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Posts com a Tag Clausura

domingo, 20 de fevereiro de 2011 Boca Juniors, Clausura, Racing | 04:31

Noite de redenção

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Muitos sonhavam com um jogo daqueles de tirar o fôlego. Sonhavam. Pois o grande jogo não existiu, apenas o grande resultado para o Boca Juniors, que venceu o Racing, por 1 a 0, e viu as chances do título, mesmo que prematuro, se igualar na segunda rodada do Clausura 2011. Enfim…

Bancado por Facione, o goleiro Javier Garcia mostrara que merecia o esforço do treinador. Ao menos, até a própria equipe mostar que merecia mais do que era capaz. Entretanto, as ausência dos enganches – Moreno e Riquelme – eram lembradas acada tentativa de ataque de ambas. Então, a primeira etapa terminou no zero a zero.

Entretanto,Javi García demonstrou que estar no gol do Boca era mais do que defender bola, então ele lançou… assistiu, e Mouche aproveitou. Dominou e bateu entre as pernas de De Oliveira. 1 a 0. E quando tudo parecia ser diferente para os Xeneizes, pela vitória, novamente, a ausência do enganche mostrou-se presente. Ainda assim, a Academia mostrava, que não estava morta, mas García queria se redimir dos últimos acontecimentos. E assim terminou, 1 a 0, Boca Juniors. Nem mesmo a ausência de Rivero, nos minutos finais ajudou o Racing em sua empreitada.

Ou seja, terminou a segunda etapa. E é muito pouco para esclarecer as finalidades. No entanto, não pode-se desprezá-las. Candidatos aos título ou não, são grandes equipes. E apesar de que hoje, mostraram-se (in)diferentes, Franco e Bruno Zuculini mereciam destaques. Contudo, Garcia e Mouche, estavam em seus dias e garantiram o resultado para o Boca Juniors.

Veja o gol da partida:

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sábado, 19 de fevereiro de 2011 Boca Juniors, Clausura, Racing | 12:18

Díspares e iguais

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Racing e Boca Juniors iniciaram o Clausura 2011 como fortes candidatas ao título – cada qual com seu motivo -, após fracassos seguidos nos últimos torneios. Mas bastou apenas uma rodada para criar uma interrogativa neste panorama. E hoje, às 22h10, as equipe se enfrentam no Cilindro de Avellaneda, com os mesmo problemas futebolísticos, por assim dizer, a ausência das peças principais, ou melhor, de enganches. E por causa disso, ambos passaram do 4-3-1-2 para o 4-4-2.

Moreno ficará parado de sete a oito meses.

Do lado da Academia, a contusão – ruptura dos ligamentos cruzados do joelho esquerdo – do colombiano Gio Moreno ganhou os noticiários futebolísticos do país durante toda a semana. (Infelizmente, condenando o seu marcador, Hugo Barrientos, na partida em que Gio se lesionou sozinho. Mas isso é outra história) Para piorar a situação do Racing, Toranzo ainda não se recuperou da lesão muscular que o tirou da estréia da equipe. Então, o jovem Juan Cruz Respuela jogará pela esquerda, enquanto Pillud jogará mais avançado pela direita. E Lucas Aveldaño entra vaga do suspendo Matías Cahais. O Racing vai à campo com De Olivera; Lucas Licht, Lucas Aveldaño, Matías Martínez e Marcos Cáceres; Juan Cruz Respuela, Raúl Poclaba, Franco Zuculini e Iván Pillud; Hauche e Lugüercio.

Riquelme é o principal desfalque Xeneize.

Por sua vez, Boca Juniors, que estreara sendo goleado na Bombonera, pelo Godoy Cruz, vai à campo sem Juan Román Riquelme – que sofreu uma entorse no tornozelo direito – e também não poderá contar com Walter Erviti, que cumprirá suspensão. Então, Julio César Falcione mandará a campo, Diego Rivero no lugar de Erviti e Nicolás Colazzo na vaga de Riquelme. Além de Monzón no lugar de Calvo, na lateral. O Boca jogará com Javier García; Clemente Rodríguez, Caruzzo, Insaurralde e Monzón; Rivero, Battaglia, Somoza e Colazo; Mouche e Palermo.

Assim, a equipe Xeneize atuará com a mesma equipe que jogou durante o verão e a colocou entre os favoritos. Se a pré-temporada colocou o Boca entre os favoritos, Gio Moreno, e o plantel, trouxeram a Acadé a esperança do título. Entretanto, logo na primeira rodada, as projeções ganharam incógnitas. Que não serão desfeitas hoje, mas que poderá começar a ganhar novos prospectos, sem aspas ou asteriscos.

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Extra-campo. Ontem, à noite, na primeira reunião do Conselho Diretivo do Boca Juniors houve bate boca e agressões. O presidente do clube, Jorge Amor Ameal, nomeou Marcelo London como chefe do departamento de futebol amador, cargo até então, pertencente à Fabián Beraldi. Os dois começaram a trocar insultos e acusações até chegarem às vias de fato e serem separados. José Beraldi – irmão de Fabián e primeiro vicepresidente – havia entrado na discussão, que foi suspensa pelo mandatário do clube. A primeira reunião do ano, normalmente, é a mais importante, pois nela se nomeia cargos e funções aos dirigentes. Entretanto, há uma problemática, este ano é ano eleitoral no clube, logo, alguns cargos ou funções acarretaria em melhor posição diante dos sócios e da torcida por uma possível eleição.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 Clausura | 17:01

Clausura, 2ª Fecha

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Logo mais, a segunda rodada do Clausura 2011 terá início. E após algumas alterações nos horários dos jogos, ficou definido que amanhã (19) haverá quatro partidas, dentre elas, Racing e Boca Juniors medem força no Cilindro de Avellaneda. E apesar de eles serem dois dos ditos cinco grandes do futebol argentino, vale observar que: não é um típico clássico argentino.

Aos desavisados, esta afirmativa soa estranho, pois trata-se de grande clubes do futebol local. E para os que desejam entender melhor esse raciocínio, indico o texto do amigo historiador Tiago Melo, aqui. Partindo desta visão, pode-se dizer que, o clássico da rodada é Vélez Sarsfield e All Boys. Mas, apenas pela rivalidade bairrista.

Argentinos Jrs e Independiente, no estádio Diego Armando Maradona, fazem o duelo das equipes que disputam a Copa Libertadores da América. Enquanto, River Plate e Huracán e Gimnasia y Esgrima de La Plata e Olimpo jogam em confrontos diretos na luta contra o descenso. Dos quais, apenas o clube de Núñez encontra-se fora da zona de descenso. Mas, ainda assim, correndo um grande risco.

Sexta-feira (18)
20h Gimnasia y Esgrima de La Plata x Olimpo
22h10 Banfield x Colón

Sábado (19)
20h10 Argentinos Jrs. x Independiente (Esporte Interativo)
20h10 Newell’s Old Boys x Lanús
22h15 Racing x Boca Juniors (Esporte Interativo)
22h15 Vélez Sarsfield x All Boys

Domingo (20)
17h Quilmes x Estudiantes
19h10 River Plate x Huracán (Esporte Interativo)

Segunda-feira (21)
19h Arsenal x Tigre
21h10 Godoy Cruz x San Lorenzo

Acompanhe por aqui também as partidas.

*Horário de Brasília

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Clausura | 02:27

Fecha 1: Resumo

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Com o término da primeira rodada, nesta segunda-feira (14), ainda é difícil avaliar o que está por vir, no entanto, algumas observações já podem e devem ser feitas. Começando pelo Boca Juniors, que decepcionou sua torcida ao ser goleado pelo Godoy Cruz, na Bombonera, por 4 a 1. Convenhamos que nem os mais pessimistas do Xeneizes poderiam imaginar um placar tão elástico, embora, ele não faça justiça ao que foi o jogo.

O garoto Guillermo Barros Schelotto, aos 37 anos.

No confronto direto contra a zona de Promoción, River Plate e Tigre jogaram, em Victoria, uma partida fraca tecnicamente. E o placar de 0 a 0 representa bem o que foi o embate. Sem emoções. Outra equipe que joga uma final a cada rodada é o Gimnasia y Esgrima de La Plata, que enfrentou o San Lorenzo, no estádio Nuevo Gasómetro, e ficou no 1 a 1. Destaque para os estreantes Néstor Ortigoza, no Ciclón, e Guillermo Barros Schelotto, no Lobo. Este último cavou o pênalti que deu o empate a equipe platense.

Já no embate entre equipes que disputam a Copa Libertadores da América, Independiente e Vélez Sarsfield, empataram em 2 a 2, num jogo emocionante. Destaque para a falha do arqueiro Rojo Hilário Navarro, que resultou no gol de Burrito Martínez – aquele que sofreu o pênalti na quarta, pela Seleção. Entretanto, Santiago Silva se contundiu e ficará fora da estréia no torneio continental. Já o Estudiantes derrotou o apático Newell’s Old Boys, por 2 a 1. Destaque para Enzo Pérez, que assistiu os dois gols Pincha, enquanto que Bieler… Ah, esquece.

Em Bahia Blanca, Olimpo promoveu a única virada da rodada, em cima do Banfield: 2 a 1. Nem a estréia do técnico Gallego Méndez e do enganche uruguaio Diego De Souza, consegui salvar o Taladro. Enquanto que, em Santa Fé, o veterano Esteban Fuertes, com um doblete, salvou o Colón e o torcedor que acompanhava a partida. 2 a 0, ante Quilmes, que segue em último na tabela de Promédio. Outra equipe que vive à sombra do descenso é o Huracán, que vencia o Argentinos Jrs, até sofrer no último minuto da partida: 1 a 1.

Hauche, a chave da vitória da Academia

Para finalizar, o Racing – que surpreendentemente, é tido como um dos favoritos para o Clausura – derrotou o All Boys, com gol de raça e habilidade de Hauche. Ortega ainda não estreou no Albo, por causa de uma apendicite. Lanús venceu o Arsenal de Sarandí, por 3 a 1. Os destaques foram os atletas que vieram do velho continente – Valeri, Regueiro e Camoranesi – pelas participações nos tentos da equipe. Caffa – que também jogou na Europa – descontou.

Prospectar ainda é prematuro. Em alguns casos é evidente o desfecho, porém há 18 rodadas a serem jogadas. Mas para as equipes que visam os extremos, cada partida será de suma importância. E alguns nomes ainda darão o que falar. Aguardem…

Resultados

(5º) Estudiantes 2 x 1 Newell’s Old Boys (15º)
(8º) Independiente 2 x 2 Vélez Sarsfield (7º)
(4º) Olimpo 2 x 1 Banfield (16º)
(9º) San Lorenzo 1 x 1 Gimnasia y Esgrima LP (11º)
(3º) Colón 2 x 0 Quilmes (19º)
(17º) All Boys 0 x 1 Racing (6º) 
(20º) Boca Juniors 1 x 4 Godoy Cruz (1º)
(14º)Tigre 0 x 0 River Plate (13º)
(2º) Lanús 3 x 1 Arsenal (18º)
(10º) Huracán 1 x 1 Argentinos Jrs. (12º)

Os gols da 1a rodada

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Boca Juniors, Clausura, Godoy Cruz, River Plate | 02:11

Boca Tombou. River só empata

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Enquanto o Boca Juniors levara o terceiro gol, o técnico Xeneize Julio César Falcione atônito colocara a mão na cabeça e como num gesto sequencial escorreu as mãos e tapara os olhos. Não queria acreditar no que acabara de ver. Afinal, este era o terceiro gol que sua equipe recebera na estréia do torneio, jogando em casa e atuando com a equipe que ele armou com esmero. Mas Murphy é implacável em suas afirmativas, e aquela que diz: “nada está tão ruim que não pode piorar” se fez presente. Mal sabia ele, que outro gol estava por vir. No final, Godoy Cruz 4 a 1.

Boca Juniors dá vexame em plena La Bombonera.

Após três meses sem jogar, Riquelme estava de volta. Deu bons passes, tabelou, driblou, chutou, chamou a responsabilidade. Foi o Riquelme de outrora. Na verdade, o sistema ofensivo foi bastante eficaz. Já não pode dizer o mesmo do defensivo, este deficiente. Ou seja, ano novo, problemas velhos.

Por sua vez, o Godoy Cruz que, teoricamente, estaria fragilizado pela saída de diversas peças importantes – o técnico Omar Asad, a dupla titular de ataque, Carranza e Castillo, e o enganche sensação do último torneio, David Ramírez – não apresentou suas credenciais, mas entrou na festa e tornou-se um visitante indesejado, principalmente ao passear pela já conhecida Av. Clemente Rodriguez. Aquela que fica pelo lado esquerdo da defesa e pela qual surgiram os quatro gols do Tomba. Três em cruzamento e um numa caminhada, mesmo. Sem esquecer os créditos de Javier Garcia no primeiro tento. Rubén Ramírez marcou dois, Adrián Torrez e Carlos Sánchez, um cada. Sim… O Boca também fez um, Erviti, após uma linha de passe confusa na área Bodeguera.

Palermo pouco se apresentou na partida.

Voltando ao técnico. Falcione organizou a equipe no 4-4-2, com Riquelme e Erviti dividindo as ações de armação, na primeira etapa, Erviti ficou apagado, mas após o intervalo se apresentou e criou boas chances. Somoza parecia perdido em campo, nem sombra daquele do último verão. Battaglia com mais liberdade, ou imprudência, se apresentara ao ataque como elemento surpresa e até arriscou chutes de longa distância. Palermo pouco se apresentou. Mouche conseguiu perder os gols que só ele consegue. Mas os pontos negativos foram as laterais, principalmente a esquerda. Clemente era constantemente surpreendido fora de posição e Somoza não conseguia fazer a cobertura. Na segunda etapa, fez algumas substituições que acarretaram em variações táticas, passando pelo 3-4-3 e 3-1-3-3. Todos em vão.

Do outro lado, o Godoy não jogou futebol suficiente para impor um placar tão elástico, mas nem precisara. O Boca ajudava-lhe com os constantes erros defensivos. Resumindo, o placar de 4 a 1 para os visitantes, não condiz com a realidade. E a realidade já não confirma a idéia imposta pela pré-temporada. O verão acabou. Mas, também, esta só é a primeira partida do Clausura. Entretanto, Falcione, no banco, entregara-se as frustrações, com a mão na cabeça.

Pavone até tentou, mas...

Em seguida… De tão fraco poderia não ter existido. River Plate e Tigre fizeram uma partida fraca tecnicamente. 0 a 0 foi o placar justo em um jogo injusto, pois o medo ou as deficiências se impuseram diante da vontade de sair da situação que ambos se encontram. São adversários diretos na briga contra a Promoción, quatro pontos os separam. E Talvez, por isso, houvesse tanto medo em arriscar.

Os dois técnicos apostaram em povoar o meio de campo. J.J. López armou o River no 3-6-1, com quatro volantes e a dupla Lanzini e Lamela na armação para o solitário Pavone. Mas os Millionários pouco, ou nada, criaram, apostaram em chutes de média e longa distância. Enquanto, Arrubarrena organizou a equipe de Victoria no 4-5-1, e apostou nos erros do adversário, jogaram no contraataque.

Embora as duas equipes tenham tido chances de abrir o marcador, foram ínfimas diantes da necessidade. A partida, de fato, se concentrou na meia cancha e com bastantes erros de passes, de lado a lado. E o que sobrou de medo, faltou em emoção.

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sábado, 12 de fevereiro de 2011 Clausura, Gimnasia LP, San Lorenzo | 23:35

Um a Um para Gimnasia

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Transição de espírito. O Gimnasia y Esgrima de La Plata jogou tempos distintos, assim como San Lorenzo. No primeiro o que se viu foi o “antigo” Lobo, no segundo, o “novo”. Ou um protótipo dele. Enquanto, o San Lorenzo jogou na primeira etapa o time que se enquadra no antiquado rótulo de um dos “cinco grandes”, no pós-intervalo, foi o time das últimas temporadas. Ou seja, não poderia ser diferente: empate, 1 a 1.

Guille - o autor da peripécia que resultou no gol do Lobo - e Menseguez, o autor do gol do Ciclón.

O Ciclón apresentou as quatro aquisições – Carmona, Velázquez, Salgueiro e Ortigoza – e, diga-se, elas fizeram efeito. Mas foi Romagnoli que conduziu a equipe na primeira etapa, as melhores chances passavam por seus pés. E num lance que gerou dúvidas pelo posicionamento (mas após ver e rever tive a impressão de ter sido regular), Menseguez aproveitou a sobra de bola e abriu o placar.

O GELP apenas tentava resistir. Guillermo Barros Schelotto parecia perdido em campo, faltava-lhe uma companhia na criação. E Ángel Cappa, também, deve ter percebido isso. Na volta do vestuário, Neira e Rinaudo dividiu as ações com Mellizo, e as coisas mudaram.

Tecnicamente, está longe de ser o ideal, mas ninguém deve esperar o Lobo jogando o um futebol fino, vistoso, mas sim, uma equipe aguerrida e com uma aura vencedora. Visando escapar do descenso. Mas, do outro lado, havia uma equipe que sonha com o título. Ortigoza logo irá assumir como cérebro do meio campo.

E Guille ainda aprontaria uma das suas. Sofreu o pênalti que Neira cobrou e empatou a partida. E, apesar de, ambas equipes terem chances de ampliar, principalmente o Cuervo, o arqueiro do Lobo, Gastón Sessa – que completara 400 jogos -, salvou a pátria platense e contou com a sorte, ou com a trave.

A igualdade foi recebida de formas díspares pelas equipes. Para o San Lorenzo um tropeço na caminhada rumo ao título, já para o GELP o primeiro de, quiçá, muitos pontos, os quais serão necessários para livrar a equipe do rebaixamento. E o pênalti em Schelotto foi a cereja no bolo.

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Clausura, Estudiantes, Independiente, Newell's Old Boys, Vélez Sarsfield | 01:50

Estudiantes segue o mesmo. Independiente também

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La Gata Fernández e Mercado os autores dos gols Pincha.

 Quem pensou que o futebol do Estudiantes iria minguar com a saída de Alejandro Sabella, se enganou. O Pincha segue mostrando o futebol dinâmico e funcional de outrora, enquanto o Newell’s Old Boys segue inexpressivo. O resultado não poderia ser outro, vitória da equipe platense: 2 a 1. 

É fato que alguns ajustes terão de ser feitos. Verón segue sendo o maestro, mas já não é o mesmo. Aliás, nem Enzo Pérez, este está cada vez melhor. Ele foi o autor das duas assistências que originou os gols do PinchaLa Gata Fernández e Mercado – ainda na primeira etapa. Inclusive, o segundo foi irregular, pois a Brujita cobrou falta com a bola rolando. E um pênalti ainda foi desperdiçado por Fernández, Peratta defendeu. 

Do outro lado, o Newell’s Old Boys sentiu a falta de Mauro Formica. E seguirá sentindo, pois não há quem o substitua no plantel. Escolhas têm de ser feitas. Vendê-lo fazia parte de dois desejos: o do próprio atleta e o do clube, que sonhava em contratar Claudio Bieler. (Aquele da LDU-EQU, lembram?) Agora, o tem. Mas continua longe de ser o Bieler da época da equipe equatoriana, quiçá lá seja o lugar dele. 

Na segunda etapa, a Lepra mostrou um futebol razoável, enquanto os Leões se acomodaram. E nos acréscimos Cobelli descontou, após uma saída errada da zaga Pincha. Nem tudo é perfeito.  

Battión e Moralez numa disputa de bola.

