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Posts com a Tag Erik Lamela

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Seleção | 01:40

Convocação: Lamela retorna, Ricky não

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Alejandro Sabella anunciou na noite desta terça-feira a convocação dos atletas que atuam no futebol europeu para o amistoso ante Suiça, dia 29 de fevereiro, em Berna. Dentre os selecionados, as surpresas foram: Hugo Camagnaro, do Nápoli, e Daniel Días, do Getafe. No entanto, o destaque midiático ficou por conta do retorno de Erik Lamela.

Em relação à última convocatória, as ausências foram: Burdisso e Pastore – lesionados; Demichelis, Banega, Lavezzi, Germán Denis, Gaitán e Guiñazu – por decisão técnica.

Lamento pela contusão de Burdisso e Pastore, pois ambos estariam na minha equipe. Banega talvez precise de uma geladeira, assim como Lavezzi (este um freezer). Quanto aos demais não vejo motivo para serem convocados, o mesmo digo do Garay (eu implico com ele). No geral, Pachorra manteve a base que já vem convocando e testará novos jogadores, o que considero válido. O retorno de Lamela era questão de tempo, trata-se de um jogador jovem e com qualidade. No mais, sentir falta de Ricky Álvarez.

Goleiro: Sergio Romero (Sampdoria-ITA)
Laterais: Pablo Zabaleta (Manchester City-ING), Fabián Monzón (Nice-FRA) e Marcos Rojo (Spartak Moscou-RUS);
Zagueiros: Daniel Díaz (Getafe-ESP), Hugo Campagnaro (Napoli-ITA), Federico Fernández (Napoli-ITA) e Ezequiel Garay (Benfica-POR)
Meio-campistas: Javier Mascherano (Barcelona-ESP), Fernando Gago (Roma-ITA), Maxi Rodríguez (Liverpool-ING), José Sosa (Metalist-UCR), Ángel Di María (Real Madrid-ESP) e Erik Lamela (Roma-ITA);
Atacantes: Lionel Messi (Barcelona-ESP), Rodrigo Palacio (Genoa-ITA), Sergio Aguero (Manchester City-ING) e Gonzalo Higuaín (Real Madrid-ESP)

E você, leitor, o que achou da convocação de Sabella? Comente!

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Boca Juniors, Copa Libertadores da América, Seleção | 01:23

Numa partida “aburrida”, Boca não sai do zero

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Boca Juniors estreou mal. Tanto pelo resultado – empate em zero a zero com o fraco Zamora, da Venezuela – quanto pelo futebol (não) apresentado. Como tentei alertar no texto anterior, esta equipe está longe de ser àquela vitoriosa de outrora, mas ainda assim é um bom conjunto, apesar da partida de hoje mostrar o contrário.

Talvez a necessidade fosse o brilho de uma estrela sequer, esta faltou. Román Riquelme esteve apagado durante toda a partida. Santiago El Tanque Silva desperdiçou talvez a chance mais clara do jogo, ao cabecear na trave, aos 44 minutos do segundo tempo. Cvitanich, Erviti… nada. Enfim, este time carece de individualismo.

As alterações de Julio César Falcione não surtiram o efeito desejado e como diriam os argentinos, esta foi uma partida “aburrida”. No entanto, os venezuelanos tiveram o mérito de anular as jogadas xeneizes e ainda levaram perigo numa cobrança de falta.

Contudo, só resta aos boquenses pegarem mais sete horas de viagem com a cabeça inchada e no dia 7 de março encarar o Fluminense, em La Bombonera. Confira abaixo “os melhores” momentos da partida.

O que você, leitor, achou da partida? Opine!

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terça-feira, 28 de junho de 2011 Balanço, Clausura | 08:00

Balanço: 4 revelações e 1 decepção

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Uma das boas coisas deste Clausura foi observar o surgimento, ou afirmação, de alguns bons jogadores. Então, dando sequência ao breve balanço, o Toco y Me Voy selecionou cinco atletas: quatro revelações e uma decepção do torneio.

Aos 19 anos, Erik Lamela já tornou-se uma realidade.

