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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Lanús | 08:00

Granate pronto para explodir!

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Muitos, sobretudo, no Brasil vão preferir ficar com a imagem daquela equipe que foi desclassificada pela desconhecida Barracas Central, da B Metropolitana (terceira divisão), na Copa Argentina. No entanto, tenho que avisá-los que é mais recomendável escolher a equipe que goleou o San Lorenzo, na estreia do Clausura.

A principal peça da equipe: Diego Valeri.

Não que o Lanús seja um bicho papão, pois não é. Mas, na minha concepção, a equipe tem o melhor elenco do futebol argentino, embora nem sempre as grandes peças estejam aptas a jogar. Talvez as lesões sejam os maiores trunfos dos adversários. Nas primeiras rodadas da Libertadores, por exemplo, os experientes Mauro Camoranesi e Mario Regueiro estarão fora. Contudo, a equipe ainda conta com Diego Valeri, que foi fundamental na estréio do Clausura, Matías Fritzler, Luciano Balbi, Mariano Pavone e Juan Neira, dentre outros.

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O Granate normalmente atua no 4-2-3-1. Porém varia tanto dentro da partida, que, pode-se dizer, o único que guarda de fato posição é Pavone, como homem de referência. Também não é difícil observar três atacantes. Valeri é o jogador da armação e, apesar da irregularidade no último Apertura, é um jogador de qualidade. Ele já demonstrou está afiado nas bolas paradas. Esta que é uma das principais armas do Lanús, assim como as linhas de passe e posse de bola.

O Lanús não é uma das grandes do futebol argentino. Embora a base tenha sido mantida, a equipe necessita de ritmo de jogo. Contudo, ainda é mais coerente escolher o Lanús do Clausura, ou melhor, da Libertadores. E vale acreditar que este poderá vir com mais gana.

Grupo: O Granate terá pela frente um trio complicado – Flamengo, Emelec e Olimpia -, ambos com experiência em competições continentais. No entanto, aposto que os argentinos passam de fase, apesar de vislumbrar dificuldade.

Time base: Augustín Marchesín; Luciano Balbi (Maxi Velázquez), Braghieri (Izquierdo), Paolo Goltz e Carlos Araújo; Matías Fritzler e Diego González; Juan Neira, Matías Pareyra e Diego Valeri; Mariano Pavone.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011 Apertura | 00:52

Apertura, fecha 2: Resultados

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O colombiano Teo Gutiérrez foi o homem da vitória da Academia: marcou dois gols e perdeu um pênalti.

A segunda rodada mostrou-se bem mais interessante do que foi a fecha inicial. Não necessariamente pelo futebol vistoso, mas pelos gols, emoções e projeções que começam a surgir. Em termos de gols, não se pode reclamar, esta rodada teve média de 2,6 gols por jogo, apesar dos três empates magros. Boca Juniors, Racing e Vélez Sarsfield voltaram a jogar bem.

O Vélez Sarsfield foi superior ao Banfield durante toda a partida. Mas foi na segunda etapa que mostrou o futebol que o tornou campeão no último Clausura. O placar de 3 a 0 foi um detalhe diante do futebol apresentado pelo Fortín, que foi aplaudido de pé por sua torcida.

Finalmente, Omar Asad pôde comemorar uma vitória pelo San Lorenzo, após cinco partidas. O Ciclón que atravessa uma fase tortuosa almeja, como sempre, o título e, nestas duas partidas do Apertura, apresentou um futebol razoável para tal objetivo. Mas a vitoria de 2 a 0, ante Estudiantes foi importantíssima para as pretensões da equipe.

A volta a La Bombonera foi em grande estilo. Quando o primeiro gol chegou antes de completar um minuto de jogo, a ideia de goleada permeava a cabeça de todos os Xeneizes. A equipe jogou bem, porém não conseguiu ampliar. Na volta do intervalo, o ímpeto diminuiu, mas quando ele voltou a equipe foi incisiva, pior para o Unión, que perdeu por 4 a 0. Ah, os Boquenses não deixaram de “homenagear” o River Plate.

Minutos antes dos Millionários estrearem na B Nacional, o atacante Mariano Pavone, que jogara na equipe na última temporada, voltava a balançar as redes. O atacante marcou o gol da vitória do Lanús contra o Independiente. Em apenas duas rodadas, a equipe Granate é a única que tem 100% de aproveitamento.

Em Santa Fé, Mauro Matos, do All Boys, esteve “inspirado”. Marcou duas vezes no empate em 1 a 1, do Albo, ante Colón. Após abri o marcador cabeceando contra sua própria meta, o atacante aproveitou o bate-rebate na área adversária e empatou a partida, encobrindo Diego Pozo.

No final da rodada, o Racing conseguiu uma bela vitória sobre o bom Godoy Cruz, que não esteve bem. A Academia, que almeja o título, apresentou um futebol claro e objetivo, venceu por 3 a 0, e se deu ao luxo de desperdiçar um pênalti. No entanto, faz-se necessário esperar algumas rodadas para saber se este é o Racing vencedor de outrora ou o irregular dos últimos tempos.

Resultados da rodada:

Atlético Rafaela 1 x 3 Arsenal
Vélez Sarsfield
3 x 0 Banfield
Estudiantes 0 x 2 San Lorenzo
Boca Juniors
4 x 0 Unión
San Martín SJ 2 x 1 Tigre
Lanús 1 x 0 Independiente
Argentinos Juniors 1 x 1 Newell’s Old Boys
Colón 1 x 1 All Boys
Belgrano 1 x 1 Olimpo
Racing 3 x 0 Godoy Cruz

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domingo, 26 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 17:38

Pesadelo Monumental

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Aos 16 minutos do segundo tempo, quando Guillermo Farré, do Belgrano, empatou a partida o mundo do River Plate parou. Jogadores, comissão técnica e torcedores ficaram atônitos. Naquele momento, restavam cerca de 30 minutos para oficializar o que já era “sabido” por todos: a equipe com mais títulos do país, brigaria por um título ainda não conquistado, o da B Nacional.

A imagem da partida: Desespero de um lado, alegria do outro.

Ironicamente, a partida havia iniciado com um susto precoce, aos 3 minutos, gol do Belgrano, anulado. Dois minutos depois, Mariano Pavone recebeu a bola fora da área, matou e virou batendo: 1 a 0. Faltava mais um gol, porém havia um precipício.

A vontade superou a técnica, a qualidade. A partida seguia aberta, enquanto, River apostava no abafa, chuveirinho e arremates de média e longa distância, o Belgrano usava a única arma apresentada até aqui: a velocidade. Aos 25, o árbitro Sergio Pezzotta deixou de assinalar um pênalti a favor dos Millionários.

O segundo tempo começou igual ao término do primeiro, muita vontade e pouca qualidade. Até o River sofrer o gol. Logo, os nervos se afloraram, Lamela recebeu o oitavo cartão amarelo, Arano por pouco não foi expulso e o tempo passava voando. Aos 25, Pavone desperdiçou um pênalti, este defendido pelo arqueiro Pirata, Olave. E foi inevitável pensar na frase de Neném Prancha: “o pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube”. Onde estaria Jose María Aguilar ou Daniel Passarella, naquele momento?

Na Argentina, o injusto sistema de promédio retornou, em 1983, dentre outras coisas, para livrar o River Plate de um descenso iminente. Livrou. Mas o mesmo o condenou quase trinta anos depois. E, pode-se dizer, com culpa compartilhada, vide que são levados em conta as últimas três temporadas e neste entretempo – exatos uma temporada e meia de cada -, Passarella e Aguilar “comandaram” o clube.

Entretanto, o empate em 1 a 1, no Monumental de Núñez, que decretou a despromoção, e as lágrimas, foi apenas um detalhe trágico, em campanhas sucessivamente infelizes. Faltava a equipe comando, respaldo, crença, atitude e, sobretudo, futebol. Sua camisa pesou negativamente. E certamente, hoje, as lágrimas pesaram mais. E apesar de, merecidamente, o Belgrano ascender de divisão, o próprio River foi seu algoz.

