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quarta-feira, 7 de março de 2012 Lionel Messi | 21:41

La máquina Messi

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Lionel Messi nos últimos dois jogos marcou oito gols – três pela Argentina, tornando o quinto maior artilheiro da Albiceleste, com 22 gols, ao lado de Leopoldo Luque e Daniel Passarella, 34 a menos do que Batistuta, maior goleador e cinco pelo Barcelona, somando 228 gols com a camisa blaugrana ficando a sete do maior artilheiro da equipe catalã, igualando também ao quarto maior artilheiro da história da Liga dos Campeões, o seu conterrâneo Alfredo Di Stéfano, com 49, e está a 22 gols de Raúl, o maior artilheiro da Liga. Aliás, esta foi a primeira vez que ele marcou cinco gols pelo Barça, que venceu o Bayer Leverkusen, por 7 a 1.

Não que isso seja grande coisa, mas é que está ficando difícil encontrar adjetivos para o argentino.

Leia também: 3x Messi

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012 Clausura | 22:37

Fecha 2, goles!

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Apesar do Carnaval, a segunda rodada do Clausura foi bastante movimentada. Sem muitos arrodeios, seguem abaixo os 24 gols. Aproveitem.

Olimpo 4 x 1 Belgrano

Banfield 0 x 4 Vélez Sarsfield

Newell’s Old Boys 1 x 0 Argentinos Juniors

Arsenal 2 x 2 Atlético Rafaela

All Boys 2 x 0 Colón

Independiente 0 x 1 Lanús

San Lorezon 1 x 1 Estudiantes

Unicón 0 x 0 Boca Juniors

Godoy Cruz 1 x 0 Racing

Tigre 3 x 1 San Martín San Juan

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Lanús | 01:02

Um empate sofrido e para sofrer

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Lanús e Flamengo fizeram uma partida quase equilibrada em Ciudad de Lanús, ou La Fortaleza. O resultado: 1 a 1. Sentido por ambos, visto que, apesar do Granate pressionar mais foi o Flamengo que deixou escapar a vitória. No entanto, os argentinos foram mais consistente, o que para muitos já seria o suficiente para merecer a vitória. O empate foi sofrido, mas amargo.

Leia mais: Flamengo sai na frente, mas cede o empate ao Lanús na Libertadores

O Granate foi melhor, pressionou, arriscou, mas assim como o Flamengo, errou. O início de temporada e as ausências de peças como Camoranesi e Regueiro foram sentidas durante o encontro. Valeri ainda não encontra-se 100%. Contudo, a equipe tende a crescer durante a competição.Confira abaixo os gols:

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 Clausura | 02:15

Fecha 1, gols!

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Terminou a primeira rodada do Clausura. E ela começou semelhante ao que foi o Apertura: San Lorenzo passando vexame e se consolidando como candidato ao descenso. Boca Juniors não jogando bem, porém sendo eficiente e, melhor, eficaz. Atlético Rafaela mostrando que veio para ficar (e assim espero), Colón, Arsenal, Racing, Belgrano, Banfield, New Old Boys e All Boys jogando um “futebol mais ou menos”.

Por outro lado, Vélez Sarsfield, que apesar da irregularidade que se observou no Apertura e do empate inicial, acredito que tem muito a crescer, assim como também aposto no Estudiantes, que no último torneio foi aquém das expectativas. Lanús foi ótimo, porém pode render mais quando seus principais atletas estiverem em melhores condições. Abaixo seguem os gols e os resultados.