Erik Lamela, meio campo do River Plate
No olho do furacão, o meia Erik Lamela é um dos poucos que se salvam na atual fase do River Plate, ao menos em qualidade. Aos 19 anos, com 1,80 cm e 70 kg, tornou-se um dos pilares Millionários, com sua agilidade, visão de jogo, qualidade de passe e arremates de média e longa distância, em outras palavras, é o alento criativo da equipe. O enganche disputou 18 partidas, marcou três gols e recebeu cinco amarelos (não levando em conta a Promoción), enfim, talvez a falta de experiência ainda pese muito. A sua permanência em Núñez pode está com os dias contados: Milan e Roma já demonstraram interesse.

Ricky Álvarez, meio campo do Vélez Sarsfield
Ainda adolescente passou pelo Club Parque – reconhecida escola de futebol infantil -, e, na sequência, pelas canteras do Boca Juniors, mas foi dispensado, ironicamente, por ser baixo e magro. Hoje, aos 23 anos, com 1,88 cm e 84kg, o canhoto Ricky tornou-se o 12º jogador do Fortín e cobiçado por diversos grande clubes europeus. Atua tanto como segundo atacante como enganche. Marcou três gols em 11 partidas incompletas, mas são nas assistências e qualidade dos arremates de média e longa distância que ele se diferencia dos demais, outro que tem os dias contados na Argentina.

Lisandro López, defensor do Arsenal
Homônimo do artilheiro do Lyon, da França, Lisandro López, 21 anos, possui uma função bem diferente: é zagueiro, mas também atua como lateral esquerdo e faz muito bem o papel de goleador quando preciso. Em 19 partidas pelo Arsenal, marcou seis gols e recebeu apenas dois cartões amarelos. Entretanto, López surgiu no Chacaritas Juniors, em 2009, e, desde então, mostra muita maturidade, apesar da pouca idade. Com 1,87 cm e 79 kg, possui algumas características como bom cabeceio, passe, marcação e apóia muito bem ao ataque.

Facundo Ferreyra, do Banfield, com a camisa da Albiceleste.

Facundo Ferreyra, atacante do Banfield
Das revelações, o jovem atacante Facundo Ferreyra é, certamente, o menos midiático, porém sua qualidade e oportunismo o credenciam a qualquer hall de bons jogadores jovens, inclusive para Argentina Sub 20, na qual é frequentemente requisitado. Chucky, como também é conhecido, possui 20 anos, 1,83 cm e 79 kg, sabe jogar como pivô, tem raciocínio rápido, faro de gol e finaliza muito bem com ambas as pernas. Neste Clausura, converteu seis gols em 16 partidas – entre titular e suplente. Além disso, suas apresentações pela Seleção expandiram seu mercado, sobretudo, na Espanha, onde Villarreal e Sevilla já demonstraram interesse.

Entretanto, dentre vários jogadores que decepcionaram neste Clausura, o blog selecionou o atleta que em sua negociação promoveu o maior alarde e não correspondeu as expectativas.

Walter Erviti, meio campo do Boca Juniors
De principal figura do Banfield a um jogador qualquer no Boca Juniors, com direito a novela patética na negociação. O meia Walter Erviti, 31 anos, chegou ao clube da Ribera com aval do técnico Julio Cesar Falcione, com o qual trabalhou na antiga equipe. Entretanto, o homem de confiança do treinador não fez jus nem ao investimento e nem a novela que promoveu. No Boca, marcou um gol, tornou-se o 12º jogador e em momento algum conseguiu reeditar o bom futebol apresentado no Taladro.

Faltou alguém na lista?

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domingo, 29 de maio de 2011 Clausura, Olimpo, River Plate | 22:59

Em promoção!

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(Sem legenda)

O que dizer quando a pressão faz o futebol sucumbir? E o que fazer quando a história de uma das equipes mais tradicionais do futebol argentino está em jogo e o peso dela está em seu corpo? E quando a manutenção na elite se iguala ao sonho do título? Se você não sabe o que responder ou fazer, não se assuste, pois você não é o único. Os jogadores de River Plate e Olimpo também não.