Veja os gols da partida:

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sábado, 14 de maio de 2011 Clássicos, Curiosidade, Superclássico | 08:00

Números e curiosidades do Superclássico

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Ambos nasceram em La Boca. Primeiro, o Club Atlético River Plate, em 1901, quase quatro anos depois, surgiu o Club Atlético Boca Juniors. E apesar da proximidade o primeiro confronto demorou pouco mais de três anos após o surgimento do último. A justificativa é simples: as equipes disputavam ligas distintas e participavam de circuitos diferentes. Mas ao longo do tempo foram construindo suas histórias de conquistas e rivalidade.

Apesar da imprecisão numérica, o Superclássico foi disputado 331 vezes – entre torneios nacionais, internacionais, amistosos, Copas e a era do amadorismo -, com 123 vitórias do Boca Juniors, 102 empates e 106 vitórias do River Plate. Com 448 gols xeneizes e 403 dos millionários. No entanto, em 14 oportunidades o dérbi terminou sem gols. Saiba mais curiosidades e números abaixo:

Primeiro(s) confronto(s)

O primeiro confronto entre ambos foi no amistoso disputado no dia 2 de agosto de 1908, com vitória Xeneize por 2 a 1. Infelizmente, não há mais dados, além do placar. Na época os jornais não davam importância ao futebol. E outro amistoso foi disputado quatro anos posterior – terminou empatado em 1 a 1 -, antes da primeira partida oficial: em 24 de agosto de 1913. Este com vitória Millionária, por 2 a 1, no estádio do Racing Club. Os gols foram marcados por García e Ameal Pareyra para o River e Marcos Mayer descontou para o Boca.

Último(s) confronto(s)

Oficialmente, a última partida foi no Apertura 2010, exatamente no dia 16 de novembro, com vitória do River Plate, por 1 a 0, com gol do ex-boquense Jonathan Maidana. Entretanto, o último confronto entre as equipes foi no dia 02 de fevereiro de deste ano, pela Copa Revancha. Terminou empatado em 1 a 1, com gols de Martín Palermo para o Boca e Mariano Pavone para o River.

Maior goleada do Boca

Houve duas com o mesmo placar de 5 a 1. A primeira, em 19 de maio de 1959, em La Bombonera. Com gols de Osvaldo Nardiello, Juan José Rodríguez, José Yudica, Pedro Mansilla; D. Rodríguez marcou para os visitantes. Já a segunda goleada foi mais dolorosa, diga-se, por ter sido de virada e na casa do rival, Monumental de Núñez, no dia 07 de março de 1982. Os gols foram marcados por Oscar Ruggeri, Ricardo Gareca (2) e Carlos Córdoba (2); Jorge Tévez havia aberto o placar pelo River.

Maior goleada do River

Em 19 de outubro de 1941, no Monumental de Núñez, a equipe da casa goleou o rival, por 5 a 1. Os gols foram marcados por Ángel Labruna, José Manuel Moreno, Aristóbulo Deambrossi (2) e Adolfo Pedernera; Mario Boyé descontou.

Maiores artilheiros

O atacante argentino Ángel Labruna, do River Plate, marcou 22 gols – 16 oficiais e seis em amistosos.

O atacante brasileiro Paulo Valentim, do Boca Juniors, converteu 13 tentos – dez oficiais e três em jogos extra oficiais.

Jogadores que mais vezes atuaram no clássico

Reinaldo Merlo – 42 partidas pelo River Plate;
Hugo Gatti – 38, sendo 29 partidas pelo Boca Juniors e nove pelo River Plate;
Silvio Marzolini – 37 partidas pelo Boca Juniors;
Ángel Labruna – 35 partidas pelo River Plate;
Roberto Mouzo – 35 partidas Boca Juniors. 

Gol mais rápido

Foi em 15 de abril de 2007, na Bombonera. O meia Pablo Ledesma, do Boca Juniors, marcou aos 50 segundos, mas a partida, que era válida pelo Clausura, terminou empatada em 1 a 1.

