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segunda-feira, 20 de junho de 2011 Balanço, Clausura | 23:16

Balanço: Números do Clausura

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Com este post inicio um breve balanço do Clausura, vide que a Copa América se avizinha. Abaixo, seguem alguns números – como gols, resultados, cartões, pênaltis, entre outros – do certame.

Gols

Média de gols do torneio foi de 2,48 por partidas (472 gols)

Bola rolando: 332
De cabeça: 89
Falta: 13
Pênalti: 27
Contra 11

Javier Cámpora (Huracán) 11 gols
Teófilo Gutiérrez (Racing) 11 gols
Denis Stracqualursi (Tigre) 10
Esteban Fuertes (Colón) 9
Mauro Obolo (Arsenal) 9

Fecha 4, com média de 3,3 gols por jogo
Fecha 12, média de 3,0.
Fecha 14, média 2,8.
Fecha 1, 8, 10 e 11, média de 2,6.

Resultados

Resultados que mais se repetiram…

1 x 0: 35 vezes.
2 x 0 e 2 x 1: 30 vezes, cada.
1 x 1: 24 vezes.
0 x 0: 17.

Vitórias das equipes da casa: 67
Vitórias dos visitantes: 65
Empates: 58

Equipes que mais venceram…

Vélez Sarsfield: 12 vitórias
Lanús: 10
Godoy Cruz: 10
Olimpo: 8
Argentinos Juniors: 7
Independiente: 7
Boca Juniors: 7
Banfield: 7
All Boys: 7
Racing: 7  

Equipes que mais perderam…
 
Huracán: 11 derrotas
Newell’s Old Boys: 11
Colón: 10
Racing: 10
Quilmes: 9
 
Equipes que mais empataram…

Argentinos Juniors: 9 empates
Gimnasia y Esgrima: 9
Independiente: 8
River Plate: 8
San Lorenzo: 8

Cartões

Média de cartões amarelos foi de 4,69 por partida (892 cartões amarelos)
Média de cartões vermelhos foi de 0,33 por partida (63 cartões vermelhos)

Carlos Soto (All Boys) 7 amarelos e 1 vermelho
Rodrigo Braña (Estudiantes) 7 amarelos e 1 vermelho
Pablo Garnier (Quilmes) 7 amarelos e 1 vermelho
Hugo Barrientos (All Boys) 7 amarelos e 1 vermelho
Leandro Somoza (Boca Juniors) 8 amarelos
Marcos Brítez Ojeda (Huracán) 8 amarelos
Fabián Rinaudo (Gimnasia y Esgrima de La Plata) 8 amarelos
Matías Cahais (Racing) 8 amarelos
Sebastián Prediger (Colón) 8 amarelos
Carlos Matheu (Independiente) 6 amarelos e 1 vermelho

All Boys: 7 expulsões
Argentinos Juniors: 5
Newell’s Old Boys: 5
Banfield: 4
Colón: 4
Huracán: 4
Quilmes: 4
Racing: 4

Árbitros

Árbitros que mais partidas apitaram:

Pablo Lunati 18
Sergio Pezzotta 18
Patricio Loustau 17
Gabriel Favale 16
Néstor Pittana 15

Árbitros que mais marcaram pênaltis:

Héctor Baldassi 5
Patrício Loustau 5
Diego Abal 3
Germán Delfino 3
Juan Pablo Pompei 3

Árbitros que mais expulsou:

Patrício Loustau 9
Saúl Laverni 6
Juan Pablo Pompei 6
Diego Abal 5
Germán Delfino 5
Pablo Lunati 5

Posições

Posições como local:

1o Vélez Sarsfield 80% de aproveitamento
2o Lanús 70% de aproveitamento
3º Independiente 53,33%
4º Arsenal 59,26%
5º Godoy Cruz 59,26%

Posições como visitante:

1º Olimpo 70,37%
2º Argentinos Juniors 66,67%
3º Godoy Cruz 60%
4º Vélez Sarsfield 55,56%
5º Estudiantes 55,56%

Levando em conta apenas o 1º tempo:

1º Arsenal 61,40%
2º Vélez Sarsfield 59,65%
3º Independiente 52,63%
4º Racing 50,88%
5º Banfield 49,12%

Levando em conta apenas o 2º tempo:

1º Vélez Sarsfield 63,16%
2º San Lorenzo 61,40%
3o Argentinos Juniors 56,14%
4o Olimpo 52,63%
5º Boca Juniors 52,63%

Pênaltis

Ao todo foram 31.

