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Posts com a Tag Sergio Batista

sexta-feira, 26 de agosto de 2011 AFA, Apertura, Seleção | 18:49

Apertura, fecha 4 e o hiato de silêncio…

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Quando o silêncio fala mais alto...

“Ninguém me explicou nada, gostaria que Grondona houvesse me explicado por que fui (demitido). Pelo menos, teria a chance de me defender, dizer o meu (lado)”, criticou Sergio Batista, ex-técnico da Argentina, um mês depois de sair do cargo. Enfim, ética não é algo que se pode cobrar de dirigentes de confederações, né? E qualquer semelhança com o que temos por aqui, não é mera coincidência. 

Quando o cargo de selecionador caiu no colo de Alejandro Sabella, Checho Batista ainda era o dono, ao menos, não havia sido formalmente demitido. No entanto, já havia sido destituído do cargo publicamente, por Grondona e parte de sua trupe. 

Como justificativa, Don Julio disse que a imprensa havia derrubado o técnico, e que não era essa a vontade dele. Talvez não o fosse, mas foi! Afinal, Ninguém manda e desmanda mais no futebol argentino do que seu ego. Aliás, não há afirmativa mais incrustada no imaginário popular, do que a já consagrada por Grondona, que solta no ar de tempos em tempos: “Tudo passa”. É verdade, menos ele.

Os resultados e a pressão popular já falaram por si. Não havia clima para se manter no cargo. Fato. Porém o mínimo que se deseja é respeito, o que é pedir demais aos senhores do poder. Suas palavras já não fariam diferente, desculpe-me pela franqueza. E o hiato de um mês sem falar, credenciou Batista ao silêncio eterno.  Ou seja, neste caso, o silêncio falou mais alto.

Fecha 4: Dentre os confrontos desta quarta rodada, o pseudo dérbi, entre Boca Juniors e San Lorenzo, é sem dúvida o mais interessante, por se trata de duas equipes grandes, mas não necessariamente, grandes equipes. No entanto, outros confrontos merecem atenção, como Vélez Sarsfield x All Boys e Racing x Arsenal.

 Sexta-feira (26)
17h Godoy Cruz x Banfield
19h10 Estudiantes x San Martín SJ (Esporte Interativo)
21h15 Racing x Arsenal

Sábado (27)
15h05 Lanús x Tigre
17h10 Atlético Rafaela x Olimpo
21h15 Vélez Sarsfield x All Boys (Esporte Interativo)

Domingo (28)
14h Colón x Unión
16h Belgrano x Newell’s Old Boys
18h10 Boca Juniors x San Lorenzo (Esporte Interativo)
20h15 Argentinos Juniors x Independiente

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terça-feira, 26 de julho de 2011 AFA | 08:00

Só restou o epitáfio…

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Desde o surgimento do profissionalismo, em 1931, a AFA procura incessantemente fórmulas que beneficiem ou não prejudiquem os, ditos, grandes do país. E dentre as definições já anunciadas, a criação de um torneio mais complexo foi sem dúvida o a grande decisão da noite. Ainda que ele precise ser aprovado em assembléia em 18 de outubro já representa, desde já, uma virada de mesa. E como não seria diferente: Sergio Batista foi demitido. O novo técnico será anunciado em uma semana. Inclusive, o cargo de Carlos Bilardo está ameaçado, talvez seja o caso de saber do que se trata.  

A demissão de Checho veio em momento bastante propicio, diria até, oportuno em demasia. E mais do que a mudança no comando da Seleção, ela serve como desvio de foco para a notícia que realmente interessa. Até porque a (falta de) ética permitiu aos dirigentes da AFA em anunciar a queda do técnico há bastante tempo, sem a necessidade de avisá-lo. Aos que não entenderam o que, de fato, significa a implantação deste torneio com 36, 38 ou 40 equipes – isso ficará decidido na assembléia: não apenas o River Plate, Gimnasia y Esgrima e Huracán, que foram rebaixados serão beneficiados, mas também, Boca Juniors, Racing e San Lorenzo, que já começariam esta temporada ameaçados de descenso. Enfim, como a partir de 2012 as duas divisões se fundiram para criação do torneio “Aberración” nenhum clube será rebaixado. Um retrocesso de pelo menos 80 anos.