A partida não foi ruim, mas esteve longe de ser ótima. Os Millionarios (ainda) não estão na segunda divisão, mas jogam como se estivessem. Triste realidade. Talvez seja o peso da camisa e as responsabilidades que ela implica, ou a pura falta de qualidade dos seus atletas que não conseguiram na partida de hoje dar três passes seguidos. Mas o que são três passes diante da Promoción? Oportunidades de gols, então, incogitável. Nem mesmo os pilares da equipe – Carrizo-Almeyda-Lamela – puderam salvar. Na verdade, nem comprometeram. Enfim, a Promoción os aguardam.

Por sua vez, os Aurinegros, diga-se de passagem, se impuseram a partir dos 20 minutos iniciais, mas nada fizeram para justificar ou valorizar tal feito. Talvez pelo mesmo problema da pressão ou da falta de qualidade. Ou até, não tenham dado o devido valor. Martín Rolle supôs modificar o panorama, mas ficou na suposição. Livres não estão, mas observando o rival até pode sentirem-se aliviados.

No final, o zero a zero foi do tamanho do futebol apresentado, da situação, das equipes. Diante disso, pode ser melhor não procurar as respostas das questões acima, mas sim, procurar o futebol perdido e não acreditar que é algo longínquo, como agora. Lembrar que faltam apenas três rodadas faz-se necessário, não repetir o que têm feito, também. A agonia continua…

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quarta-feira, 25 de maio de 2011 Seleção | 19:15

Valeu pela festa!

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Num amistoso que mais serviu pelos festejos da inauguração do Estádio Centenario, em Chaco, do que para avaliar atletas, Argentina derrotou o Paraguai, por 4 a 2, e finalizou a série de três amistosos com futebolistas que atuam no país. Gabriel Hauche, converteu um doblete, Fede Fernández e Enzo Pérez marcaram para seleção local; Zeballos e Marecos descontaram.

Jogadores festejando o segundo gol, de Fede Fernández.

Não tardou para a Albiceleste tomar as iniciativas do encontro, logo aos oito minutos, Fabian Monzón fez boa jogada e ao cortar o defensor guarani rebateu a bola para o centro da área, Hauche aproveitou e abriu o marcador. Mas seis minutos depois, a zaga mostrou a fragilidade que lhe tem sido habitual. Todos ficaram observando, enquanto, Pablo Zeballos carregou a bola e bateu no canto direito do mal posicionado Carrizo.

Aos 36, Fede Fernández ampliou, de cabeça, aproveitando uma cobrança de falta de Diego Valeri. E oito minutos depois, Pillud recebeu pela direita do ataque, fez bela jogada e assistiu Hauche. Gol made in Racing.

No segundo tempo, o Paraguai com o placar adverso buscou mais o gol até que aos 11 minutos, Elvis Marecos, de cabeça, após um cruzamento, descontou. Carrizo fez golpe de vista e a zaga, novamente, marcou errado. Então, o time da casa acordou e foi para cima, Erik Lamela, em sua primeira participação incisiva, chutou e Silva espalmou no travessão. Aos 28, Pérez aproveitou o rebote e ampliou. Contudo, a Celeste y Blanco continuou atacando e, assim, deixaram alguns espaços. Foi então que o goleiro Millionário pôde mostrar serviço em ao menos duas oportunidades salvou a equipe. No final, o amistoso entre Argentina B e Paraguai B valeu pelos festejos.

Gols da partida:

Nos dois gols guaranís, Carrizo teve parcela de culpa – no primeiro estava mal posicionado, no segundo, fez golpe de vista -, mas em ao menos dois lances salvou o time. Em todos os lances, a defesa mostrou-se frágil. Entretanto, arrisco-me a dizer que apenas o goleiro Carrizo – arriscado pela péssima fase –, o lateral-direito Iván Pillud – que foi absoluto em todos os testes que foi submetido, inclusive com belas jogadas – e talvez o meia Diego Valeri e o lateral-esquerdo Fabián Monzón poderiam disputar outra vaga na lista de (pré-)convocados a Copa América.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 Clausura | 01:25

Fecha 2: Resumo

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Terminou nesta segunda-feira, a segunda rodada do Clausura 2011. Confrontos diretos e “clássicos” se fizeram presentes, assim com um dos prováveis artilheiros do torneio: o experiente Esteban Fuertes, do Colón, já marcou três gols em dois jogos. Nesta rodada, os visitantes se saíram melhor, com cinco vitórias, contra três dos mandantes e dois empates. Foram marcados 20 gols, média de 2,0 gols por partida. 

