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Posts com a Tag Clausura

domingo, 11 de março de 2012 Boca Juniors, Clausura, Independiente, Reflexão | 23:24

Gracias, Futbol!

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Antes de prolongar-me, confesso: sou torcedor do Boca Juniors. Mas hoje isso pouco importou. Os xeneizes perderam do Independiente por 5 a 4 em plena Bombonera, e eu comemorei. Passeei por diversas sensações e relembrei porque o Futebol é importante na minha vida.

Farías converteu um hat-trick, em La Bombonera, e se tornou o herói da vitória Roja

Sei a importância que o Esporte e, sobretudo, o Futebol têm na construção antropológica e sociológica do ser. Sei também que uma derrota pode transformar sonhos em pesadelos, alegrias em tristezas e por ai vai… São inúmeras as transformações.

Contudo, descobrir a muito tempo atrás que posso me entregar ao futebol e todos os sentimentos que ele pode acarretar, sem que para isso precise me tornar irracional, cego, agressivo… Pode parecer balela de torcedor, mas não é.

Voltando ao que de fato interessa, hoje tive o prazer de assistir a um jogo memorável. Vi o time pelo qual eu torço sofrendo dois gols em seis minutos, quando o primeiro saiu, não havia completado nem o primeiro minuto de jogo (38 segundos). Claro, que na minha cabeça passava um misto de temor e expectativa. Até Facundo Roncaglia descontar, aos 12 minutos do primeiro tempo, e devolver-me a crença.

E quando eu começava a imaginar que o Boca iria conseguir virar, eis que Ernesto Farías, aquele mesmo que o Cruzeiro comprou sem saber quem era e depois o descartou sem conhecê-lo, ampliou. 3 a 1, aos 32 do primeiro tempo. Atônito não sabia o que pensar. Os xeneizes mostravam sinais de reação e sempre que eu me empolgava a defesa me mostrava que eu deveria ter calma. E eu já quase descrente, Juan Román Riquelme descontou, aos 45 minutos. Acabou o primeiro tempo.

Com ânimo renovado, viriam os 50 minutos restantes, isso mesmo, não errei no cálculo. E para a alegria boquense, Roncaglia marcara um doblete empatando a partida. E mesmo sem jogar um futebol vistoso, o Boca conseguiu ficar pela primeira vez na frente do marcador, com Ledesma, aos 29 da segunda etapa. Aqui a alegria se fazia presente. Afinal, neste momento, os de La Boca pareciam ter selado a vitória. A equipe diminuiu o ritmo, que já não era intenso, sentiu-se no controle da partida e… Eis que para surpresa geral surge novamente Tecla Farías e de cobertura empata o certame, aos 44.

Putz, pensei. Os Rojos, que estavam em crise, fizeram 3 a 1 na casa do adversário, sofreram a virada e ainda tiveram fôlego de buscar o empate no último minuto de jogo. E em meio a um turbilhão de ideia, acreditei que “por hoje era só”. Foi aí que cometi o mesmo erro que muitos comentem. O jogo não havia terminado. Coube tempo ainda para Farías marcar o triplete, comemorar a vitória dos Diablos, aos 50, e de deixar numa sensação entre o atordoado e o feliz.

Aos que não entendem a felicidade que senti, apesar da derrota do Boquita, explico: o futebol me presenteou com diversas emoções que talvez só o próprio pudesse proporcional num curto espaço de tempo. Não gostei da derrota, mas, neste caso, o Futebol venceu e me fez lembrar porquê o amo.

Gracias, Futbol!

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terça-feira, 6 de março de 2012 Boca Juniors, Clausura, Copa Libertadores da América | 10:11

O peso de um clichê

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Boquita comemorando o hexa da Libertadores, em 2007

“A equipe deles é muito agressiva, nós não podemos aceitar isso. Sei que precisamos trabalhar e melhorar muito nossa defesa, por isso prefiro evitar que ela fique exposta”, afirmou Abel Braga, técnico do Fluminense, sobre o Boca Juniors. Sobre tal afirmativa só tenha duas observações a fazer.

