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segunda-feira, 23 de maio de 2011 Sem categoria | 15:23

Fecha 15: Resumo

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O término da 15ª fecha do Clausura, apresentou um panorama tenso ao River Plate, que encontra-se na zona de Promoción, aliado a má fase de Carrizo, que por tantas vezes salvou a equipe. Além disso, novo capítulo de violência suspendeu uma partida no torneio, desta vez, no Parque Patrícios. Faltam quatro rodadas e a briga na parte de baixo da tabela está cada vez mais acirrada. Nesta rodada, a média de gols de 2,1 por partida – sem contar os da partida suspensa.  

Na zona de Promoción, os Millionários têm quatro rodadas para se livrarem.

Apesar de apresentar um mau futebol – como tem sido de praxe no Clausura -, Newell’s Old Boys venceu o All Boys, com gol de Schiavi, mas segue na lanterna do torneio. Já os de Floresta, apesar de se preocupar com o promédio, possuem poucas chances de cair, caso vencesse já estaria livre. Entretanto, as expulsões de Fideleff e Gigliotti podem atrapalhar o Albo

Com péssima arbitragem – que não validou um gol legítimo do Godoy Cruz, não marcou um pênalti claro a seu favor e ainda expulsou um jogador da equipe por protestar -, ainda assim o Tomba empatou ante Banfield e ficou a três pontos do líder Vélez Sarsfield. 

O Lanús se candidata a brigar pelo título definitivamente. Após vencer o líder Vélez na rodada anterior, venceu de forma incontestável o Tigre fora de casa, com triplete de Romero. Comandada por Valeri e Camoranesi, a equipe mostrou um futebol envolvente e segurança defensiva. O sinal amarelo se acendeu para os comandados de Rodolfo Arruabarrena, que seguem ameaçados de entrar na zona de Promoción. 

O Argentinos Juniors segue com sua campanha irregular no Clausura. Depois de conseguir importante vitória fora de casa contra o San Lorenzo, perdeu em casa para o Olimpo, que luta contra o descenso e pelo título. O Bicho dominou a maior parte do jogo, e poderia ter conseguido ao menos um empate, mas foi castigado por perder várias boas oportunidades. Ótimo para os bahíenses, que conseguiram sair da zona de Promoción.

Novamente, a violência atrapalhou o futebol: Huracán e Estudiantes foi suspenso.

Apesar de ter a iniciativa do jogo, o Huracán perdeu por 2 a 0 para o Estudiantes em casa, com gols de Pereyra e Lopez. Inconformada com a derrota, e provocada pela torcida Pincharrata, a hinchada Quemera passou a atirar objetos no campo. A partida foi suspensa aos 32 minutos, e ainda não foi remarcada. Segue o calvário do Globo rumo a B Nacional. 

O Independiente conseguiu superar seus problemas internos e os pagamentos atrasados, e completou cinco partidas sem derrota. Com dois gols de Parra e um de Patito Rodriguez, venceu o Colón, se afastou da zona de Promoción e chegou ao quinto lugar no Clausura. Melhor de tudo, teve finalmente uma atuação convincente. Os Sabaleros seguem com sua campanha irregular e passeiam pelo meio da tabela.  

A reação Quilmes é elogiável, porém tardia, pois possue pouquíssimas chances de permanecer na elite. Ontem, a equipe derrotou o Racing, que ficou mais longe do título. Os Cerveceros mostraram uma entrega ímpar, apesar das limitações do time, todavia, foi compensado com o 2 a 0, no placar. Entretanto, a equipe segue na zona de descenso direto. Já os de Avellaneda, estão a oito pontos do líder.

Após perder na última rodada, Vélez Sarsfield volta a vencer e segue na liderança. A vítima da vez foi o ameaçadíssimo Gimnasia y Esgrima. Apesar do desgaste, o Fortín foi bastante superior aos platenses durante toda a partida e com um golaço de Santiago Silva e outro de Maxi Moralez, de pênalti, manteve-se na ponta da tabela. Enquanto isso, os Lobos seguem na zona de descenso direto. Esta foi a primeira derrota de Indio Ortiz no comando da equipe.

A quatro fechas do fim do Clausura e com nova falha de Carrizo, River Plate empata ante San Lorenzo e encontra-se na zona de Promoción. E apesar da falha do arqueiro a equipe não apresentou um bom futebol, na verdade, há tempos o deve. Na próxima rodada, os Millionários vão à Bahía Blanca, sem Erik Lamela, encarar o Olimpo em um dos jogos mais importante, para si, no torneio.

