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Posts com a Tag Santiago Silva

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 Boca Juniors | 22:45

A velha politicagem

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Após a lesão do meia Nicolás Colazo, o Comitê Executivo da AFA acatou o pedido do Boca Juniors e habilitou o atacante Santiago Silva para disputar os torneios locais. O ex-clube do atleta, Vélez Sarsfield, e o próximo adversário xeneize, San Lorenzo, votaram contra. All Boys, Argentinos Juniors, Estudiantes e Godoy Cruz abstiveram-se de votar.

Contudo, vale salientar que, não precisava nem Colazo fraturar tíbia e perônio para o uruguaio jogar as competições nacionais. Para isso acontecer era questão de tempo, visto que não há um impedimento legal. Logo, uma solução se faria presente. O atleta poderia entrar na justiça do trabalho, por exemplo. Mas não foi preciso, na base do “quem tem amigos tem tudo”, o pacto anteriormente feito entre clubes e federação para ele não jogar foi desfeito, e quase todos sorriem. A velha política(gem).

Aliás, já estava demorando para Boca e Don Julio darem seus jeitinhos.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Boca Juniors, Copa Libertadores da América, Seleção | 01:23

Numa partida “aburrida”, Boca não sai do zero

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Boca Juniors estreou mal. Tanto pelo resultado – empate em zero a zero com o fraco Zamora, da Venezuela – quanto pelo futebol (não) apresentado. Como tentei alertar no texto anterior, esta equipe está longe de ser àquela vitoriosa de outrora, mas ainda assim é um bom conjunto, apesar da partida de hoje mostrar o contrário.

Talvez a necessidade fosse o brilho de uma estrela sequer, esta faltou. Román Riquelme esteve apagado durante toda a partida. Santiago El Tanque Silva desperdiçou talvez a chance mais clara do jogo, ao cabecear na trave, aos 44 minutos do segundo tempo. Cvitanich, Erviti… nada. Enfim, este time carece de individualismo.

As alterações de Julio César Falcione não surtiram o efeito desejado e como diriam os argentinos, esta foi uma partida “aburrida”. No entanto, os venezuelanos tiveram o mérito de anular as jogadas xeneizes e ainda levaram perigo numa cobrança de falta.

Contudo, só resta aos boquenses pegarem mais sete horas de viagem com a cabeça inchada e no dia 7 de março encarar o Fluminense, em La Bombonera. Confira abaixo “os melhores” momentos da partida.

O que você, leitor, achou da partida? Opine!

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 Boca Juniors, Copa Libertadores da América | 08:00

De volta à Libertadores, Boca Juniors quer reeditar saga

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Remanescente da era Bianchi, Riquelme quer voltar a ser o "Deus de Copas"

Três anos depois, Boca Juniors retorna ao torneio que o consagrou para o mundo. A Copa Libertadores da América está para o Boca Juniors, assim como você, leitor, está para sua casa (eu sei, forcei a barra). Mas é assim que os xeneizes se sentem disputando uma Libertadores. Embora não adiante apenas se sentir confortável e confiante, precisa melhorar bastante o ataque, por exemplo. Visando isso, a diretoria apostou no uruguaio Tanque (ou poste) Silva, que veio para disputar apenas o torneio continental, neste primeiro semestre. Outro setor que estava carente de reposição era o meio de campo, para tal chegou Pablo Ledesma.

Não pode-se dizer que a equipe é um primor, tampouco concordo que esta equipe compare-se àquela da era Bianchi, mas ainda assim possui a mística e, sobretudo, jogadores com qualidade. Talvez o único ponto que se assemelhem é a forma de atuar: 4-3-1-2, com tridente defensivo – Rivero, Somoza e Erviti – e Román Riquelme de enganche. Um atacante de referência – Santiago Silva – e um solto – desta vez, Cvitanich -, ao menos, neste torneio. Ademais, atacam com poucos jogadores.

E apesar das deficiências ainda presentes, Falcione conseguiu ajustar o time a partir da defesa, que foi a menos vazada do Apertura, e que já transmite a segurança de outrora, além de fazer gols. Ironicamente, Schiavi é uma das peças importantes deste ajuste.

O epílogo poderia ser a subscrição do dito popular “o bom filha à casa torna”. Mas se tratando de Libertadores, Boquita e brasileiros, os xeneizes têm os traços de Maquiavel. Como já diria o Príncipe, “é melhor ser temido do que ser amado”. Boca que o diga.

Grupo: Pelo futebol que vem jogando e mais: pelo que os adversários não têm jogado, Boca Juniors tem condições de passar de fase com sobra. Zamora é apenas um coadjuvante. Arsenal ainda vai incomodar e talvez até brigar por uma vaga, porém as minhas apostas vão no Fluminense e no Boquita.

Time base: Agustín Orión; Facundo Roncaglia, Rolando Schiavi, Juan Manuel Insaurralde e Clemente Rodríguez; Diego Rivero, Leandro Somoza e Walter Erviti; Juan Román Riquelme; Darío Cvitanich e Santiago Silva. Técnico: Julio César Falcione.

Leia mais: Arsenal e a missão de incomodar
Leia mais: Vélez Sarsfield quer voltar a ser Fortín
Leia mais: Granate pronto para explodir

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 Boca Juniors | 22:38

Santiago Silva: poste ou tanque?

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Após firmar contrato por três temporadas, Silva foi apresentado na Bombonera e viajou para Tandil, onde o grupo faz pré-temporada.

“Minha forma de jogar encaixa perfeito no Boca [Juniors]”, afirmou o atacante uruguaio Santiago Silva, ao chegar ao clube com o respaldo do treinador, Julio César Falcione, e, sobretudo, do maior artilheiro xeneize de todos os tempos, Martín Palermo. Afinal, foi duas vezes campeão argentino, por Banfield ’09 e Vélez Sarsfield ’11, e duas vezes artilheiro.

Logo, com credenciais para a vaga em aberto, diga-se. No entanto, ele terá poucas oportunidades para fazer jus as suas palavras, visto que no primeiro semestre só poderá atuar Copa Libertadores da América, segundo determinações da Fifa. Mas, ainda assim, pode-se dizer que é um reforço. O atleta foi adquirido por 2,5 milhões de euros e assinou contrato por três temporadas. 

Apesar do título do Apertura, o ataque xeneize foi a maior deficiência da equipe de Falcione. Muitos passaram pelo setor e nenhum deixou saudade, apenas poucos gols. Como o intuito é volta a ser temido, o clube necessita bem mais do que apostar num frágil Juan Román Riquelme com suas bolas paradas e num ataque que marca gols esporadicamente.

Embora a passagem do uruguaio pela Fiorentina não tenha deixado saudades tampouco a estadia no Parque São Jorge, Silva é um atacante de referência e goleador, a julgar pelas últimas temporadas no futebol argentino. Se em alguns países ele não passou de um poste, em terras portenhas ele tornou-se o Tanque. E se se mantiver assim, os boquenses agradecerão.

Pablo Ledesma – Dado como certo em La Bombonera há semanas, o meia ainda não assinou com o Boca Juniors. Segundo Falcione, o entrave é a questão financeira. No entanto, o clube espera o anunciar ainda nesta semana. Seria outra ótima aquisição.

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Boca Juniors | 01:11

Cuidado! Angelici no poder

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Seria Angelici o novo Macri? Espero que não.

Daniel Angelici assumiu a presidência do Boca Juniors. Para muitos, ou pelos para os que votaram nele, um motivo de alegria e perspectiva de crescimento. Para este que vos escreve não. Longe de acreditar que Amor Ameal era a pessoa ideal para conduzir o clube, mas não consigo dissociar Angelici à imagem de Maurício Macri.

Na verdade, Angelici foi tesoureiro do clube de 1995 até meados de 2010. Esteve presente em boa parte dos mandatos de Macri, hoje prefeito de Buenos Aires, que levou o clube a outro patamar de mídia e, sobretudo, de dívida – conquistou títulos e expandiu-se como poucos e deixou dívidas como nenhum outro.

Além de fazer parte da conturbada renovação do ídolo do clube Juan Román Riquelme. Antes preciso dizer que não defendo Román, mas, vale explicar que ele usou o discurso da realidade financeira para justificar algo que partia do lado pessoal de outrem, leia-se: Macri. Quem não lembra do Topo Gigio imitado por Román? Pois é, Macri não esqueceu ainda.

Ao lado dos seus vices – Oscar Moscariello, Juan Carlos Crespi, Rodolfo Ferrari e César Martucci -, ele foi oficializado no cargo e em apenas 15 minutos de coletiva me fez lembrar que há uma Libertadores pela frente. Ademais, há interesse em Santiago Silva, apesar de ter um impedimento legal de contratá-lo, ou em Mauro Boselli (de novo?), que renovará com Julio César Falcione e, sobretudo, que o macrismo ainda paira sobre La Boca.

Crescer a qualquer preço é muito caro. E se ele acha que o Boca já fez das tripas coração para renovar com Román não seria plausível transformar o coração em tripas, novamente. Posso ser leviano em acreditar que este mandato será um retorno do ideal macrista ao poder com seu bônus e ônus, mas quem está no comando de tudo é quem “cuidava” do dinheiro do clube quando não se tinha cuidado com dinheiro algum. Ou seja, boa sorte aos xeneizes. Vocês vão precisar.

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domingo, 12 de junho de 2011 Clausura, Vélez Sarsfield | 22:26

iVélez Sarsfield, campeón!

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Equipe base e disposição tática.

O título era iminente e justo, diga-se. O Vélez Sarsfield é, atualmente, a melhor equipe do futebol argentino. No entanto, a consagração chegou com uma rodada de antecedência, após a derrota do Lanús para o Argentinos Juniors, por 1 a 0. Mas antes, a equipe já havia derrotou, por 2 a 0, o Huracán, no Estádio Tomás Adolfo Ducó, com portões fechados. Triste fato. No entanto, convocou a torcida para assistir aos jogos – o seu e o do Lanús -, no José Amalfitani.

O nono título Velezano – Nacional 1968, Clausura 1993, Apertura 1995, Clausura 1996, Clausura 1998 Clausura 2005, Clausura 2009 e Clausura 2011 -, chegou após 18 jogos: 11 vitórias, três empates e quatro derrotas. A equipe possui o melhor ataque, com 34 gols marcados – destes, oito foram marcado por Ramírez; sete por Silva; quatro por Moralez; Fernández Martínez e Ricky Álvarez marcaram três; e Canteros, Cubero, Ortíz, Papa, Vuletich e Zapata, um cada – e 16 sofridos. O aproveitamento foi de 66,67%.

Números à parte, conquistou o título a equipe que buscou ser diferente, que soube superar suas limitações e apresentou o futebol mais bonito e eficiente. Nem mesmo as lesões de Santiago Silva, Juan Manuel Martínez, Víctor Zapata e Maxi Moralez fizeram o time sucumbir. E todos tiveram papeis importantes nesta conquista, inclusive, as revelações Fernando Tobio, Iván Bella, Héctor Canteros e Ricky Álvarez, além do reserva de luxo David Ramírez. Ou seja, ponto para o treinador Ricardo Gareca.

Confira a campanha Fortinera:

Independiente 2 x 2 Vélez Sarsfield
Gols do Vélez Sarsfield: Maxi Moralez e Juan Manuel Martínez
Vélez Sarsfield 1 x 2 All Boys
David Ramírez
Argentinos Juniors 1 x 1 Vélez Sarsfield
David Ramírez
Vélez Sarsfield 1 x 0 Boca Juniors
Fernando Ortiz
River Plate 1 x 2 Vélez Sarsfield
Santiago Silva
Vélez Sarsfield 2 x 0 San Lorenzo
Santiago Silva e Augusto Fernández
Vélez Sarsfield 3 x 0 Arsenal
Santiago Silva, Ricky Álvarez e Juan Manuel Martínez
Olimpo 1 x 2 Vélez Sarsfield
Ricky Álvarez e Emiliano Papa
Vélez Sarsfield 2 x 0 Newell’s Old Boys
Santiago Silva e Augusto Fernández
Colón 1 x 1 Vélez Sarsfield
Víctor Zapata
Vélez Sarsfield 2 x 3 Quilmes
Héctor Canteros e Agustín Vuletich
Estudiantes 0 x 4 Vélez Sarsfield
Augusto Fernández, Maxi Moralez (2) e David Ramírez
Vélez Sarsfield 2 x 0 Banfield
Fabián Cubero e David Ramírez
Lanús 3 x 2 Vélez Sarsfield
David Ramírez (2)
Vélez Sarsfield 2 x 0 Gimnasia y Esgrima de La Plata
Santiago Silva e Maxi Moralez
Tigre 2 x 1 Vélez Sarsfield
Ricky Álvarez
Vélez Sarsfield 2 x 0 Godoy Cruz
Juan Manuel Martínez e David Ramírez
Huracán 0 x 2 Vélez Sarsfield
Santiago Silva e David Ramírez
Vélez Sarsfield x Racing
Ainda não jogou.

