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Posts com a Tag River Plate

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 Curiosidade, Imagem, Superclássico | 01:29

Superclásico concorre ao Oscar

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Dos nove filmes pré-selecionados para a disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, uma surpresa. Ao menos, para os amantes de futebol. Trata-se do filme dinamarquês “Superclásico”, do diretor Ole Christian Madsen, que foi filmado em grande parte na Argentina e com diversas cenas de filmadas no Superclássico entre Boca Juniors e River Plate.

A película conta a história de um dinamarquês que viaja para a Argentina com a pretensão de recuperar a mulher que ama. Ela é uma agente de futebol e se apaixona por uma estrela xeneize, o Juan Diaz, interpretado por Sebastián Estevanez. Confira abaixo um pequeno trecho da gravação no dérbi e o trailer:

A mistura cinema e futebol já mostrou o quão é fascinante. Logo, o Superclásico, que por si só é um drama nos gramados e já cativava multidões mundo afora, ganhou ares de comédia e pode levar até o Oscar. Só nos resta torcer e assistir, é claro.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 Reflexão, River Plate | 22:19

Segunda divisão, reforços de primeira

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Observar o inflacionado mercado brasileiro e a dificuldade das equipes grandes em se reforçarem para disputar a Série A soa como uma ironia, na minha vaga concepção. Ainda mais, quando miro meus olhos para nossos hermanos e vejo o outrora millionário River Plate se reforçar para seguir disputando a modesta B Nacional.

Trezeguet se apresentou hoje ao novo clube. | Reprodução do site oficial do River Plate

Haverá quem diga, mas “o River é o River”, sem lembrar que, “segunda divisão é segunda divisão”. E neste momento, muitos vão esquecer que se olham com desdém para a Primera División, o que dizer sobre a Segunda? Por estas bandas, nos orgulhamos em dizer que craques internacionais estão voltando para casa, fato. Mas quais deles se ofereceram para o clube sem fazer leilão por seus passes? E quais destes clubes estavam na prestigiada Série B brasileira?

Isto me faz lembrar que até poucos anos atrás, o “além fronteira” era visto com desprezo pelos profissionais de futebol no Brasil, desculpem-me, mas aqui eu generalizo. Atualmente, os estrangeiros sul-americanos, sobretudo, os argentinos tornaram-se uma saída viável para os clubes, além de encantamento.

Voltando. No início da B Nacional, chegaram aos millionários Chori Domínguez, Cavenaghi e Cristian Ledesma, dentre outros. Antes do Natal, a perua de todos os finais de ano se concretizou: Trezeguet fechou com o clube. E agora, Leo Ponzio desligou-se do Zagaroza para acertar com a equipe argentina. Ironicamente, todos se ofereceram.

E novamente virá alguém para questionar, “mas Trezeguet ainda joga?”, “Cave-o-quê?” e outras coisas deste quilate. Convenhamos, nenhum “astro” brasileiro que retornou brilhou na última temporada, além disso, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Adriano ainda não mostraram a que vieram.

Vale mencionar que, o Peso é menos da metade do Real e na Europa os jogadores recebem em Euro, que é um pouco mais do que o dobro da nossa moeda. E ainda assim, os jogadores abriram mão do que recebiam para jogar a segunda divisão argentina, com ressalvas para Trezeguet que recebiam ainda mais, visto que estava nos Emirados Árabes.

Contudo, a fragilidade econômica do clube de Núñez o impede de fazer altos investimentos financeiros. Mas não de usar sua marca, a torcida, a paixão e, com isso, apostar alto, ainda que o torneio em disputa seja apenas a segunda divisão.

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domingo, 4 de dezembro de 2011 B Nacional, Curiosidade, Imagem, River Plate | 12:15

Após a derrota, os afiches…

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Aos 45 minutos do segundo tempo, Boca Unidos derrotou o River Plate, por 1 a 0, em Corrientes. Ironicamente, com gol do Núñez, após cobrança de falta do meio de campo. Com este resultado, a equipe millionária segue na segunda colocação da B Nacional, com um ponto a menos e um jogo a mais do que o líder, Instituto.

E como já é de praxe, os torcedores xeneizes produziram alguns cartazes satirizando a derrota do maior rival. Veja abaixo:

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Boca Juniors, Lionel Messi, Maradona, No Exterior, River Plate, Superclássico | 12:00

O poeta e o filósofo

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Messi e Neymar são mais do que grande jogadores de futebol, são os pupilos dos dois maiores jogadores do mundo, Maradona e Pelé, respectivamente. E como ambos não perdem oportunidade de trocarem elogios, a história se repetiu… Após Edson adjetivar Neymar como melhor jogador do mundo, em detrimento de Lio Messi, foi a vez de Dieguito adentrar-se na conversa.

Como lhe é peculiar, Dios ironizou o Rei: “Tomou o comprimido errado. Ao invés, de tomar o remédio para dormir, tomou o remédio da manhã. Se confundiu e não sabe do que está falando… Sugiro-o que a próxima vez tome o remédio correto antes de começar a falar e que mude de médico”.

Após pendurarem as chuteiras polêmica é o que move ambos. Talvez tenha sido a maneira que encontraram de manter-se em evidência, apesar de ambos alegarem nas entrelinhas que não precisam. Até acreditava nisso, mas eles me fizeram pagar a língua. Logo, aguardo a réplica.

Enfim, Neymar, de fato, é um ótimo jogador. Craque. Mas daí a colocá-lo na frente de Lionel Messi, e Cristiano Ronaldo, é um exagero, ainda. Digno de quem quer vender a imagem. Talvez, em breve, a hora chegue, mas ainda não. É por essas e por outras que subscrevo Romário: “Pelé calado é um poeta”. E mudo, Maradona está tornando-se um filósofo.

Aguardem os próximos capítulos…

Mãos ao alto!

Um em vias de erguer a taça, após três anos de jejum, o outro, disputando a B Nacional. Mas ainda assim, Boca Juniors e River Plate é um Superclássico.

No entanto, não justifica-se os valores cobrados para o primeiro amistoso entre eles, em 5 de janeiro de 2012, no estádio Centenário, em Resistencia, na província de Chaco. Partida esta que foi muito questionada antes de ser confirmada. As entradas populares (geral) estão por 120 pesos, enquanto, a platea (arquibancada) estão entre 650 e 700 pesos.

O estádio Centenário, do Club Atlético Sarmiento, tem capacidade para 23 mil espectadores. E vale mencionar que a província de Chaco é uma das mais pobres da Argentina.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Apertura, B Nacional, Boca Juniors, Racing, River Plate, San Lorenzo | 08:00

E se fez a revanche!

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Não encontrei uma foto legal de Saja, então, coloquei uma com o que ele provocou.

Apesar de jogar boa parte da partida com dois jogadores a mais, na Bombonera, o Boca Juniors esbarrou em Sebastian Saja e não passou de um empate diante de um Racing, diga-se, perdido em campo. Todavia, o zero a zero pôde ser comemorado por ambos, apesar de que não encontrei ainda motivo algum para o Boca comemorar, vide as circunstância.

Os xeneizes tiveram mais volume de jogo e criaram as chances mais claras da partida. A defesa, manteve-se sólida. A academia, por sua vez, tinha Sebastian Saja. Além disso, apostaram apenas nos contra-ataques, no entanto, a expulsão de Pelletiere, no início do segundo tempo, e de Teo Gutiérrez, no meio, deixou a frágil equipe sem condições de apostar mais alto. Hauche jogou isolado, enquanto, Gio Moreno não conseguiu reeditar seu bom futebol. No fim, parecia que os donos da casa estavam satisfeito com o empate.

Juan Román Riquelme – A ausência de Riquelme, que assistiu ao jogo de camarote, pesou nos lances de bolas paradas. No entanto, a equipe boquense, mesmo sem ele, conseguiu criar inúmeras chances de gols, muitas delas defendidas por Saja, que teve uma apresentação sensacional.