Mais curiosidades

Alfredo Di Stefano é o único técnico que se consagrou campeão por ambas equipes. No Nacional de ’69, pelo Boca Juniors, e no Nacional ’61, pelo River Plate;

Diego Maradona marcou cinco gols em sete partidas e se despediu num Superclássico;

Noberto Alonso marcou seis gols em 25 partidas e também despediu-se no clássico;

Em 3 de fevereiro de 1974, Carlos García tornou-se o jogador que mais vezes marcou no dérbi “de La Boca” ao converter quatro gols numa partida. Neste dia o atleta estreava com a camisa xeneize. O jogo terminou 5 x 2;

Há uma lista imensa com mais de 90 jogadores que vestiram as duas camisas, só para citar alguns: Gabriel Batistuta, Claudio Caniggia, Julio César Cáceres, Lucho Figueroa, Fernando Gamboa, Ricardo Gareca, Hugo Gatti, Juan José López – atual técnico Millionário -, Julio Olarticoechea, Oscar Ruggeri, Alberto Tarantini, Jesus Méndez e Jonathan Maidana.

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terça-feira, 1 de março de 2011 Clausura | 07:00

Fecha 3: Resumo

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Após três rodadas do Clausura, entre altos e baixos de (quase) todas equipes, algumas pequenas coisas começam a se modelar. Velhas novelas seguem seus capítulos (quase) intermináveis. E já não há mais nenhum time com 100% de aproveitamento.

De uma lado, Independiente preocupado...

O embalado Olimpo recebeu Godoy Cruz, em casa, e, no jogo mais emocionante da rodada, empatou em 3 a 3. Os bahienses viraram a primeira etapa vencedo, por 2 a 0, até sofrer a virada do Tomba e só no final empatou o jogo. No entanto, a equipe não perdeu a liderança, que agora é compartilhada com o River Plate, que conseguiu uma vitória preciosa sobre Independiente, em Avellaneda, com um gol de Pavone a dois minutos do fim. Agora, está a um ponto do Rojo na tabela de Promédio. O Indep’te soma – entre Apertura e Clausura – 12 partidas sem vencer em casa.

Já o Gimnasia y Esgrima de La Plata foi à Santa Fé e derrotou o Colón, por 3 a 1. O destaque da partida foi o jovem atacante Juan Neira, que marcou um doblete. Mas mesmo com a vitória os Lobos platenses seguem na zona de descenso direto. Assim como o lanterna Quilmes, que perdeu para o Lanús, por 2 a 1. Os Cerveceros somam três derrotas em três jogos e dificilmente escapará do rebaixamento. Enquanto que, o Granate – com Valeri, artilheiro do Clausura com quatro gols, Camoranesi e Regueiro – tem grandes chances de ser a surpresa do torneio.

... do outro lado, Racing comemora.

O Racing, que chorava a ausência de Gio Moreno, viu outro colombiano disposto a tomar lugar de ídolo. É o atacante Teófilo Gutiérrez, que marcou dois na estréia, ante San Lorenzo, no Nuevo Gasómetro. Com a vitória a Academia renova mesmo que timidamente os votos de favorita ao título. Entretanto, outro antes favorito, o Vélez Sarsfield, ainda não venceu no torneio. Nesta rodada, empatou com o Argentinos Jrs, em 1 a 1, no confronto entre equipes que disputam a Copa Libertadores da América. Destaque para o atacante do Bicho, Niell, que entrou no segundo tempo e marcou mais uma vez de cabeça.

La Bombonera ferveu. Boca Juniors empatou em zero a zero com All Boys e a figura da partida foi a ausência de Riquelme. Se tivesse jogado ninguém garantia que o resultado seria outro, mas a carência fez a torcida xeneize protestar. Falando em ausência, há algo errado com o atual campeão, Estudiantes. O Pincha não tem apresentado um bom futebol e voltou a perder, desta vez, para o Banfield, em casa: 1 a 0.

Nem mesmo a estréia do técnico Roberto Pompei foi o suficiente para fazer o Huracán estrear no Clausura. A equipe encontra-se na zona de Promoción e ainda não venceu na competição. Nesta rodada, empatou em casa com Arsenal, em 1 a 1, e corre sério risco de rebaixamento. E o artilheiro do último Apertura Denis Stracqualursi – junto a Santiago Silva -, voltou a marcar e deu a vitória ao Tigre, ante Newell’s Old Boys, 1 a 0, em casa. Com este resultado, a equipe de Victoria empatou com Rey de Copas, no Promédio. Alerta Rojo

Numa rodada, em que os visitantes se deram bem, Tigre e Lanús foram as únicas equipes que venceram as partidas como mandantes. A média de gols da rodada repete a de todo o torneio até aqui: 2,3 gols por jogo. Na próxima rodada, enquanto muitos brincam carnaval, alguns jogos interessantíssimos movimentarão o fim de semana argentino.

