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Posts com a Tag Boca Juniors

sábado, 3 de dezembro de 2011 Boca Juniors, Imagem | 01:16

O blooper de Román

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Sem atuar desde 16 de outubro, no empate de zero a zero, ante Belgrano, Juan Roman Riquelme deverá estar presente na partida diante do Banfield, em La Bombonera, neste domingo. Ao menos, ele treinou e foi relacionado para o embate, que poderá dar o título ao Boca Juniors, após três anos, desde que a equipe consiga um ponto. Todavia, o intuito deste post é menos informativo do que o lead apresenta. Hoje é sábado e nada como (mais) um vídeozinho para relaxar.

No treinamento de ontem, em Casa Amarilla, o último antes da partida decisiva, Román representou uma cena, diga-se de passagem, constrangedora, ou melhor: um blooper. Assista abaixo:

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Boca Juniors, Lionel Messi, Maradona, No Exterior, River Plate, Superclássico | 12:00

O poeta e o filósofo

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Messi e Neymar são mais do que grande jogadores de futebol, são os pupilos dos dois maiores jogadores do mundo, Maradona e Pelé, respectivamente. E como ambos não perdem oportunidade de trocarem elogios, a história se repetiu… Após Edson adjetivar Neymar como melhor jogador do mundo, em detrimento de Lio Messi, foi a vez de Dieguito adentrar-se na conversa.

Como lhe é peculiar, Dios ironizou o Rei: “Tomou o comprimido errado. Ao invés, de tomar o remédio para dormir, tomou o remédio da manhã. Se confundiu e não sabe do que está falando… Sugiro-o que a próxima vez tome o remédio correto antes de começar a falar e que mude de médico”.

Após pendurarem as chuteiras polêmica é o que move ambos. Talvez tenha sido a maneira que encontraram de manter-se em evidência, apesar de ambos alegarem nas entrelinhas que não precisam. Até acreditava nisso, mas eles me fizeram pagar a língua. Logo, aguardo a réplica.

Enfim, Neymar, de fato, é um ótimo jogador. Craque. Mas daí a colocá-lo na frente de Lionel Messi, e Cristiano Ronaldo, é um exagero, ainda. Digno de quem quer vender a imagem. Talvez, em breve, a hora chegue, mas ainda não. É por essas e por outras que subscrevo Romário: “Pelé calado é um poeta”. E mudo, Maradona está tornando-se um filósofo.

Aguardem os próximos capítulos…

Mãos ao alto!

Um em vias de erguer a taça, após três anos de jejum, o outro, disputando a B Nacional. Mas ainda assim, Boca Juniors e River Plate é um Superclássico.

No entanto, não justifica-se os valores cobrados para o primeiro amistoso entre eles, em 5 de janeiro de 2012, no estádio Centenário, em Resistencia, na província de Chaco. Partida esta que foi muito questionada antes de ser confirmada. As entradas populares (geral) estão por 120 pesos, enquanto, a platea (arquibancada) estão entre 650 e 700 pesos.

O estádio Centenário, do Club Atlético Sarmiento, tem capacidade para 23 mil espectadores. E vale mencionar que a província de Chaco é uma das mais pobres da Argentina.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Boca Juniors, Imagem | 12:59

Eleições xeneizes: Ameal x Angeceli

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O dia 4 de dezembro de 2011 entrará para a história do Boca Juniors, pois nesta data, além de poder soltar o grito de campeão após três anos, o clube terá eleições. Disputam a presidência do clube xeneize o atual presidente, Jorge Amor Ameal, e o tesoureiro do clube, Daniel Angeceli. Abaixo segue um vídeo (em espanhol) de uma entrevista feita com ambos, pelos jornalistas Christian Leblebidjian e Diego Morini, do Canchallena, na qual os dois candidatos falam sobre as campanhas de sócios, categorias de base, permanência do técnico Julio César Falcione, barras bravas, Juan Román Riquelme e muitas outras propostas.

