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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 Arsenal, Copa Libertadores da América, Imagem, Vélez Sarsfield | 01:04

Vélez goleia; Arsenal pressiona, mas perde

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Defensores Sporting 0 x 3 Vélez Sarsfield. Embora tenha tomado as ações da partida desde o início, o Vélez só abriu o marcador aos 40 minutos do primeiro tempo, com David Ramírez. Após cobrança de escanteio, Óbolo ampliou aos 36 minutos do segundo tempo. E Sebá – aquele do Corinthians, mesmo – cobrou uma falta como nunca fez na vida (este foi o seu primeiro gol falta), colocando a bola no ângulo, aos 40 do segundo tempo, para fechar o marcador. O Fortín desde o início mostrou superioridade e solidez nas suas ações.

Fluminense 1 x 0 Arsenal. Apesar das limitações, o Arsenal apresentou um futebol convincente e não se entregou fácil. Pagou pela desatenção inicial. Sofreu o gol, de Fred, aos dois minutos de jogo, e após encaixar alguns contra-ataques tomou a iniciativa da partida pressionando os donos da casa até os minutos finais.

Leandro Euzébio, num lance lastimável, e Wagner foram expulsos pelo lado tricolor, enquanto Aguirre foi expulso pelo Viaducto. Os xeneizes agradecem.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 09:30

Vélez Sarsfield quer voltar a ser Fortín

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No clube desde 2009, Ricardo Gareca é um dos pontos fortes desta equipe.

O Vélez Sarsfield tem sido nos últimos anos a equipe mais regular e forte do futebol argentino. Feito este que não se repetiu no último Apertura 2011, mas ainda assim, a equipe terminou o torneio em terceiro lugar. Talvez a grande sacada do fortín foi manter a base desde 2009, quando venceu o Clausura (apesar do resultado controverso), e agregar jovens. Ademais, o ótimo Ricardo Gareca.

Difícil dizer qual o ponto forte do Vélez, visto que manter uma equipe sólida e entrosada. Marcelo Barovero um dos melhores goleiros do futebol local. Na zaga, atua com jogadores bastante experientes – e “velhos”, este é um ponto a ser explorado pelos adversários. Contudo, todos têm o espírito da Libertadores.

No meio de campo, mescla experiência e juventude. O setor mais equilibrado da equipe, diga-se. A saída de Ricky Álvarez e Maxi Moralez, na temporada passada, fez equipe cair de rendimento. O não-retorno do artilheiro Santiago Silva também frustrou os fortineros. Mas a chegada do experiente meia Federico Insúa poderá dar um ânimo ao setor.

Já no ataque, Juan Manuel Martínez, apesar do porte de pivô deverá jogar pelos flancos, como é de costume e Mauro Óbolo será o homem de referência. Ao menos até a regularização e condição de jogo do experiente atacante Lucas Pratto. Forte candidato a ocupar uma das vagas.

Contudo, se há uma equipe que tem variações ofensivas, dentre as cinco classificadas, esta é o Vélez Sarsfield, porém é precoce afirmar qual dos Vélez entrará em campo nesta Libertadores: a equipe do Apertura ou a dos últimos anos.

Grupo: Acredito que qualquer um dos dois Vélez que entrar nesta Libertadores tem condições de passar para o mata-mata. Chivas, Deportivo Quito e Defensor Sporting são bons adversários e nenhum deles é saco de pancada, porém o fortín é mais time, desde que não seja soberbo (como eu estou sendo agora).

Time base: Marcelo Barovero; Fabián Cubero, Sebastián Domínguez, Fernando Ortiz e Emiliano Papa; Augusto Fernández, Héctor Canteros (Ivan Bella), Víctor Zapata e David Ramírez (Federico Insúa); Juan Manuel Martínez e Mauro Óbolo (Lucas Pratto). Técnico: Ricardo Gareca.

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domingo, 12 de junho de 2011 Clausura, Vélez Sarsfield | 22:26

iVélez Sarsfield, campeón!

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Equipe base e disposição tática.