Resultados:

(1º) Olimpo 3 x 3 Godoy Cruz (6º)
(9º) Colón 1 x 3 Gimnasia y Esgrima de La Plata (8º)
(3º) Lanús 2 x 1 Quilmes (20º)
(7º) San Lorenzo 1 x 2 Racing (4º)   
(14º) Boca juniors 0 x 0 All Boys (12º)
(5º) Estudiantes 0 x 1 Banfield (11º)
(15º) Argentinos Jrs. 1 X 1 Vélez Sarsfield (17º)
(18º) Independiente 0 x 1 River Plate (2º)
(19º) Huracán 1 x 1 Arsenal (10º)
(13º) Tigre 1 x 0 Newell’s Old Boys (16º)  

Veja os gols da rodada:

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domingo, 27 de fevereiro de 2011 Clausura, Independiente, River Plate | 23:20

Vitória tardia e justa!

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Com gol de Mariano Pavone a dois minutos do fim, River Plate derrota Independiente, por 1 a 0, no estádio Libertadores de América, e torna-se líder do Clausura – junto ao Olimpo. Na tabela de Promédio fica a um ponto do rival.

Pavone salva o River a dois minutos do fim. Olha a cara dos hinchas do Rojo.

Em geral, foi uma partida fraca. Tanto de futebol quanto de arbitragem, que anulou um gol legítimo de Ferrari, para os Millionários, alegando impedimento. Mas o que esperar de um embate entre equipe que em outros tempos duelavam por títulos e hoje brigam contra o rebaixamento? Afinal, os tempos são outros.

Mas a vitória, que chegou tardiamente, foi justa. River Plate foi a equipe que mais tentou jogar, apesar de ter esbarrado em suas limitações, tinha o valente e solitário Pavone. O técnico J.J. López armou a equipe no 4-5-1, na segunda etapa, sacou Lamela para entrada de Bordagaray, deixando o apagado Lanzini mais tempo em campo. Quando o tirou, colocou em seu lugar o outrora criativo Buonanotte. Com isso, quem mais sofreu foi a partida, mas, ainda assim, a equipe conseguiu marcar.

Enquanto que, do outro lado, havia um Rojo que, embora, ciente da necessidade ofensiva não ousou apostar. Iniciou e terminou o jogo no 4-5-1. Pagou pelo pecado de não querer mais do que era capaz. Então, recebeu menos do que queria.

Ou seja, um gol foi o suficiente para dar ao River Plate a liderança compartilhada e a distância da zona de descenso. Mais uma final vencida.

Veja o gol da partida:

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 Clausura | 01:25

Fecha 2: Resumo

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Terminou nesta segunda-feira, a segunda rodada do Clausura 2011. Confrontos diretos e “clássicos” se fizeram presentes, assim com um dos prováveis artilheiros do torneio: o experiente Esteban Fuertes, do Colón, já marcou três gols em dois jogos. Nesta rodada, os visitantes se saíram melhor, com cinco vitórias, contra três dos mandantes e dois empates. Foram marcados 20 gols, média de 2,0 gols por partida. 

Erik Lamela, River Plate, no momento em que abria o placar no Monumental.

Nem mesmo a transcendência do Mellizo foi o suficiente para segurar o também ameaçado Olimpo, em La Plata. 3 a 1, ante GELP. Se Ángel Cappa não organizar logo a fraca equipe platense dificilmente conseguirá escapar do descenso. No outro confronto direto na briga contra o rebaixamento, o River Plate conseguiu uma importante vitória contra o Huracán, por 2 a 0, no Monumental. Lamela e Pavone conseguiram, na segunda etapa, encontrar uma sintonia dando outra vida a equipe.   

Após a goleada sofrida para o Cruzeiro, o Estudiantes, sem Verón, venceu o lanterna Quilmes, por 1 a 0. Gol de Mercado. E, novamente, Fuertes salvou o Colón, desta vez, ante Banfield, marcando o gol de empate em 1 a 1. Ainda é a segunda rodada, mas Fuertes foi o único jogador que marcou para o time de Santa Fé, foram três gols. 