Assista todos os gols da equipe:

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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:41

Quando a vitória não foi o suficiente…

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Uma autêntica partida de Libertadores. Gols, virada, pênalti perdido, trilha sonora, lances “polêmicos” e drama, na mesma pura expressão da palavra. Assim foi o jogo que marcou a despedida do Vélez Sarsfield da competição, ante Peñarol, no José Amalfitani. Nem mesmo a virada, de 2 a 1, foi o suficiente para os argentinos garantirem a vaga na final, ou em outras palavras, o sonho chegou ao fim.

Até a próxima Libertadores...

Como diz o velho chavão: o Peñarol “jogou com o regulamento debaixo do braço”. Entretanto, o futebol apresentado até a metade do primeiro tempo, tratou de desmentir isso. Então, o arqueiro Barovero tratou de salvar a equipe, após um chute cara-a-cara com Martinuccio. E enquanto sofria pressão carbonera, Ricardo Gareca teve que substituir o defensor Cubero, lesionado. Em seu lugar, Fernando Tobio.

A partir da metade do primeiro tempo a equipe argentina mudou o panorama da partida: tocou bola e criou diversas oportunidades, desperdiçadas. Porém, aos 33 minutos o primeiro baque, Matías Mier recebeu livre, de Martinuccio, e bateu na saída de Barovero. Logo, a pressão velezana ganhou mais força, com nervos aflorados, a equipe atacava com mais contundência. Aos 41 minutos, Burrito Martínez, que este muito bem, recebeu em condições legais e empatou, mas o árbitro anulou marcando impedimento. A segunda queda. Mas, aos 46, Maxi Moralez cobrou falta, o arqueiro rebotou e Tobio, aquele entrara, empatou.

Necessitando de mais dois gols, o Fortín voltou do intervalo pressionando, mas não demorou ao ímpeto arrefecer. Moralez – que retornara de lesão não conseguiu apresentar um bom futebol, mas, ainda assim, participou do gol – foi substituído por Ricky Alvarez.

E após alguns minutos de estudo, Oliveira perdeu um gol feito para o Peñarol, e logo na sequência Santiago Silva, virou: 2 a 1. Martínez recebeu o lançamento e de peito assistiu Silva, que finalizou, aos 21. Restavam-lhes 25 minutos e ao fundo, a canção Ilariê, versão portenha.

Aos 25 minutos, Ortiz foi expulso e o drama Fortinero aumentou. Cinco minutos depois, o Burrito sofreu um pênalti infantil. Silva assumiu a responsabilidade e perdeu. Ali, o  Tanque foi de mocinho a vilão. Nos minutos finais, momentos de tensão. Junto ao apito final, choro, de lado a lado. E os sentimentos se misturaram: alegria de uns e tristeza da maioria. E como na vida real, o final não foi feliz, apesar da vitória.

Veja as cenas:

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sexta-feira, 27 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:28

Convidado de luxo

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Com direito a festa no início, meio e fim da torcida Carbonera, no Estádio Centenário, Vélez Sarsfield perde a primeira partida das semifinais, ante Peñarol, por 1 a 0, e terá de vencer a partida de volta para classificar-se à final. Rodríguez marcou aos 44 do primeiro tempo e os uruguaios levam vantagem para Argentina.

Rodríguez converteu o único gol da partida.

Após a pressão habitual dos donos da casa – com direito a sustos -, o Vélez Sarsfield conseguiu encaixar algumas boas jogadas, principalmente, explorando as costas Alejandro González – por lá surgiram as melhores chances argentinas – e, temporariamente, foi bem superior aos uruguaios.

Mas a partida não tardou em ficar equilibrada. Ambas equipes procuraram bastante a meta adversária. Os Carboneros tocavam a bola e apostavam no contraataque quase sempre perigoso, no entanto, apresentava fragilidade defensiva. Além de lhe faltar o último passe com qualidade.

Do outro lado, o Vélez apostava bastante no trio ofensivo. Álvarez e Martínez revezavam-se na criação, enquanto, Silva posicionado entre os zagueiros dava trabalho. Embora, não conseguisse finalizar com qualidade. E o organizador de sempre, Victor Zapata, era o melhor em campo no primeiro tempo, diria.

