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Posts com a Tag futbol argentino

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 Clausura | 00:22

A derrocada, e a fecha 3

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Só para ilustrar

O garoto problema Teófilo Gutiérrez volta a atacar. Convenhamos que, em alguns momentos, a fama que ele construiu com muito afinco pesa mais do que as atitudes, contudo, ele tem se especializado em chamar mais atenção pelo extracampo do que pelo futebol. Após mais uma vez ser expulso, desta vez, na derrota de 2 a 1 para o Banfield, o diário Canchallena listou as últimas investidas polêmicas, por assim dizer, do colombiano.

Se já não bastasse falar demais e rachar o elenco, ele já… Brigou com companheiro de clube, agrediu um árbitro, fez gestos para torcida adversária, dentre outras coisas, estão no rol de atitudes insólitas do atacante nos últimos tempos. Patético.

Violência no San Lorenzo se tornou praxis. O clube está na bancarrota, a caminho da B Nacional, jogadores pedindo para serem negociados e, como se não bastasse, ainda vive a triste situação de ter de conviver regularmente com seu nome ligado as páginas policiais.

Quando os agredidos não são os profissionais, são os juvenis. Pior: quando os agressores não são os torcedores (?) são companheiros (?) de clube. Em duas semanas, dois casos de agressão na oitava do Ciclón. A crise aumenta e os nervos ficam a flor da pele. A derrocada segue a pleno pulmões.

De protagonista a coadjuvante. Carlitos Tévez retorna à Manchester, faz as pazes com Mancini, volta a treinar e até a jogar. Para ninguém ver, diga-se. Ele jogará na equipe reservar dos Citizens contra o Preston, num amistoso com portões fechados, em Carrington. Aos que acreditam que este é o final da novela e logo ele voltará a equipe principal, tenham calma. Este é Carlitos, lembram? Voltar à principal é questão de tempo, terminar a novela jamais… Aguardem os próximos capítulos.

O que essas três histórias têm em comum, apesar de não serem ligadas por um raciocínio lógico? Simples e complexo. A derrocada. Gutiérrez sonha em ser grande, mas se tornou refém das polêmicas; San Lorenzo é tido como um dos cinco grandes do país (alguém acredito nisso, mesmo?) e vive uma crise sem tamanho, aliás, seu lugarzinho na Segundona já está sendo organizado. E Tévez, por sua vez, mudou de imagem: de raçudo para chinelo. Ou seja, tristes fins, apesar de ainda ser o meio.

Resultados da fecha 3.

(13º) Belgrano 1 x 0 Unión (17º)
(8º) Atlético Rafaela 0 x 1 All Boys (4º)
(9º) Colón 3 x 1 Olimpo (14º)
(7º) Estudiantes 2 x 0 Independiente (20º)
(19º) Argentinos Junior 0 x 1 San Lorenzo (12º)
(18º) Racing 1 x 2 Banfield (15º)
(10º) Godoy Cruz 0 x 2 Tigre (2º)
(1º) Vélez Sarsfield 3 x 2 Arsenal (16º)
(3º) Boca Juniors 2 x 0 Newell’s Old Boys (11º)
(5º) Lanús 1 x 3 San Martín San Juan (6º)

Depois eu passo por aqui para postar os gols da rodada. Aguardem!

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012 Clausura | 22:37

Fecha 2, goles!

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Apesar do Carnaval, a segunda rodada do Clausura foi bastante movimentada. Sem muitos arrodeios, seguem abaixo os 24 gols. Aproveitem.

Olimpo 4 x 1 Belgrano

Banfield 0 x 4 Vélez Sarsfield

Newell’s Old Boys 1 x 0 Argentinos Juniors

Arsenal 2 x 2 Atlético Rafaela

All Boys 2 x 0 Colón

Independiente 0 x 1 Lanús

San Lorezon 1 x 1 Estudiantes

Unicón 0 x 0 Boca Juniors

Godoy Cruz 1 x 0 Racing

Tigre 3 x 1 San Martín San Juan

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 Clausura | 08:00

É Carnaval e 2ª rodada do Clausura também

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Carnaval: São Paulo? Rio de Janeiro? Não, Argentina.