No fechamento da rodada, Boca Juniors foi à Sarandí conseguiu um empatou ante Arsenal, com este resultado a equipe soma seis partidas sem vencer, mas ficou distante do líder. Enquanto o ataque Xeneize mostrou que funciona a defesa deixou à desejar. Ou seja, velhos problemas voltaram à tona. Já o Viaducto, segue sua fraca campanha no Clausura e ainda está ameaçado de rebaixamento, sendo o último da tabela de promédio, antes da zona de Promoción.

Na Primera B Nacional, ao vencer o Atlético Tucumán, por 2 a 0, o Atlético Rafaela foi promovido a Primera División, após sete anos. Por dois anos seguidos, a equipe foi desclassificada na Promoción, ante Gimnasia y Esgrima. Enquanto isso, o CAI foi rebaixado ao Torneo Argentino A, após o empate em zero a zero de Almirante Brown e Defensa y Justicia.

Confira os resultados da rodada:

(20º) Newell’s Old Boys 1 x 0 All Boys (15º)
(14º) Banfield 1 x 1 Godoy Cruz (2º)
(11º) Tigre 0 x 3 Lanús (3º)
(8º) Argentinos Juniors 0 x 1 Olimpo (4º)
(19º) Huracán 0 x 2 Estudiantes (13º) *** Suspenso aos 32 minutos.
(6º) Independiente 3 x 1 Colón (12º)
(16º) Quilmes 2 x 0 Racing (7º)
(1º) Vélez Sarsfield 2 x 0 Gimnasia y Esgrima (18º)
(5º) River Plate 1 x 1 San Lorenzo (10º)
(17º) Arsenal 2 x 2 Boca Juniors (9º)

Veja os gols da rodada:

Com colaboração de Tiago Melo, do Futebol Portenho.

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sexta-feira, 20 de maio de 2011 Sem categoria | 19:27

Clausura, 15ª fecha

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A semana pós-Superclássico foi tensa. Até ontem (19), torcedores do River Plate protestavam em frente à AFA, após o presidente Daniel Passarella começar o levante pró-renuncia de Grondona. Utópico. Em meio ao imbróglio, Don Julio anunciou a Copa Argentina. E, todavia, a 15ª rodada promete fortes emoções tanto na parte de cima quanto na de baixo da tabela, esta mais animada, diga-se.

Nesta sexta-feira, na abertura da fecha, o All Boys vai à Rosario enfrentar o lanterna Newell’s Old Boys para confirma a manutenção na elite. Em seguida, Godoy Cruz encara o Banfield, em Florencio Sola, para encostar-se no líder.

Amanhã, os jogos mais interessantes ficam por conta de Argentinos Juniors e Olimpo. Este último ainda na Promoción e ainda com condições de ser campeão. Já o Bicho almeja apenas a vaga à Copa Sul-Americana. Na sequência, Huracán, entre o descenso direto e a Promoción, encara o Estudiantes, que se tornou uma incógnita nesta temporada.

Enquanto isso, no domingo, o líder Vélez Sarsfield recebe o Gimnasia y Esgrima, na mesma situação do Globo, para se distanciar na liderança do torneio. Depois, o ameaçado River Plate recebe o San Lorenzo, no pseudoclássico. Melhor definido como partida entre, dito, “grandes do futebol argentino”. E no fechamento, o animado Boca Juniors vai à Sarandí encarar o Arsenal, este também ameaçado.

Acompanhe toda a rodada por aqui.

Sexta-feira (20)
19h10 Newell’s Old Boys x All Boys
21h10 Banfield x Godoy Cruz

Sábado (21)
14h Tigre x Lanús
16h10 Argentinos Juniors x Olimpo (Esporte Interativo)
18h20 Hurcán x Estudiantes
20h20 Independiente x Colón

Domingo (22)
14h Quilmes x Racing
16h Vélez Sarsfield x Gimnasia y Esgrima
18h10 River Plate x San Lorenzo (Esporte Interativo)
20h20 Arsenal x Boca Juniors (Esporte Interativo)

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River Plate | 09:00

Um River de desafios

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Se o River Plate possui um adversário direto neste Clausura, este é o Olimpo de Bahía Blanca. Sem esquecer das finanças e do desvio de foco, é claro. Assim como os bahíenses, a equipe Millionária vive um momento conflituoso, no qual tem de brigar contra os promédios e ainda almeja o título. Embora, este último esteja se distanciando com os recentes resultados da equipe.

Provocação xeneize, mas que reflete bem o atualm momento millionário.

