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Posts com a Tag Copa Santander Libertadores

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Godoy Cruz | 01:18

Um ano depois… Godoy Cruz consegue revanche sobre Peñarol

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O que foi escrito anteriormente sobre o Godoy Cruz ainda vale, ok? O Tomba venceu o Peñarol por 1 a 0, com gol de Diego Villar, mas não fez mais do que o feijão com arroz habitual. Conseguiu suportar a pressão dos uruguaios, tiveram mais posse de bola e encontraram um gol no início do segundo tempo, o que lhe deu mais calma. O jogo não foi um primor e nem futebol é merecimento. No mais, a revanche foi feita.

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Godoy Cruz | 08:00

Godoy Cruz está de passagem, mas não a passeio

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Villar é o homem da armação

Godoy Cruz é mais uma das muitas equipes intermediárias argentinas que disputam a Libertadores em 2012. No entanto, de todas é a que mantém maior regularidade nos torneios locais. O que não quer dizer que repetirá o feito na competição continental, visto que não houve uma preparação para tal.

O Tomba manteve a base, mas o que lhe falta de jogador desequilibrante lhe sobra de vontade em conjunto. A equipe ataca bem coordenada por Diego Villar, mas defende-se melhor ainda e com experiência. Aliás, experiência – com Ariel, Villar e a defesa em peso – é a tônica desta equipe. Ainda assim, não tem força suficiente para disputar tal competição.

Toque de bola, movimentação e remates de média distância são as melhores armas, e funcionaria bem num campeonato argentino. Creio que o Godoy poderia se preparar mais para o torneio e não se tratar tanto como apenas uma intermediária. Contudo, pode surpreender, inclusive, a este que vos escreve.

Grupo: Não acredito numa classificação, apesar de achar que ela é possível. Universidad de Chile, Peñarol e Atlético Nacional possuem mais bagagem do que o Tomba e isso conta numa Libertadores, sobretudo se não há um elenco de peso.

Time base: Sebastian Torrico; Zelmar García, Nico Sánchez, Leonardo Sigali e Roberto Russo; Ariel Rojas, Federico Lértola, Juan Falcón e Diego Villar; Rubén Ramírez e Facundo Castillón. Técnico: Nery Pumpido.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:41

Quando a vitória não foi o suficiente…

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Uma autêntica partida de Libertadores. Gols, virada, pênalti perdido, trilha sonora, lances “polêmicos” e drama, na mesma pura expressão da palavra. Assim foi o jogo que marcou a despedida do Vélez Sarsfield da competição, ante Peñarol, no José Amalfitani. Nem mesmo a virada, de 2 a 1, foi o suficiente para os argentinos garantirem a vaga na final, ou em outras palavras, o sonho chegou ao fim.

Até a próxima Libertadores...

Como diz o velho chavão: o Peñarol “jogou com o regulamento debaixo do braço”. Entretanto, o futebol apresentado até a metade do primeiro tempo, tratou de desmentir isso. Então, o arqueiro Barovero tratou de salvar a equipe, após um chute cara-a-cara com Martinuccio. E enquanto sofria pressão carbonera, Ricardo Gareca teve que substituir o defensor Cubero, lesionado. Em seu lugar, Fernando Tobio.

A partir da metade do primeiro tempo a equipe argentina mudou o panorama da partida: tocou bola e criou diversas oportunidades, desperdiçadas. Porém, aos 33 minutos o primeiro baque, Matías Mier recebeu livre, de Martinuccio, e bateu na saída de Barovero. Logo, a pressão velezana ganhou mais força, com nervos aflorados, a equipe atacava com mais contundência. Aos 41 minutos, Burrito Martínez, que este muito bem, recebeu em condições legais e empatou, mas o árbitro anulou marcando impedimento. A segunda queda. Mas, aos 46, Maxi Moralez cobrou falta, o arqueiro rebotou e Tobio, aquele entrara, empatou.