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Apertura, Boca Juniors, Imagem | 12:00

Olé: El más grande

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A capa do diário Olé de hoje, homenageando o zagueiro Rolando Schiavi e o Boca Juniors

O grito de campeão está imimente. Após sucessivas campanhas desastrosas, o Boca Juniors está a “un passito”, segundo Falcione, de sagrar-se campeão. Afinal, depois da derrota do Racing, aliado a vitória diante do Godoy Cruz, os xeneizes necessitam apenas de um ponto em três partidas para comemorar o título. Consequentemente, o retorno a Copa Libertadores da América, em 2012.

Com gols de Cvitanich e Schiavi (o da foto acima), os boquenses venceram por 2 a 1, em Mendoza. Aliás, aos 39 anos, o zagueiro e capitão, que tornou-se o jogador mais velho a marcar um gol pelo clube, já avisou que permanecerá no clube para a próxima temporada. Apesar da técnica excêntrica ele foi um das chaves do ajuste defensivo da equipe. Enfim, “más grande” não sei, mas “mítico” com certeza.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Apertura, B Nacional, Boca Juniors, Racing, River Plate, San Lorenzo | 08:00

E se fez a revanche!

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Não encontrei uma foto legal de Saja, então, coloquei uma com o que ele provocou.

Apesar de jogar boa parte da partida com dois jogadores a mais, na Bombonera, o Boca Juniors esbarrou em Sebastian Saja e não passou de um empate diante de um Racing, diga-se, perdido em campo. Todavia, o zero a zero pôde ser comemorado por ambos, apesar de que não encontrei ainda motivo algum para o Boca comemorar, vide as circunstância.

Os xeneizes tiveram mais volume de jogo e criaram as chances mais claras da partida. A defesa, manteve-se sólida. A academia, por sua vez, tinha Sebastian Saja. Além disso, apostaram apenas nos contra-ataques, no entanto, a expulsão de Pelletiere, no início do segundo tempo, e de Teo Gutiérrez, no meio, deixou a frágil equipe sem condições de apostar mais alto. Hauche jogou isolado, enquanto, Gio Moreno não conseguiu reeditar seu bom futebol. No fim, parecia que os donos da casa estavam satisfeito com o empate.

Juan Román Riquelme – A ausência de Riquelme, que assistiu ao jogo de camarote, pesou nos lances de bolas paradas. No entanto, a equipe boquense, mesmo sem ele, conseguiu criar inúmeras chances de gols, muitas delas defendidas por Saja, que teve uma apresentação sensacional.

Teófilo Gutiérrez – O fato a ser analisado na partida é a presença do colombiano Teo Gutiérrez. Ou melhor, a não presença. Teo, diga-se, é um bom jogador. Talvez por isso se ache no direito de falar demais e fazer o que lhe der vontade, mas em meio a uma semana atribulada, muito por sua causa, esperava-se mais dele na partida. E tudo que conseguiu fazer foi peitar o árbitro Nestor Pittana, que lhe expulsou. Foi neste momento que percebeu-se a presença dele em campo.

Sebastian Saja – As últimas vezes que o goleiro se deparou com o Boca Juniors, passou por momentos que ele deve querer esquecer até hoje. Isso foi em 2007, na final da Copa Libertadores, o goleiro atuava pelo Grêmio e sofreu cinco gols xeneizes, na soma das suas partidas. Na época, o Boca foi campeão, no estádio Olímpico. Desta vez, atuando pela academia o goleiro parou os xeneizes. Seria a revanche?

Situação – Agora, o Boca, com 33 pontos, segue líder e com os mesmo oito pontos de vantagem sobre o Racing, segundo colocado, com 25. E necessita apenas de cinco pontos em quatro rodadas para sagrar-se campeão do Apertura. Ou seja, o empate deste domingo tardou a comemoração do título.

Passeio millionário na Patagonia

Quando chegou à Puerto Madryn, o River Plate revolucionou a cidade. Atraiu centenas de torcedores e curiosos. E pôde, finalmente, conhecer a B Nacional, em diversos aspectos. Ademais, não tardou em mostrar que sua passagem pela Patagônia não era a passeio, apesar de o jogo ter mostrado que foi. Superior técnica e taticamente, os millionários, no embalo da festa instalada no estádio e arredores, goleou o Guillermo Brown, por 4 a 1. E com direito a doblete de Cavenaghi.