Após o título do Clausura 2008, a equipe de Núñez entrou em derrocada. No torneio seguinte, no Apertura do mesmo ano, ficou em último lugar. E nos conseguintes oscilou pelo meio da tabela, até que no último Apertura, terminou em quarto lugar. A melhor colocação, até então. Neste hiato, de três temporadas, algumas peças foram vendidas para cobrir buracos nas finanças, que até hoje vão de mal a pior, além de trocar de mandatário – saiu José María Aguilar e entrou Daniel Passarella. Pouco (ou nada) mudou.

Os sucessivos erros de administração tiveram um impacto fundamental na situação atual da equipe. Mas não se pode desprezar o futebol horrendo do time nos últimos torneios, inclusive no atual, mesmo quando estava na liderança do certame. Três pilares sustentam a equipe – Juan Pablo Carrizo, Erik Lamela e Mariano Pavone.

Atualmente, em sétimo lugar, com os mesmos 22 pontos do Olimpo e cinco a menos que o líder, Vélez Sarsfield, e aproveitamento de 52,38% de aproveitamento. A equipe de Núñez ainda briga pelo título, no entanto, é a última equipe na tabela de promédio antes da zona de descenso, acima dos bahíenses. Faltam cinco partidas até o final do Clausura, e uma vitória Aurinegra na próxima rodada aliada a uma derrota Millionária, culminará na troca de posições das duas equipes. Daqui a duas fechas, ou seja, na 16ª rodada River Plate e Olimpo se enfrentarão, no Monumental de Núñez.

Além de cinco pontos que o afastar do líder, e com as partidas que lhe falta poderá conquistar mais 15. Mas com o futebol que lhe é peculiar os desafios ficam enormes, ainda mais, agravado pelo imbróglio que se envolveu com os árbitros e a AFA. Entretanto, Arsenal, Tigre e Independiente ainda estão na luta contra o descenso. E daqui até o término do torneio, todos os resultados de uma equipe influenciarão as outras, vide que há combinações de resultados que poderão levar um clube direto a Promoción. Desafios não faltam, futebol e foco sim. O Olimpo agradece.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Olimpo | 08:30

Céu, inferno ou purgatório?

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Quando a cerca de um ano o Olimpo conquistara o título da Primera B Nacional o objetivo da equipe se mostrava bem modesto e comum às equipes recém promovidas à Primera División: se manter na elite. Entretanto, diversos objetivos simultâneos e igualmente importantes surgiram pelo caminho dos bahíenses, como, por exemplo, disputar o título e lutar contra o rebaixamento.

Jogadores festejam gol da vitória ante Boca Juniors.

Pode-se dizer que, esta situação é consequência da fraca campanha no Apertura, no qual terminou em 17º, com 39% de aproveitamento. Aliada ao confuso sistema de rebaixamento da AFA. Contudo, a necessidade de uma boa campanha no Clausura para a manutenção fez-se necessária e urgente.

Graças ao confuso sistema de rebaixamento do futebol argentino, os bahíenses estão na zona de Promoción numa intensa disputa contra a tabela de promédio. Ainda com chances de se livrar do descenso ou cair diretamente. Antes do início do torneio especulava-se que chegando aos 30 pontos estaria livre do rebaixamento. 

Todavia, em paralelo, encontra-se na quarta posição do torneio e com chances de ser campeão. Atualmente, possui 22 pontos – cinco a menos que o líder, Vélez Sarsfield. Seu aproveitamento é de 52,38%. Caso consigam tal proeza, levará de bônus a vaga para Copa Libertadores da América 2012. Nesta fecha, em especial, a equipe perdeu a oportunidade de colar no líder e sair da zona de Promoción, deixando o River Plate em seu lugar. (Uma situação semelhante vive a equipe Millionária, veremos posteriormente)

No plantel, os atacantes Néstor Bareiro, com seis gols, e Ezequiel Maggiolo, com cinco são os principais responsáveis para manter as esperanças intactas. Além deles, o arqueiro Tombolini, os meias Martín Rolle – o artilheiro da equipe na segundona -, Federico Domínguez e Juan Cobo e os defensores Nicolás Bianchi e Julio Mosset são os pilares da equipe do técnico Omar De Felippe, que estão a cinco partidas sem perder.

Enfim, aos Aurinegros, restam 450 minutos – sem contar com a possível Promoción – para saber qual final o destino lhe reservara – manutenção, descenso ou título. Ou quiçá, dois deles. Afinal, o clichê futebolístico: “cada jogo será uma final”, nunca teve tanto significado como agora. Alguém duvida?

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segunda-feira, 16 de maio de 2011 Clausura | 19:00

Fecha 14: Resumo

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Não houve outra rodada com mais vitórias de mandantes, do que a 14ª fecha foram sete ao todo. Mas esta foi a rodada do Superclássico e por si só já diz mais do que qualquer outra definição no futebol argentino. Além do mais, esta foi a rodada com a terceira média de gols do Clausura: 2,8 por partida. As outras haviam sido: quarta, com 3,3, e 12ª, com 3,0.

La Bombonera durante o Superclássico.

Com pretensões distintas, Godoy Cruz e Quilmes abriram a rodada – vide que a partida anterior foi adiada. E o Tomba levou a melhor. Mostrou um futebol mais convincente e mereceu os 2 a 0, alcançados ainda na primeira etapa.  Agora, os mendocinos seguem na cola do líder, enquanto, os Cerveceros, que no segundo tempo até tentou, mas não conseguiu, permanecem na zona de descenso direto e a derrota interrompeu uma série de cinco jogos sem derrotas – três vitórias e dois empates.

O Gimnasia y Esgrima voltou a vencer, após sete rodadas. A vítima foi o Banfield. E, estranhamente, com um dos gols de Graf, que havia marcado na última rodada, depois de quatro anos. Com o resultado, os Lobos seguem na zona de descenso direto, embora, esteja empatado com o Huracán em pontos, já o Globo perdeu. Terminando assim, as duas equipes teriam de fazer uma partida extra.

Argentinos Juniors venceu o San Lorenzo, no Nuevo Gasómetro, e agora está na zona de classificação da Copa Sul-Americana. O Bicho abriu o placar aos seis minutos, com Hernández, e sofreu o empate aos 20, com Romagnoli, mas nos descontou os visitantes ampliaram. Na segunda etapa, os donos da casa foram para cima, mas esbarram numa equipe organizada.

Em Floresta, All Boys derrotou o Arsenal, adversário direto na briga contra o descenso, numa partida morna, onde brilhou, novamente, a estrela de Gigliotti. A vitória deixou o Albo longe da zona de descenso, enquanto isso, o Viaducto desce ainda mais na tabela de promédio e encontra-se em último antes da zona de descenso.

No jogo adiado – da sexta para o sábado – por causa das fortes chuvas e relâmpagos que abateram Santa Fé, Colón derrotou o Huracán por 3 a 0. Nos primeiros minutos o Globo até esboçou uma iniciativa, mas logo sucumbiu e os Sabaleros foram superiores e venceram com propriedade.

Antes do início, Racing e Newell’s Old Boys era a partida de uma equipe irregular contra outra regular ruim. Ao término pouco mudou, mas o placar, de 3 a 0, fez jus ao que foi a partida, mas não a campanha racinguista. A vitória deixou a Academia a cinco pontos do líder, enquanto, a Lepra segue na lanterna do Clausura.

O Estudiantes entrou em campo para acabar com a marca de sete jogos sem vencer no Clausura e saiu de campo com o oitavo. Após estar duas vezes na frente no placar, o Pincha não conseguiu conter o Tigre e cedeu o empate. O Matador ainda lut contra os promédios. Já os platenses, se juntar com os resultados da Copa Libertadores, somam-se 11 partidas sem vitória.

Na Bombonera, Boca Juniors e River Plate fizeram um Superclássico cheio de condimentos e, como não poderia ser diferente, a polêmica foi maior delas. Apesar da atuação contraditória do árbitro Patrício Loustau, as maiores figuras foram Carrizo, que falhou, e Palermo, que marcou em seu último dérbi. As provocações também se fizeram presentes. Com o resultado, os Xeneizes segue pelo meio da tabela, embora esteja a seis pontos do líder, enquanto, os Millionários ficaram a cinco do Vélez e é o último antes da zona de descenso. Situação perigosa.

Melhores momentos do Superclássico:

Na sequência, em Bahía Blanca, Olimpo perdeu uma ótima oportunidade de encostar no líder e sair da zona de Promoción, ao mesmo tempo, ao perder para o também ameaçado e adversário direto Independiente. A última vitória do Rojo havia sido na nona fecha, ou seja, estava a quatro partidas – uma derrota e três empates – sem vencer, enquanto, os Aurinegros não perdiam a cinco partidas – duas vitórias e três empates.

Enquanto que, no fechamento da rodada, o líder Vélez Sarsfield foi surpreendido e perdeu, de virada, do Lanús, após está por duas vezes à frente no placar. Por conta dos compromissos na Copa Libertadores, o Fortín entrou em campo com uma equipe mista e até abriu o marcador cedo, mas não conseguiu manter o mesmo ritmo. Então, o Granate soube aproveitar a baixa de rendimento do adversário e, agora, ficou a quatro pontos do líder.

Resultados da rodada:

(2º) Godoy Cruz 2 x 0 Quilmes (18º) 
(16º) Gimnasia y Esgrima LP 2 x 0 Banfield (15º) 
(11º) San Lorenzo 1 x 2 Argentinos Juniors (6º) 
(14º) All Boys 1 x 0 Arsenal (17º) 
(10º) Colón 3 x 0 Huracán (19º) 
(5º) Racing 3 x 0 Newell’s Old Boys (20º)
(13º) Estudiantes 2 x 2 Tigre (9º) 
(8º) Boca Juniors 2 x 0 River Plate (7º)
(4º) Olimpo 1 x 2 Independiente (12º)
(3º) Lanús 3 x 2 Vélez Sarsfield (1º)

Veja os gols da rodada:

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domingo, 15 de maio de 2011 Superclássico | 19:22

Três minutos e um mito

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Três minutos. Parece muito pouco, mas nestes 180 segundos ocorreram alguns pequenos detalhes que definiram o Superclássico. Foi neste hiato que o Boca Juniors converteu os dois gols da vitória, ante River Plate, e comemorou mais uma vitória no maior dérbi do futebol argentino.

Palermo e Carrizo estamparam diversas manchetes anteriores ao dérbi. E fizeram jus a elas, pois foram ambos que decidiram a partida. O primeiro com a presença no primeiro gol e a execução do segundo tento, enquanto, o arqueiro decidiu negativamente: marcou contra no primeiro – feito este que lhe rendeu um lugar na história: o primeiro goleiro que anotou um gol contra em Superclássicos, da AFA, desde 1931 – e foi displicente, assim como toda defesa, no segundo. Coisas do futebol.

E talvez alguns não entendam as lágrimas após o gol, mas isto é parte de uma identificação com um clube. Paixão. Convenhamos, tão raro por aqui.

Após um hiato de dez partida oficiais sem marcar, Palermo marcou quatro em quatro partidas consecutivas.

Mas durante os 25 primeiros minutos o River Plate tinha maior volume de jogo, profundidade, mas lhe faltava o último passe. Dentro deste tempo, alguns lances polêmicos se fizeram presentes. Coisas de clássico, diriam alguns.

E após uma jogada despretensiosa de Pablo Mouche, pela esquerda, os boquenses ganharam um escanteio, aos 27 minutos. E na cobrança, Juan Pablo Carrizo – indiscutível o melhor arqueiro no futebol argentino – falhou. Antecipou-se a Palermo e colocou para dentro de sua meta.

E aos 30 minutos noutro lance a princípio despretensioso, o mito Martín Palermo – que jogou seu último “clássico de La Boca” – recebeu um lançamento e, de cabeça, encobriu Carrizo. Para muitos falha do goleiro que estava adiantado, para mim, sagacidade do Titán, que aproveitou a não marcação por parte da defesa Millionária e ampliou.

Estes três minutos foram suficientes para mudar o panorama da partida. Em partes. O Boca Juniors seguiu sem mostrar um bom futebol, carente de iniciativa e criatividade, diria. Riquelme, só na relação dos titulares. Entretanto, do outro lado, os de Núñez sentiram os golpes. O sistema defensivo que tanto é exaltado jogou no chutão, o ofensivo parecia não se conhecer. Erik Lamela foi a figura da equipe, talvez a única.

E o segundo tempo, imitou o termino do primeiro, no qual as polêmicas acerca da atuação do arqueiro Millionários, do árbitro Patrício Loustau e da presença de Palermo foram as tônicas. E a pimenta que faltavam a um jogo deste porte chegou nos acréscimos, quando Clemente Rodríguez e Matías Almeyda foram expulsos e o meia da banda Roja provocou a torcida boquense.

Porém, o resultado se manteve. Os Millionários se distanciam do líder e se aproximam da zona de descenso – vide as diversas faixas e cartazes relacionando a equipe a B Nacional, enquanto, os xeneizes continuam passeando pelo meio de ambas tabelas. Tantos números, posições e aflições contidas nos três minutos. E na cabeça do mito: Palermo.

Veja os gols do Superclássico:

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sábado, 14 de maio de 2011 Clássicos, Curiosidade, Superclássico | 08:00

Números e curiosidades do Superclássico

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Ambos nasceram em La Boca. Primeiro, o Club Atlético River Plate, em 1901, quase quatro anos depois, surgiu o Club Atlético Boca Juniors. E apesar da proximidade o primeiro confronto demorou pouco mais de três anos após o surgimento do último. A justificativa é simples: as equipes disputavam ligas distintas e participavam de circuitos diferentes. Mas ao longo do tempo foram construindo suas histórias de conquistas e rivalidade.

Apesar da imprecisão numérica, o Superclássico foi disputado 331 vezes – entre torneios nacionais, internacionais, amistosos, Copas e a era do amadorismo -, com 123 vitórias do Boca Juniors, 102 empates e 106 vitórias do River Plate. Com 448 gols xeneizes e 403 dos millionários. No entanto, em 14 oportunidades o dérbi terminou sem gols. Saiba mais curiosidades e números abaixo:

Primeiro(s) confronto(s)

O primeiro confronto entre ambos foi no amistoso disputado no dia 2 de agosto de 1908, com vitória Xeneize por 2 a 1. Infelizmente, não há mais dados, além do placar. Na época os jornais não davam importância ao futebol. E outro amistoso foi disputado quatro anos posterior – terminou empatado em 1 a 1 -, antes da primeira partida oficial: em 24 de agosto de 1913. Este com vitória Millionária, por 2 a 1, no estádio do Racing Club. Os gols foram marcados por García e Ameal Pareyra para o River e Marcos Mayer descontou para o Boca.

Último(s) confronto(s)

Oficialmente, a última partida foi no Apertura 2010, exatamente no dia 16 de novembro, com vitória do River Plate, por 1 a 0, com gol do ex-boquense Jonathan Maidana. Entretanto, o último confronto entre as equipes foi no dia 02 de fevereiro de deste ano, pela Copa Revancha. Terminou empatado em 1 a 1, com gols de Martín Palermo para o Boca e Mariano Pavone para o River.

Maior goleada do Boca

Houve duas com o mesmo placar de 5 a 1. A primeira, em 19 de maio de 1959, em La Bombonera. Com gols de Osvaldo Nardiello, Juan José Rodríguez, José Yudica, Pedro Mansilla; D. Rodríguez marcou para os visitantes. Já a segunda goleada foi mais dolorosa, diga-se, por ter sido de virada e na casa do rival, Monumental de Núñez, no dia 07 de março de 1982. Os gols foram marcados por Oscar Ruggeri, Ricardo Gareca (2) e Carlos Córdoba (2); Jorge Tévez havia aberto o placar pelo River.

Maior goleada do River

Em 19 de outubro de 1941, no Monumental de Núñez, a equipe da casa goleou o rival, por 5 a 1. Os gols foram marcados por Ángel Labruna, José Manuel Moreno, Aristóbulo Deambrossi (2) e Adolfo Pedernera; Mario Boyé descontou.

Maiores artilheiros

O atacante argentino Ángel Labruna, do River Plate, marcou 22 gols – 16 oficiais e seis em amistosos.

O atacante brasileiro Paulo Valentim, do Boca Juniors, converteu 13 tentos – dez oficiais e três em jogos extra oficiais.

Jogadores que mais vezes atuaram no clássico

Reinaldo Merlo – 42 partidas pelo River Plate;
Hugo Gatti – 38, sendo 29 partidas pelo Boca Juniors e nove pelo River Plate;
Silvio Marzolini – 37 partidas pelo Boca Juniors;
Ángel Labruna – 35 partidas pelo River Plate;
Roberto Mouzo – 35 partidas Boca Juniors. 

Gol mais rápido

Foi em 15 de abril de 2007, na Bombonera. O meia Pablo Ledesma, do Boca Juniors, marcou aos 50 segundos, mas a partida, que era válida pelo Clausura, terminou empatada em 1 a 1.

Mais curiosidades

Alfredo Di Stefano é o único técnico que se consagrou campeão por ambas equipes. No Nacional de ’69, pelo Boca Juniors, e no Nacional ’61, pelo River Plate;

Diego Maradona marcou cinco gols em sete partidas e se despediu num Superclássico;

Noberto Alonso marcou seis gols em 25 partidas e também despediu-se no clássico;

Em 3 de fevereiro de 1974, Carlos García tornou-se o jogador que mais vezes marcou no dérbi “de La Boca” ao converter quatro gols numa partida. Neste dia o atleta estreava com a camisa xeneize. O jogo terminou 5 x 2;

Há uma lista imensa com mais de 90 jogadores que vestiram as duas camisas, só para citar alguns: Gabriel Batistuta, Claudio Caniggia, Julio César Cáceres, Lucho Figueroa, Fernando Gamboa, Ricardo Gareca, Hugo Gatti, Juan José López – atual técnico Millionário -, Julio Olarticoechea, Oscar Ruggeri, Alberto Tarantini, Jesus Méndez e Jonathan Maidana.

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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Clausura | 14:46

Clausura, 14ª fecha

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O Superclássico, entre Boca Juniors e River Plate, será jogado nesta rodada e, como não poderia ser diferente, todas as atenções estão voltadas para ele. Entretanto, com o Clausura chegando à reta final, alguns confrontos ganham muita importância como All Boys e Arsenal e Olimpo e Indep’te, ambos contra o rebaixamento.

Além de Godoy Cruz e Quilmes, em situações díspares, fazem um jogo importante para os próprios e para os demais, pois o Tomba briga pelo título e disputa a segunda posição contra os bahíenses e os de Núñez. Já os Cerveceros seguem na ingrata luta pela permanência. Enfim, abaixo segue a programação das partidas e por onde assisti-las. Caso prefiram, há também este link.

Sexta-feira (13)
19h10 Colón x Huracán
21h15 Godoy Cruz x Quilmes

Sábado (14)
14h Gimnasia y Esgrima LP x Banfield
16h10 San Lorenzo x Argentinos Juniors
18h20 All Boys x Arsenal
20h20 Racing x Newell’s Old Boys

Domingo (15)
14h Estudiantes x Tigre
16h Boca Juniors x River Plate (Esporte Interativo)
18h10 Olimpo x Independiente (Esporte Interativo)
20h20 Lanús x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)

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segunda-feira, 9 de maio de 2011 Clausura | 23:41

Fecha 13: Resumo

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Na 13ª rodada do Clausura, os maiores atrativos foram as disputas contra o descenso, contudo, o líder Vélez Sarsfield conseguiu ampliar a vantagem na liderança. Além disso, Boca Juniors manteve um mínima regularidade e o River Plate perdeu, com certeza isso será um tempero para o Superclássico da próxima semana. Estudiantes segue a derrocada. A média de gol desta fecha foi de 2,5 por partida.

Garra não faltou a GELP e Quilmes, mas foram os erros que deram o tom da partida.

A má fase do Newell’s Old Boys parece não ter fim, mas convenhamos o futebol apresentado pela equipe não ajuda. Nesta sexta-feira, na abertura da rodada, a Lepra perdeu em casa para o organizado Godoy Cruz, que, agora, encontra-se na vice liderança do torneio a quatro pontos do líder. O Tomba jogou de forma simples e objetiva, e construiu a vitória ainda na primeira etapa. Com o resultado, o NOB segue na lanterna.

A partida era entra as duas equipes que encontram-se na zona de descenso direto a B Nacional. Mas nem parecia. Quilmes e Gimnasia y Esgrima fizeram um bom jogo e apresentaram as deficiências de sempre, final, empate, com direito a gol estranho, virada e paralisação. Mas o resultado foi ruim para ambas equipes, que seguem na zona de descenso direto.

Na sequência, outra partida que envolvia equipes com interesses em comum: sair da zona de Promoción, apesar de que apenas o Olimpo conseguiria nesta rodada. Talvez por isso fez jus ao interesse, embora ambas equipes tentaram. Mas os bahíenses começaram melhor e abusaram de falhar na finalização, e quando teve um jogador expulso sofreu. Mas o Huracán não soube aproveitar e nos acréscimos levou o gol da derrota. Entretanto, por causa de outros resultados as duas equipes permaneceram na mesma posição. 

O Tigre, que também luta contra o rebaixamento, entrou em campo sabendo do resultado do Olimpo, então a equipe mostrou uma maior empolgação e objetividade contra o Colón. Diego Morales marcou um doblete e Denis Stracqualursi converteu um, o suficiente para manter o Matador fora da zona de descenso.

O irregular Racing conseguiu uma importante vitória ante Arsenal, em Sarandí. O Viaducto entrou em campo visando frear a Academia ao invés de ir para cima, vide que jogava em casa e pagou por esta postura. A partida seguia zero a zero até os 35 minutos do segundo tempo e em três minutos, os de Avellaneda marcou dois e sofreu um. Assim os donos da casa ficaram mais ameaçados na tabela de promédio, enquanto, a Acadé segue passeando pelo meio da tabela de classificação. 

Novamente, o Titán marcou e comemorou com Mouche.

“Um empate que não serve para nenhum e aborreceu a todos”, assim definiu o Canchallena. E tenho de concordar. Lanús e Estudiantes mostraram suas limitações em uma partida desagradável. De um lado, o Granate segue a sete partidas sem perder – quatro empates e três vitórias -, enquanto o Pincha permanece a seis sem vencer – três empates e três derrotas.

No Estádio Diego Armando Maradona – achei conveniente mencionar -, Boca Juniors começou arrasador, abriu o marcador com Martín Palermo, aos três minutos, e aos 20, com Juan Román Riquelme. Em seguida, o Argentinos Juniors endureceu, mas não foi o suficiente para fazer frente aos xeneizes, que apesar da vitória ainda apresenta algumas deficiências. Além da vitória, a partida foi importante para a definição da equipes e a renovação dos ânimos para o Superclássico, que será jogado na próxima semana.

Tanto River Plate quanto All Boys entraram em campo ameaçados pelo fantasma do promédio. Principalmente, após o Olimpo ter vencido o Huracán no dia anterior. Mas os Millionários pareciam não ter dado a devida importância, então o Albo tratou de fazer a parte que lhe cabia: vencer a equipe de Núñez e, assim, se manteve fora da zona de descenso. Quanto ao River, terá de se organizar para o Superclássico.

Vélez: mais líder do nunca.

No jogo entre “grandes” da rodada, Independiente, ameaçado pelo promédio, até se portou melhor em campo, sobretudo, pelos pés de Patito Rodríguez, mas ficaram no empate com o San Lorenzo. O resultado não foi bom para nenhuma das equipes.

Nesta segunda, no fechamento da rodada, Vélez Sarsfield conseguiu uma importante vitória sobre o Banfield, apesar de atuar sem suas principais figuras – Silva, Zapata, Burrito Martínez e Maxi Moralez -, além de Ortiz. Mas, todavia, o Fortín foi superior ao Taladro desde o início. O resultado proporcionou ao Vélez se isolar ainda mais na liderança do Clausura e já na próxima quinta encara o Libertad, pela Libertadores.

Resultados da rodada:

(20ª) Newell’s Old Boys 1 x 3 Godoy Cruz (2ª)
(17ª) Quilmes 2 x 2 Gimnasia y Esgrima (18ª)  
(19ª) Huracán 1 x 2 Olimpo (3ª)
(9ª) Tigre 3 x 0 Colón (13ª)  
(16ª) Arsenal 1 x 2 Racing (8ª)
(5ª) Lanús 0 x 0 Estudiantes (11ª)
(7ª) Argentinos Juniors 0 x 2 Boca Juniors (10ª)
(4ª) River Plate 0 x 2 All Boys (15ª)
(14ª) Independiente 1 x 1 San Lorenzo (6ª)
(1ª) Vélez Sarsfield 2 x 0 Banfield (12ª)

Veja os gols da rodada:

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sexta-feira, 6 de maio de 2011 Clausura | 17:18

Clausura, 13ª fecha

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A 13ª rodada do Clausura reserva alguns atrativos, sobretudo, na parte de baixo da tabela. Entretanto, nesta sexta-feira apenas uma partida movimentará a fecha.

As duas equipes que hoje seriam rebaixadas diretamente – Quilmes e Gimnasia y Esgrima – fazem, neste sábado um duelo interessante. Os Lobos platenses seguem em derrocada e estrearam novo técnico, já os Cerveceros em boa fase tem tudo para fazer outra vítima. Embora, os promédios neguem o valor do confronto. Na sequência, Huracán e Olimpo fazem o duelo da zona de Promoción, a vitória pode representar sobrevida.

No domingo, Estudiantes – que acabara de ser eliminado da Copa Libertadores -, Argentinos Juniors e Boca Juniors duelam no Estádio Diego Armando Maradona, com presença de Riquelme, ou melhor, com a repetição da mesma equipe do último confronto. Em seguida, River Plate e All Boys, sem Ortega por questões contratuais, se enfrentam no Monumental de Núñez. E o jogo entre os grandes – diferente de clássico -, fica por conta de Independiente e San Lorenzo.

E no fechamento da rodada, na segunda-feira, Vélez Sarsfield encara o Banfield. Após o Fortín se classificar na Libertadores, poderá ganhar gordura na liderança do Clausura. Enfim, atrativos não faltam a esta fecha da Primera División. Divirtam-se com suas mães, mas não se esqueçam de acompanhar a rodada. Caso prefiram, assistam por aqui.

Sexta-feira (06)
20h10 Newell’s Old Boys x Godoy Cruz

Sábado (07)
14h Quilmes x Gimnasia y Esgrima
16h10 Huracán x Olimpo
18h20 Tigre x Colón
20h20 Arsenal x Racing

Domingo (08)
14h Lanús x Estudiantes (Esporte Interativo)
16h Argentinos Juniors x Boca Juniors (Esporte Interativo)
18h10 River Plate x All Boys (Esporte Interativo)
20h20 Independiente x San Lorenzo

Segunda-feira (09)
20h10 Vélez Sarsfield x Banfield

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