Necessitando de mais dois gols, o Fortín voltou do intervalo pressionando, mas não demorou ao ímpeto arrefecer. Moralez – que retornara de lesão não conseguiu apresentar um bom futebol, mas, ainda assim, participou do gol – foi substituído por Ricky Alvarez.

E após alguns minutos de estudo, Oliveira perdeu um gol feito para o Peñarol, e logo na sequência Santiago Silva, virou: 2 a 1. Martínez recebeu o lançamento e de peito assistiu Silva, que finalizou, aos 21. Restavam-lhes 25 minutos e ao fundo, a canção Ilariê, versão portenha.

Aos 25 minutos, Ortiz foi expulso e o drama Fortinero aumentou. Cinco minutos depois, o Burrito sofreu um pênalti infantil. Silva assumiu a responsabilidade e perdeu. Ali, o  Tanque foi de mocinho a vilão. Nos minutos finais, momentos de tensão. Junto ao apito final, choro, de lado a lado. E os sentimentos se misturaram: alegria de uns e tristeza da maioria. E como na vida real, o final não foi feliz, apesar da vitória.

Veja as cenas:

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 22:16

Vélez goleia e segue sonhando

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O placar confortável alcançado em Buenos Aires, proporcionou um relaxamento natural ao Vélez Sarsfield, mas não uma acomodação total. Novamente, o Libertad vendeu caro a derrota e por duas vezes esteve a frente do placar, mas no final o Fortín venceu por 4 a 2, em Assunção. No placar agregado, 7 a 2.

Mesmo não apresentando todo o futebol que lhe é peculiar, a equipe Velezana mostrou que porquê é superior. Conta com jogadores diferenciados – apesar de nem sempre valorizados. No plantel, há os que decidem: Santiago Silva, Ricky Alvarez, Juan Manuel Martínez e Maxi Moralez, que hoje converteu um doblete, e os que podem decidir: Zapata, Papa, Augusto Fernández e David Ramírez, além, é claro, de Marcelo Barovero.

Moralez converteu um doblete.

O primeiro tempo foi tão equilibrado que demorou 44 minutos para o placar ser aberto, pelos paraguaios, e um minuto para ser empatado, por Maxi Moralez. Com a necessidade de marcar mais três gols para se classificar, os Repolleros começou a segunda etapa atacando e logo desempatou. E, novamente, Moralez apresentou-se.

O empate já seria mais do que suficiente para os Fortineros passarem às semifinais, mas Guille Franco ressurgiu, após três meses parado por lesão, e de pênalti, que o próprio sofreu, virou a partida. E segundos antes do apito final, Augusto Fernández marcou um golaço. A cereja no bolo.

Veja os gols da partida:

Pela frente, Peñarol ou Universidad Católica. Caso os uruguaios se classifiquem, a primeira partida da semifinal será em Montevidéu. Já se os chilenos passarem, a primeira será em Buenos Aires. Após 17 anos, a equipe volta às semifinais da Copa Libertadores e o sonho de repetir o ano de 1994 segue vivo.

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quinta-feira, 12 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 22:59

Futebol flaco, resultado Fortín

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Maxi Moralez comemorando o primeiro gol do Fortín.

“Vélez Sarsfield jogou como nunca e venceu como sempre”. Talvez jogar na Bombonera trouxe à equipe a dualidade dos donos da casa: o fraco futebol do presente e as glórias de um passado recente, sobretudo, na Copa Libertadores. Lugar comum à parte, o Fortín esteve longe de apresentar um bom futebol convincente, esteve acuado, enquanto, o Libertad dava trabalho ao arqueiro Barovero – que fez uma bela partida. E nem mesmo a vantagem alcançada na primeira etapa apagou a má impressão deixada pela equipe, apesar da boa assistência de Augusto Fernández, que originou o gol de Maxi Moralez.