Teófilo Gutiérrez – O fato a ser analisado na partida é a presença do colombiano Teo Gutiérrez. Ou melhor, a não presença. Teo, diga-se, é um bom jogador. Talvez por isso se ache no direito de falar demais e fazer o que lhe der vontade, mas em meio a uma semana atribulada, muito por sua causa, esperava-se mais dele na partida. E tudo que conseguiu fazer foi peitar o árbitro Nestor Pittana, que lhe expulsou. Foi neste momento que percebeu-se a presença dele em campo.

Sebastian Saja – As últimas vezes que o goleiro se deparou com o Boca Juniors, passou por momentos que ele deve querer esquecer até hoje. Isso foi em 2007, na final da Copa Libertadores, o goleiro atuava pelo Grêmio e sofreu cinco gols xeneizes, na soma das suas partidas. Na época, o Boca foi campeão, no estádio Olímpico. Desta vez, atuando pela academia o goleiro parou os xeneizes. Seria a revanche?

Situação – Agora, o Boca, com 33 pontos, segue líder e com os mesmo oito pontos de vantagem sobre o Racing, segundo colocado, com 25. E necessita apenas de cinco pontos em quatro rodadas para sagrar-se campeão do Apertura. Ou seja, o empate deste domingo tardou a comemoração do título.

Passeio millionário na Patagonia

Quando chegou à Puerto Madryn, o River Plate revolucionou a cidade. Atraiu centenas de torcedores e curiosos. E pôde, finalmente, conhecer a B Nacional, em diversos aspectos. Ademais, não tardou em mostrar que sua passagem pela Patagônia não era a passeio, apesar de o jogo ter mostrado que foi. Superior técnica e taticamente, os millionários, no embalo da festa instalada no estádio e arredores, goleou o Guillermo Brown, por 4 a 1. E com direito a doblete de Cavenaghi.

Apesar das duas derrotas já obtidas e do atual segundo lugar na competição, o River não aparenta que permanecerá por muito tempo na Segunda División. É cedo para afirmar isso, fato, mas observando a equipe de Núñez jogar e seus adversários, pouco ou quase nada faz lembrar aquela da última temporada. O que já é um grande feito. Contudo, está longe de ser aquela vitoriosa de outrora.

Ao chegar em Puerto Madryn, River, finalmente, se deparou com a B Nacional. Ao sair… Permaneceu nela.

Ciclón ou cuervos?

Entra temporada, sai temporada e o San Lorenzo segue o mesmo. Isso não é um elogio, ok? Algumas vezes pela pré-temporada outras pelo plantel, o time sempre passa a impressão inicial que “agora vai”. No entanto, logo a impressão inicial deixa de existir e o que sobra é só decepção.

Nesta rodada, ao perder para o Unión, por 1 a 0, e seguir na zona de Promoción, Omar Asad deixou de ser o técnico do ciclón. (Preferi esta alcunha a cuervos, pois, dizem que, os corvos têm o poder de ressurgir. E quando se trata de San Lorenzo, eu não acredito. Já o ciclone, como o próprio nome diz, é cíclico assim como os problemas da equipe, logo, é mais adequado). Em 15 partidas no comando do Turco, o San Lorenzo venceu quatro partidas, empatou três e perdeu oito. Marcou 12 gols e sofreu 17, ou seja, saldo negativo de cinco tentos.

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sábado, 19 de novembro de 2011 B Nacional, River Plate | 01:58

Seja bem vindo a B Nacional

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“É o evento esportivo mais importante na história da província”, afirmou o presidente do Guillermo Brown de Puerto Madryn, Carlos Eliceche. E é neste clima de festividade que a província de Chubut, na região da Patagonia, e o Guillermo Brown estão encarando a partida deste sábado, no estádio Raúl Conti. E não poderia ser diferente, apesar da vice-lanterna da B Nacional, com sete derrota, quatro empates e três vitórias.