A favor

Huracán 4 (3 convertidos e 1 desperdiçado)
Vélez Sarsfield 4 (todos convertidos)
Estudiantes 3 (2 convertidos e 1 desperdiçados)
Olimpo 3 (todos convertidos)
Tigre 2 (todos convertidos)
All Boys (todos convertidos)
Gimnasia y Esgrima 2 (todos convertidos)
Godoy Cruz 2 (todos convertidos)
River Plate 2 (todos convertidos)

Contra

Huracán 4 (sofreu todos)
Vélez Sarsfield 3 (sofreu todos)
Newell’s Old Boys 3 (1 sofrido e 2 defendidos)
Independiente 3 (sofreu todos)
Gimnasia y Esgrima 3 (sofreu todos)

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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Clausura, Curiosidade | 09:00

Números do descenso

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Aos que imaginam que o título é o principal objetivo das equipes que entram em um torneio, sobretudo, as grandes, não conhecem o campeonato argentino ou a situação do River Plate e, em menor escala, Independiente. Embora, eles não estejam sós. Outras equipes tradicionais seguem o mesmo imbróglio, como o Gimnasia y Esgrima de La Plata, Huracán, Arsenal e Quilmes, além de Tigre, All Boys e Olimpo. E como o futebol não tem ajudado algumas destas equipes, a calculadora tornou-se a maior aliada na luta contra o descenso, então, vamos entender a situação de cada uma e o que precisam fazer para livrarem-se do rebaixamento.

Confira a tabela de promédio.

Quilmes: Boca Juniors (casa), San Lorenzo (fora), Olimpo (casa)

Necessita somar 9 pontos e torcer para que Huracán e Gimnasia y Esgrima somem no máximo 7 para poder disputar a Promoción; Caso some apenas 7, tem de torcer para que Huracán some no máximo 3 e Gimnasia, 2. Assim disputaria a Promoción.

Huracán: Tigre (casa), Vélez Sarsfield (casa), Independiente (fora) 

Somar 9 pontos e torcer para que os Lobos somem, no máximo, 7 para poder disputar a Promoción. Pois, mesmo que ele consiga somar os 9 pontos, se Quilmes e GELP também o fazem, o Globo descerá direto. Ou somar um ponto a mais do que o Gimnasia, desde que o Quilmes não some 7, disputará uma partida desempate contra os Lobos. Exceto se esta combinação for Huracán 3 pontos, Gimnasia 2 e Quilmes 7. Estes casos são válidos para jogar a Promoción, vide que não há condições de manutenção sem passar por ela, assim como Quilmes e Gimnasia y Esgrima.

Gimnasia y Esgrima de La Plata: Racing (casa), All Boys (fora), Boca Juniors (casa) 

Somar qualquer quantidade de pontos a mais ou igual ao Huracán para disputar a Promoción.

River Plate: Colón (casa), Estudiantes (fora), Lanús (casa)

Necessita somar 9 pontos e torcer para o Arsenal não somar mais do que 7, ou para Olimpo e Tigre não somarem mais do 5; Caso some 6, terá de torcer para Arsenal e Olimpo não somarem mais do que 4 pontos; Caso some 5 pontos tem que torcer para Arsenal e Olimpo não somar mais do que 3; Se somar 4 pontos, torce para Olimpo somar, no máximo, 3; Ou igualar em 3 ou menos pontos, com Olimpo. Todas essas combinações o livraria da Promoción.

Olimpo: Arsenal (fora), Newell’s Old Boys (casa), Quilmes (fora) 

Somando a partir de 6 pontos, independe dos demais resultados; Mas se somar 5 pontos tem de torce para o River não somar 9; Pode também, igualar em 4 pontos, com River; E caso some apenas 2 pontos, tem que torcer para River somar apenas 1 ou para que Arsenal não pontue. Todas essas combinações implica e manutenção.

Arsenal: Olimpo (casa), Colón (fora), Estudiantes (casa)

Somar 9 pontos; Ou até, somar a mesma quantidade de pontos do River Plate; Entretanto, se mantém mesmo que não pontue, desde que River Plate também não. Ou desde que some a mesma quantidade de pontos do River.