O início do segundo tempo foi igual ao termino da etapa anterior. Mas a partida teve uma fragmentação importante: antes e depois Ricky Alvarez. O meia entrou no lugar do apagado Ramírez e deu mais qualidade de passe a equipe de Liniers. Em 10 minutos em campo, Alvarez foi a principal figura da mudança de postura do time, com mais cinco Juan Manuel Martínez ampliou de pênalti e mais cinco fechou a conta. Doblete do Burrito.

Pode-se dizer que, o resultado mentiu o que foi a partida. Entretanto, não foi injusto, pois soube aproveitar as chances que criou. Além disso, é mais time do que os Repolleros. Este 3 a 0 foi o quarto da equipe neste Copa Libertadores, que, agora, viaja ao Paraguai com uma bela vantagem.

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sexta-feira, 6 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 02:00

Com a(l)titude…

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Ricky Álvarez comemorando o seu belo gol.

Já se tornou um axioma: ninguém consegue vencer a LDU, na altitude de Quito. Patético proferir isso. E o Vélez Sarsfield mostrou isso, não apenas bateu os equatorianos em casa, como fez isso com propriedade. E confirmou a classificação para as quartas de finais da Copa Libertadores, após a bela vantagem alcançada em casa. 2 a 0, ontem, e 5 a 0 no placar agregado.

Não canso de afirmar que o Vélez é a melhor equipe argentina da atualidade, talvez a mais organizada desta Libertadores, mas isso não implica que terá vida fácil. Sobre a partida de ontem, que terminou hoje, as ausências de Zapata e Silva fizeram pouca falta diante da postura adotada pelo Fortín, que também não apresentou o seu melhor futebol, todavia, suficiente.

Antes e depois da suspensão por falta de luz, a Liga esboçou reação, mas parou em Barovero e nas traves, e quando se encontrava em seu melhor momento, o volante Ricky Álvarez marcou um belo gol para os argentinos. Logo, o panorama da partida mudou e na segunda etapa Iván Bella, também volante, deu números finais ao confronto. Pela frente, os paraguaios do Libertad.

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Copa Libertadores da América, Estudiantes | 00:44

Foi-se…

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Sem legenda.

Zero a zero. Até ai as coisas estavam parcialmente bem. Até poderia dedicar diversas linhas sobre como o jogo foi travado, sofrível – e desagradável, ao menos, aos meus olhos -, mas a partida não mereceu. Não pela desclassificação do Estudiantes que – diga-se de passagem – foi merecida, nem pela ausência de Juan Sebastián Verón que fez falta, mas pelo que (não) foi o jogo.

Quando o árbitro Oscar Ruiz assoprou o apito, senti um alívio. Viriam os pênaltis e com ele a dramaticidade, a emoção(finalmente), o coração na boca, a pressão extra e Roncaglia, que perdeu. Pois é, 5 x 3. Mas tenhamos calma no julgamento, ele não foi o único culpado pela eliminação, afirmar isso seria leviano, assim como enumerar réus.

Contudo, pode-se dizer que, a equipe jogou ao estilo Estudiantes 2011 – displicente, sem profundidade, marcação ou qualquer organização que o levasse a ser chamado de equipe. Logo, a merecida recompensa chegou. E o Pincha juntou-se ao hall.

Curta. Após o confronto, torcedores do Cerro Porteño apredejou o ônibus do Estudiantes, que estava sendo escoltado por apenas dois policiais em uma moto. O arqueiro Orión saiu do veículo e trocou agressões com torcedores, além disso, o massagista da equipe foi atingido. Deprimente.

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quarta-feira, 27 de abril de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:58

Fortín e arrasador

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Comemoração do terceiro gol fortinero.