Em meio ao Carnaval, o Clausura segue as atividades. A segunda fecha começa nesta sexta-feira e vai até a segunda-feira momesca. Então, se você não terá condições de acompanhar a rodada não esqueça de passar por aqui na terça-feira (ou na ingrata Quarta-feira de Cinzas) e conferir os gols da rodada. E bom Carnaval para todos, divirtam-se!

Sexta-feira (17)
19h Olimpo x Belgrano
21h15 Banfield x Vélez Sarsfield

Sábado (18)
17h Newell´s Old Boys x Argentinos Juniors
19h10 Arsenal x Atlético Rafaela
21h10 All Boys x Colón

Domingo (19)
17h Independiente x Lanús
17h San Lorenzo x Estudiantes
19h10 Unión x Boca Juniors
19h10 Godoy Cruz x Racing

Segunda-feira (20)
21h15 Tigre x San Martín de San Juan

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Lanús | 08:00

Granate pronto para explodir!

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Muitos, sobretudo, no Brasil vão preferir ficar com a imagem daquela equipe que foi desclassificada pela desconhecida Barracas Central, da B Metropolitana (terceira divisão), na Copa Argentina. No entanto, tenho que avisá-los que é mais recomendável escolher a equipe que goleou o San Lorenzo, na estreia do Clausura.

A principal peça da equipe: Diego Valeri.

Não que o Lanús seja um bicho papão, pois não é. Mas, na minha concepção, a equipe tem o melhor elenco do futebol argentino, embora nem sempre as grandes peças estejam aptas a jogar. Talvez as lesões sejam os maiores trunfos dos adversários. Nas primeiras rodadas da Libertadores, por exemplo, os experientes Mauro Camoranesi e Mario Regueiro estarão fora. Contudo, a equipe ainda conta com Diego Valeri, que foi fundamental na estréio do Clausura, Matías Fritzler, Luciano Balbi, Mariano Pavone e Juan Neira, dentre outros.

Confira ainda: Sem Love, Flamengo aposta em Ronaldinho contra Lanús

O Granate normalmente atua no 4-2-3-1. Porém varia tanto dentro da partida, que, pode-se dizer, o único que guarda de fato posição é Pavone, como homem de referência. Também não é difícil observar três atacantes. Valeri é o jogador da armação e, apesar da irregularidade no último Apertura, é um jogador de qualidade. Ele já demonstrou está afiado nas bolas paradas. Esta que é uma das principais armas do Lanús, assim como as linhas de passe e posse de bola.

O Lanús não é uma das grandes do futebol argentino. Embora a base tenha sido mantida, a equipe necessita de ritmo de jogo. Contudo, ainda é mais coerente escolher o Lanús do Clausura, ou melhor, da Libertadores. E vale acreditar que este poderá vir com mais gana.

Grupo: O Granate terá pela frente um trio complicado – Flamengo, Emelec e Olimpia -, ambos com experiência em competições continentais. No entanto, aposto que os argentinos passam de fase, apesar de vislumbrar dificuldade.

Time base: Augustín Marchesín; Luciano Balbi (Maxi Velázquez), Braghieri (Izquierdo), Paolo Goltz e Carlos Araújo; Matías Fritzler e Diego González; Juan Neira, Matías Pareyra e Diego Valeri; Mariano Pavone.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 Boca Juniors, Copa Libertadores da América | 08:00

De volta à Libertadores, Boca Juniors quer reeditar saga

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Remanescente da era Bianchi, Riquelme quer voltar a ser o "Deus de Copas"

Três anos depois, Boca Juniors retorna ao torneio que o consagrou para o mundo. A Copa Libertadores da América está para o Boca Juniors, assim como você, leitor, está para sua casa (eu sei, forcei a barra). Mas é assim que os xeneizes se sentem disputando uma Libertadores. Embora não adiante apenas se sentir confortável e confiante, precisa melhorar bastante o ataque, por exemplo. Visando isso, a diretoria apostou no uruguaio Tanque (ou poste) Silva, que veio para disputar apenas o torneio continental, neste primeiro semestre. Outro setor que estava carente de reposição era o meio de campo, para tal chegou Pablo Ledesma.