Lanús 4 x 1 San Lorenzo

Boca Juniors 2 x 0 Olimpo

Estudiantes 1 x 1 Newell’s Old Boys

Belgrano 0 X 0 All Boys

San Martín de San Juan 1 x 0 Independiente

Atlético Rafaela 3 x 0 Banfield

Vélez Sarsfield 1 x 1 Godoy Cruz

Racing 0 x 0 Tigre
Argentinos Juniors 0 x 0 Unión
Colón 0 x 0 Arsenal

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 Arsenal, Copa Libertadores da América, Imagem, Vélez Sarsfield | 01:04

Vélez goleia; Arsenal pressiona, mas perde

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Defensores Sporting 0 x 3 Vélez Sarsfield. Embora tenha tomado as ações da partida desde o início, o Vélez só abriu o marcador aos 40 minutos do primeiro tempo, com David Ramírez. Após cobrança de escanteio, Óbolo ampliou aos 36 minutos do segundo tempo. E Sebá – aquele do Corinthians, mesmo – cobrou uma falta como nunca fez na vida (este foi o seu primeiro gol falta), colocando a bola no ângulo, aos 40 do segundo tempo, para fechar o marcador. O Fortín desde o início mostrou superioridade e solidez nas suas ações.

Fluminense 1 x 0 Arsenal. Apesar das limitações, o Arsenal apresentou um futebol convincente e não se entregou fácil. Pagou pela desatenção inicial. Sofreu o gol, de Fred, aos dois minutos de jogo, e após encaixar alguns contra-ataques tomou a iniciativa da partida pressionando os donos da casa até os minutos finais.

Leandro Euzébio, num lance lastimável, e Wagner foram expulsos pelo lado tricolor, enquanto Aguirre foi expulso pelo Viaducto. Os xeneizes agradecem.

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sábado, 16 de julho de 2011 Clássicos, Copa América, Seleção | 22:10

Chau Chau

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Sem legenda, por falta de necessidade.

16 de julho, uma data especialmente uruguaia. Nela, comemora-se o Maracanazo – o qual o Uruguai calou o Maracanã lotado – e agora, o Argentinazo – neste, a Celeste calou o o país anfitrião da Copa América conquistando a vaga para às semifinais numa partida digna de final calando. Após o 1 a 1, no tempo normal e prorrogação, os Charrúas venceram nos pênaltis, por 5 a 4. Como não seria diferente hoje: um grande ficou pelo caminho, no Cemitério dos Elefantes, em Santa Fé.

A fugaz alegria do ataque contrastou com a intensa tristeza da defesa. A autossuficiência e confiança foram maiores do que a gana em vencer. Quando supôs está melhor em campo, falhou, assim como o fez quando estava em vantagem numérica. Talvez acreditasse que vencer era questão de tempo. Este jogou contra suas pretensões.

Do outro lado, havia um adversário que deixaria o sangue em campo se fosse necessário. Mas os argentinos não acreditaram nisso. Talvez a aquele velho excesso de confiança, que vemos tão facilmente por aqui também. Culpar jogadores em especial pelo fracasso coletivo é conveniente, porém pouco inteligente.  Também dizer que a Argentina perdeu para si mesma é não reconhecer a força do adversário, apesar da vasta limitação.

Ter o melhor do mundo e não entender que ele, apesar de imenso, é apenas um, não passa pela cabeça de muita gente, tampouco pela de Sergio Batista. No todo, a Celeste y Blanco não foi ruim, foi apenas o espelho do treinador. Porém culpa o selecionador não vem ao caso.

Todavia, poucas partidas são transcendentais, como o Clásico de la Prata, que extrapola os limites cabíveis de uma partida de futebol. E todo ato e expressão representam algo infinitamente superior ao gol, por exemplo, quando, na prorrogação, Messi caiu na área, após perder uma boa chance de gol, representou o que ninguém queria acreditar, ali um grande caia cansado, impotente… O melhor do mundo é humano, diga-se.

Agora, só resta juntar os cacos do que sobrou.

Veja os melhores momentos da partida:

Atualizado hoje às 12h30.

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terça-feira, 12 de julho de 2011 Copa América, Seleção | 00:09

Finalmente estreou…

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Com seus defeitos e qualidades, a Argentina estreou na Copa América, mesmo que tardiamente, e assegura classificação às quartas-de-finais. O adversário foi a frágil Costa Rica, mas, ainda assim, a equipe conseguiu superar los Ticos, por 3 a 0. E até o criticado Messi foi ovacionado.