No segundo jogo da noite… O Independiente surpreendeu na primeira etapa. Jogava melhor e foi para o vestuário vencendo o Vélez Sarsfield, por 2 a 0. Ou seja, estavam endiablados. (Desculpem-me pela piadinha infame, mas não aguentei) Com dois gols de bola parada com jogadas ensaiadas. Facundo Parra – que foi de preterido a preferido em dois dias – e Roberto Battión marcaram. Até aquele momento, o lanterna batia o atual vicecampeão. E jogava um futebol, que há tempos não mostrava. 

Mas voltando para o segundo tempo, as coisas se ajustaram e voltaram ao normal. O Fortín descontou com Maxi Moralez, no início, e seguiu pressionando como pôde até o arqueiro Hilário Navarro entregar o ouro. Burrito Martínez, que iniciou a partida no banco, aproveitou a saída errado do goleiro e empatou: 2 a 2. 

O Vélez não atuou com o sistema ofensivo que tanto friso. Mas será questão de tempo, assim como será necessário tempo para se entrosar, mas o espírito Fortinero foi visto na segunda etapa. Enquanto, o Rojo, que apresentara um bom futebol na primeira etapa, sucumbiu. Bem ao seu estilo. 

Após a última partida de cada rodada, disponibilizarei os resultados e todos os gols.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Clausura | 18:40

Pelotazo incial

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Finalmente, o campeonato argentino está de volta. O torneio Clausura 2011 começa logo menos com diversos atrativos, que irei discorrer ao longo do semestre. Briga contra o descenso, título, vaga para competições internacionais, embates individuais e clássicos, iguais a (quase) todos os torneios. Se não houvesse personagens marcantes.

Guillermo Barros Schelotto, por exemplo, voltou a equipe de coração – Gimnasia y Esgrima de La Plata – para tentar salvá-la do descenso e se aposentará ao término do torneio, ante Boca Juniors, equipe na qual se tornou ídolo. A equipe Xeneize que atualmente conta com dois ex-Banfield Erviti e Falcione – enfrentará o Taladro, que foi um dos maiores adversários nessa pré-temporada, por causa da polêmica envolvendo as duas contratações provenientes do clube de Florencio Sola. Além do Superclássico, é claro.

Já o River Plate terminou o último torneio – Apertura – com uma boa imagem, mas conseguiu destruí-la parcialmente nesta pré-temporada. Mas terá de se superar caso não queira se complicar na briga contra o rebaixamento. Enquanto que, o Estudiantes de La Plata que possui a mesma base há anos perdeu uma peça fundamental, o técnico Alejandro Sabella, dias antes do início do Clausura. 

Por sua vez, o Vélez Sarsfield – com a contratação de Ramírez – possui o melhor sistema ofensivo do país, agora terá de fazer jus às expectativas. Entretanto, Huracán, Tigre, Olimpo e Quilmes – assim como o já citado GELP e River – terá árduas batalhas para fugir do descenso.

Vale observar, também, o Banfield e Diego De Souza, assim como Mauro Camoranesi no Lanús e o Matías Defederico no Independiente. E, quiçá, o All Boys – que já foi uma grata surpresa no Apertura – com Ariel Ortega. Ah, Zuculini está de volta ao Racing

Enfim, a primeira rodada começa hoje à noite. Aliás, serão duas partidas nesta sexta, três no sábado, três no domingo e dois na segunda. Aos que não tem onde acompanhar os jogos sugiro este link.

Sexta-feira (11)
19h Estudiantes x Newell’s Old Boys (Esporte Interativo)
21h10 Independiente x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)

Sábado (12)
17h Olimpo x Banfield
19h10 San Lorenzo x Gimnasia y Esgrima LP
21h15 Colón x Quilmes

Domingo (13)
17h All Boys x Racing
19h10 Boca Juniors x Godoy Cruz (Esporte Interativo)
21h15 Tigre x River Plate (Esporte Interativo)

Segunda-feira (14)
19h Lanús x Arsenal
21h10 Huracán x Argentinos Jrs.

*Horários de Buenos Aires, ou seja, uma hora a menos do que o horário de Brasília.

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