Uma é: o Fluminense realmente precisa organizar sua zaga. Leandro Euzébio foi expulso na estreia num lance de total destempero e merecia bem mais do que apenas um cartão vermelho. Gum que seria o substituto está lesionado. Mas o problema defensivo do Flu é bem maior do que a ausência de ambos é organizacional e de personalidade, que já não cabe aqui discorrer.

A outra é observação é referente a equipe que ele tem assistido. Creio que não seja a mesma que eu tenho assistido nos últimos tempos. Na realidade, nem aquela equipe vencedora da era Bianchi era agressiva. Atacava pontualmente e com poucos jogadores, marcava por zona e pressionava o meio de campo adversário. Só. Voltando a esta. Ela segue a mesma mentalidade e formação (4-3-1-2), ataca com poucos homens, os atacantes saem para buscar jogo e os laterais apoiam bastante, mas agredir é algo que os xeneizes não conseguem, infelizmente.

Há outras coisas que poderiam ser ressaltadas, como uma base sólida, a “organização” na defesa, a bola parada de Juan Román Riquelme e as chegadas dos volantes. Todavia, o jogo não será de fato fácil para o Flu. Mas agressividade? Confesso que até gostaria de vê-los assim. É fato que o Boca está invicto a 36 partidas oficiais, mas se por um lado devemos respeitar e exaltar os méritos, por outro, devemos ser lúcidos e apontar que muitas dessas vitórias são deméritos das outras equipes, me desculpe os xeneizes.

Mas se tratando que a partida de quarta-feira (07) será em La Bombonera, a equipe carioca de fato deve se preocupar. Talvez não com q equipe que vai enfrentar, mas com o clube, com o “bicho papão dos brasileiros”. Afinal, se o clichê já pesa quanto mais a mística.

Resultados da fecha 4.

(14º) Newell’s Old Boys 0 x 2 Belgrano (6º)
(16º) Banfield 1 x 1 Godoy Cruz (11º)
(5º) All Boys 0 x 0 Vélez Sarsfield (3º)
(20º) Independiente 1 x 3 Argentinos Juniors (13º)
(9º) San Martín San Juan 0 x 1 Estudiantes (4º)
(15º)San Lorenzo 0 x 2 Boca Juniors (1º)
(18º) Unión 2 x 2 Colón (10º)
(17º) Arsenal 0 x 0 Racing (19º)
(2º)Tigre 1 x 0 Lanús (7º)
(8º) Olimpo 2 x 1 Atlético Rafaela (12º)

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 Clausura | 09:38

Fecha 3, goles!

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Assim como prometi no post anterior, segue abaixo os 25 gols da 3ª rodada do Clausura 2012.

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Clausura | 00:22

A derrocada, e a fecha 3

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Só para ilustrar

O garoto problema Teófilo Gutiérrez volta a atacar. Convenhamos que, em alguns momentos, a fama que ele construiu com muito afinco pesa mais do que as atitudes, contudo, ele tem se especializado em chamar mais atenção pelo extracampo do que pelo futebol. Após mais uma vez ser expulso, desta vez, na derrota de 2 a 1 para o Banfield, o diário Canchallena listou as últimas investidas polêmicas, por assim dizer, do colombiano.

Se já não bastasse falar demais e rachar o elenco, ele já… Brigou com companheiro de clube, agrediu um árbitro, fez gestos para torcida adversária, dentre outras coisas, estão no rol de atitudes insólitas do atacante nos últimos tempos. Patético.

Violência no San Lorenzo se tornou praxis. O clube está na bancarrota, a caminho da B Nacional, jogadores pedindo para serem negociados e, como se não bastasse, ainda vive a triste situação de ter de conviver regularmente com seu nome ligado as páginas policiais.

Quando os agredidos não são os profissionais, são os juvenis. Pior: quando os agressores não são os torcedores (?) são companheiros (?) de clube. Em duas semanas, dois casos de agressão na oitava do Ciclón. A crise aumenta e os nervos ficam a flor da pele. A derrocada segue a pleno pulmões.

De protagonista a coadjuvante. Carlitos Tévez retorna à Manchester, faz as pazes com Mancini, volta a treinar e até a jogar. Para ninguém ver, diga-se. Ele jogará na equipe reservar dos Citizens contra o Preston, num amistoso com portões fechados, em Carrington. Aos que acreditam que este é o final da novela e logo ele voltará a equipe principal, tenham calma. Este é Carlitos, lembram? Voltar à principal é questão de tempo, terminar a novela jamais… Aguardem os próximos capítulos.

O que essas três histórias têm em comum, apesar de não serem ligadas por um raciocínio lógico? Simples e complexo. A derrocada. Gutiérrez sonha em ser grande, mas se tornou refém das polêmicas; San Lorenzo é tido como um dos cinco grandes do país (alguém acredito nisso, mesmo?) e vive uma crise sem tamanho, aliás, seu lugarzinho na Segundona já está sendo organizado. E Tévez, por sua vez, mudou de imagem: de raçudo para chinelo. Ou seja, tristes fins, apesar de ainda ser o meio.

Resultados da fecha 3.

(13º) Belgrano 1 x 0 Unión (17º)
(8º) Atlético Rafaela 0 x 1 All Boys (4º)
(9º) Colón 3 x 1 Olimpo (14º)
(7º) Estudiantes 2 x 0 Independiente (20º)
(19º) Argentinos Junior 0 x 1 San Lorenzo (12º)
(18º) Racing 1 x 2 Banfield (15º)
(10º) Godoy Cruz 0 x 2 Tigre (2º)
(1º) Vélez Sarsfield 3 x 2 Arsenal (16º)
(3º) Boca Juniors 2 x 0 Newell’s Old Boys (11º)
(5º) Lanús 1 x 3 San Martín San Juan (6º)

Depois eu passo por aqui para postar os gols da rodada. Aguardem!

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012 Clausura | 22:37

Fecha 2, goles!

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Apesar do Carnaval, a segunda rodada do Clausura foi bastante movimentada. Sem muitos arrodeios, seguem abaixo os 24 gols. Aproveitem.

Olimpo 4 x 1 Belgrano

Banfield 0 x 4 Vélez Sarsfield

Newell’s Old Boys 1 x 0 Argentinos Juniors

Arsenal 2 x 2 Atlético Rafaela

All Boys 2 x 0 Colón

Independiente 0 x 1 Lanús

San Lorezon 1 x 1 Estudiantes

Unicón 0 x 0 Boca Juniors

Godoy Cruz 1 x 0 Racing

Tigre 3 x 1 San Martín San Juan

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 Clausura | 08:00

É Carnaval e 2ª rodada do Clausura também

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Carnaval: São Paulo? Rio de Janeiro? Não, Argentina.

Em meio ao Carnaval, o Clausura segue as atividades. A segunda fecha começa nesta sexta-feira e vai até a segunda-feira momesca. Então, se você não terá condições de acompanhar a rodada não esqueça de passar por aqui na terça-feira (ou na ingrata Quarta-feira de Cinzas) e conferir os gols da rodada. E bom Carnaval para todos, divirtam-se!

Sexta-feira (17)
19h Olimpo x Belgrano
21h15 Banfield x Vélez Sarsfield

Sábado (18)
17h Newell´s Old Boys x Argentinos Juniors
19h10 Arsenal x Atlético Rafaela
21h10 All Boys x Colón

Domingo (19)
17h Independiente x Lanús
17h San Lorenzo x Estudiantes
19h10 Unión x Boca Juniors
19h10 Godoy Cruz x Racing

Segunda-feira (20)
21h15 Tigre x San Martín de San Juan

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 Clausura | 08:00

Em meio a politicagem, Clausura começa as atividades

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Poucos torneios são tão políticos quanto o argentino. Dentre vários exemplos, me utilizarei do mais recente: o campeonato argentino, que começa nesta sexta-feira, mudou de nome. De “Torneio Néstor Kirchner – Copa Malvinas Argentinas”, em 2011, – após a morte do ex-presidente Néstor – para “Primeira Divisão Cruzeiro General Belgrano” – afinal, o assunto em evidência no País é o aniversário de 30 anos da Guerra das Malvinas, aliado ao desejo portenho de retomada do território.

Este é o navio General Belgrano, que deu nome ao torneio.

Mas como assunto é futebol, vamos ao que interessa. Após o título no Apertura, Boca Juniors ganhou moral e alguns reforços pontuais, tornando-se o time a ser batido. Possui um elenco entrosado, mas ainda necessita de um goleador, visto que Santiago Silva não poderá atuar pela nacional.

Vélez Sarsfield, por sua vez, mantém o status de força emergente do futebol local, sendo visto por alguns, inclusive por este que vos escreve, como uma das grandes equipes da Argentina. Com o entrosamento e variação ofensiva, que lhe são peculiar, tem tudo para brigar pelo título.

Com já é de praxe, Estudiantes repatriou diversos atletas, sobretudo os que fizeram parte de tempos áureos: Enzo Pérez, Rodrigo Braña e Mariano Andujar. E pode-se dizer: candidatou-se ou título, mas vale lembrar que o técnico é outro. Juan Sebastián Verón ainda comanda.

Apesar do bom elenco, Racing apresentou um futebol horrendo no Apertura, ainda assim, faturou a segunda colocação do torneio. É uma incógnita. Manteve o homem problema no plantel – Teo Gutiérrez – e trouxe Alfio Basile para comandar. Agora vai rezar para que um de jeito e o outro não faça o de sempre: apronte. Acho difícil.

O Independiente apostou suas pouquissímas fichas – vide a crise financeira – no atacante Ernesto Farías para solucionar seus problemas de gols. Logo, percebe-se que no lado vermelho de Avellaneda as coisas não estão boas e ficar pelo meio da tabela já seria de bom tamanho. Neste bloco devem fazer companhia Belgrano, Argentinos Juniors, Banfield e Colón.

Talvez o Lanús tenha o elenco mais qualificado da Argentina, porém, no Apertura, não conseguiu traduzir isso em números. Agora, terá uma nova chance e eu acredito que tem totais condições de brigar pelo título, principalmente se as lesões deixarem.

San Lorenzo é o grande candidato a rebaixamento. Aposto que cairá direto, se os árbitros deixarem, é claro. Olimpo seguirá seu rumo a B Nacional. Tigre é outro sério candidato, além de All Boys, Unión, Arsenal e Newell’s Old Boys. Destes sete, dois caem direto e dois vão a repescagem. (Façam suas apostas)

O Godoy Cruz que por alguns torneios foi a surpresa fincou suas raízes entre o meio da tabela e o bloco de cima, sempre com campanhas elogiáveis e equipes modestas. Não creio que será diferente. Acredito que conseguirá alguma vaga para competições internacionais. Outra equipe que merece menção é o Atlético Rafaela, que, na minha concepção, foi a surpresa do Apertura, até mais do que o título xeneize. Começou forte e não conseguiu manter-se, acho difícil repetir a campanha, mas acredito que não fará feio.

Ou seja, a politicagem e a emoção, finalmente, estará de volta. Não se preocupem, Cristina Kirchner já foi à ONU reclamar seus direitos sobre a Ilha Malvinas, caso ela consiga algo (o que eu não acredito), em 2013, o mesmo torneio terá novo nome. Enquanto isso, a rodada segue abaixo. Enfim, acompanhe, torça e depois volte aqui para criticar e dividir sua opinião.

Sexta-feira (10)
21h15 Lanús x San Lorenzo
21h15 Boca Juniors x Olimpo

Sábado (11)
19h10 Estudiantes x Newell’s Old Boys
19h10 Belgrano X All Boys
21h15 San Martín de San Juan x Independiente

Domingo (12)
17h Atlético Rafaela x Banfield
19h10 Vélez Sarsfield x Godoy Cruz
19h10 Racing x Tigre
22h10 Argentinos Juniors x Unión

Segunda-feira (13)
22h10 Colón x Arsenal

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terça-feira, 28 de junho de 2011 Balanço, Clausura | 08:00

Balanço: 4 revelações e 1 decepção

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Uma das boas coisas deste Clausura foi observar o surgimento, ou afirmação, de alguns bons jogadores. Então, dando sequência ao breve balanço, o Toco y Me Voy selecionou cinco atletas: quatro revelações e uma decepção do torneio.

Aos 19 anos, Erik Lamela já tornou-se uma realidade.

Erik Lamela, meio campo do River Plate
No olho do furacão, o meia Erik Lamela é um dos poucos que se salvam na atual fase do River Plate, ao menos em qualidade. Aos 19 anos, com 1,80 cm e 70 kg, tornou-se um dos pilares Millionários, com sua agilidade, visão de jogo, qualidade de passe e arremates de média e longa distância, em outras palavras, é o alento criativo da equipe. O enganche disputou 18 partidas, marcou três gols e recebeu cinco amarelos (não levando em conta a Promoción), enfim, talvez a falta de experiência ainda pese muito. A sua permanência em Núñez pode está com os dias contados: Milan e Roma já demonstraram interesse.

Ricky Álvarez, meio campo do Vélez Sarsfield
Ainda adolescente passou pelo Club Parque – reconhecida escola de futebol infantil -, e, na sequência, pelas canteras do Boca Juniors, mas foi dispensado, ironicamente, por ser baixo e magro. Hoje, aos 23 anos, com 1,88 cm e 84kg, o canhoto Ricky tornou-se o 12º jogador do Fortín e cobiçado por diversos grande clubes europeus. Atua tanto como segundo atacante como enganche. Marcou três gols em 11 partidas incompletas, mas são nas assistências e qualidade dos arremates de média e longa distância que ele se diferencia dos demais, outro que tem os dias contados na Argentina.

Lisandro López, defensor do Arsenal
Homônimo do artilheiro do Lyon, da França, Lisandro López, 21 anos, possui uma função bem diferente: é zagueiro, mas também atua como lateral esquerdo e faz muito bem o papel de goleador quando preciso. Em 19 partidas pelo Arsenal, marcou seis gols e recebeu apenas dois cartões amarelos. Entretanto, López surgiu no Chacaritas Juniors, em 2009, e, desde então, mostra muita maturidade, apesar da pouca idade. Com 1,87 cm e 79 kg, possui algumas características como bom cabeceio, passe, marcação e apóia muito bem ao ataque.

Facundo Ferreyra, do Banfield, com a camisa da Albiceleste.

Facundo Ferreyra, atacante do Banfield
Das revelações, o jovem atacante Facundo Ferreyra é, certamente, o menos midiático, porém sua qualidade e oportunismo o credenciam a qualquer hall de bons jogadores jovens, inclusive para Argentina Sub 20, na qual é frequentemente requisitado. Chucky, como também é conhecido, possui 20 anos, 1,83 cm e 79 kg, sabe jogar como pivô, tem raciocínio rápido, faro de gol e finaliza muito bem com ambas as pernas. Neste Clausura, converteu seis gols em 16 partidas – entre titular e suplente. Além disso, suas apresentações pela Seleção expandiram seu mercado, sobretudo, na Espanha, onde Villarreal e Sevilla já demonstraram interesse.

Entretanto, dentre vários jogadores que decepcionaram neste Clausura, o blog selecionou o atleta que em sua negociação promoveu o maior alarde e não correspondeu as expectativas.

Walter Erviti, meio campo do Boca Juniors
De principal figura do Banfield a um jogador qualquer no Boca Juniors, com direito a novela patética na negociação. O meia Walter Erviti, 31 anos, chegou ao clube da Ribera com aval do técnico Julio Cesar Falcione, com o qual trabalhou na antiga equipe. Entretanto, o homem de confiança do treinador não fez jus nem ao investimento e nem a novela que promoveu. No Boca, marcou um gol, tornou-se o 12º jogador e em momento algum conseguiu reeditar o bom futebol apresentado no Taladro.

Faltou alguém na lista?

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 23:52

Pobres Millionários

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Que o River Plate está entregue ao descaso é notório. Presidente que não acompanha aos jogos, técnico que não tem respaldo e jogadores que não entram em campo, enfim, nem precisava de mais para dizer que está equipe está fadada ao fracasso. Não precisava, mas ocorreu. Após segundo gol do Belgrano, torcedores millionários invadiram o campo para protestar conta a equipe.

Torcedores invadiram o estádio, um deles empurrou Adalberto Román.

Em momento algum, o Belgrano apresentou um futebol maravilhoso, mas soube explorar a velocidade e jogar nos erros do adversário, e não foram poucos. A partida seguia equilibrada até, aos 25 do primeiro tempo, Mansanelli abrir o placar, de pênalti, após Román colocar a mão na bola, infantilmente. Depois disso, cada jogador do River foi jogar uma partida diferente.

Na volta para segunda etapa, logo aos quatro minutos, Pereyra ampliou, após cobrança de escanteio. E na sequência, o hiato que faltava ao River, mas não ao futebol. Torcedores invadiram o gramado para protestar e depois tentaram quebrar o alambrado. Atônitos, os atletas apenas olhavam. E, ironicamente, voltaram melhor após a pausa de 20 minutos. Tensos, diria. Seria este o deprimente empurram que lhes faltavam?

Voltaram melhores, mão não o suficiente para descontar. Na partida de volta, domingo, no Monumental, os Millionários necessitam devolver os 2 a 0, no mínimo, pois joga por dois resultados iguais. Entretanto, não contará com Román, Almeyda e Ferrari, ambos suspensos pelo quinto amarelo. No entanto, cada jogo que se passa a B Nacional se avizinha. Pobres Millionários.

Veja os gols da partida:

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segunda-feira, 20 de junho de 2011 Balanço, Clausura | 23:16

Balanço: Números do Clausura

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Com este post inicio um breve balanço do Clausura, vide que a Copa América se avizinha. Abaixo, seguem alguns números – como gols, resultados, cartões, pênaltis, entre outros – do certame.

Gols

Média de gols do torneio foi de 2,48 por partidas (472 gols)

Bola rolando: 332
De cabeça: 89
Falta: 13
Pênalti: 27
Contra 11

Javier Cámpora (Huracán) 11 gols
Teófilo Gutiérrez (Racing) 11 gols
Denis Stracqualursi (Tigre) 10
Esteban Fuertes (Colón) 9
Mauro Obolo (Arsenal) 9

Fecha 4, com média de 3,3 gols por jogo
Fecha 12, média de 3,0.
Fecha 14, média 2,8.
Fecha 1, 8, 10 e 11, média de 2,6.

Resultados

Resultados que mais se repetiram…

1 x 0: 35 vezes.
2 x 0 e 2 x 1: 30 vezes, cada.
1 x 1: 24 vezes.
0 x 0: 17.