Basta saber até vai a confiança...

Nos primeiros minutos, a partida se apresentava muito aberta, com chances de perigo para ambos lados. Mas não precisou de muito tempo para o nível que separa a Costa Rica Sub 23 e a Argentina se fazerem presentes. Então, a anfitriã tratou de dominar a pelota e mostrar o que até então devia: um bom futebol. Criou oportunidades que eram desperdiçadas, até aos 45 minutos do primeiro tempo, Gago dar um chutaço de fora da área, o goleiro Moreira rebotou e Kun Agüero finalizou.

O gol trouxe tranqüilidade a Albiceleste que entrou mais leve na segunda etapa e, logo, aos sete minutos ampliou, novamente, com Agüero, com assistência de Lio Messi. Este protagonista, assim como Gago. A Pulga criou diversas chances de gols, que eram jogadas fora vorazmente por Higuaín, em sua maior parte. Aos 18, ele encontrou Di María que entrava pela esquerda e chegou batendo: 3 a 0.

Finalmente, Pastore teve chance de entrar em campo, mesmo que apenas dez minutos. Messi mostrou a alegria e até “neymou”, ao cavar pênalti, Gago, apesar de ter jogado pouco nesta temporada, mostrou-se bem fisicamente e com uma vontade extra-comum e Agüero não pode ficar de fora deste time. Entretanto, o resultado não pode, e nem deve, mascarar os problemas da Seleção e algumas idéias que precisam ser revista na cabeça de Batista. Gritar “Olé” diante da Costa Rica Sub 23 é força a barra, mas os aplausos foram justos. Espero que não tenha sido só desta vez.

Agora, a Celeste y Blanco aguarda a definição do adversário das quartas-de-finais: Uruguai, Peru ou Chile. Aguardar…

Veja os gols da partida:

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sábado, 2 de julho de 2011 Copa América | 00:39

Empate amargo

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Presságio?

“O importante é que não perdemos”. Uma afirmativa cabível se fosse feita por algum jogador boliviano, entretanto, quem a proferiu foi o atacante Sergio Agüero, autor do gol do empate (1 a 1) da Argentina, ante Bolívia. Enfim, uma inversão de papéis.

O início até que iludiu: a Albiceleste, apesar da falta de eficiência, pressionou os bolivianos, que souberam defender-se, com inteligência, e atacaram quando possível. No entanto, nada que animassem os olhos de quem os assistiam. No todo, a anfitriã não apresentou um bom futebol, então, todas as expectativas ficaram para a segunda etapa.

No intervalo, Cambiasso, que não jogou bem – assim como quase toda a equipe – saiu e Di María entrou em seu lugar. Seria um alento criativo. Mas, aos dois minutos, numa cobrança de escanteio, o brasileiro naturalizado boliviano Edivaldo Rojas de calcanhar, aproveitando a falha de Banega.

Este sim um choque inesperado e que surtiu pouco efeito, vide a postura da equipe. O tempo passava e não via-se reação. Entretanto, foram necessários apenas quatro minutos em campo para Kun Agüero empatar. Entrou aos 26 e aos 30, Rojo cruzou na área, Burdisso, de peito, assistiu e Kun, de primeira, empatou. E o que ocorria antes do gol, manteve-se posteriormente: um futebol apático.

Contentar-se com o resultado seria impensado diante da qualidade, da história, dos números, dentre outros aspectos, das duas Seleções, mas o futebol apresentado pela Albiceleste a igualou aos Verdes, logo a afirmativa de Agüero foi bem contextualizada. E diante do que (não) se viu o resultado pouco importa.

Veja os gols da partida:

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domingo, 26 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 17:38

Pesadelo Monumental

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Aos 16 minutos do segundo tempo, quando Guillermo Farré, do Belgrano, empatou a partida o mundo do River Plate parou. Jogadores, comissão técnica e torcedores ficaram atônitos. Naquele momento, restavam cerca de 30 minutos para oficializar o que já era “sabido” por todos: a equipe com mais títulos do país, brigaria por um título ainda não conquistado, o da B Nacional.

A imagem da partida: Desespero de um lado, alegria do outro.

Ironicamente, a partida havia iniciado com um susto precoce, aos 3 minutos, gol do Belgrano, anulado. Dois minutos depois, Mariano Pavone recebeu a bola fora da área, matou e virou batendo: 1 a 0. Faltava mais um gol, porém havia um precipício.

A vontade superou a técnica, a qualidade. A partida seguia aberta, enquanto, River apostava no abafa, chuveirinho e arremates de média e longa distância, o Belgrano usava a única arma apresentada até aqui: a velocidade. Aos 25, o árbitro Sergio Pezzotta deixou de assinalar um pênalti a favor dos Millionários.

O segundo tempo começou igual ao término do primeiro, muita vontade e pouca qualidade. Até o River sofrer o gol. Logo, os nervos se afloraram, Lamela recebeu o oitavo cartão amarelo, Arano por pouco não foi expulso e o tempo passava voando. Aos 25, Pavone desperdiçou um pênalti, este defendido pelo arqueiro Pirata, Olave. E foi inevitável pensar na frase de Neném Prancha: “o pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube”. Onde estaria Jose María Aguilar ou Daniel Passarella, naquele momento?

Na Argentina, o injusto sistema de promédio retornou, em 1983, dentre outras coisas, para livrar o River Plate de um descenso iminente. Livrou. Mas o mesmo o condenou quase trinta anos depois. E, pode-se dizer, com culpa compartilhada, vide que são levados em conta as últimas três temporadas e neste entretempo – exatos uma temporada e meia de cada -, Passarella e Aguilar “comandaram” o clube.

Entretanto, o empate em 1 a 1, no Monumental de Núñez, que decretou a despromoção, e as lágrimas, foi apenas um detalhe trágico, em campanhas sucessivamente infelizes. Faltava a equipe comando, respaldo, crença, atitude e, sobretudo, futebol. Sua camisa pesou negativamente. E certamente, hoje, as lágrimas pesaram mais. E apesar de, merecidamente, o Belgrano ascender de divisão, o próprio River foi seu algoz.

Veja os gols da partida:

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 23:52

Pobres Millionários

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Que o River Plate está entregue ao descaso é notório. Presidente que não acompanha aos jogos, técnico que não tem respaldo e jogadores que não entram em campo, enfim, nem precisava de mais para dizer que está equipe está fadada ao fracasso. Não precisava, mas ocorreu. Após segundo gol do Belgrano, torcedores millionários invadiram o campo para protestar conta a equipe.

Torcedores invadiram o estádio, um deles empurrou Adalberto Román.

Em momento algum, o Belgrano apresentou um futebol maravilhoso, mas soube explorar a velocidade e jogar nos erros do adversário, e não foram poucos. A partida seguia equilibrada até, aos 25 do primeiro tempo, Mansanelli abrir o placar, de pênalti, após Román colocar a mão na bola, infantilmente. Depois disso, cada jogador do River foi jogar uma partida diferente.

Na volta para segunda etapa, logo aos quatro minutos, Pereyra ampliou, após cobrança de escanteio. E na sequência, o hiato que faltava ao River, mas não ao futebol. Torcedores invadiram o gramado para protestar e depois tentaram quebrar o alambrado. Atônitos, os atletas apenas olhavam. E, ironicamente, voltaram melhor após a pausa de 20 minutos. Tensos, diria. Seria este o deprimente empurram que lhes faltavam?

Voltaram melhores, mão não o suficiente para descontar. Na partida de volta, domingo, no Monumental, os Millionários necessitam devolver os 2 a 0, no mínimo, pois joga por dois resultados iguais. Entretanto, não contará com Román, Almeyda e Ferrari, ambos suspensos pelo quinto amarelo. No entanto, cada jogo que se passa a B Nacional se avizinha. Pobres Millionários.

Veja os gols da partida:

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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última