Em outras palavras, os Millionários estarão a passeio na B Nacional, tendo que cuidar apenas para que não faça uma campanha catastrófica, mas se ainda assim isso ocorrer não duvidem que algo ocorrerá para salvá-lo. O mesmo ocorre para qualquer outra equipe da Primera División e B Nacional. Deprimente.

A saída de Batista não poderia ser encarado como novidade. A possível saída de Bilardo é justa, vide a não função que ele exerce. A possível escolha de Sabella demanda tempo e talvez ele não seja hábil, no entanto, outros nomes poderão surgir. Mas nenhuma decisão desperta sentimentos díspares quanto ao futuro do futebol argentino, como a virada de mesa. Afinal, com a decisão da AFA, só restou o epitáfio: “aqui morreu um sonho: o da evolução”.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 AFA | 16:37

O eterno ciclo vicioso…

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(Sem legendas)

Guardem bem a data de hoje, pois ela poderá representar algumas mudanças de definições na AFA. Todas já anunciadas, diga-se: a desvinculação de Sergio Batista, do comando da Argentina, e o possível acerto com Alejandro Sabella. Além da criação de um novo torneio, no qual disputariam 40 equipes a partir da temporada 2012/13 – as 20 equipes da Primera División e as 20 da B Nacional. Esta talvez a mais questionável e preocupante.

Visto que, nas entrelinhas, configura-se uma virada da mesa, na qual beneficiaria diversas equipes que descenderam nesta temporada, como River Plate, Gimnasia y Esgrima de La Plata e Huracán, além de prejudicar equipes que não poderão serem promovidas, segundo o estatuto deste novo torneio, que não conta com rebaixamento.

Normalmente explicado a partir da óptica da mudança de cultura, o que observado a grosso modo não seria algo ruim. No entanto, a tal mudança de cultura já foi, inclusive neste ano, tentado ser posta em pratica e rejeitada pelos mesmos dirigentes que pregam a necessidade. Irônico, porém comum na rua Viamonte 1366. E não muito diferente do que ocorre por aqui.

Quanto a mudança no comando técnico, é algo neste momento inevitável diante dos ocorridos ou não acontecimentos. Checho Batista que havia assumido de forma quase unanime (19 a 1), deixará o posto com um panorama inverso. Alejandro Sabella é o nome da vez, talvez o único. E o “troca-troca” tem caráter de urgência não por uma necessidade sadia de mudança em prol da ascensão, mas sim, porque no dia 10 de agosto a Albiceleste já tem amistoso ante Romênia, em Bucareste. E pelo qual a AFA já recebeu 50% do cachê (500 mil dólares) e terá de apresentar a lista de convocados amanhã. E qualquer semelhança ao jeitinho brasileiro não é pura coincidência.  

À noite, diversas reuniões paralelas na AFA irão apresentar os caminhos a serem seguidos no futebol argentino, tanto na Seleção quanto no torneio nacional. Mas uma coisa, ao menos para mim, é inquestionável: qualquer proposta de mudança da (ou na) AFA, que seja encabeçado ou passe pelo crivo de Julio Grondona ou Carlos Bilardo não pode ser vista como mudança, propriamente dita, no máximo extensão de um ciclo vicioso.

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sábado, 16 de julho de 2011 Clássicos, Copa América, Seleção | 22:10

Chau Chau

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Sem legenda, por falta de necessidade.

16 de julho, uma data especialmente uruguaia. Nela, comemora-se o Maracanazo – o qual o Uruguai calou o Maracanã lotado – e agora, o Argentinazo – neste, a Celeste calou o o país anfitrião da Copa América conquistando a vaga para às semifinais numa partida digna de final calando. Após o 1 a 1, no tempo normal e prorrogação, os Charrúas venceram nos pênaltis, por 5 a 4. Como não seria diferente hoje: um grande ficou pelo caminho, no Cemitério dos Elefantes, em Santa Fé.

A fugaz alegria do ataque contrastou com a intensa tristeza da defesa. A autossuficiência e confiança foram maiores do que a gana em vencer. Quando supôs está melhor em campo, falhou, assim como o fez quando estava em vantagem numérica. Talvez acreditasse que vencer era questão de tempo. Este jogou contra suas pretensões.

Do outro lado, havia um adversário que deixaria o sangue em campo se fosse necessário. Mas os argentinos não acreditaram nisso. Talvez a aquele velho excesso de confiança, que vemos tão facilmente por aqui também. Culpar jogadores em especial pelo fracasso coletivo é conveniente, porém pouco inteligente.  Também dizer que a Argentina perdeu para si mesma é não reconhecer a força do adversário, apesar da vasta limitação.