Não pode-se dizer que a equipe é um primor, tampouco concordo que esta equipe compare-se àquela da era Bianchi, mas ainda assim possui a mística e, sobretudo, jogadores com qualidade. Talvez o único ponto que se assemelhem é a forma de atuar: 4-3-1-2, com tridente defensivo – Rivero, Somoza e Erviti – e Román Riquelme de enganche. Um atacante de referência – Santiago Silva – e um solto – desta vez, Cvitanich -, ao menos, neste torneio. Ademais, atacam com poucos jogadores.

E apesar das deficiências ainda presentes, Falcione conseguiu ajustar o time a partir da defesa, que foi a menos vazada do Apertura, e que já transmite a segurança de outrora, além de fazer gols. Ironicamente, Schiavi é uma das peças importantes deste ajuste.

O epílogo poderia ser a subscrição do dito popular “o bom filha à casa torna”. Mas se tratando de Libertadores, Boquita e brasileiros, os xeneizes têm os traços de Maquiavel. Como já diria o Príncipe, “é melhor ser temido do que ser amado”. Boca que o diga.

Grupo: Pelo futebol que vem jogando e mais: pelo que os adversários não têm jogado, Boca Juniors tem condições de passar de fase com sobra. Zamora é apenas um coadjuvante. Arsenal ainda vai incomodar e talvez até brigar por uma vaga, porém as minhas apostas vão no Fluminense e no Boquita.

Time base: Agustín Orión; Facundo Roncaglia, Rolando Schiavi, Juan Manuel Insaurralde e Clemente Rodríguez; Diego Rivero, Leandro Somoza e Walter Erviti; Juan Román Riquelme; Darío Cvitanich e Santiago Silva. Técnico: Julio César Falcione.

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Clausura | 02:15

Fecha 1, gols!

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Terminou a primeira rodada do Clausura. E ela começou semelhante ao que foi o Apertura: San Lorenzo passando vexame e se consolidando como candidato ao descenso. Boca Juniors não jogando bem, porém sendo eficiente e, melhor, eficaz. Atlético Rafaela mostrando que veio para ficar (e assim espero), Colón, Arsenal, Racing, Belgrano, Banfield, New Old Boys e All Boys jogando um “futebol mais ou menos”.

Por outro lado, Vélez Sarsfield, que apesar da irregularidade que se observou no Apertura e do empate inicial, acredito que tem muito a crescer, assim como também aposto no Estudiantes, que no último torneio foi aquém das expectativas. Lanús foi ótimo, porém pode render mais quando seus principais atletas estiverem em melhores condições. Abaixo seguem os gols e os resultados.

Lanús 4 x 1 San Lorenzo

Boca Juniors 2 x 0 Olimpo

Estudiantes 1 x 1 Newell’s Old Boys

Belgrano 0 X 0 All Boys

San Martín de San Juan 1 x 0 Independiente

Atlético Rafaela 3 x 0 Banfield

Vélez Sarsfield 1 x 1 Godoy Cruz

Racing 0 x 0 Tigre
Argentinos Juniors 0 x 0 Unión
Colón 0 x 0 Arsenal

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sábado, 11 de fevereiro de 2012 B Nacional, Imagem | 13:07

Ogrolazo!

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Independiente Rivadavia e Almirante Brown se enfrentavam, em Mendoza, pela B Nacional. Brown havia empatado a partida, em 1 a 1, e logo na saída do meio de campo dos azuis o Ogro Fabbiani – ex-Lanús e River – arriscou do meio de campo e marcou o gol que nem Pelé nem Maradona marcaram. “Um ogrolazo”, diria. Confira abaixo:

No final, a equipe de Fabbiani venceu por 3 a 1. Este foi o sexto gol do gordito na competição.

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 Clausura | 08:00

Em meio a politicagem, Clausura começa as atividades

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Poucos torneios são tão políticos quanto o argentino. Dentre vários exemplos, me utilizarei do mais recente: o campeonato argentino, que começa nesta sexta-feira, mudou de nome. De “Torneio Néstor Kirchner – Copa Malvinas Argentinas”, em 2011, – após a morte do ex-presidente Néstor – para “Primeira Divisão Cruzeiro General Belgrano” – afinal, o assunto em evidência no País é o aniversário de 30 anos da Guerra das Malvinas, aliado ao desejo portenho de retomada do território.