Apesar das duas derrotas já obtidas e do atual segundo lugar na competição, o River não aparenta que permanecerá por muito tempo na Segunda División. É cedo para afirmar isso, fato, mas observando a equipe de Núñez jogar e seus adversários, pouco ou quase nada faz lembrar aquela da última temporada. O que já é um grande feito. Contudo, está longe de ser aquela vitoriosa de outrora.

Ao chegar em Puerto Madryn, River, finalmente, se deparou com a B Nacional. Ao sair… Permaneceu nela.

Ciclón ou cuervos?

Entra temporada, sai temporada e o San Lorenzo segue o mesmo. Isso não é um elogio, ok? Algumas vezes pela pré-temporada outras pelo plantel, o time sempre passa a impressão inicial que “agora vai”. No entanto, logo a impressão inicial deixa de existir e o que sobra é só decepção.

Nesta rodada, ao perder para o Unión, por 1 a 0, e seguir na zona de Promoción, Omar Asad deixou de ser o técnico do ciclón. (Preferi esta alcunha a cuervos, pois, dizem que, os corvos têm o poder de ressurgir. E quando se trata de San Lorenzo, eu não acredito. Já o ciclone, como o próprio nome diz, é cíclico assim como os problemas da equipe, logo, é mais adequado). Em 15 partidas no comando do Turco, o San Lorenzo venceu quatro partidas, empatou três e perdeu oito. Marcou 12 gols e sofreu 17, ou seja, saldo negativo de cinco tentos.

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domingo, 20 de novembro de 2011 Apertura, Boca Juniors | 00:01

Quando a ausência de Riquelme deixou de ser um problema

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Roman coleciona lesões, só nesta temporada foram: tendinite, lesão muscular e fascite.

A dependência do Boca Junior em relação a Juan Román Riquelme parece que foi sanada, ao menos, a equipe aprendeu a vencer e convencer sem a presença do camisa 10. Méritos do grupo e, sobretudo, de Julio Cesar Falcioni, que não supervaloriza o ídolo xeneize em detrimento de outras peças do plantel. Com isso, o Boca faz uma campanha, diga-se de passagem, memorável. Líder e invicto, com oito pontos a frente do segundo colocado, com nove vitórias e cinco empates. E mais: com a segurança de um campeão.

A equipe segue no já manjado 4-3-1-2. E a peça que supre a ausência de Román já estava na equipe, Pablo Chávez. De fato, ele não é nenhum Riquelme, mas sabe muito bem ser o Chávez e isso já é o suficiente para o futebol da equipe fluir. No ataque, já passaram: Mouche, Viatri, Cvitanich, Araujo e Blandi, e o rendimento da equipe continua bom.

Quanto a defesa, nem Freud explica. Não que seja a dos sonhos, mas é a menos vazada do Apertura. Outro fato raro nestes últimos anos. Orion, apesar de contestado inicialmente, apresenta segurança na meta, assim como o grosso zagueiro Schiavi. E até a deficiência ofensiva de Clemente Rodriguez está sendo mascarada pelas boas empreitadas ofensivas.

Outrora, Basile e Borghi armavam um time para Román jogar, mesmo quando o mesmo não estava em suas melhores condições. Falcioni, por sua vez, não mais repetiu os erros, apostou no conjunto e está recebendo o bônus pela atitude. A seu favor pesa o clima interno sem o já conhecido racha entre riquelmistas e palermistas, e a inscontância de meia.

Román não estará em campo contra o Racing e, provavelmente, não atuará mais pela equipe xeneize neste Apertura, por causa da fascite plantar. O que antes seria um grande problema, hoje já não aflige o time, pois em quatro jogos sem o astro, foram três vitórias e um empate, jogando bem.