Ter o melhor do mundo e não entender que ele, apesar de imenso, é apenas um, não passa pela cabeça de muita gente, tampouco pela de Sergio Batista. No todo, a Celeste y Blanco não foi ruim, foi apenas o espelho do treinador. Porém culpa o selecionador não vem ao caso.

Todavia, poucas partidas são transcendentais, como o Clásico de la Prata, que extrapola os limites cabíveis de uma partida de futebol. E todo ato e expressão representam algo infinitamente superior ao gol, por exemplo, quando, na prorrogação, Messi caiu na área, após perder uma boa chance de gol, representou o que ninguém queria acreditar, ali um grande caia cansado, impotente… O melhor do mundo é humano, diga-se.

Agora, só resta juntar os cacos do que sobrou.

Veja os melhores momentos da partida:

Atualizado hoje às 12h30.

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sexta-feira, 15 de julho de 2011 Clássicos, Copa América, Seleção | 23:50

Argentina x Uruguai: Rivalidade centenária em partida de vida ou morte

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Duelo: Agüero x Forlán? (Reprodução/AFA)

Neste sábado, mais um grande cairá no Cemitério dos Elefantes. Argentina e Uruguai vão à campo, às 19h15 (de Brasília), no Estádio Brigadier General Estanislao López, pelas quartas-de-finais da Copa América para escrever um novo capítulo desta rivalidade centenária. Com transmissão ao vivo dos canais SporTv, SporTvHD, Espn Brasil e EspnHD.

Em 110 anos, o Clásico del Río de la Plata já possui 196 confrontos no histórico, com vantagem portenha: 88 vitórias, 49 empates e 59 derrotas. Os argentinos marcaram 317 gols e sofreram de 247 tentos. Entretanto, pela Copa América o duelo é bem equilibrado, com 13 vitórias para cada lado e três empates, 40 gols convertidos pelos argentos e 35 pela Celeste. Estas duas Seleções foram as que mais vezes conquistaram o torneio: 14 vezes cada.

E além da rivalidade, os dois países possuem diversas coisas em comum, dentre elas, o espírito guerreiro, as cores e o símbolo da bandeira e até o apreço pelo tango, a milonga e o cantor franco ou uruguaio Carlos Gardel (há divergências sobre sua origem), porém naturalizado argentino.

Voltando ao que interessa. O técnico Sergio Batista vai repetir a mesma formação, que venceu a Costa Rica, com: Sergio Romero; Pablo Zabaleta, Nico Burdisso, Gabriel Milito e Javier Zanetti; Fernando Gago, Javier Mascherano e Angel Di María; Lionel Messi, Sergio Agüero e Gonzalo Higuaín. 

Por sua vez, Oscar Tabárez, que já não contaria com Cavani e Godín, por causa de lesão, também não poderá contar com Coates, suspenso. Então, provavelmente vai à campo com: Fernando Muslera; Maxi Pereira, Diego Lugano, Mauricio Victorino e Martín Cáceres; Alvaro González, Diego Pérez, Egidio Arévalo Ríos e Alvaro Pereira; Luis Suárez e Diego Forlán.

Confira o histórico na Copa América:

17.07.1916 Uruguai 0 x 0 Argentina
14.10.1917 Uruguai 1 x 0 Argentina
13.05.1919 Argentina 2 x 3 Uruguai
12.09.1920 Argentina 1 x 1 Uruguai
30.10.1921 Argentina 1 x 0 Uruguai
08.10.1922 Uruguai 1 x 0 Argentina
02.12.1923 Uruguai 2 x 0 Argentina
02.11.1924 Uruguai 0 x 0 Argentina
24.10.1926 Argentina 0 x 2 Uruguai
20.11.1927 Argentina 3 x 2 Uruguai
17.11.1929 Argentina 2 x 0 Uruguai
27.01.1935 Argentina 0 x 3 Uruguai
23.01.1937 Argentina 2 x 3 Uruguai  
23.02.1941 Argentina 1 x 0 Uruguai
07.02.1942 Uruguai 1 x 0 Argentina
25.02.1945 Argentina 1 x 0 Uruguai
02.02.1946 Argentina 3 x 1 Uruguai
28.12.1947 Argentina 3 x 1 Uruguai
27.03.1955 Uruguai 1 x 6 Argentina
15.02.1956 Uruguai 1 x 0 Argentina
20.03.1957 Argentina 4 x 0 Uruguai
30.03.1959 Argentina 4 x 1 Uruguai
16.12.1959 Uruguai 5 x 0 Argentina
02.02.1967 Uruguai 1 x 0 Argentina
09.07.1987 Uruguai 1 x 0 Argentina
08.07.1989 Argentina 1 x 0 Uruguai
14.07.1989 Uruguai 2 x 0 Argentina
07.07.1999 Uruguai 0 x 2 Argentina
13.07.2004 Argentina 4 x 2 Uruguai

