Publicidade

Posts com a Tag Facundo Ferreyra

terça-feira, 28 de junho de 2011 Balanço, Clausura | 08:00

Balanço: 4 revelações e 1 decepção

Compartilhe: Twitter

Uma das boas coisas deste Clausura foi observar o surgimento, ou afirmação, de alguns bons jogadores. Então, dando sequência ao breve balanço, o Toco y Me Voy selecionou cinco atletas: quatro revelações e uma decepção do torneio.

Aos 19 anos, Erik Lamela já tornou-se uma realidade.

Erik Lamela, meio campo do River Plate
No olho do furacão, o meia Erik Lamela é um dos poucos que se salvam na atual fase do River Plate, ao menos em qualidade. Aos 19 anos, com 1,80 cm e 70 kg, tornou-se um dos pilares Millionários, com sua agilidade, visão de jogo, qualidade de passe e arremates de média e longa distância, em outras palavras, é o alento criativo da equipe. O enganche disputou 18 partidas, marcou três gols e recebeu cinco amarelos (não levando em conta a Promoción), enfim, talvez a falta de experiência ainda pese muito. A sua permanência em Núñez pode está com os dias contados: Milan e Roma já demonstraram interesse.

Ricky Álvarez, meio campo do Vélez Sarsfield
Ainda adolescente passou pelo Club Parque – reconhecida escola de futebol infantil -, e, na sequência, pelas canteras do Boca Juniors, mas foi dispensado, ironicamente, por ser baixo e magro. Hoje, aos 23 anos, com 1,88 cm e 84kg, o canhoto Ricky tornou-se o 12º jogador do Fortín e cobiçado por diversos grande clubes europeus. Atua tanto como segundo atacante como enganche. Marcou três gols em 11 partidas incompletas, mas são nas assistências e qualidade dos arremates de média e longa distância que ele se diferencia dos demais, outro que tem os dias contados na Argentina.

Lisandro López, defensor do Arsenal
Homônimo do artilheiro do Lyon, da França, Lisandro López, 21 anos, possui uma função bem diferente: é zagueiro, mas também atua como lateral esquerdo e faz muito bem o papel de goleador quando preciso. Em 19 partidas pelo Arsenal, marcou seis gols e recebeu apenas dois cartões amarelos. Entretanto, López surgiu no Chacaritas Juniors, em 2009, e, desde então, mostra muita maturidade, apesar da pouca idade. Com 1,87 cm e 79 kg, possui algumas características como bom cabeceio, passe, marcação e apóia muito bem ao ataque.

Facundo Ferreyra, do Banfield, com a camisa da Albiceleste.

Facundo Ferreyra, atacante do Banfield
Das revelações, o jovem atacante Facundo Ferreyra é, certamente, o menos midiático, porém sua qualidade e oportunismo o credenciam a qualquer hall de bons jogadores jovens, inclusive para Argentina Sub 20, na qual é frequentemente requisitado. Chucky, como também é conhecido, possui 20 anos, 1,83 cm e 79 kg, sabe jogar como pivô, tem raciocínio rápido, faro de gol e finaliza muito bem com ambas as pernas. Neste Clausura, converteu seis gols em 16 partidas – entre titular e suplente. Além disso, suas apresentações pela Seleção expandiram seu mercado, sobretudo, na Espanha, onde Villarreal e Sevilla já demonstraram interesse.

Entretanto, dentre vários jogadores que decepcionaram neste Clausura, o blog selecionou o atleta que em sua negociação promoveu o maior alarde e não correspondeu as expectativas.

Walter Erviti, meio campo do Boca Juniors
De principal figura do Banfield a um jogador qualquer no Boca Juniors, com direito a novela patética na negociação. O meia Walter Erviti, 31 anos, chegou ao clube da Ribera com aval do técnico Julio Cesar Falcione, com o qual trabalhou na antiga equipe. Entretanto, o homem de confiança do treinador não fez jus nem ao investimento e nem a novela que promoveu. No Boca, marcou um gol, tornou-se o 12º jogador e em momento algum conseguiu reeditar o bom futebol apresentado no Taladro.

Faltou alguém na lista?

Autor: Tags: , , , , , , , , , , ,

domingo, 13 de fevereiro de 2011 Seleção | 11:14

Objetivo cumprido (?)

Compartilhe: Twitter

 “Nosso objetivo era classificar ao mundial”, afirmou Walter Perazzo, técnico da seleção Argentina Sub 20, após a derrota ante Uruguai, que deixou a Seleção longe da classificação às Olimpíadas Londres 2012. A desculpa perfeita para a campanha imperfeita. Medíocre e deprimente. Desde a escolha do selecionador.

A AFA tem se especializado em escolher os técnicos por questões políticas e midiáticas e não futebolísticas. Os últimos grandes selecionadores das Seleções de categorias inferiores foram José Pekerman e Hugo Tocalli. Mas independente deles, o que importa é a atual. Ou nem importa, ao que parece.

As categorias inferiores da Albiceleste sempre foram identificadas com diversos bons jogadores, não que nesta não possua, mas que eles sumcubiram. Antes do início do torneio, Funes Mori, Sergio Araujo, Leonel Galeano, Bruno Zuculini e Michael Hoyos, seriam os nomes de maiores destaques.

Já em competição, entre altos e baixos, mais baixos do que altos, alguns nomes ficaram em evidência, como: Juan Manuel Iturbe, Facundo Ferreyra e Franco Zuculini. Enquanto que, os midiáticos Funes Mori, Sergio Araujo e Leonel Galeano ficaram devendo. Faltaram-lhe organização tática e respaldo.

Não há muito que dizer. Defender o título das Olimpíadas – campeã em 2004 e 2008 – não fazia partes dos planos. (?) Mas nem tudo é negativo – e (quase) nada é positivo -, afinal, conseguiu a vaga ao Mundial.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , ,