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Posts com a Tag B Nacional

domingo, 4 de dezembro de 2011 B Nacional, Curiosidade, Imagem, River Plate | 12:15

Após a derrota, os afiches…

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Aos 45 minutos do segundo tempo, Boca Unidos derrotou o River Plate, por 1 a 0, em Corrientes. Ironicamente, com gol do Núñez, após cobrança de falta do meio de campo. Com este resultado, a equipe millionária segue na segunda colocação da B Nacional, com um ponto a menos e um jogo a mais do que o líder, Instituto.

E como já é de praxe, os torcedores xeneizes produziram alguns cartazes satirizando a derrota do maior rival. Veja abaixo:

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terça-feira, 22 de novembro de 2011 San Lorenzo | 14:00

Nuevo Gasómetro em alerta vermelho

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O ambiente no Nuevo Gasómetro é de crise. Finanças no vermelho, zona de Promoción, jogadores insatisfeitos, conflitos com a torcida e, agora, sem comando técnico. Um cenário muito parecido com aquele que culminou no descenso do River Plate, na última temporada, se desenha no clube de Almagro. Seria mais um “grande” a visitar a B Nacional?

A queda de Omar Asad, no último domingo, após perder para o Unión, foi só a ponto do iceberg. Das 15 partidas disputadas, até então, no Apertura o ciclón perdeu oito, sendo duas para adversários diretos na luta contra o descenso: All Boys e o próprio Unión. Pior, em oito partidas em casa contabiliza cinco derrotas. E para provar que a ligação com a torcida está abalada, um grupo da barra brava do clube agrediu o zagueiro Jonathan Bottinelli, no final de outubro.

Com a saída do Turco Asad, os dirigentes tinham Américo Galego como primeira opção, mas o próprio se recusou a comandar a equipe. O segundo nome seria o de Caruso Lombardi, que é o atual técnico do Quilmes, porém o San Lorenzo não quer pagar a rescisão contratual, logo, ficarem sem ele. Então, resolveram apostar em nomes que possuam ligação com o clube. Em primeiro lugar, Leonardo Madelón, seguido de Blas Giunta e Ángel Bernuncio.

Contudo, observa-se que o comando técnico não é o maior problema, passaram nos últimos tempos: Simeone, Russo, Diaz e, mais recentemente, Asad, no entanto, na mudou. De fato, o extra-campo é grande problema. Além disso, alguns jogadores já mostraram insatisfação, como o próprio Bottinelli, que só fica até junho, e Romagnoli. Além de que Migliore estará fora do resto do Apertura, por causa de uma cirurgia no joelho.

Além de conflitos internos e a pressão de conviver com a iminência do descenso, as finanças do ciclón estão no vermelho. Segundo o tesoureiro do clube, Ricardo Sarinelli, o passivo do clube chega aos 140 milhões de pesos. Quando Carlos Abdo assumiu, no início deste ano, o total de dívida era de 104 milhões. A comissão fiscalizadora estima que atualmente o déficit da instituição é de 4 milhões por mês.

Com os principais jogadores insatisfeitos, economia no vermelho, sem apoio da apaixonada torcida e futebol… este nem merece comentário, o San Lorenzo, que já visitou a B Nacional, flerta novamente com a divisão de acesso. Talvez seja precoce vislumbrar este panorama, mas a equipe de Almagro não aparenta ter forças para desenhar outro destino. A segunda división agradece.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Apertura, B Nacional, Reflexão | 21:54

Apertura, fecha 3 e “o veto ao veto”

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Nos corredores da AFA, o burburinho leva a mais uma ação que “inconscientemente” pode beneficiar ao River Plate: a liberação da torcida visitante. O que é bastante válido para o espetáculo, no entanto, a falta de segurança era a desculpa necessária para o veto. A segurança não melhorou, mas pelo bem maior do futebol, ou de uma grande equipe, as torcidas poderão voltar a cancha do adversário, não do inimigo.

Todavia, ainda não há uma confirmação, mas já na próxima terça-feira uma reunião poderá concretizar o feito. E diga-se de passagem que este tipo de atitude já era prevista desde a confirmação do descenso da equipe Millionária.

Amanhã, no Estádio Bautista Gargantini, do Independiente de Rivadavia, haverá 12 mil lugares para torcedores do River, por opção da própria equipe mendocina. De antemão, das equipes que militam na B nacional, apenas Defensa y Justicia, Almirante Brown e Deportivo Merlo que não possuem condições de comportar torcida rival, se a lei for alterada, terão de encontrar outros campos para mandar seus jogos. Mas pelo bem geral do futebol e, sobretudo, de um grande vale tudo. Don Grondona e seus homens ainda não disseram isso, mas, com certeza, já pensaram.