O título era iminente e justo, diga-se. O Vélez Sarsfield é, atualmente, a melhor equipe do futebol argentino. No entanto, a consagração chegou com uma rodada de antecedência, após a derrota do Lanús para o Argentinos Juniors, por 1 a 0. Mas antes, a equipe já havia derrotou, por 2 a 0, o Huracán, no Estádio Tomás Adolfo Ducó, com portões fechados. Triste fato. No entanto, convocou a torcida para assistir aos jogos – o seu e o do Lanús -, no José Amalfitani.

O nono título Velezano – Nacional 1968, Clausura 1993, Apertura 1995, Clausura 1996, Clausura 1998 Clausura 2005, Clausura 2009 e Clausura 2011 -, chegou após 18 jogos: 11 vitórias, três empates e quatro derrotas. A equipe possui o melhor ataque, com 34 gols marcados – destes, oito foram marcado por Ramírez; sete por Silva; quatro por Moralez; Fernández Martínez e Ricky Álvarez marcaram três; e Canteros, Cubero, Ortíz, Papa, Vuletich e Zapata, um cada – e 16 sofridos. O aproveitamento foi de 66,67%.

Números à parte, conquistou o título a equipe que buscou ser diferente, que soube superar suas limitações e apresentou o futebol mais bonito e eficiente. Nem mesmo as lesões de Santiago Silva, Juan Manuel Martínez, Víctor Zapata e Maxi Moralez fizeram o time sucumbir. E todos tiveram papeis importantes nesta conquista, inclusive, as revelações Fernando Tobio, Iván Bella, Héctor Canteros e Ricky Álvarez, além do reserva de luxo David Ramírez. Ou seja, ponto para o treinador Ricardo Gareca.

Confira a campanha Fortinera:

Independiente 2 x 2 Vélez Sarsfield
Gols do Vélez Sarsfield: Maxi Moralez e Juan Manuel Martínez
Vélez Sarsfield 1 x 2 All Boys
David Ramírez
Argentinos Juniors 1 x 1 Vélez Sarsfield
David Ramírez
Vélez Sarsfield 1 x 0 Boca Juniors
Fernando Ortiz
River Plate 1 x 2 Vélez Sarsfield
Santiago Silva
Vélez Sarsfield 2 x 0 San Lorenzo
Santiago Silva e Augusto Fernández
Vélez Sarsfield 3 x 0 Arsenal
Santiago Silva, Ricky Álvarez e Juan Manuel Martínez
Olimpo 1 x 2 Vélez Sarsfield
Ricky Álvarez e Emiliano Papa
Vélez Sarsfield 2 x 0 Newell’s Old Boys
Santiago Silva e Augusto Fernández
Colón 1 x 1 Vélez Sarsfield
Víctor Zapata
Vélez Sarsfield 2 x 3 Quilmes
Héctor Canteros e Agustín Vuletich
Estudiantes 0 x 4 Vélez Sarsfield
Augusto Fernández, Maxi Moralez (2) e David Ramírez
Vélez Sarsfield 2 x 0 Banfield
Fabián Cubero e David Ramírez
Lanús 3 x 2 Vélez Sarsfield
David Ramírez (2)
Vélez Sarsfield 2 x 0 Gimnasia y Esgrima de La Plata
Santiago Silva e Maxi Moralez
Tigre 2 x 1 Vélez Sarsfield
Ricky Álvarez
Vélez Sarsfield 2 x 0 Godoy Cruz
Juan Manuel Martínez e David Ramírez
Huracán 0 x 2 Vélez Sarsfield
Santiago Silva e David Ramírez
Vélez Sarsfield x Racing
Ainda não jogou.

Assista todos os gols da equipe:

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sexta-feira, 27 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:28

Convidado de luxo

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Com direito a festa no início, meio e fim da torcida Carbonera, no Estádio Centenário, Vélez Sarsfield perde a primeira partida das semifinais, ante Peñarol, por 1 a 0, e terá de vencer a partida de volta para classificar-se à final. Rodríguez marcou aos 44 do primeiro tempo e os uruguaios levam vantagem para Argentina.

Rodríguez converteu o único gol da partida.

Após a pressão habitual dos donos da casa – com direito a sustos -, o Vélez Sarsfield conseguiu encaixar algumas boas jogadas, principalmente, explorando as costas Alejandro González – por lá surgiram as melhores chances argentinas – e, temporariamente, foi bem superior aos uruguaios.