Grazzini, All Boys, comemora um dos dois gols na vitória ante Vélez.

Com dois golaços de Grazzini (ver gols abaixo) e a estréia de Ortega, o All Boys conseguiu uma importante vitória sobre o Vélez Sarsfield, por 2 a 1, no estádio José Amalfitani. Pode-se dizer, que por questões de rivalidade bairrista, e só por isso, este também é um clássico. Enquanto isso, no “clássico” dos grandes, por assim dizer, Boca Juniors derrotou o Racing, no Cilindro de Avellaneda, por 1 a 0, com assistência de García e gol de Mouche

Argentinos Jrs e Independiente ficaram no zero a zero, em uma partida fraca de emoções. Já no estádio Marcelo Bielsa, Bieler e Cobelli marcaram e Newell’s Old Boys derrotou o Lanús, por 2 a 1. No Viaducto, Arsenal de Sarandí passou fácil pelo candidato ao descenso, Tigre, por 2 a 0. E após duas partidas mágicas – goleada sobre o Boca e vitória na estréia em Libertadores -, Godoy Cruz perdeu em casa para o San Lorenzo, 2 a 0. 

Apesar de apenas duas partidas jogadas, até então, algumas equipes insistem em não estrear no Clausura, vide Huracán, Tigre e Quilmes e são as próprias, junto a outras, as principais candidatas ao rebaixamento. Enquanto que, apenas Estudiantes e Olimpo venceram seus jogos. Tudo bem foram apenas duas fechas. Então, veremos como se mantêm na próxima rodada. 

Resultados

(17º) Gimnasia y Esgrima de La Plata 1 x 3 Olimpo (1º)
(16º) Banfield 1 x 1 Colón (4º)
(14º) Argentinos Jrs. 0 x 0 Independiente (13º)
(8º) Newell’s Old Boys 2 x 1 Lanús (7º)
(11º) Racing 0 x 1 Boca Juniors (12º)
(15º) Vélez Sarsfield 1 x 2 All Boys (10º)
(20º) Quilmes 0 x 1 Estudiantes (2º)
(5º) River Plate 2 x 0 Huracán (18º)
(9º) Arsenal 2 x 0 Tigre (19º)
(6º) Godoy Cruz 0 x 2 San Lorenzo (3º)

Veja os gols da rodada:

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domingo, 20 de fevereiro de 2011 Clausura, Huracán, River Plate | 22:46

River Plate vence a primeira final…

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Lamela comemorando o gol. O primeiro do River Plate.

Em confronto direto na luta contra o descenso, River Plate vence Huracán, por 2 a 0, no Monumental de Núñez. Conquista a primeira vitória no Clausura, fica a sete pontos de vantagem do rival e respira. O jovem enganche Erik Lamela foi o destaque da partida.

Ao final da primeira etapa, o placar insistia em não sair do zero. As chances eram criadas e desperdiçadas. No melhor lance da primeira etapa, já no final, Pavone assistiu Lanzini, que definiu na trave.

Mas no início do segundo tempo, o solitário Mariano Pavone encostou em Lamela e as oportunidades foram geradas com maior frequência. Aos cinco minutos, os dois tabelaram na entrada da área e Lamela tocou na saída do arqueiro para abrir o marcador. E, logo, aos 14 minutos, Lamela tocou para Pavone, que cruzou para Ferrari, de cabeça, ampliar.

Do outro lado, havia uma equipe taticamente desorganizada e com poucos recursos para alcançar o que almeja. As chances também foram criadas. Aos 20, Claudio Guerra livre chutou para fora, após (des)aproveitar um rebote. O mesmo ocorreu com Javier Cámpora, que após jogada ensaiada, subiu sem marcação e cabeceou para fora, aos 38.

Ambas equipes necessitavam da vitória para uma finalidade em comum, brigar contra o rebaixamento. River se saiu melhor, venceu a primeira final. Agora, faltam 17. E não apenas pela partida de hoje, os torcedores do Huracán têm sérios motivos para se preocupar, pois a B Nacional é logo ali...

Veja os gols da partida:

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