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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011 Curiosidade, Lionel Messi | 23:01

De Messi para Cristina

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O craque argentino Lionel Messi enviou hoje uma carta aberta desejando força à presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que será operada na próxima quarta-feira, 4 de janeiro, por causa de um câncer na tireóide.

Reprodução / Facebook

A mensagem à presidente Kirchner foi enviada através da página oficial da Fundación Lio Messi no Facebook: “Lionel Messi e família, conjuntamente com toda a equipe de sua Fundação, a envia uma mensagem de força, alento e sincero afeto à presidenta Dr. Cristina Fernández de Kirchner. Desejando, energias positivas, com os maiores ânimos para enfrentar um tratamento rápido e exitoso, uma recuperação saudável e rodeada de seus afetos”.

Atualmente, Messi está de férias em Rosário, na Argentina. Já este que vos escreve não sabe o que é isso, férias, no entanto, se sentiu no direito de só voltar a postar ano que vem neste espaço. Ou seja, na próxima semana estarei de volta com conteúdos mais analíticos do que os postados ultimamente aqui.

Saludos!

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domingo, 13 de março de 2011 AFA | 10:44

Apenas mais uma discussão utópica

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De fato, os assuntos não são novos – já existem há pelo menos uma década. Porém, acredita-se que nunca estiveram tão perto de se fazerem realidade. Utopia, ou não, a modificação no formato de disputa da Primera División e a Copa da Argentina voltam a pauta da reunião do Comitê Executivo da AFA, na próxima semana.

Este é Don Julio e está há 32 anos na presidência da AFA.

Torneios longos ou curtos (?)”. A AFA, leia-se: Julio Grondona, já deu a entender que tem preferência pelo modelo atual – dois torneios curtos: Apertura/Clausura. Vide que há interesses díspares e obscuros acerca de tal questão.

Os dirigentes dos “grandes” o acompanha. Enfim, de tal forma há mais de um campeão por ano e isso mascara a crise o qual estes clubes passam. Na verdade, esse sistema foi implementado a cerca de 20 anos para, dentre outras coisas, auxiliar um Boca Juniors em crise, como agora. A partir da idéia do vice-presidente do clube em exercício na época, Carlos Heller. Mas o engraçado é que desde a mudança do formato, o River Plate foi o maior vencedor, com 12 títulos. E também graças ao sistema, Banfield e Lanús, por exemplo, conseguiram conquistar o caneco.

Outro tema que volta à tona é a Copa da Argentina. O modelo proposto é igual o da Copa do Rey e a Copa da Itália, no qual equipes de diversas divisões inferiores (B Nacional, Primera B, Primera C, Torneo Argentino A, Torneio Argentino B) participam nas primeiras fases, que teria inicio em fevereiro e posteriormente – em meados de julho – ingressam os clubes da Primera División. O torneio teria extensão até outubro.

Esta idéia agrada bastante ao presidente da AFA, Julio Grondona, e a presidente do país, Cristina Kirchner. Afinal, atendem aos seus interesses, principalmente, do Fútbol para Todos, que é um programa governamental o qual explora os direitos de transmissão ao vivo das partidas do futebol argentino pela emissora estatal TV Pública. Além é claro, de contemplar as equipes de divisões inferiores que necessitam de capital.

Atualmente, as mesmas equipes que disputam a Copa libertadores da América podem jogar a Copa Sul-Americana. Mas este modelo poderá ser modificado. E os dois campeões e os três subsequentes, na tabela de pontos agregados, se classificariam à Libertadores, ou se for modificada: do primeiro ao quinto. E as cinco ou seis vagas da Sul-Americana seriam preenchidas pelos demais. Ou, ao menos duas delas, pelos finalistas da Copa em questão. Mas esta hipótese ainda está em estudo.

Modificar o formato de disputa é apenas a ponta do iceberg, como diria Daniel Arcucci. Os torneios longos, de fato, contemplariam o planejamento, mas como fica a questão dos promédio? E o já tão expostos problema de arbitragem? Estes grandes problemas não parecem interessar no momento. Quanto a Copa da Argentina, é interessante, mas desnuda a questão política da AFA, que quer agradar a todos e arrecadar mais dinheiro. Como disse certa vez, Grondona: “meu maior erro? Foi ser excessivamente generoso com o dinheiro”.

Faz-se necessário rever conceitos. E novos ventos sopram no futebol argentino, basta saber se o país aprendera a máxima brasileira: “do país que muda para continuar do jeito que estar”. Enfim, é nisso que eu acredito. Aguardemos…

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