Só para constar: o Maracanazo – a vitória ensurdecedora da seleção Charrúa sobre o Brasil, na final da Copa do Mundo 1950, em pleno Maracanã lotado, eis o motivo do nome – completa 61 anos, neste 16 de julho.

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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Copa América, Seleção | 00:12

Ainda não foi desta vez…

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(Sem legenda)

Não foi desta vez que a Argentina estreou na Copa América. O zero a zero no placar, ante Colômbia, foi um prêmio pelo que (novamente, não) apresentou em campo e, assim, coleciona decepções. E assim, pode-se dizer que, mais um grande caiu no Cemitério dos Elefantes, em Santa Fé.

As vaias, após o jogo, saíram na hora errada, pois ela foi a canção que embalou as jogadas da Albiceleste durante toda a partida. Sempre desconexas, por vezes, distraídas ou não intencionais, como o lance de perigo achado por Messi, que teve a bola espirrada batendo na trave, ou quando ele lançou Lavezzi que finalizou em cima do goleiro colombiano. Entretanto, quem ler isso e achar que a Pulga ao menos fez alguma “gracinha”, não se enganem.

Como poderia imaginar que, após anos, assistiria a uma partida da Argentina e terminaria com a impressão de ver um goleiro como melhor atleta da equipe em campo? Pois é. Todavia, nossos hermanos têm de agradecer a horrenda pontaria colombiana e a um pênalti claríssimo, de Burdisso em Ramos, não assinalado pelo árbitro Salvio Spindola.

Enfim, Sergio Batista deve ter muitas qualidades, mas, definitivamente, ser treinador não é uma delas. Agora, a Celeste y blanco – que soma dois pontos em dois jogos e um gol marcado e outro sofrido – decidirá a sequência do torneio, ante Costa Rica. Quiçá, daqui para lá, Checho não resolva assistir aos mesmos jogos da Seleção, que o resto do mundo. É isso, ou não precisará mais assistir novamente.

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terça-feira, 5 de julho de 2011 Copa América, Seleção | 23:30

Argentina x Colômbia: E ai, vai estrear?

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Lembram do cabeludo ai?

Após um empate apático na estréia da Copa América, Argentina enfrenta a Colômbia, líder do grupo A, para se reabilitar, nesta quarta-feira, às 21h45, no Estádio Brigadier General Estanislao López, mais conhecido como Cemitério dos Elefantes, em Santa Fé. Com transmissão ao vivo dos canais SporTv, SportHD, Espn e EspnHD.

No histórico geral de confrontos, as Seleções já se enfrentaram 30 vezes, com 17 vitórias da Albiceleste, cinco empates e oito derrotas. Com 61 gols marcados e 33 sofridos. Todavia, pela Copa América foram apenas 11 partidas, no entanto, a Celeste y Blanca manter a vantagem, com oito vitórias – uma delas nos pênaltis -, um empate e duas derrotas. Tendo marcado 37 gols e sofrido 14.

Uma curiosidade que muitos lembram e outros preferem esquecer: foi numa partida contra Colômbia, pela Copa América 1999, que Martín Palermo perdeu três pênaltis. E dos jogadores argentos que atuaram na última partida, apenas Mascherano, Messi e Tévez estão entre os titulares, no entanto, Agüero, Zanetti e Burdisso também atuaram. Carrizo e Maxi Rodriguez no banco.

Enfim, para a partida de amanhã, o selecionador Sergio Batista vou promover apenas uma modificação, em relação a equipe que empatou com a Bolívia, Zabaleta entra no lugar de Rojo. Entretanto, jogará na lateral direita, enquanto, Zanetti atuará pela esquerda. Então, a Albiceleste vai a campo com a seguinte escalação: Sergio Romero; Pablo Zabaleta, Nicolás Burdisso, Gabriel Milito e Javier Zanetti; Éver Banega, Javier Mascherano e Esteban Cambiasso; Ezequiel Lavezzi, Lionel Messi e Carlos Tévez.