Contudo, pode-se dizer que, hoje o Boca Juniors não tem um ídolo em campo, no entanto, hoje o Boca Juniors tem um time.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011 Apertura | 14:25

Apertura, fecha 4: Resultado

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A quarta rodada começou com cinco líderes – Boca Juniors, Racing, Lanús, Colón e Vélez Sarsfield -, todos jogaram em casa diante de sua torcida, no entanto, nenhum deles conseguiu vencer e fazer justiça a posição que ocupava. Então, a fecha finalizou com um novo líder, o recém ascendido Atlético Rafaela. A rodada teve média de 1,9 gols por partida.

A Academia recebeu o Arsenal, no Cilindro, mas nem sua condição de líder, muito menos o fator casa foi o suficiente para superar o fraco futebol apresentado e o organizado Viaducto. O zero a zero é reflexo do bom sistema defensivo do Racing e fraco poder ofensivo apresentado pelos visitantes.

O Lanús possui um bom plantel e até aqui conseguiu bons resultados, mas segue devendo o futebol. Diante do Tigre não foi diferente, enquanto, o Matador foi comedido, o Granate foi impotente. Valeri segue fazendo falta.

Por sua vez, Vélez Sarsfield, que havia perdido o artilheiro Santiago Silva, foi batido pelo All Boys, no José Amalfitani. Esta foi a primeiro vitória do Albo no Apertura e a segunda vitória consecutiva, ante o Fortín.

No clássico de Santa Fé, o Colón não conseguiu se reabilitar dos dois gols sofridos antes da metade do primeiro tempo e foi derrota pelo arquirrival Unión, que conseguiu a primeira vitória no Apertura. Foram oito anos de hiato deste dérbi e a festa da torcida no início deu lugar a confusão dos futebolistas no final. Deprimente.

Já no “pseudo dérbi”, Boca Juniors e San Lorenzo empataram em 1 a 1, na Bombonera. Seria um placar comum, se o gol do anfitrião não fosse resultado de uma polêmica jogada. Porém, Tula dava condições de jogo. E o que pode-se dizer da equipe xeneize e que, após diversas campanhas desastrosas, a equipe parece está se ajustando, ao menos em campo.

Contudo, o Atlético Rafaela não parece está muito preocupado com os rivais mais pomposos e mantém a regularidade que o fez se promovido. Em quatro partidas, perdeu uma e venceu três, a vítima da vez foi o Olimpo. Cravar como candidato ao título é precoce, porém a Crema ainda dará muito trabalho, neste Apertura.

Resultados da rodada:

Godoy Cruz 1 x 0 Banfield
Estudiantes 2 x 2 San Martín SJ
Racing 0 x 0 Arsenal
Lanús 0 x 0 Tigre
Atlético Rafaela 3 x 1 Olimpo
Vélez Sarsfield 0 x 1 All Boys
Colón 0 x 2 Unión
Belgrano 2 x 3 Newell’s Old Boys
Boca Juniors 1 x 1 San Lorenzo
Argentinos Juniors 0 x 0 Independiente

Gols da rodada:

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011 Boca Juniors | 00:31

Faz parte do meu show…

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Desconfiem das interrogações pré-eleições.

O Mundo Boca vive dias de calmarias, a equipe está fazendo uma campanha de regular para boa, neste início de Apertura. No plantel já não há a tensa divisão aflorada entre Riquelmistas e Palermistas, os conflitos internos da diretoria estão camuflados na “boa fase”, enfim, o momento é de paz. Mas não se enganem, pois independente da trajetória ou do desfecho este ano promete, pois trata-se de um ano eleitoral.

Há três meses, da eleição o atual presidente Jorge Amor Ameal demonstra “uma dúvida” questionável a respeito da candidatura a manutenção do cargo. Faz parte do show? Quiçá. Enquanto isso, não só nas ruas de La Boca, como em toda Argentina, os sussurros levam o ex-presidente do clube e atual prefeito de Buenos Aires, Maurício Macri, e sua corja ao comando do clube. Há quem diga, e eu concordo, ele nunca saiu de lá.

Enquanto, tudo segue “às mil maravilhas”, com o perdão do lugar comum, não duvide que algo está sendo tramado dentro do clube de La Ribera, inclusive, as interrogações plantadas a respeito da participação de Love Ameal, nas próximas eleições. E de todas as certezas questionáveis, que eu carrego, talvez a menos dubitável é a de que independente do vencedor das eleições, o Boca Juniors será o maior perdedor, pois o fantasma Macri estará sempre presente.