Apenas dez minutos foram necessários para o Vélez Sarsfield apresentar o cartão de visita a LDU. Neste tempo, a equipe argentina adentrou em quatro oportunidades pelo flanco esquerdo do ataque em dois deles deixou a bola no fundo da rede – ambos com Augusto Fernández. E por lá, posteriormente, surgiram outras oportunidades, e até o terceiro gol – com Sebá Domínguez. Outras, também, foram desperdiçadas e talvez fará falta em Quito e sua temida altitude de pouco mais de 2 700 metros, na partida de volta das oitavas de finais da Libertadores. Mas ninguém pode negar que 3 a 0 é uma bela vantagem. E só.

Entretanto, a Liga receberá o Fortín com dois desfalques: Luis Bolaños e Néicer Reasco expulsos na primeira partida. O que representa mais vantagem. E quiçá repetir o futebol que apresentou já seria uma bela vantagem. Teses à parte, a equipe equatoriana não é sempre má quando atua em condições normais para a prática de esportes, mas nesta partida foi péssimo, submisso. Praticamente, não entrou em campo, desde o início tornou-se uma presa fácil e se deixou levar pelas variações táticas da equipe argentina. Quase sempre, forçando as jogadas pelo lado direito da defesa adversária.

E só para constar: o Vélez não necessita de apenas um futebolista. Mas não custa lembrar que Santiago Silva e Sebá Domínguez, que tiveram participações importantes no jogo, já fizeram parte do plantel do Corinthians e foram estigmatizados por aqui. E aos desavisados, ambos são titulares, importantes e nenhum corintiano consciente gostariam de jogar contra o Vélez, com eles em campo. Tenho dito.

Segundo os dados do jornalista argentino Silvio Maverino, esta foi a partida número 100 do Vélez na Copa Libertadores da América, com 47 vitória, 29 empates e 24 derrotas. Esta foi a 11ª vitória pelo placar de 3 a 0.

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sexta-feira, 4 de março de 2011 Argentinos Jrs, Copa Libertadores da América, Estudiantes, Godoy Cruz, Independiente, Vélez Sarsfield | 01:15

Dos quatro, apenas Argentinos Jrs vence

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Esta semana foi recheada de times argentinos na Copa Libertadores da América, só Estudiantes ficou de fora. Mas, o retrospecto não foi nada animador, dos argentos apenas Argentinos Juniors venceu. Godoy Cruz, Vélez Sarsfield e Independiente não só perderam seus jogos, como o fizeram apresentando um mau futebol.

O Godoy Cruz é, de fato, um time inusitado. Venceu o Boca Juniors de goleada na Bombonera, estreou na Copa Libertadores com vitória e… perdeu do Peñarol, em casa, por 3 a 1, na última terça-feira. Não que a equipe uruguaia mereça desdém, pois não merece. Ela é a uma das maiores vencedoras do torneio continental, mas já não vive em uma das melhores fases. O Tomba respeitou demais, e não teve tempo nem de pensar, começou o jogo perdendo de um a zero. Ao empatar relaxou e antes do término da primeira etapa, recebeu o segundo golpe. Os argentinos não jogaram bem, erraram bastantes passes e não tiveram criatividade. No segundo tempo, Godoy seguiu o mesmo e em um contraataque, os Carboneros selaram a vitória, por 3 a 1. Para fazer alusão a atuação da equipe Bodeguera, ainda faltou energia no estádio. (C0nfira os gols, aqui.)

Niell comemorando o gol da vitória do Argentinos Jrs. O único vencedor argentino da rodada.

Mas a equipe que mais me surpreende é o Argentinos Juniors. A equipe não é uma maravilha, mas tem seus valores. E o mais fundamental deles é o atacante Franco Niell, que de possível surpresa se converteu em peça chave, principalmente, após a baixa do volante Mercier. Na quarta, os argentinos desde o início se impuseram em campo e numa falha da zaga e do goleiro, Niell marcou. Mas em pouco tempo, faltou luz no estádio. (Aqui repito o que disse no twitter: “Se não conhecesse a Libertadores diria que é muito estranho essa energia acabar justamente quando o Argentinos estava melhor em campo”.) Com os ímpetos esfriados, diga-se de passagem, o Bicho voltou melhor, mas não conseguiu ampliar. Então, terminou assim: 1 a 0, ante Nacional, no Uruguai. Enfim, em três partidas duas vitórias e um empate, e a liderança no grupo 3, o mesmo do Fluminense que está em terceiro. (Confira o gol, aqui.)

