencer no Clausura e saiu de campo com o oitavo. Após estar duas vezes na frente no placar, o Pincha não conseguiu conter o Tigre e cedeu o empate. O Matador ainda lut contra os promédios. Já os platenses, se juntar com os resultados da Copa Libertadores, somam-se 11 partidas sem vitória.

Na Bombonera, Boca Juniors e River Plate fizeram um Superclássico cheio de condimentos e, como não poderia ser diferente, a polêmica foi maior delas. Apesar da atuação contraditória do árbitro Patrício Loustau, as maiores figuras foram Carrizo, que falhou, e Palermo, que marcou em seu último dérbi. As provocações também se fizeram presentes. Com o resultado, os Xeneizes segue pelo meio da tabela, embora esteja a seis pontos do líder, enquanto, os Millionários ficaram a cinco do Vélez e é o último antes da zona de descenso. Situação perigosa.

Melhores momentos do Superclássico:

Na sequência, em Bahía Blanca, Olimpo perdeu uma ótima oportunidade de encostar no líder e sair da zona de Promoción, ao mesmo tempo, ao perder para o também ameaçado e adversário direto Independiente. A última vitória do Rojo havia sido na nona fecha, ou seja, estava a quatro partidas – uma derrota e três empates – sem vencer, enquanto, os Aurinegros não perdiam a cinco partidas – duas vitórias e três empates.

Enquanto que, no fechamento da rodada, o líder Vélez Sarsfield foi surpreendido e perdeu, de virada, do Lanús, após está por duas vezes à frente no placar. Por conta dos compromissos na Copa Libertadores, o Fortín entrou em campo com uma equipe mista e até abriu o marcador cedo, mas não conseguiu manter o mesmo ritmo. Então, o Granate soube aproveitar a baixa de rendimento do adversário e, agora, ficou a quatro pontos do líder.

Resultados da rodada:

(2º) Godoy Cruz 2 x 0 Quilmes (18º) 
(16º) Gimnasia y Esgrima LP 2 x 0 Banfield (15º) 
(11º) San Lorenzo 1 x 2 Argentinos Juniors (6º) 
(14º) All Boys 1 x 0 Arsenal (17º) 
(10º) Colón 3 x 0 Huracán (19º) 
(5º) Racing 3 x 0 Newell’s Old Boys (20º)
(13º) Estudiantes 2 x 2 Tigre (9º) 
(8º) Boca Juniors 2 x 0 River Plate (7º)
(4º) Olimpo 1 x 2 Independiente (12º)
(3º) Lanús 3 x 2 Vélez Sarsfield (1º)

Veja os gols da rodada:

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domingo, 15 de maio de 2011 Superclássico | 19:22

Três minutos e um mito

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Três minutos. Parece muito pouco, mas nestes 180 segundos ocorreram alguns pequenos detalhes que definiram o Superclássico. Foi neste hiato que o Boca Juniors converteu os dois gols da vitória, ante River Plate, e comemorou mais uma vitória no maior dérbi do futebol argentino.

Palermo e Carrizo estamparam diversas manchetes anteriores ao dérbi. E fizeram jus a elas, pois foram ambos que decidiram a partida. O primeiro com a presença no primeiro gol e a execução do segundo tento, enquanto, o arqueiro decidiu negativamente: marcou contra no primeiro – feito este que lhe rendeu um lugar na história: o primeiro goleiro que anotou um gol contra em Superclássicos, da AFA, desde 1931 – e foi displicente, assim como toda defesa, no segundo. Coisas do futebol.

E talvez alguns não entendam as lágrimas após o gol, mas isto é parte de uma identificação com um clube. Paixão. Convenhamos, tão raro por aqui.

Após um hiato de dez partida oficiais sem marcar, Palermo marcou quatro em quatro partidas consecutivas.

Mas durante os 25 primeiros minutos o River Plate tinha maior volume de jogo, profundidade, mas lhe faltava o último passe. Dentro deste tempo, alguns lances polêmicos se fizeram presentes. Coisas de clássico, diriam alguns.

E após uma jogada despretensiosa de Pablo Mouche, pela esquerda, os boquenses ganharam um escanteio, aos 27 minutos. E na cobrança, Juan Pablo Carrizo – indiscutível o melhor arqueiro no futebol argentino – falhou. Antecipou-se a Palermo e colocou para dentro de sua meta.

E aos 30 minutos noutro lance a princípio despretensioso, o mito Martín Palermo – que jogou seu último “clássico de La Boca” – recebeu um lançamento e, de cabeça, encobriu Carrizo. Para muitos falha do goleiro que estava adiantado, para mim, sagacidade do Titán, que aproveitou a não marcação por parte da defesa Millionária e ampliou.