 Confira o histórico:

 07.02.1945 Copa América Argentina 9 x 1 Colômbia
18.12.1947 Copa América Argentina 6 x 0 Colômbia
13.03.1957 Copa América Argentina 8 x 2 Colômbia
10.03.1963 Copa América Argentina 4 x 2 Colômbia
18.08.1968 Amistoso Colômbia 0 x 1 Argentina
22.06.1972 Taça Independência Argentina 4 x 1 Colômbia
23.08.1984 Amistoso Colômbia 1 x 0 Argentina
02.06.1985 Eliminatória Copa do Mundo 1986 Colômbia 1 x 3 Argentina
16.06.1985 Eliminatória Copa do Mundo 1986 Argentina 1 x 0 Colômbia
11.07.1987 Copa América Colômbia 2 x 1 Argentina
08.03.1989 Amistoso Colômbia 1 x 0 Argentina
21.07.1991 Copa América Argentina 1 x 1 Colômbia
23.06.1993 Copa América Argentina 1 x 1 Colômbia
01.07.1993 Copa América Argentina 0 x 0 Colômbia (6 x 5)
17.08.1993 Eliminatória Copa do Mundo 1994 Colômbia 2 x 1 Argentina
05.09.1993 Eliminatória Copa do Mundo 1994 Argentina 0 x 5 Colômbia
10.10.1995 Amistoso Argentina 0 x 0 Colômbia
12.02.1997 Eliminatória Copa do Mundo 1998 Colômbia 0 x 1 Argentina
16.11.1997 Eliminatória Copa do Mundo 1998 Argentina 1 x 1 Colômbia
04.07.1999 Copa América Argentina 0 x 3 Colômbia
12.10.1999 Amistoso Argentina 2 x 1 Colômbia
29.06.2000 Eliminatória Copa do Mundo 2002 Colômbia 1 x 3 Argentina
03.06.2001 Eliminatória Copa do Mundo 2002 Argentina 3 x 0 Colômbia
18.11.2003 Eliminatória Copa do Mundo 2006 Colômbia 1 x 1 Argentina
26.06.2004 Amistoso Argentina 0 x 2 Colômbia 
20.07.2004 Copa América Argentina 3 x 0 Colômbia
30.03.2005 Eliminatória Copa do Mundo 2006 Argentina 1 x 0 Colômbia
02.07.2007 Copa América Argentina 4 x 2 Colômbia
20.11.2007 Eliminatória Copa do Mundo 2010 Colômbia 2 x 1 Argentina
06.06.2009 Eliminatória Copa do Mundo 2010 Argentina 1 x 0 Colômbia

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sexta-feira, 1 de julho de 2011 Copa América, Seleção | 08:00

Argentina x Bolívia: La venganza (?)

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Argentina e Bolívia na Copa América de 1979. (Reprodução/AFA)

Com uma revanche latente – apesar da grande vantagem em confrontos -, Argentina encara a Bolívia logo mais, às 21h45 (Horário de Brasília), no Estádio Ciudad de La Plata, também conhecido como Estádio Único. Esta será a primeira partida da Copa América 2011. Espn Brasil, EspnHD, SporTv e SporTvHD transmitirão ao vivo. 

Ao todo, as duas Seleções já se enfrentaram 30 vezes, com ampla vantagem argenta: 22 vitórias, dois empates e apenas seis derrotas. Marcando 80 gols e sofrendo 29. Quando trata-se, especificamente, da Copa América a vantagem permanece grande, em 13 partidas, foram dez vitórias da Argentina, um empate e duas derrotas, com 60 gols convertidos e sete sofridos. 

Entretanto, apesar de o histórico jogar a favor dos hermanos a última partida entre ambas Seleções, ainda pela Eliminatória Copa do Mundo 2010, não sai da cabeça de ninguém: o expressivo 6 a 1, para Bolívia, na altitude de La Paz. Ironicamente, poucos dias após Diego Maradona, na época selecionador nacional, ter feito propaganda pró jogos na altitude e polemizado sobre os possíveis efeitos de tais condições.

