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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 Boca Juniors, Copa Libertadores da América | 08:00

De volta à Libertadores, Boca Juniors quer reeditar saga

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Remanescente da era Bianchi, Riquelme quer voltar a ser o "Deus de Copas"

Três anos depois, Boca Juniors retorna ao torneio que o consagrou para o mundo. A Copa Libertadores da América está para o Boca Juniors, assim como você, leitor, está para sua casa (eu sei, forcei a barra). Mas é assim que os xeneizes se sentem disputando uma Libertadores. Embora não adiante apenas se sentir confortável e confiante, precisa melhorar bastante o ataque, por exemplo. Visando isso, a diretoria apostou no uruguaio Tanque (ou poste) Silva, que veio para disputar apenas o torneio continental, neste primeiro semestre. Outro setor que estava carente de reposição era o meio de campo, para tal chegou Pablo Ledesma.

Não pode-se dizer que a equipe é um primor, tampouco concordo que esta equipe compare-se àquela da era Bianchi, mas ainda assim possui a mística e, sobretudo, jogadores com qualidade. Talvez o único ponto que se assemelhem é a forma de atuar: 4-3-1-2, com tridente defensivo – Rivero, Somoza e Erviti – e Román Riquelme de enganche. Um atacante de referência – Santiago Silva – e um solto – desta vez, Cvitanich -, ao menos, neste torneio. Ademais, atacam com poucos jogadores.

E apesar das deficiências ainda presentes, Falcione conseguiu ajustar o time a partir da defesa, que foi a menos vazada do Apertura, e que já transmite a segurança de outrora, além de fazer gols. Ironicamente, Schiavi é uma das peças importantes deste ajuste.

O epílogo poderia ser a subscrição do dito popular “o bom filha à casa torna”. Mas se tratando de Libertadores, Boquita e brasileiros, os xeneizes têm os traços de Maquiavel. Como já diria o Príncipe, “é melhor ser temido do que ser amado”. Boca que o diga.

Grupo: Pelo futebol que vem jogando e mais: pelo que os adversários não têm jogado, Boca Juniors tem condições de passar de fase com sobra. Zamora é apenas um coadjuvante. Arsenal ainda vai incomodar e talvez até brigar por uma vaga, porém as minhas apostas vão no Fluminense e no Boquita.

Time base: Agustín Orión; Facundo Roncaglia, Rolando Schiavi, Juan Manuel Insaurralde e Clemente Rodríguez; Diego Rivero, Leandro Somoza e Walter Erviti; Juan Román Riquelme; Darío Cvitanich e Santiago Silva. Técnico: Julio César Falcione.

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domingo, 3 de abril de 2011 Boca Juniors | 09:51

iFeliz Cumpleaños, Boquita!

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“Ser torcedor do Boca (Juniors) é algo do que você está absolutamente seguro que não vais mudar em tua vida. É tão forte como teu nome e sobrenome, porque sabes que vais te chamar  assim até que morras”, descreveu Martín Caparrós, no livro Boquita. Leitura obrigatória para qualquer fã de futebol argentino e da equipe xeneize.

Não por acaso este trecho da obra de Caparrós veio parar aqui, pois hoje a equipe de La Boca comemora 106 anos de vida. E em homenagem disponibilizo dois vídeos: um documentário sobre o bairro em questão e a relação com o clube e o outro da hinchada na mística Bombonera.

Estación La Boca: As cores da diferença

Estación La Boca – As cores da diferença from Antonio Romero on Vimeo.

Hinchada

Gracias.

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