Este é o navio General Belgrano, que deu nome ao torneio.

Mas como assunto é futebol, vamos ao que interessa. Após o título no Apertura, Boca Juniors ganhou moral e alguns reforços pontuais, tornando-se o time a ser batido. Possui um elenco entrosado, mas ainda necessita de um goleador, visto que Santiago Silva não poderá atuar pela nacional.

Vélez Sarsfield, por sua vez, mantém o status de força emergente do futebol local, sendo visto por alguns, inclusive por este que vos escreve, como uma das grandes equipes da Argentina. Com o entrosamento e variação ofensiva, que lhe são peculiar, tem tudo para brigar pelo título.

Com já é de praxe, Estudiantes repatriou diversos atletas, sobretudo os que fizeram parte de tempos áureos: Enzo Pérez, Rodrigo Braña e Mariano Andujar. E pode-se dizer: candidatou-se ou título, mas vale lembrar que o técnico é outro. Juan Sebastián Verón ainda comanda.

Apesar do bom elenco, Racing apresentou um futebol horrendo no Apertura, ainda assim, faturou a segunda colocação do torneio. É uma incógnita. Manteve o homem problema no plantel – Teo Gutiérrez – e trouxe Alfio Basile para comandar. Agora vai rezar para que um de jeito e o outro não faça o de sempre: apronte. Acho difícil.

O Independiente apostou suas pouquissímas fichas – vide a crise financeira – no atacante Ernesto Farías para solucionar seus problemas de gols. Logo, percebe-se que no lado vermelho de Avellaneda as coisas não estão boas e ficar pelo meio da tabela já seria de bom tamanho. Neste bloco devem fazer companhia Belgrano, Argentinos Juniors, Banfield e Colón.

Talvez o Lanús tenha o elenco mais qualificado da Argentina, porém, no Apertura, não conseguiu traduzir isso em números. Agora, terá uma nova chance e eu acredito que tem totais condições de brigar pelo título, principalmente se as lesões deixarem.

San Lorenzo é o grande candidato a rebaixamento. Aposto que cairá direto, se os árbitros deixarem, é claro. Olimpo seguirá seu rumo a B Nacional. Tigre é outro sério candidato, além de All Boys, Unión, Arsenal e Newell’s Old Boys. Destes sete, dois caem direto e dois vão a repescagem. (Façam suas apostas)

O Godoy Cruz que por alguns torneios foi a surpresa fincou suas raízes entre o meio da tabela e o bloco de cima, sempre com campanhas elogiáveis e equipes modestas. Não creio que será diferente. Acredito que conseguirá alguma vaga para competições internacionais. Outra equipe que merece menção é o Atlético Rafaela, que, na minha concepção, foi a surpresa do Apertura, até mais do que o título xeneize. Começou forte e não conseguiu manter-se, acho difícil repetir a campanha, mas acredito que não fará feio.

Ou seja, a politicagem e a emoção, finalmente, estará de volta. Não se preocupem, Cristina Kirchner já foi à ONU reclamar seus direitos sobre a Ilha Malvinas, caso ela consiga algo (o que eu não acredito), em 2013, o mesmo torneio terá novo nome. Enquanto isso, a rodada segue abaixo. Enfim, acompanhe, torça e depois volte aqui para criticar e dividir sua opinião.

Sexta-feira (10)
21h15 Lanús x San Lorenzo
21h15 Boca Juniors x Olimpo

Sábado (11)
19h10 Estudiantes x Newell’s Old Boys
19h10 Belgrano X All Boys
21h15 San Martín de San Juan x Independiente

Domingo (12)
17h Atlético Rafaela x Banfield
19h10 Vélez Sarsfield x Godoy Cruz
19h10 Racing x Tigre
22h10 Argentinos Juniors x Unión

Segunda-feira (13)
22h10 Colón x Arsenal

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 09:30

Vélez Sarsfield quer voltar a ser Fortín

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No clube desde 2009, Ricardo Gareca é um dos pontos fortes desta equipe.