Daquela equipe: Juan Pablo Carrizo, Maxi Rodríguez, Fernando Gago e Angel Di María iniciarão a partida no banco de suplentes, no entanto, Javier Zanetti, Javier Mascherano, Lionel Messi e Carlos Tevez estarão em campo como titulares. Como o técnico e os tempos são outros, Sergio Batista, atual selecionador, organizou a equipe no habitual 4-3-3, com: Sergio Romero; Javier Zanetti, Nicolás Burdisso, Gabriel Milito e Marcos Rojo; Éver Banega, Javier Mascherano e Esteban Cambiasso; Ezequiel Lavezzi, Lionel Messi e Carlos Tévez.

Confira os confrontos (em negrito os da Copa América):

16.10.1926 Copa América Argentina 5 x 0 Bolívia
30.10.1927 Copa América Argentina 7 x 1 Bolívia
18.01.1945 Copa América Argentina 4 x 0 Bolívia
19.01.1946 Copa América Argentina 7 x 1 Bolívia
04.12.1947 Copa América Argentina 7 x 0 Bolívia

06.10.1957 Eliminatórias Copa do Mundo 1958 Bolívia 2 x 0 Argentina
27.10.1957 Eliminatórias Copa do Mundo 1958 Argentina 4 x 0 Bolívia
11.03.1959 Copa América Argentina 2 x 0 Bolívia
28.03.1963 Copa América Bolívia 3 x 2 Argentina
17.08.1965 Eliminatória Copa do Mundo 1966 Argentina 4 x 1 Bolívia
29.08.1965 Eliminatória Copa do Mundo 1966 Bolívia 1 x 2 Argentina
22.01.1967 Copa América Argentina 1 x 0 Bolívia
27.07.1969 Eliminatória Copa do Mundo 1970 Bolívia 3 x 1 Argentina
24.08.1969 Eliminatória Copa do Mundo 1970 Argentina 1 x 0 Bolívia
09.09.1973 Eliminatória Copa do Mundo 1974 Argentina 4 x 0 Bolívia
23.09.1973 Eliminatória Copa do Mundo 1974 Bolívia 0 x 1 Argentina
26.06.1975 Amistoso Bolívia 1 x 2 Argentina
18.07.1979 Copa América Bolívia 2 x 1 Argentina
08.08.1979 Copa América Argentina 3 x 0 Bolívia
10.07.1989 Copa América Argentina 0 x 0 Bolívia
17.06.1993 Copa América Argentina 1 x 0 Bolívia
08.07.1995 Copa América Argentina 2 x 1 Bolívia
24.04.1996 Eliminatória Copa do Mundo 1998 Argentina 3 x 1 Bolívia
02.04.1997 Eliminatória Copa do Mundo 1998 Bolívia 2 x 1 Argentina
04.06.2000 Eliminatória Copa do Mundo 2002 Argentina 1 x 0 Bolívia
25.04.2001 Eliminatória Copa do Mundo 2002 Bolívia 3 x 3 Argentina
14.11.2006 Eliminatória Copa do Mundo 2006 Argentina 3 x 0 Bolívia
26.03.2006 Eliminatória Copa do Mundo 2006 Bolívia 1 x 2 Argentina
17.11.2007 Eliminatória Copa do Mundo 2010 Argentina 3 x 0 Bolívia
01.04.2010 Eliminatória Copa do Mundo 2010 Bolívia 6 x 1 Argentina

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domingo, 5 de junho de 2011 Seleção | 19:18

Rifa-se prestígio

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“Não se pode arriscar (prestígio) assim”, esbravejou Julio Grondona, presidente da AFA, ao final da derrota da Argentina, ante Nigéria, semana passada. Entretanto, esta afirmativa pode ser utilizada para este ou qualquer outro amistoso, em que o selecionador Sergio Batista resolva “iludir” jogadores que nunca serão convocados num futuro. Assim, raciocinava Marcelo Bielsa. Assino embaixo.

Poloneses comemoram o primeiro gol do jogo.

Independente do adjetivo ou classificação, que a imprensa Argentina emprega a tal Seleção, os erros desta são os mesmos das demais Argentina’s, com o agravante da falta de entrosamento. A disposição tática já é conhecida por todos, porém a distribuição em campo, com e sem a bola, deixam a desejar. A defesa hoje ora jogava com linha de três, enquanto, um lateral subia, ora era surpreendido com apenas o jogador da sobra. Vide o primeiro gol polonês, marcado por Mierzejewski, aos 25 minutos do primeiro tempo, após uma saída de bola errada – outra coisa bem comum -, Lewndowski assistiu Mierzejewski, que aproveitou a falha de Fazio – único homem para marcar e ser o responsável pela sobra -, e tirou de Gabbarini.