O cemitério da Patagonia tem capacidade para apenas 14500 torcedores, com arquibancadas coladas ao gramado, este, que por sua vez, não é muito bom.

Na verdade, desde que o River Plate foi rebaixado, em junho, o Guillermo Brown ganhou destaque na mídia portenha. Não necessariamente por ser um rival à altura, mas por ser de um lugar distante e a ser desbravado. Onde, ironicamente, há mais torcedores millionários do que de los bandas, apesar dos cerca de 1500 km de distância entre Buenos Aires e Puerto Madryn.

Inclusive, o artilheiro do Guillermo Brown, Juan Manuel Tevez, faz parte deste hall de torcedores millionários, apesar do sobrenome semelhante ao do ídolo xeneize.

Vale mencionar que, tanto Boca Juniors como Los Pumas, como é chamada a seleção argentina de rugby, já passaram pelo Cemitério da Patagônia, como é conhecido o estádio Raúl Conti. Justificado pela campanha da equipe de 48 jogos invictos, sendo 17, deles, consecutivos. Interrompido apenas na terceira rodada da B Nacional, contra o Huracán. Aliás, até o meio do ano a equipe figurava no Torneio Argentino A (equivalente a terceira divisão).

No entanto, apesar da torcida e do carinho, o River Plate não deve encarar a partida com tanta alegria quanto o adversário. Não por uma soberba latente que, para alguns, a camisa permite, mas, por finalmente, após 15 rodadas, conhecerem o que é, de fato, a B Nacional, com todo seu ônus.

Quando chegou à Puerto Madryn a equipe de Núñez causou uma revolução, como alguns veículos definiram. E apesar de tardio, a competição, por meio do Guillermo Brown, saúda o River Plate: Seja bem vindo a realidade, seja bem vindo a segunda divisão!

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terça-feira, 23 de agosto de 2011 Apertura | 00:53

Apertura, fecha 3: Resultado

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Ao término da terceira fecha do Apertura, cinco equipes estão na liderança do torneio – Boca Juniors, Vélez Sarsfield, Racing, Colón e Lanús – com sete pontos. E ainda que isso seja prematuro, o Fortín segue como sério candidato a manutenção do título. Todavia, Lanús, novamente, segue na corrida, assim como o Racing e Boca Juniors. No entanto, outras equipes não podem ser desprezadas, ainda.

Dentre os recém promovidos, o Atlético Rafaela tem apresentado o futebol mais eficiente. Talvez, até aqui, Godoy Cruz e Estudiantes são as equipes que mais têm decepcionado, não só pelos resultados pífios, mas também pelo futebol (não) apresentado.  

Contudo, o que de fato foi decepcionante foi a média de gols desta rodada, com 1,5 gols por partida. Nem os dois artilheiros Mauro Mattos, do All Boys, e Teófilo Gutiérrez, do Racing – com três gols cada -, muito menos os cinco líderes foram suficientes para sanar a escassez de tentos. Tendência ou ineficácia? Para mim, os dois. 

Resultados da rodada:

Arsenal 0 x 1 Vélez Sarsfield
San Martín SJ 0 x 0 Lanús
San Lorenzo 3 x 1 Argentinos Juniors
Independiente 1 x 0 Estudiantes
All Boys 1 x 2 Atlético Rafaela
Tigre 2 x 1 Godoy Cruz
Newell’s Old Boys 0 x 1 Boca Juniors
Banfield 0 x 1 Racing
Olimpo 0 x 1 Colón
Unión 0 x 0 Belgrano

Na B Nacional, River Plate e Rosario Central são os líderes, com seis pontos em duas partidas.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Apertura, B Nacional, Reflexão | 21:54

Apertura, fecha 3 e “o veto ao veto”

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Nos corredores da AFA, o burburinho leva a mais uma ação que “inconscientemente” pode beneficiar ao River Plate: a liberação da torcida visitante. O que é bastante válido para o espetáculo, no entanto, a falta de segurança era a desculpa necessária para o veto. A segurança não melhorou, mas pelo bem maior do futebol, ou de uma grande equipe, as torcidas poderão voltar a cancha do adversário, não do inimigo.