Mal no Clausura e bom na Libertadores, Vélez Sarsfield foi à campo, ontem, para confirmar essa escrita. Mas… caiu ante os chilenos do Universidad Católica, por 4 a 3. Começou perdendo, por assim dizer, pois antes do primeiro minutos já estava 1 a 0, mas ainda na primeira etapa virou e ampliou. Finalizou a primeira etapa com 3 a 1. Mas o segundo tempo foi inimaginável para o Fortín, aos cinco minutos o defensor Ortiz foi expulso e os minutos seguintes foram tensos para os de Liniers que tiveram de modificar o sistema e a forma de jogar. Todavia, o estádio José Amalfitani emudeceu ao receber a virada no final do jogo: 4 a 3. Agora, ruim no Clausura e razoável na Libertadores, na qual está no grupo 4, em segundo. (Confira os gols, aqui.)

O frágil e misto Independiente segue confuso. Não sabe o que priorizar ou prioriza e não sabe o que, de fato, tem de fazer. Perdeu do River com a equipe completa – e somou 12 partidas sem vencer em casa pelo campeonato nacional – e também do LDU Quito com a equipe mista – somando 19 jogos sem vencer no exterior. Enfim… Seria este o fim? Quiçá. Mas o presente não tem sido satisfatório para o Rojo que acendeu o alerta no Clausura e terá de fazer o mesmo no torneio continental, principalmente, após perder de 3 a 0, para os equatorianos. Igualando em pontos todos do grupo 8. (Confira os gols, aqui.)

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 Argentinos Jrs, Copa Libertadores da América | 00:08

De virada, Bicho!?

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Salcedo comemorando um dos gols.

O Argentinos Juniors não se deu por satisfeito em aprontar uma surpresa, ante Fluminense, e emplacou a segunda, desta vez, no estádio Diego Armando Maradona. E, de virada, venceu o América-MEX, por 3 a 1, tornando-se líder do grupo 3, na Copa Libertadores da América.

Quem acompanha jogos do Argentinos Jrs sabe o quão limitado é a equipe, em termos de jogadas ofensivas. Apostando em contraataques e cruzamentos. Na primeira etapa, o América forçou, atacou, teve um gol anulado por impedimento e, aos 27 minutos, o argentino Daniel Montenegro, de cabeça, abriu o placar, após cobrança de falta. Seria o Bicho sofrendo do seu golpe, o conhecido “chuveirinho”. E pior, não conseguia implacar o contragolpe. Mas, aos 44, em um pênalti discutível – aos que já conhecem a arbitragem na Libertadores, nem discute mais -, Santiago Salcedo bateu com categoria e empatou.

Com o placar igual, as duas equipes voltaram para a segunda etapa da mesma forma que jogou a primeira, com as Águias dando as cartas. E o Argentinos apostando nas bolas levantadas na área adversária. Até, aos 28, Salcedo de primeira, aproveitando um escanteio, virou a partida: 2 a 1. A partir deste momento, os mexicanos foram para cima e deixaram os espaços, os quais os argentinos preenchiam na base do contragolpe e chute de média distância. E foi em um desses, que Sánchez Prette, de fora da área, ampliou a vantagem, aos 47 minutos.

Há 25 anos, Argentinos não jogava em casa na Libertadores. E nada mais místico do que vencer de virada no estádio com um nome tão emblemático. Melhor para o Bicho, que tornara-se líder do grupo (no qual consta o Fluminense). E no próximo dia 2, vai encarar o lanterna Nacional-URU, em Montevidéu.

Veja os gols da partida:

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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última