Vitórias das equipes da casa: 67
Vitórias dos visitantes: 65
Empates: 58

Equipes que mais venceram…

Vélez Sarsfield: 12 vitórias
Lanús: 10
Godoy Cruz: 10
Olimpo: 8
Argentinos Juniors: 7
Independiente: 7
Boca Juniors: 7
Banfield: 7
All Boys: 7
Racing: 7  

Equipes que mais perderam…
 
Huracán: 11 derrotas
Newell’s Old Boys: 11
Colón: 10
Racing: 10
Quilmes: 9
 
Equipes que mais empataram…

Argentinos Juniors: 9 empates
Gimnasia y Esgrima: 9
Independiente: 8
River Plate: 8
San Lorenzo: 8

Cartões

Média de cartões amarelos foi de 4,69 por partida (892 cartões amarelos)
Média de cartões vermelhos foi de 0,33 por partida (63 cartões vermelhos)

Carlos Soto (All Boys) 7 amarelos e 1 vermelho
Rodrigo Braña (Estudiantes) 7 amarelos e 1 vermelho
Pablo Garnier (Quilmes) 7 amarelos e 1 vermelho
Hugo Barrientos (All Boys) 7 amarelos e 1 vermelho
Leandro Somoza (Boca Juniors) 8 amarelos
Marcos Brítez Ojeda (Huracán) 8 amarelos
Fabián Rinaudo (Gimnasia y Esgrima de La Plata) 8 amarelos
Matías Cahais (Racing) 8 amarelos
Sebastián Prediger (Colón) 8 amarelos
Carlos Matheu (Independiente) 6 amarelos e 1 vermelho

All Boys: 7 expulsões
Argentinos Juniors: 5
Newell’s Old Boys: 5
Banfield: 4
Colón: 4
Huracán: 4
Quilmes: 4
Racing: 4

Árbitros

Árbitros que mais partidas apitaram:

Pablo Lunati 18
Sergio Pezzotta 18
Patricio Loustau 17
Gabriel Favale 16
Néstor Pittana 15

Árbitros que mais marcaram pênaltis:

Héctor Baldassi 5
Patrício Loustau 5
Diego Abal 3
Germán Delfino 3
Juan Pablo Pompei 3

Árbitros que mais expulsou:

Patrício Loustau 9
Saúl Laverni 6
Juan Pablo Pompei 6
Diego Abal 5
Germán Delfino 5
Pablo Lunati 5

Posições

Posições como local:

1o Vélez Sarsfield 80% de aproveitamento
2o Lanús 70% de aproveitamento
3º Independiente 53,33%
4º Arsenal 59,26%
5º Godoy Cruz 59,26%

Posições como visitante:

1º Olimpo 70,37%
2º Argentinos Juniors 66,67%
3º Godoy Cruz 60%
4º Vélez Sarsfield 55,56%
5º Estudiantes 55,56%

Levando em conta apenas o 1º tempo:

1º Arsenal 61,40%
2º Vélez Sarsfield 59,65%
3º Independiente 52,63%
4º Racing 50,88%
5º Banfield 49,12%

Levando em conta apenas o 2º tempo:

1º Vélez Sarsfield 63,16%
2º San Lorenzo 61,40%
3o Argentinos Juniors 56,14%
4o Olimpo 52,63%
5º Boca Juniors 52,63%

Pênaltis

Ao todo foram 31.

A favor

Huracán 4 (3 convertidos e 1 desperdiçado)
Vélez Sarsfield 4 (todos convertidos)
Estudiantes 3 (2 convertidos e 1 desperdiçados)
Olimpo 3 (todos convertidos)
Tigre 2 (todos convertidos)
All Boys (todos convertidos)
Gimnasia y Esgrima 2 (todos convertidos)
Godoy Cruz 2 (todos convertidos)
River Plate 2 (todos convertidos)

Contra

Huracán 4 (sofreu todos)
Vélez Sarsfield 3 (sofreu todos)
Newell’s Old Boys 3 (1 sofrido e 2 defendidos)
Independiente 3 (sofreu todos)
Gimnasia y Esgrima 3 (sofreu todos)

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