Após o gol, a partida seguiu aberta. Oito minutos depois, Cristaldo, pela direita, criou uma boa oportunidade que foi salva em cima da linha. E, pode-se dizer que, foram as duas únicas boas oportunidades da primeira etapa. A Polônia não agredia e a Albiceleste não esboçava reação.

Mas, no primeiro minuto do segundo tempo, Marco Ruben empatou, após cruzamento de Zabaleta. O gol trouxe outra vida a Seleção, que manteve a posse de bola e durante os 20 primeiro minutos da etapa complementar jogou melhor do que durante todo o primeiro tempo, mas não conseguiu levar perigo a meta adversária. Pelo contrário, Polônia exigiu muito de Gabbarini, que, me arrisco a dizer, foi o melhor da equipe em campo. Mas não conseguiu evitar o segundo gol, aos 23, com Brozek, aproveitando, novamente, um erro defensivo. Zaga afastou mal e marcou em linha. Lewandowski recuperou e assistiu Brozek, livre, que tocou por cima de Gabba. 2 a 1,

Faltando metade de uma etapa, a Seleção foi para cima. Porém, era a partir de cobrança de falta que levava mais perigo. Cristaldo tentou por cobertura, aos 41. Mas foi tudo. Em suma, a Argentina nunca teve um esquema de jogo definido. Pecou pelas falhas de planejamento e organização ofensiva e, sobretudo, defensiva. Portanto, o problema não é apenas “rifar o prestigio”, mas sim, rifar o comando, né, Grondona?

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quarta-feira, 1 de junho de 2011 Seleção | 18:04

Para ser esquecido (ou não)

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Argentina D, reserva, Subreserva ou Sub 25, pouco importa os adjetivos subvalorizando o resultado vexatório que a Seleção obteve ante a organizada Nigéria, que levou a campo a base da equipe que disputou o Mundial 2010. O que, de fato, importa é o futebol (não) apresentado diante dos africanos, que antes da partida esbravejaram por causa do plantel que iriam enfrentar, visto que pagaram caro, estima-se algo em torno de 200 mil dólares, para ter Messi, Mascherano e outros no gramado. No final, saíram no “lucro”: 4 a 1, com doblete de Uche, Obinna, de pênalti, e Emenike; Boselli, de pênalti, descontou, nos acréscimos.   

Foi o jogo todo assim: nigerianos comemorando e argentinos atordoados.

Talvez a precipitação do selecionador em apresentar uma importante lista na noite anterior ao confronto, na qual constavam apenas 10% dos atletas que jogariam – leia-se: Pablo Zabaleta e Ezequiel Garay. Checho como poucos sabem (des)estimular seus comandados. E todo o (des)ânimo foi visto sem maiores dificuldades. Assim como foi visto: falta de entrosamento, que implica em disciplina tática e falta de poderio ofensivo. A única chance, diga-se de passagem, de perigo foi um chute de Boselli de fora da área, aos cinco minutos do segundo tempo, em que o goleiro espalmou e a bola foi na trave.

Fora isso, a Nigéria foi soberana. Não apostou em jogar nos contra-ataques, apesar de executá-los com maestria quando necessário, normalmente, pelo flanco esquerdo do ataque, com Obinna. Por lá, saíram dois dos quatro gols.

Pode-se dizer que, vários, não todos, os atletas que estavam em campo são bons jogadores e alguns já alinharam pela Seleção em outras oportunidades, mas na partida de hoje deixaram a desejar. Todos. Sobretudo, o selecionador. Com este resultado, os nigerianos conseguiram sua primeira vitória sobre a Albiceleste, deixando de lado os confrontos Sub 23. Entretanto, não faltarão torcedores querendo esquecer o confronto, histórico.

Veja os gols:

Afinal, do que serviu o amistoso, além de passar vexame, vide que apenas dois atletas poderão atuar na Copa América? Rifar o prestígio? Testar jogadores para o futuro, às véspera de uma importante competição? Enfim, domingo têm mais. A Seleção, com o mesmo plantel, jogará ante a Polônia, Slaski Stadium, na Silésia, Polônia, às 12h (horário de Brasília). E sim, com certeza as respostas não estarão lá.

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