Abaixo, seguem os confrontos da 3a rodada da Primera División e onde assistí-los. Vale guardar este link e este.

 Sexta-feira (19)
21h15 Arsenal x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)

Sábado (20)
15h San Martín de San Juan x Lanús
17h05 San Lorenzo x Argentinos Juniors
21h15 Independiente x Estudiantes (Esporte Interativo)

Domingo (21)
14h All Boys x Atlético de Rafaela
16h05 Tigre x Godoy Cruz
18h10 Newell’s Old Boys x Boca Juniors (Newell’s Old Boys)
20h15 Banfield x Racing
 
Segunda-feira (22)
19h Olimpo x Colón
21h05 Unión x Belgrano

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 B Nacional | 00:56

Primeiro passo…

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O resultado foi apertado, porém justo. O 1 a 0, ante Chacarita Juniors foi o primeiro passo de uma árdua caminha de quase 20 mil km que o River Plate terá pela frente rumo a Primera División – isto é, se antes forças ocultas não instituir o Aberración.

As limitações da equipe não desapareceram, contudo, foram parcialmente superadas. Pode-se dizer que a equipe jogou um futebol coerente.  O gol chegou cedo – aos seis minutos, através do zagueiro uruguaio Juan Manuel Díaz – e a expectativa de uma goleada se fez presente, mas não tardou a ir-se. Contudo, nos minutos finais a equipe sofreu, mas conseguiu manter o placar, que, diga-se, foi muito importante.

A equipe Millionária não vencia no Monumental de Núñez desde 9 de abril – ante, Banfield pela 9ª rodada do Clausura-, no entanto, a última vitória havia sido ante Racing, dia 30 do mesmo mês, pela 12ª.  

Assista ao gol da partida:

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sexta-feira, 8 de julho de 2011 B Nacional, Curiosidade, Imagem, River Plate | 14:55

La camiseta no desciende (?)

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Reprodução da página La Camiseta No Desciende, no facebook.

O rebaixamento do River Plate ainda provoca muitos ruídos Argentina afora. Sobretudo, quando se trata da apaixonada torcida Millionária. O último ato dos hinchas foi promover um conceito alternativo para a disputa da Primera B Nacional: a mudança das cores da faixa vermelha para a preta.

O manifesto “la camiseta no desciende” foi criado através de uma página no facebook, com direito a um vídeo bem elaborado e mensagens (e imagens) de efeito, como: “Nós temos um plano, um antídoto, uma cura. Não podemos apagar o passado, porém podemos apagar o futuro. Sim, vamos fazer com que o que vem não fique na história. Que nunca passe. Que ninguém o possa ver. Como? Muito simples: deixemos a camisa na Primera. Joguemos na B Nacional com outra. Com a banda negra, que nos cruza o peito, que mostre como nos sentimos ao não estar onde devemos estar. De luto”

Confira o vídeo:

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quinta-feira, 30 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 18:11

Chau Gimnasia, chau Schelotto

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Despediu-se mais um ídolo: Schelotto.

Despediu-se sem as honras que lhe cabiam. Nem mesmo o objetivo pessoal foi alcançado. Mas ninguém dúvida do quanto ele foi guerreiro. Guillermo Barros Schelotto, 37 anos, voltou ao clube que o revelara com a única missão de ajudar a equipe a livrar-se do rebaixamento, jogou sem receber, por escolha própria, doou os últimos esforços – que ainda possuía – de uma carreira vencedora, mas não foi o suficiente.

O Gimnasia y Esgrima de La Plata, acostumado a livrar-se do descenso via Promoción, neste ano, não pôde contar com outro milagre e nem mesmo a transcendência do seu ídolo. Após perder o primeiro confronto por 1 a 0 (assista ao gol), para o San Martín de San Juan, os Lobos platenses empataram a segunda partida em 1 a 1, e despediram-se da Primera División. O retorno a B Nacional, depois de 27 anos, será sem o Mellizo.

Enfim, foi-se outro guerreiro, foi-se outro “grande”. Todavia, as quatro equipes que disputaram a B Nacional conseguiram o ascenso: Atlético Rafaela – que nos últimos dois anos, perderam para o Gimnasia na Promoción -, Unión, Belgrano e San Martín de San Juan.

Veja os gols da partida:

E os clássico?

Com o descenso do River Plate, Gimnasia y Esgrima e Huracán, alguns dérbis tradicionais do futebol argentino deixarão de serem disputados. Por exemplo, o Superclásico: River Plate x Boca Juniors; San Lorenzo x Huracán; Clásico platense: Gimnasia y Esgrima x Estudiantes. No entanto, restarão o Clásico de Avellaneda: Independiente x Racing; Clásico Santafesino: Colón x Unión; e Clásico del Sur: Lanús x Banfield.

Na última temporada, o descenso dos Canallas já deixaram os órfãos rosarinos sem o tradicional Clásico Rosarino: Newell’s Old Boys x Rosario Central. Na B Nacional, Chacarita Juniors x Atlanta.

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terça-feira, 28 de junho de 2011 River Plate | 22:00

Começa a refundação (?)

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O ex-volante Matías Almeyda assume o comando técnico do River Plate. Uma bela homenagem, pois trata-se de um jogador com grande história dentro do clube, um verdadeiro ídolo Millionário e com grande personalidade. Mas, o que falta ao clube são ídolos ou um projeto?

Almeyda é um nome, mas onde está o projeto?

Amor ao clube, Almeyda já demonstrou que tem. Qualidade como jogador também, inclusive, foi um dos pilares desta fraca equipe. Seu nome carrega um peso hoje, que poucos alcançaram. Mas até horas antes de ser efetivado no cargo, o atleta, que havia se retirado novamente, se questionava quanto ao seu futuro e numa breve conversa com Daniel Passarella, disse-lhe que estava disposto a ajudar o clube da maneira que fosse preciso. Mencionou a hipótese até de estender por mais uma temporada sua carreira de jogador.

Logo, o Kaiser arrumou uma solução: reuniu os dirigentes e por unanimidade deu o posto de técnico ao Pelado. Ou seja, o clube agora está cercado de ídolos. Nomes fortes, com histórias, mística, vontade de ajudar, mas ainda não possui um projeto, uma idéia de como agir, por onde começar, enfim, um rumo… Como ocorreu nestes últimos anos, como Diego Simeone – conquistou um título, mas deixou a equipe na lanterna no torneio posterior -, Néstor Gorosito, Leonardo Astrada, Ángel Cappa e Juan José López. Sem menosprezo a qualquer um deles, todos eram apenas nomes.

Entretanto, numa coisa acredito que mudará: o respaldo ao técnico. E agora ele mais do que qualquer outra pessoa no clube precisará. Todavia, terá de montar uma equipe sem dinheiro, em meio a debandada de atletas. Enfim, uma equipe que esteja preparada para a Primera B Nacional, um torneio longo e duro, bem diferente do que está acostumado, no qual necessita de experiência, além de ter de criar ou encontrar jogadores que façam a diferença.

Nomes como: Ramón Díaz – que além de mentalidade de comandante, possui uma identidade com o clube – e Caruso Lombardi – experiência no descenso – ventilaram pelo clube, mais precisamente se assopraram. Quiçá estes não sejam os nomes ideais, neste momento. E talvez o próprio Almeyda seja a pessoa ideal para encarar esta empreitada. As atitudes e os resultados dirão.

A página oficial do River Plate destaca a oficialização de Almeyda, como DT, com o título: “Começa a refundação”. Nada mais usual para tal momento, mas acredito que seria mais adequado este título para a denominação de um novo conceito ou mentalidade. Este, por exemplo, começando por eleger não um passado, mas um presente com conteúdo e não por nome. Talvez, assim ficasse mais fácil do futuro agradecer.

O Beijo de 13 mil pesos

Por ter incitado a violência, ou como diz o Código de Convivência Urbano argentino, em seu artigo 98, “provocar a parcialidade contrária”, Almeyda doará 13 mil pesos (R$ 5 mil) a igreja San Pedro González Telmo. A decisão foi tomada esta manhã numa audiência no Ministério Público portenho, por ter beijado a camisa do River Plate, ao ser expulso no Superclásico, e assim provocando os torcedores do Boca Juniors. (Veja aqui)

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domingo, 26 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 17:38

Pesadelo Monumental

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Aos 16 minutos do segundo tempo, quando Guillermo Farré, do Belgrano, empatou a partida o mundo do River Plate parou. Jogadores, comissão técnica e torcedores ficaram atônitos. Naquele momento, restavam cerca de 30 minutos para oficializar o que já era “sabido” por todos: a equipe com mais títulos do país, brigaria por um título ainda não conquistado, o da B Nacional.

A imagem da partida: Desespero de um lado, alegria do outro.

Ironicamente, a partida havia iniciado com um susto precoce, aos 3 minutos, gol do Belgrano, anulado. Dois minutos depois, Mariano Pavone recebeu a bola fora da área, matou e virou batendo: 1 a 0. Faltava mais um gol, porém havia um precipício.