E após alguns lances, digamos, “polêmicos” e outros de perigo, eis que chegou o momento de emoção, carbonero, aos 44. Quando Darío Rodríguez, de cabeça, aproveitando o cruzamento tirou de Barovero e abriu o placar. Com direito a volta olímpica do autor, na comemoração.

Veja o gol:

Na volta do intervalo, as equipes continuaram atacando bastante, inclusive, aos 11 minutos, o árbitro Amarilla anulou um gol do Burrito Martínez que utilizou o braço antes de finalizar. E com o passar dos minutos, as equipes foram perdendo objetividade e, consequentemente, a partida qualidade. O Fortín abusou das bolas alçadas na área, o adversários nem ousara atacar.

Diego Aguirre, técnico do Manya, apostou na ofensividade. Colocou Estoyanoff no lugar do lateral, improvisado como meia, Corujo. E nada adiantou. Posteriormente, resguardou a defesa. Por sua vez, apesar da maior posse de bola, Ricky e Burrito permaneceram confusos e o isolado Tanque deu lugar a Guille Franco, assim como Martínez saiu para entrada de David Ramírez, que nada conseguiu fazer. No fim, a ausência de Maxi Moralez foi maior do que o imaginado.

Enfim, nada Foi alterado. E o que sobrou da partida foi o bom primeiro tempo e a festa da torcida Carbonera, que, diga-se, já havia vencido antes mesmo da partida começar.

Recebimento da equipe da casa:

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quarta-feira, 27 de abril de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:58

Fortín e arrasador

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Comemoração do terceiro gol fortinero.

Apenas dez minutos foram necessários para o Vélez Sarsfield apresentar o cartão de visita a LDU. Neste tempo, a equipe argentina adentrou em quatro oportunidades pelo flanco esquerdo do ataque em dois deles deixou a bola no fundo da rede – ambos com Augusto Fernández. E por lá, posteriormente, surgiram outras oportunidades, e até o terceiro gol – com Sebá Domínguez. Outras, também, foram desperdiçadas e talvez fará falta em Quito e sua temida altitude de pouco mais de 2 700 metros, na partida de volta das oitavas de finais da Libertadores. Mas ninguém pode negar que 3 a 0 é uma bela vantagem. E só.

Entretanto, a Liga receberá o Fortín com dois desfalques: Luis Bolaños e Néicer Reasco expulsos na primeira partida. O que representa mais vantagem. E quiçá repetir o futebol que apresentou já seria uma bela vantagem. Teses à parte, a equipe equatoriana não é sempre má quando atua em condições normais para a prática de esportes, mas nesta partida foi péssimo, submisso. Praticamente, não entrou em campo, desde o início tornou-se uma presa fácil e se deixou levar pelas variações táticas da equipe argentina. Quase sempre, forçando as jogadas pelo lado direito da defesa adversária.

E só para constar: o Vélez não necessita de apenas um futebolista. Mas não custa lembrar que Santiago Silva e Sebá Domínguez, que tiveram participações importantes no jogo, já fizeram parte do plantel do Corinthians e foram estigmatizados por aqui. E aos desavisados, ambos são titulares, importantes e nenhum corintiano consciente gostariam de jogar contra o Vélez, com eles em campo. Tenho dito.

Segundo os dados do jornalista argentino Silvio Maverino, esta foi a partida número 100 do Vélez na Copa Libertadores da América, com 47 vitória, 29 empates e 24 derrotas. Esta foi a 11ª vitória pelo placar de 3 a 0.

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terça-feira, 15 de março de 2011 Clausura | 00:10

Fecha 5: Resumo

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Mais uma rodada do Clausura chegou ao fim. E novamente, Boca Juniors perdeu, Chichizola falhou, Quilmes não venceu e a média de gols ficou em 2,1 por partida. Ou seja, nada de anormal. Os vizinhos de Avellaneda proporcionaram as goleadas da rodada, ambos venceram pelo mesmo placar e têm motivos distintos para comemorarem.

Indep'te 4 x 0 NOB. O inesperado resultado da rodada.

Na abertura da rodada, Olimpo derrotou o All Boys, com gol solitário e importantíssimo de Maggiolo, que tornou-se um dos artilheiros do Clausura, com cinco gols. A vitória tirou os bahienses da zona de descenso direto e o colocou na de Promoción. Enquanto que o Albo encontra-se em situação um pouco mais confortável, porém não livre do rebaixamento.

Após vencer o clássico do Sul, Banfield chegou empolgado para o confronto ante Tigre, em Victoria. O Matador jogou melhor durante quase toda a partida, mas no último minuto o Taladro conseguiu vencer, por 2 a 1. E, agora, é vice líder do torneio, junto a Olimpo e San Lorenzo.

Já é de praxe: uma partida a cada rodada fica no zero. A desta foi Lanús e Gimnasia y Esgrima. O resultado deixou o Lobo platense na zona de descenso direto, pois o Olimpo havia vencido seu jogo na abertura da rodada.

Boca vai de mal a pior...

O Boca Juniors tem sido uma equipe inexpressiva. Entretanto, do outro lado, San Lorenzo não foi muito superior, apesar de mostrar-se em nível um pouco superior. Dentre diversos chutes sem sentidos, Aureliano Torres acertou um belo pontapé a 35 metros de distância e o Ciclón venceu por 1 a 0. Um lance poderia mudar o panorama do jogo: o arqueiro Migliore agarrou, na área, Palermo, mas o árbitro Pablo Lunatti nada marcou. Enfim, não tardou para o vicepresidente boquense, Juan Carlos Crespi, afirmar que o técnico da equipe não está ameaçado nem condicionado a próxima rodada, ante Olimpo.

Focando a Copa Libertadores da América, Argentinos Juniors vinha de quatro empates, em quatro partidas, no Clausura. Contudo, Salcedo proporcionou um resultado diferente, ante Arsenal de Sarandí. 1 a 0.

Estudiantes já não é o mesmo das últimas temporadas. E a dupla jornada – Clausura e Libertadores -, aliado ao plantel reduzido tem exposto as limitações da equipe platense. Na partida deste domingo, ante Godoy Cruz, contou com o retorno de Verón, mas Braña, La Gata Fernández e Enzo Pérez estiveram no banco. E mesmo  Pérez  entrando na segunda etapa, pouco pôde fazer para evitar a derrota para o Tomba, por 1 a 0.

Racing iniciou o Clausura com o status de favorito, mas a contusão de Gio Moreno colocou um interrogação no time, que o conterrâneo Teófilo Gutiérrez tratou de resolver. Na vitória ante Colón, por 4 a 0, Gutiérrez marcou dois, se tornou um dos artilheiros do torneio e ajudou a Academia a romper uma escrita de seis anos sem vencer os Sabaleros em Santa Fé e de quebra conquistar a liderança.

Silva comemorando o doblete ante River.

Até este domingo, River Plate estava invicto e ainda não havia sido vazado. Somava 394 minutos sem sofrer gol. Porém, o goleiro Chichizola tratou de resolver isso e numa falha bizonha deu oportunidade a Santiago Silva marcar o primeiro dos dois gols, na vitória do Vélez Sarsfield, por 2 a 1, em pleno Monumental de Núñez. Com a derrota, os Millionários voltam a se preocupar com a zona de Promoción.

Na estréia do técnico Ricardo Caruso Lombardi, Quilmes promove a primeira vitória do Huracán no Clausura. Enquanto que os Cerveceros ainda não venceram. O 2 a 1, não modificou nada na tabela de descenso (confira a tabela no post abaixo ou clique aqui), mas deu um ânimo ao Globo.

No fechamento da rodada, Independiente recebeu o Newell’s Old Boys, no estádio Libertadores de América, para não igualar o recorde negativo e, quiçá manter o técnico Antonio Mohamed no cargo. E em 24 minutos, já vencia a partida por 3 a 0, com direito a doblete de Cabrera e gol de Silvera. No segundo tempo, Castillo fechou a conta e ajudou a salvar o pescoço do Turco.

Resultados:

(3ª) Olimpo 1 x 0 All Boys (17ª)  
(12ª) Tigre 1 x 2 Banfield (4ª)  
(10ª) Lanús 0 x 0 Gimnasia y Esgrima (15ª)
(2ª) San Lorenzo 1 x 0 Boca Juniors (18ª)
(11ª) Argentinos Jrs 1 x 0 Arsenal (8ª)  
(5ª) Estudiantes 0 x 1 Godoy Cruz (9ª)
(13ª) Colón 0 x 4 Racing (1ª)
(6ª) River Plate 1 x 2 Vélez Sarsfield (7ª)
(14ª) Huracán 2 x 1 Quilmes (20ª)
(19ª) Independiente 4 x 0 Newell’s Old Boys (16ª) 

Veja os gols da rodada:

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