Tigre: Huracán (fora), Independiente (casa), Argentinos Juniors (fora)

Precisa somar 4 pontos, desde que River some, no máximo, 7; Mas pode se livrar sem ganhar ponto algum, desde que River some apenas 2.

Independiente: Lanús (casa), Tigre (fora), Huracán (casa)

Se livra somando 2 pontos; Embora, possa livrar-se somando 1 ponto, desde que River some apenas 7.

All Boys: Banfield (casa), Gimnasia y Esgrima (casa), Godoy Cruz (fora)

Necessita somar 2 pontos, mesmo que os demais somem 9; Ou pode se livrar mesmo não somando pontos, desde que o River Plate some, no máximo, 4.

Abaixo, segue um post apenas com as combinações que resultariam em empates…

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quarta-feira, 1 de junho de 2011 Curiosidade, Seleção | 09:00

Histórico de Argentina x Nigéria

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Às vésperas da Copa América, Argentina encara a freguesa Nigéria, no Estádio Nacional de Abuja, na capital nigeriana, às 15h (horário de Brasília), com apenas dois atletas que constam na lista preliminar de convocados ao torneio continental. O amistoso será transmitido pelo SporTv.

Atuando com um esquema tático alternativo: 3-5-2, a Albiceleste jogará com a seguinte escalação: Adrián Gabbarini; Pablo Zabaleta, Ezequiel Garay, Federico Fazio; Emiliano Insúa, Fernando Belluschi, Mario Bolatti, Alberto Costa, Nicolás Gaitán; Mauro Boselli e Diego Perotti. Destes, apenas Zabaleta e Garay constam na pré-lista para Copa América.  

As Seleções se enfrentaram em quatro partidas oficiais – com três vitórias argentas e um empate. Todas as vitórias foram em partidas válidas por Copa do Mundo – ’94, ’02 e ’10 -, a outra na Copa das Confederações ‘05. Entretanto, as equipes disputaram duas finais Olímpicas, ou seja, Sub 23 – Atlanta ’96 e Pequin ’08 -, com uma vitória para cada lado.

Pelo doblete marcado no Mundial ’94, Caniggia é o artilheiro do confronto. E dos atletas relacionados para a partida de hoje, apenas Bolatti esteve presente no último encontro, porém no banco de suplentes. Visto que, Otamendi, que também ficou no banco, não atuará por causa de lesão. Outra curiosidade, é que esta será a primeira vez que jogarão em um dos países.

Todos os confrontos:

Copa de Mundo 2010: Argentina 1 x 0 Nigéria
Em 12 de junho, no Ellis Park, África do Sul.
Gol de Gabriel Heinze.

Olímpiada Pequin ’08: Nigéria 0 x 1 Argentina (Sub 23)
Em 23 de agosto, no National Stadium, na China.
Gol: Ángel Di María.
 
Copa do Mundo 2002: Argentina 1 x 0 Nigéria
Em 02 de junho, no Ibaraki Kashima Soccer, no Japão.
Gol de Gabriel Batistuta.
 
Copa das Confederações 1995: Nigéria 0 x 0 Argentina
Em 09 de janeiro, no King Fahd International Stadium, na Arábia Saudita.

Copa do Mundo 1994: Argentina 2 x 1 Nigéria
Em 25 de junho, no Foxboro Stadium, nos Estados Unidos.
Gols: Claudio Caniggia (2), Argentina; Samson Siasia, Nigéria.

Olimpíadas Atlanta ’96: Nigéria 3 x 2 Argentina (Sub 23)
Em 03 de agosto, Sanford Stadium, nos Estados Unidos
Gols: Celestine Babayaro, Daniel Amokachi e Emmanuel Amunike, Nigéria; Claudio López e Hernán Crespo, Argentina.

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sábado, 14 de maio de 2011 Clássicos, Curiosidade, Superclássico | 08:00

Números e curiosidades do Superclássico

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Ambos nasceram em La Boca. Primeiro, o Club Atlético River Plate, em 1901, quase quatro anos depois, surgiu o Club Atlético Boca Juniors. E apesar da proximidade o primeiro confronto demorou pouco mais de três anos após o surgimento do último. A justificativa é simples: as equipes disputavam ligas distintas e participavam de circuitos diferentes. Mas ao longo do tempo foram construindo suas histórias de conquistas e rivalidade.

Apesar da imprecisão numérica, o Superclássico foi disputado 331 vezes – entre torneios nacionais, internacionais, amistosos, Copas e a era do amadorismo -, com 123 vitórias do Boca Juniors, 102 empates e 106 vitórias do River Plate. Com 448 gols xeneizes e 403 dos millionários. No entanto, em 14 oportunidades o dérbi terminou sem gols. Saiba mais curiosidades e números abaixo:

Primeiro(s) confronto(s)

O primeiro confronto entre ambos foi no amistoso disputado no dia 2 de agosto de 1908, com vitória Xeneize por 2 a 1. Infelizmente, não há mais dados, além do placar. Na época os jornais não davam importância ao futebol. E outro amistoso foi disputado quatro anos posterior – terminou empatado em 1 a 1 -, antes da primeira partida oficial: em 24 de agosto de 1913. Este com vitória Millionária, por 2 a 1, no estádio do Racing Club. Os gols foram marcados por García e Ameal Pareyra para o River e Marcos Mayer descontou para o Boca.

Último(s) confronto(s)

Oficialmente, a última partida foi no Apertura 2010, exatamente no dia 16 de novembro, com vitória do River Plate, por 1 a 0, com gol do ex-boquense Jonathan Maidana. Entretanto, o último confronto entre as equipes foi no dia 02 de fevereiro de deste ano, pela Copa Revancha. Terminou empatado em 1 a 1, com gols de Martín Palermo para o Boca e Mariano Pavone para o River.

Maior goleada do Boca

Houve duas com o mesmo placar de 5 a 1. A primeira, em 19 de maio de 1959, em La Bombonera. Com gols de Osvaldo Nardiello, Juan José Rodríguez, José Yudica, Pedro Mansilla; D. Rodríguez marcou para os visitantes. Já a segunda goleada foi mais dolorosa, diga-se, por ter sido de virada e na casa do rival, Monumental de Núñez, no dia 07 de março de 1982. Os gols foram marcados por Oscar Ruggeri, Ricardo Gareca (2) e Carlos Córdoba (2); Jorge Tévez havia aberto o placar pelo River.

Maior goleada do River

Em 19 de outubro de 1941, no Monumental de Núñez, a equipe da casa goleou o rival, por 5 a 1. Os gols foram marcados por Ángel Labruna, José Manuel Moreno, Aristóbulo Deambrossi (2) e Adolfo Pedernera; Mario Boyé descontou.

Maiores artilheiros

O atacante argentino Ángel Labruna, do River Plate, marcou 22 gols – 16 oficiais e seis em amistosos.

O atacante brasileiro Paulo Valentim, do Boca Juniors, converteu 13 tentos – dez oficiais e três em jogos extra oficiais.

Jogadores que mais vezes atuaram no clássico

Reinaldo Merlo – 42 partidas pelo River Plate;
Hugo Gatti – 38, sendo 29 partidas pelo Boca Juniors e nove pelo River Plate;
Silvio Marzolini – 37 partidas pelo Boca Juniors;
Ángel Labruna – 35 partidas pelo River Plate;
Roberto Mouzo – 35 partidas Boca Juniors. 

Gol mais rápido

Foi em 15 de abril de 2007, na Bombonera. O meia Pablo Ledesma, do Boca Juniors, marcou aos 50 segundos, mas a partida, que era válida pelo Clausura, terminou empatada em 1 a 1.

Mais curiosidades

Alfredo Di Stefano é o único técnico que se consagrou campeão por ambas equipes. No Nacional de ’69, pelo Boca Juniors, e no Nacional ’61, pelo River Plate;

Diego Maradona marcou cinco gols em sete partidas e se despediu num Superclássico;

Noberto Alonso marcou seis gols em 25 partidas e também despediu-se no clássico;

Em 3 de fevereiro de 1974, Carlos García tornou-se o jogador que mais vezes marcou no dérbi “de La Boca” ao converter quatro gols numa partida. Neste dia o atleta estreava com a camisa xeneize. O jogo terminou 5 x 2;

Há uma lista imensa com mais de 90 jogadores que vestiram as duas camisas, só para citar alguns: Gabriel Batistuta, Claudio Caniggia, Julio César Cáceres, Lucho Figueroa, Fernando Gamboa, Ricardo Gareca, Hugo Gatti, Juan José López – atual técnico Millionário -, Julio Olarticoechea, Oscar Ruggeri, Alberto Tarantini, Jesus Méndez e Jonathan Maidana.

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