O Vélez Sarsfield tem sido nos últimos anos a equipe mais regular e forte do futebol argentino. Feito este que não se repetiu no último Apertura 2011, mas ainda assim, a equipe terminou o torneio em terceiro lugar. Talvez a grande sacada do fortín foi manter a base desde 2009, quando venceu o Clausura (apesar do resultado controverso), e agregar jovens. Ademais, o ótimo Ricardo Gareca.

Difícil dizer qual o ponto forte do Vélez, visto que manter uma equipe sólida e entrosada. Marcelo Barovero um dos melhores goleiros do futebol local. Na zaga, atua com jogadores bastante experientes – e “velhos”, este é um ponto a ser explorado pelos adversários. Contudo, todos têm o espírito da Libertadores.

No meio de campo, mescla experiência e juventude. O setor mais equilibrado da equipe, diga-se. A saída de Ricky Álvarez e Maxi Moralez, na temporada passada, fez equipe cair de rendimento. O não-retorno do artilheiro Santiago Silva também frustrou os fortineros. Mas a chegada do experiente meia Federico Insúa poderá dar um ânimo ao setor.

Já no ataque, Juan Manuel Martínez, apesar do porte de pivô deverá jogar pelos flancos, como é de costume e Mauro Óbolo será o homem de referência. Ao menos até a regularização e condição de jogo do experiente atacante Lucas Pratto. Forte candidato a ocupar uma das vagas.

Contudo, se há uma equipe que tem variações ofensivas, dentre as cinco classificadas, esta é o Vélez Sarsfield, porém é precoce afirmar qual dos Vélez entrará em campo nesta Libertadores: a equipe do Apertura ou a dos últimos anos.

Grupo: Acredito que qualquer um dos dois Vélez que entrar nesta Libertadores tem condições de passar para o mata-mata. Chivas, Deportivo Quito e Defensor Sporting são bons adversários e nenhum deles é saco de pancada, porém o fortín é mais time, desde que não seja soberbo (como eu estou sendo agora).

Time base: Marcelo Barovero; Fabián Cubero, Sebastián Domínguez, Fernando Ortiz e Emiliano Papa; Augusto Fernández, Héctor Canteros (Ivan Bella), Víctor Zapata e David Ramírez (Federico Insúa); Juan Manuel Martínez e Mauro Óbolo (Lucas Pratto). Técnico: Ricardo Gareca.

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Arsenal, Copa Libertadores da América | 09:00

Arsenal e a missão de incomodar

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Córdoba, Zelaya e Carbonero comemorando um gol.

Nem nos seus melhores momentos o Arsenal de Sarandí deixou de ser uma equipe intermediária do futebol argentino. No entanto, pode incomodar bastante os que o desdenha (como eu estou fazendo agora). Afinal, a equipe já tem experiência em competições internacionais.

Leia também: Irregular no Apertura e sem goleador, Arsenal tenta surpreender

Destaco dois pontos positivos da equipe do papai Grondona. Um deles é o setor defensivo, onde atuam dois muito qualificados – Guillermo Burdisso – o irmão do Nicolás – e Lisandro López – homônimo ao atacante do Lyon, mas que também marca alguns gols. E como a equipe não possui um poderio ofensivo, a equipe aposta em contra-ataques com muita velocidade. E esta velocidade é a grande arma da equipe de Gustavo Alfaro.

As bolas paradas também podem dar dor de cabeça aos adversários, sobretudo, com a chegada dos dois zagueiros já citados.

No mais, pouco a destacar. A saída de Mauro Óbolo – para o Vélez – implicou na falta de um homem de referência. O que não é de todo mal, visto que ora a equipe joga com dois ora com três homens na frente, e tanto Zelaya, como Córdoba e Leguizamon guardam os seus.

Grupo: O Arsenal ter passado da pré-Libertadores não é surpresa alguma, mas no grupo com Boca Juniors e Fluminense não apostaria minhas fichas no Viaducto. Zamora é o mais fraco deste grupo.

Time base: Cristian Campestrini; Adrián González, Lisandro López, Guillermo Burdisso e Damián Pérez; Diego Torres (Carlos Carbonero), Iván Marcone (Luciano Leguizamon), Nicolás Aguirre e Juan Pablo Caffa; Jorge Córdoba  e Emilio Zelaya. Técnico: Gustavo Alfaro.

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