Mas a partida não tardou em ficar equilibrada. Ambas equipes procuraram bastante a meta adversária. Os Carboneros tocavam a bola e apostavam no contraataque quase sempre perigoso, no entanto, apresentava fragilidade defensiva. Além de lhe faltar o último passe com qualidade.

Do outro lado, o Vélez apostava bastante no trio ofensivo. Álvarez e Martínez revezavam-se na criação, enquanto, Silva posicionado entre os zagueiros dava trabalho. Embora, não conseguisse finalizar com qualidade. E o organizador de sempre, Victor Zapata, era o melhor em campo no primeiro tempo, diria.

E após alguns lances, digamos, “polêmicos” e outros de perigo, eis que chegou o momento de emoção, carbonero, aos 44. Quando Darío Rodríguez, de cabeça, aproveitando o cruzamento tirou de Barovero e abriu o placar. Com direito a volta olímpica do autor, na comemoração.

Veja o gol:

Na volta do intervalo, as equipes continuaram atacando bastante, inclusive, aos 11 minutos, o árbitro Amarilla anulou um gol do Burrito Martínez que utilizou o braço antes de finalizar. E com o passar dos minutos, as equipes foram perdendo objetividade e, consequentemente, a partida qualidade. O Fortín abusou das bolas alçadas na área, o adversários nem ousara atacar.

Diego Aguirre, técnico do Manya, apostou na ofensividade. Colocou Estoyanoff no lugar do lateral, improvisado como meia, Corujo. E nada adiantou. Posteriormente, resguardou a defesa. Por sua vez, apesar da maior posse de bola, Ricky e Burrito permaneceram confusos e o isolado Tanque deu lugar a Guille Franco, assim como Martínez saiu para entrada de David Ramírez, que nada conseguiu fazer. No fim, a ausência de Maxi Moralez foi maior do que o imaginado.

Enfim, nada Foi alterado. E o que sobrou da partida foi o bom primeiro tempo e a festa da torcida Carbonera, que, diga-se, já havia vencido antes mesmo da partida começar.

Recebimento da equipe da casa:

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 23:37

Três gols, dois balaços e uma vitória…

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A superioridade do Vélez Sarsfield ficou evidente desde o início do jogo. Mantinham a posse de bola, trocavam passes com facilidade e poucas vezes foram pressionados pelo Caracas FC. No entanto, não criavam as situações de perigo que seu poderio ofensivo tem condições de impor. O que também não foi um problema para a equipe de Liniers, que em casa, venceu por 3 a 0.

Moralez, Martínez e Tobio comemoram o primeiro gol Fortinero

Com a contusão do principal atacante Santiago Silva, Guille Franco foi para o jogo como titular, mas logo aos cinco minutos, saiu lesionado. Então, Giusti foi à campo, e pouco fez. Armado no 4-2-3-1, o sistema ofensivo, hoje, não foi eficaz. Mas a eficiência não veio através da produção, mas sim da execução individual e de longa distância, digamos assim.

Por sua vez, os venezuelanos perderam o meia Angelo Peña logo aos nove minutos, o que dificultou ainda mais as pretensões da apática equipe, que ofereceu resistência. Mas só a defesa.

Apenas aos 44 minutos, o cérebro da equipe, Maxi Moralez, acertou um chutaço de fora da área no ângulo direito do arqueiro venezuelano. E aos 14 da segunda etapa, David Ramírez se redimiu da perda de um gol claro, ainda na primeira etapa – o qual ele um pouco desequilibrado chutara na trave com gol livre – e acertou um chute, também de fora da área, no ângulo direito do arqueiro.

Mas, ainda assim, diga-se que o placar não confirmava as oportunidades criadas, vide que o placar foi produzido através de dois bonitos petardos. Aos 37 minutos, Augusto Fernández, que havia entrado no lugar do Mago Ramírez, apostou na jogada individual e foi derrubado na área. Pênalti. Burrito Martínez cobrou e fechou a conta: 3 a 0.

Aos que questionaram, o Fortín é candidato ao título. Não pelo jogo de hoje, pois tem muito mais o que mostrar. Porém as credenciais já foram apresentadas. E se a criação não está eficaz, a pontaria não decepciona. Foi só a estréia na Libertadores, mas o saldo: três gols, dois balaços e uma vitória.