Aguardem os próximos capítulos…

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terça-feira, 23 de agosto de 2011 Apertura | 00:53

Apertura, fecha 3: Resultado

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Ao término da terceira fecha do Apertura, cinco equipes estão na liderança do torneio – Boca Juniors, Vélez Sarsfield, Racing, Colón e Lanús – com sete pontos. E ainda que isso seja prematuro, o Fortín segue como sério candidato a manutenção do título. Todavia, Lanús, novamente, segue na corrida, assim como o Racing e Boca Juniors. No entanto, outras equipes não podem ser desprezadas, ainda.

Dentre os recém promovidos, o Atlético Rafaela tem apresentado o futebol mais eficiente. Talvez, até aqui, Godoy Cruz e Estudiantes são as equipes que mais têm decepcionado, não só pelos resultados pífios, mas também pelo futebol (não) apresentado.  

Contudo, o que de fato foi decepcionante foi a média de gols desta rodada, com 1,5 gols por partida. Nem os dois artilheiros Mauro Mattos, do All Boys, e Teófilo Gutiérrez, do Racing – com três gols cada -, muito menos os cinco líderes foram suficientes para sanar a escassez de tentos. Tendência ou ineficácia? Para mim, os dois. 

Resultados da rodada:

Arsenal 0 x 1 Vélez Sarsfield
San Martín SJ 0 x 0 Lanús
San Lorenzo 3 x 1 Argentinos Juniors
Independiente 1 x 0 Estudiantes
All Boys 1 x 2 Atlético Rafaela
Tigre 2 x 1 Godoy Cruz
Newell’s Old Boys 0 x 1 Boca Juniors
Banfield 0 x 1 Racing
Olimpo 0 x 1 Colón
Unión 0 x 0 Belgrano

Na B Nacional, River Plate e Rosario Central são os líderes, com seis pontos em duas partidas.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Apertura, B Nacional, Reflexão | 21:54

Apertura, fecha 3 e “o veto ao veto”

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Nos corredores da AFA, o burburinho leva a mais uma ação que “inconscientemente” pode beneficiar ao River Plate: a liberação da torcida visitante. O que é bastante válido para o espetáculo, no entanto, a falta de segurança era a desculpa necessária para o veto. A segurança não melhorou, mas pelo bem maior do futebol, ou de uma grande equipe, as torcidas poderão voltar a cancha do adversário, não do inimigo.

Todavia, ainda não há uma confirmação, mas já na próxima terça-feira uma reunião poderá concretizar o feito. E diga-se de passagem que este tipo de atitude já era prevista desde a confirmação do descenso da equipe Millionária.

Amanhã, no Estádio Bautista Gargantini, do Independiente de Rivadavia, haverá 12 mil lugares para torcedores do River, por opção da própria equipe mendocina. De antemão, das equipes que militam na B nacional, apenas Defensa y Justicia, Almirante Brown e Deportivo Merlo que não possuem condições de comportar torcida rival, se a lei for alterada, terão de encontrar outros campos para mandar seus jogos. Mas pelo bem geral do futebol e, sobretudo, de um grande vale tudo. Don Grondona e seus homens ainda não disseram isso, mas, com certeza, já pensaram.

Abaixo, seguem os confrontos da 3a rodada da Primera División e onde assistí-los. Vale guardar este link e este.

 Sexta-feira (19)
21h15 Arsenal x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)

Sábado (20)
15h San Martín de San Juan x Lanús
17h05 San Lorenzo x Argentinos Juniors
21h15 Independiente x Estudiantes (Esporte Interativo)

Domingo (21)
14h All Boys x Atlético de Rafaela
16h05 Tigre x Godoy Cruz
18h10 Newell’s Old Boys x Boca Juniors (Newell’s Old Boys)
20h15 Banfield x Racing
 
Segunda-feira (22)
19h Olimpo x Colón
21h05 Unión x Belgrano

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