A vontade superou a técnica, a qualidade. A partida seguia aberta, enquanto, River apostava no abafa, chuveirinho e arremates de média e longa distância, o Belgrano usava a única arma apresentada até aqui: a velocidade. Aos 25, o árbitro Sergio Pezzotta deixou de assinalar um pênalti a favor dos Millionários.

O segundo tempo começou igual ao término do primeiro, muita vontade e pouca qualidade. Até o River sofrer o gol. Logo, os nervos se afloraram, Lamela recebeu o oitavo cartão amarelo, Arano por pouco não foi expulso e o tempo passava voando. Aos 25, Pavone desperdiçou um pênalti, este defendido pelo arqueiro Pirata, Olave. E foi inevitável pensar na frase de Neném Prancha: “o pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube”. Onde estaria Jose María Aguilar ou Daniel Passarella, naquele momento?

Na Argentina, o injusto sistema de promédio retornou, em 1983, dentre outras coisas, para livrar o River Plate de um descenso iminente. Livrou. Mas o mesmo o condenou quase trinta anos depois. E, pode-se dizer, com culpa compartilhada, vide que são levados em conta as últimas três temporadas e neste entretempo – exatos uma temporada e meia de cada -, Passarella e Aguilar “comandaram” o clube.

Entretanto, o empate em 1 a 1, no Monumental de Núñez, que decretou a despromoção, e as lágrimas, foi apenas um detalhe trágico, em campanhas sucessivamente infelizes. Faltava a equipe comando, respaldo, crença, atitude e, sobretudo, futebol. Sua camisa pesou negativamente. E certamente, hoje, as lágrimas pesaram mais. E apesar de, merecidamente, o Belgrano ascender de divisão, o próprio River foi seu algoz.

Veja os gols da partida:

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 23:52

Pobres Millionários

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Que o River Plate está entregue ao descaso é notório. Presidente que não acompanha aos jogos, técnico que não tem respaldo e jogadores que não entram em campo, enfim, nem precisava de mais para dizer que está equipe está fadada ao fracasso. Não precisava, mas ocorreu. Após segundo gol do Belgrano, torcedores millionários invadiram o campo para protestar conta a equipe.

Torcedores invadiram o estádio, um deles empurrou Adalberto Román.

Em momento algum, o Belgrano apresentou um futebol maravilhoso, mas soube explorar a velocidade e jogar nos erros do adversário, e não foram poucos. A partida seguia equilibrada até, aos 25 do primeiro tempo, Mansanelli abrir o placar, de pênalti, após Román colocar a mão na bola, infantilmente. Depois disso, cada jogador do River foi jogar uma partida diferente.

Na volta para segunda etapa, logo aos quatro minutos, Pereyra ampliou, após cobrança de escanteio. E na sequência, o hiato que faltava ao River, mas não ao futebol. Torcedores invadiram o gramado para protestar e depois tentaram quebrar o alambrado. Atônitos, os atletas apenas olhavam. E, ironicamente, voltaram melhor após a pausa de 20 minutos. Tensos, diria. Seria este o deprimente empurram que lhes faltavam?

Voltaram melhores, mão não o suficiente para descontar. Na partida de volta, domingo, no Monumental, os Millionários necessitam devolver os 2 a 0, no mínimo, pois joga por dois resultados iguais. Entretanto, não contará com Román, Almeyda e Ferrari, ambos suspensos pelo quinto amarelo. No entanto, cada jogo que se passa a B Nacional se avizinha. Pobres Millionários.

Veja os gols da partida:

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domingo, 19 de junho de 2011 AFA, Apertura, Clausura | 21:56

Tabela descenso

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Na Argentina, o formato de rebaixamento é bastante peculiar. Enquanto que no Brasil e na maior parte do mundo, os rebaixados são as equipes que terminam nas últimas colocações ao final de cada competição, na Primera División – que é dividido em dois torneios curtos: Apertura e Clausura – os rebaixados são eleitos a partir da soma das três últimas temporadas e divididos pelo número de jogos de cada equipe.

As duas equipes com pior média – 19º e 20º colocado na tabela de Promédio – são automaticamente rebaixados, ao final do Clausura. Já os 17º e 18º colocados em tal tabela, disputam a Promoción com o terceiro e quarto colocados, respectivamente, da Primera B Nacional (segunda divisão), com vantagem de jogar por dos resultados iguais. Quanto as equipes recém-promovidas, o número de pontos é dividido pelo número de partidas na atual temporada.

Tabela de descenso, ao final do Clausura.

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