Veja os gols da partida

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 Mercado | 23:15

Mercado: Transações domésticas…

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Após um início de janela de transferência morno, com incorporações por empréstimos e ausência de grandes nomes, os clubes argentino resolveram agir. Repatriando ídolos e negociando craques atuais e de outrora. Veja as contratações mais relevantes…

Mellizo com a camisa do GELP, no início da carreira.

Por amor. A chegada do técnico Ángel Cappa e do atacante Guillermo Barros Schelotto renovou o ânimo do Gimnasia y Esgrima de La Plata. Quase 14 anos, após deixar o clube do Bosque, o Mellizo seguiu para La Bombonera, onde atuou por dez anos, tornando-se um dos maiores vencedores do clube xeneize: 18 títulos. Posteriormente, foi para o Columbus Crew-EUA, no qual atuou por quatro anos. Tornou-se ídolo por onde passou, agora está de volta – por seis meses – para encerrar a carreira do clube de coração. Passe livre. E sem receber nada. O que diria Pelé?

Reforçado. O Boca Juniors não se deu por satisfeito em contratar o ex-técnico do Banfield, Julio César Falcione, e resolveu trazer também o melhor atleta da equipe, diga-se de passagem, o enganche Walter Erviti que após muita polêmica – fechou contrato com os Xeneizes de três anos de extensão, por 3,2 milhões de dólares (R$ 5,3 milhões). Chegou, por empréstimo, o volante Diego Rivero, proveniente do San Lorenzo, que levou Matías Giménez em troca, por empréstimo de um ano e opção de compra de 1,3 milhões de dólares (R$ 2,1 milhões). E para fazer dupla com Rivero, chegou Leandro Somoza, que estava no Vélez Sarsfield, porém tem o passe ligado ao Villareal-ESP. O clube espanhol recebeu 500 mil dólares (R$ 800 mil) pelo empréstimo de um ano. Por sua vez, o volante chileno Gary Medel transferiu-se para o Sevilla.

 

Bordagaray com a camisa do River.

Cadê? O River Plate fez apenas uma incorporação, o atacante Fabián Bordagaray, ex-San Lorenzo, que chegou sem ônus para a equipe, pois um grupo de empresários o colocou no clube. Em contrapartida, o clube vendeu o meia Diego Buonanotte para o Málaga-ESP (Saiba mais no próximo post da série). E por questões mais políticas do que econômicas ou futebolísticas, emprestou Ariel Ortega ao All Boys. Afinal, a paciência do técnico Juan José López com o ídolo Millionário havia chegado ao fim. Passarella renovou seu contrato por três anos e o negociou por empréstimo com o Albo, por seis meses e opção de renovação por mais um ano. A equipe de Floresta pagou 200 mil de dólares (R$ 333,5 mil), enquanto o River Plate pagará seu salário. Contudo, o All Boys vendeu o enganche Matías Pérez Garcia para o Universidad Chile-CHI, por 100 mil dólares.

Ofensivamente ofensivo. O Vélez Sarsfield contratou o enganche – do Godoy Cruz e sensação do Apertura – David Ramírez, por 3 milhões de dólares (R$ 5 milhões). Além do atacante argentino naturalizado mexicano Guillermo Franco, que estava sem clube. Agora, o Fortín possui um dos mais fortes sistemas ofensivos do país, quiçá do futebol sulamericano, como Mago Ramírez, Maxi Moralez, Tanque Silva e Burrito Martínez.

O motivo do adeus! Alejandro Sabella pediu incorporações, principalmente, um atacante de área e um defensor polifuncional, mas não foi atendido. No entanto, o Estudiantes contratou o meia Pablo Barrientos, Catania-ITA, por 1,3 milhões de dólares pelo empréstimo de seis meses, e o lateral esquerdo Nelson Benítez, ex-San Lorenzo, que chegou para o lugar de Rojo que foi para o futebol russo. Os valores da transação do defensor não foram revelados. Não foi o suficiente, então, Pachorra se foi. Chegou o ex-auxiliar de Marcelo Bielsa, na seleção chilena, Eduardo Berizzo.

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