Erik Lamela, River Plate, no momento em que abria o placar no Monumental.

Nem mesmo a transcendência do Mellizo foi o suficiente para segurar o também ameaçado Olimpo, em La Plata. 3 a 1, ante GELP. Se Ángel Cappa não organizar logo a fraca equipe platense dificilmente conseguirá escapar do descenso. No outro confronto direto na briga contra o rebaixamento, o River Plate conseguiu uma importante vitória contra o Huracán, por 2 a 0, no Monumental. Lamela e Pavone conseguiram, na segunda etapa, encontrar uma sintonia dando outra vida a equipe.   

Após a goleada sofrida para o Cruzeiro, o Estudiantes, sem Verón, venceu o lanterna Quilmes, por 1 a 0. Gol de Mercado. E, novamente, Fuertes salvou o Colón, desta vez, ante Banfield, marcando o gol de empate em 1 a 1. Ainda é a segunda rodada, mas Fuertes foi o único jogador que marcou para o time de Santa Fé, foram três gols. 

Grazzini, All Boys, comemora um dos dois gols na vitória ante Vélez.

Com dois golaços de Grazzini (ver gols abaixo) e a estréia de Ortega, o All Boys conseguiu uma importante vitória sobre o Vélez Sarsfield, por 2 a 1, no estádio José Amalfitani. Pode-se dizer, que por questões de rivalidade bairrista, e só por isso, este também é um clássico. Enquanto isso, no “clássico” dos grandes, por assim dizer, Boca Juniors derrotou o Racing, no Cilindro de Avellaneda, por 1 a 0, com assistência de García e gol de Mouche

Argentinos Jrs e Independiente ficaram no zero a zero, em uma partida fraca de emoções. Já no estádio Marcelo Bielsa, Bieler e Cobelli marcaram e Newell’s Old Boys derrotou o Lanús, por 2 a 1. No Viaducto, Arsenal de Sarandí passou fácil pelo candidato ao descenso, Tigre, por 2 a 0. E após duas partidas mágicas – goleada sobre o Boca e vitória na estréia em Libertadores -, Godoy Cruz perdeu em casa para o San Lorenzo, 2 a 0. 

Apesar de apenas duas partidas jogadas, até então, algumas equipes insistem em não estrear no Clausura, vide Huracán, Tigre e Quilmes e são as próprias, junto a outras, as principais candidatas ao rebaixamento. Enquanto que, apenas Estudiantes e Olimpo venceram seus jogos. Tudo bem foram apenas duas fechas. Então, veremos como se mantêm na próxima rodada. 

Resultados

(17º) Gimnasia y Esgrima de La Plata 1 x 3 Olimpo (1º)
(16º) Banfield 1 x 1 Colón (4º)
(14º) Argentinos Jrs. 0 x 0 Independiente (13º)
(8º) Newell’s Old Boys 2 x 1 Lanús (7º)
(11º) Racing 0 x 1 Boca Juniors (12º)
(15º) Vélez Sarsfield 1 x 2 All Boys (10º)
(20º) Quilmes 0 x 1 Estudiantes (2º)
(5º) River Plate 2 x 0 Huracán (18º)
(9º) Arsenal 2 x 0 Tigre (19º)
(6º) Godoy Cruz 0 x 2 San Lorenzo (3º)

Veja os gols da rodada:

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 Jovens talentos | 15:00

Lamela, o pilar do equilibrio Millionário

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Erik Manuel Lamela, também conhecido como Coco, é uma das jóias de um River Plate não tão Millionário assim. Aos 18 anos, é um dos pilares da equipe principal, não apenas para alcançar títulos, mas para equilibradas as finanças do clube, que estão, cada vez, piores. O clube de Núñez foi o que menos contratou e, hoje, olha com outros olhos para sua base.