Todavia, ainda não há uma confirmação, mas já na próxima terça-feira uma reunião poderá concretizar o feito. E diga-se de passagem que este tipo de atitude já era prevista desde a confirmação do descenso da equipe Millionária.

Amanhã, no Estádio Bautista Gargantini, do Independiente de Rivadavia, haverá 12 mil lugares para torcedores do River, por opção da própria equipe mendocina. De antemão, das equipes que militam na B nacional, apenas Defensa y Justicia, Almirante Brown e Deportivo Merlo que não possuem condições de comportar torcida rival, se a lei for alterada, terão de encontrar outros campos para mandar seus jogos. Mas pelo bem geral do futebol e, sobretudo, de um grande vale tudo. Don Grondona e seus homens ainda não disseram isso, mas, com certeza, já pensaram.

Abaixo, seguem os confrontos da 3a rodada da Primera División e onde assistí-los. Vale guardar este link e este.

 Sexta-feira (19)
21h15 Arsenal x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)

Sábado (20)
15h San Martín de San Juan x Lanús
17h05 San Lorenzo x Argentinos Juniors
21h15 Independiente x Estudiantes (Esporte Interativo)

Domingo (21)
14h All Boys x Atlético de Rafaela
16h05 Tigre x Godoy Cruz
18h10 Newell’s Old Boys x Boca Juniors (Newell’s Old Boys)
20h15 Banfield x Racing
 
Segunda-feira (22)
19h Olimpo x Colón
21h05 Unión x Belgrano

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 B Nacional | 00:56

Primeiro passo…

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O resultado foi apertado, porém justo. O 1 a 0, ante Chacarita Juniors foi o primeiro passo de uma árdua caminha de quase 20 mil km que o River Plate terá pela frente rumo a Primera División – isto é, se antes forças ocultas não instituir o Aberración.

As limitações da equipe não desapareceram, contudo, foram parcialmente superadas. Pode-se dizer que a equipe jogou um futebol coerente.  O gol chegou cedo – aos seis minutos, através do zagueiro uruguaio Juan Manuel Díaz – e a expectativa de uma goleada se fez presente, mas não tardou a ir-se. Contudo, nos minutos finais a equipe sofreu, mas conseguiu manter o placar, que, diga-se, foi muito importante.

A equipe Millionária não vencia no Monumental de Núñez desde 9 de abril – ante, Banfield pela 9ª rodada do Clausura-, no entanto, a última vitória havia sido ante Racing, dia 30 do mesmo mês, pela 12ª.  

Assista ao gol da partida:

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011 Curiosidade, Imagem, No Exterior | 18:11

Homenagens…

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Camisa em homenagem ao River Plate. Mas a questão é: esta modelo é de verdade ou de cera?

Antes, Sestao Sport Club, mas diversos problemas financeiros fizeram o clube encerrar suas atividades, em 1996, após 80 anos de história. E, no mesmo ano, surgiu o Sestao River Club. A equipe de Vizcaya, País Basco, milita na Segunda B espanhola (terceira divisão) e apesar das cores verde e preto, resolveu adotar um padrão semelhante a equipe que lhe “emprestou” o nome.

Contudo, o nome River surgiu em meados 1954, à época apenas um apelido, numa boa temporada da equipe espanhola que lhe rendeu a promoção para a segunda divisão e, para alguns, o futebol bem praticado eracomparado a equipe argentina. Agora, com o descenso dos portenhos, seu primo espanhol resolveu homenageá-los.

Aproveitando o ensejo, não poderia deixar de citar a tatuagem que Diego Maradona estampou nas costas para “su madre querida”, que passa por problemas de saúde. Antes de volta para os Emirados Árabes, o técnico do Al Wasl tatuou uma flor e a mensagem: “Tota te amo”.

À esquerda, Maradona ao lado do tatuador Mariano Antonio, dono do American Tattoo. Ao lado, a tattoo de Dieguito.

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