Estes três minutos foram suficientes para mudar o panorama da partida. Em partes. O Boca Juniors seguiu sem mostrar um bom futebol, carente de iniciativa e criatividade, diria. Riquelme, só na relação dos titulares. Entretanto, do outro lado, os de Núñez sentiram os golpes. O sistema defensivo que tanto é exaltado jogou no chutão, o ofensivo parecia não se conhecer. Erik Lamela foi a figura da equipe, talvez a única.

E o segundo tempo, imitou o termino do primeiro, no qual as polêmicas acerca da atuação do arqueiro Millionários, do árbitro Patrício Loustau e da presença de Palermo foram as tônicas. E a pimenta que faltavam a um jogo deste porte chegou nos acréscimos, quando Clemente Rodríguez e Matías Almeyda foram expulsos e o meia da banda Roja provocou a torcida boquense.

Porém, o resultado se manteve. Os Millionários se distanciam do líder e se aproximam da zona de descenso – vide as diversas faixas e cartazes relacionando a equipe a B Nacional, enquanto, os xeneizes continuam passeando pelo meio de ambas tabelas. Tantos números, posições e aflições contidas nos três minutos. E na cabeça do mito: Palermo.

Veja os gols do Superclássico:

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sábado, 14 de maio de 2011 Clássicos, Curiosidade, Superclássico | 08:00

Números e curiosidades do Superclássico

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Ambos nasceram em La Boca. Primeiro, o Club Atlético River Plate, em 1901, quase quatro anos depois, surgiu o Club Atlético Boca Juniors. E apesar da proximidade o primeiro confronto demorou pouco mais de três anos após o surgimento do último. A justificativa é simples: as equipes disputavam ligas distintas e participavam de circuitos diferentes. Mas ao longo do tempo foram construindo suas histórias de conquistas e rivalidade.

Apesar da imprecisão numérica, o Superclássico foi disputado 331 vezes – entre torneios nacionais, internacionais, amistosos, Copas e a era do amadorismo -, com 123 vitórias do Boca Juniors, 102 empates e 106 vitórias do River Plate. Com 448 gols xeneizes e 403 dos millionários. No entanto, em 14 oportunidades o dérbi terminou sem gols. Saiba mais curiosidades e números abaixo:

Primeiro(s) confronto(s)

O primeiro confronto entre ambos foi no amistoso disputado no dia 2 de agosto de 1908, com vitória Xeneize por 2 a 1. Infelizmente, não há mais dados, além do placar. Na época os jornais não davam importância ao futebol. E outro amistoso foi disputado quatro anos posterior – terminou empatado em 1 a 1 -, antes da primeira partida oficial: em 24 de agosto de 1913. Este com vitória Millionária, por 2 a 1, no estádio do Racing Club. Os gols foram marcados por García e Ameal Pareyra para o River e Marcos Mayer descontou para o Boca.

Último(s) confronto(s)

Oficialmente, a última partida foi no Apertura 2010, exatamente no dia 16 de novembro, com vitória do River Plate, por 1 a 0, com gol do ex-boquense Jonathan Maidana. Entretanto, o último confronto entre as equipes foi no dia 02 de fevereiro de deste ano, pela Copa Revancha. Terminou empatado em 1 a 1, com gols de Martín Palermo para o Boca e Mariano Pavone para o River.

Maior goleada do Boca

Houve duas com o mesmo placar de 5 a 1. A primeira, em 19 de maio de 1959, em La Bombonera. Com gols de Osvaldo Nardiello, Juan José Rodríguez, José Yudica, Pedro Mansilla; D. Rodríguez marcou para os visitantes. Já a segunda goleada foi mais dolorosa, diga-se, por ter sido de virada e na casa do rival, Monumental de Núñez, no dia 07 de março de 1982. Os gols foram marcados por Oscar Ruggeri, Ricardo Gareca (2) e Carlos Córdoba (2); Jorge Tévez havia aberto o placar pelo River.

Maior goleada do River

Em 19 de outubro de 1941, no Monumental de Núñez, a equipe da casa goleou o rival, por 5 a 1. Os gols foram marcados por Ángel Labruna, José Manuel Moreno, Aristóbulo Deambrossi (2) e Adolfo Pedernera; Mario Boyé descontou.

Maiores artilheiros

O atacante argentino Ángel Labruna, do River Plate, marcou 22 gols – 16 oficiais e seis em amistosos.

O atacante brasileiro Paulo Valentim, do Boca Juniors, converteu 13 tentos – dez oficiais e três em jogos extra oficiais.

Jogadores que mais vezes atuaram no clássico

Reinaldo Merlo – 42 partidas pelo River Plate;
Hugo Gatti – 38, sendo 29 partidas pelo Boca Juniors e nove pelo River Plate;
Silvio Marzolini – 37 partidas pelo Boca Juniors;
Ángel Labruna – 35 partidas pelo River Plate;
Roberto Mouzo – 35 partidas Boca Juniors. 

Gol mais rápido

Foi em 15 de abril de 2007, na Bombonera. O meia Pablo Ledesma, do Boca Juniors, marcou aos 50 segundos, mas a partida, que era válida pelo Clausura, terminou empatada em 1 a 1.

Mais curiosidades

Alfredo Di Stefano é o único técnico que se consagrou campeão por ambas equipes. No Nacional de ’69, pelo Boca Juniors, e no Nacional ’61, pelo River Plate;

Diego Maradona marcou cinco gols em sete partidas e se despediu num Superclássico;

Noberto Alonso marcou seis gols em 25 partidas e também despediu-se no clássico;

Em 3 de fevereiro de 1974, Carlos García tornou-se o jogador que mais vezes marcou no dérbi “de La Boca” ao converter quatro gols numa partida. Neste dia o atleta estreava com a camisa xeneize. O jogo terminou 5 x 2;

Há uma lista imensa com mais de 90 jogadores que vestiram as duas camisas, só para citar alguns: Gabriel Batistuta, Claudio Caniggia, Julio César Cáceres, Lucho Figueroa, Fernando Gamboa, Ricardo Gareca, Hugo Gatti, Juan José López – atual técnico Millionário -, Julio Olarticoechea, Oscar Ruggeri, Alberto Tarantini, Jesus Méndez e Jonathan Maidana.

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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Clausura | 14:46

Clausura, 14ª fecha

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O Superclássico, entre Boca Juniors e River Plate, será jogado nesta rodada e, como não poderia ser diferente, todas as atenções estão voltadas para ele. Entretanto, com o Clausura chegando à reta final, alguns confrontos ganham muita importância como All Boys e Arsenal e Olimpo e Indep’te, ambos contra o rebaixamento.

Além de Godoy Cruz e Quilmes, em situações díspares, fazem um jogo importante para os próprios e para os demais, pois o Tomba briga pelo título e disputa a segunda posição contra os bahíenses e os de Núñez. Já os Cerveceros seguem na ingrata luta pela permanência. Enfim, abaixo segue a programação das partidas e por onde assisti-las. Caso prefiram, há também este link.

Sexta-feira (13)
19h10 Colón x Huracán
21h15 Godoy Cruz x Quilmes

Sábado (14)
14h Gimnasia y Esgrima LP x Banfield
16h10 San Lorenzo x Argentinos Juniors
18h20 All Boys x Arsenal
20h20 Racing x Newell’s Old Boys

Domingo (15)
14h Estudiantes x Tigre
16h Boca Juniors x River Plate (Esporte Interativo)
18h10 Olimpo x Independiente (Esporte Interativo)
20h20 Lanús x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009 Apertura, Boca Juniors, River Plate, Superclássico | 14:22

Los viejos del Superclásico

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Palermo igualou o Placar aberto por Gallardo (Reuters)
Martín Palermo (35) igualou o placar aberto por Marcelo Gallardo (33) no Monumental (Reuters)

Fotoshow iG Esporte: veja uma supergaleria com as melhores imagens da partida

Que diferença! Enquanto no Brasil se destacam “velhinhos” como Paulo Baier, Petkovic e Marcelinho Paraíba, na Argentina brilham viejos de outra categoria: Gallardo, Abbondanzieri, Ortega, Riquelme, Palermo… Convenhamos, estos hermanos são muito melhores.

Melhor do que qualquer relato, os lances do Superclásico falam por si só (assista no vídeo abaixo). Mas é preciso ressaltar que o jogaço deste domingo não seria o mesmo sem a presença destes craques rodados. É só olhar os lances capitais da partida:

O pênalti cobrado por Ortega (35) e defendido por Pato Abbondanzieri (37). A falta cobrada por Marcelo Gallardo (33), que entrou precisa, rente a trave direita do gol xeneize. A linda tabela entre Riquelme (31) e Palermo (35) – o primeiro deu de letra para o segundo estufar a rede millonaria.

Jogaço sem “prazo de validade”, como brincou o canchallena.com.

Por fim, um bônus especial: o colega Lúcio Ribeiro esteve no Monumental de Nuñez e fez um vídeo emocionante de la hinchada de River cantando e pulando por mais de 2 minutos ininterruptos… Imperdível!

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Apertura, Boca Juniors, River Plate, Superclássico | 12:25

La (Super) Tapa de Hoy – 26/10

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River perde pênalti, acerta a trave e não ganha o Superclásico (Reprodução/Olé)

River perde pênalti, acerta a trave e não ganha o Superclásico (Reprodução/Olé)

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009 Apertura | 11:43

Los goles de la Fecha 9

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E faltam 6 dias para o Superclásico River x Boca, no Monumental… Aguardem!

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