Aos 12, Lamela já chamava a atenção.

Atualmente, sua cláusula de rescisão é de 20 milhões de dólares (R$ 33,2 milhões), o jovem meia poderia ser bem diferente, caso há seis anos – quando ainda tinha 12 anos – o clube de Núñez, mais especificamente José María Aguillar o tivesse liberado a transferir-se à La Masía, cantera do Barcelona, onde já estava Lionel Messi. À época o jovem Lamela já chamava atenção. Filho do ex-jogador, José Lamela, o garoto participara constantemente de programas televisivos mostrando seus dotes futebolísticos.

Porém ainda era uma jóia bruta, que estava sendo lapidada, até então, na escola do River. Para não deixar a idéia blaugrana seduzir a família Lamela, Aguillar ofereceu emprego aos pais do atleta e bolsas de estudo aos irmãos, em troca o atleta permaneceria no clube.

Aos 18, Lamela é uma das peças principais da equipe de Núñez.

Ano passado, Erik assinou seu primeiro contrato profissional, por quatro anos, com a cláusula de rescisão de 20 milhões de euros (R$ 45,5 milhões). E debutou, aos 17 anos, por intermédio do ex-técnico Néstor Gorosito, ante Tigre, o mesmo rival com o qual estreou neste Clausura 2011.

Ágil, bom passe, visão de jogo e arremates de média e longa distância, atua de enganche, mas também é utilizado de meia esquerda. Ele foi uma das ausências mais sentidas – junto com seu parceiro de time, Lanzini – na Argentina Sub 20, que disputou o Sul-Americano 2011, da categoria.

Enfim, Daniel Passarella rejeitou uma boa oferta do Milan pelo garoto. Mas, inevitavelmente, num futuro próximo desembarcará no velho continente. Por sua qualidade e pela necessidade financeira do clube. Contudo, tanto o atleta sabe do valor que o clube possui em sua jornada quanto o clube sabe do valor que o atleta possui para o clube. Afinal, Lamela se tornara na última temporada o pilar do equilibro no campo e nas finanças.

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domingo, 20 de fevereiro de 2011 Clausura, Huracán, River Plate | 22:46

River Plate vence a primeira final…

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Lamela comemorando o gol. O primeiro do River Plate.

Em confronto direto na luta contra o descenso, River Plate vence Huracán, por 2 a 0, no Monumental de Núñez. Conquista a primeira vitória no Clausura, fica a sete pontos de vantagem do rival e respira. O jovem enganche Erik Lamela foi o destaque da partida.

Ao final da primeira etapa, o placar insistia em não sair do zero. As chances eram criadas e desperdiçadas. No melhor lance da primeira etapa, já no final, Pavone assistiu Lanzini, que definiu na trave.

Mas no início do segundo tempo, o solitário Mariano Pavone encostou em Lamela e as oportunidades foram geradas com maior frequência. Aos cinco minutos, os dois tabelaram na entrada da área e Lamela tocou na saída do arqueiro para abrir o marcador. E, logo, aos 14 minutos, Lamela tocou para Pavone, que cruzou para Ferrari, de cabeça, ampliar.

Do outro lado, havia uma equipe taticamente desorganizada e com poucos recursos para alcançar o que almeja. As chances também foram criadas. Aos 20, Claudio Guerra livre chutou para fora, após (des)aproveitar um rebote. O mesmo ocorreu com Javier Cámpora, que após jogada ensaiada, subiu sem marcação e cabeceou para fora, aos 38.

Ambas equipes necessitavam da vitória para uma finalidade em comum, brigar contra o rebaixamento. River se saiu melhor, venceu a primeira final. Agora, faltam 17. E não apenas pela partida de hoje, os torcedores do Huracán têm sérios motivos para se preocupar, pois a B Nacional é logo ali...

Veja os gols da partida:

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