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Posts com a Tag Alejandro Sabella

quinta-feira, 1 de março de 2012 Lionel Messi, Seleção | 00:41

3x Messi

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Um dia ele ainda vai jogar futebol igual ao Neymar

Nem a vitória, nem o triplete de Lionel Messi podem esconder a mais uma má atuação da Argentina na vitória por 3 a 1 ante Suíça, em Berna. Embora, ambos, sejam motivos suficientes para comemoração. Afinal, se vencer já não está fácil, com três gols de Messi, então!?

Leia também: Messi brilha e Argentina vence a Suíça em amistoso

A Albiceleste continua mostrando mesmo ritmo deficiente, diga-se: pressiona, administra e é pressionada. Contudo, a sempre criticada defesa não é a maior responsável pelas mazelas. E mais, acredito que não falta muito para chegar Alejandro Sabella encontrar a ideal, vide as poucas opções (,mas o que Garay faz para ser convocado?). Campagnaro foi regular, em sua estreia.

O meio de campo peca por ainda deixar alguns espaços, mas faz boa movimentação. A falta de ritmo e entrosamento ainda é a principal inimiga da equipe. No ataque, apesar dos três gols de Messi, a atuação de Agüero foi mais incisiva, com participação em dois gols, e movimentou-se melhor, diria. Aprovo a dupla.

Em tempo, Lio pôde mostrar que ele não é só decisivo no Barcelona, ou pode-se dizer que ele fez como o “Messi do Barça”, tanto faz. Isso é o que menos importa agora que ele marcou o primeiro triplete com a camisa da Albiceleste. Ainda não é magnífico Neymar, mas um dia ele chega lá…

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Seleção | 01:40

Convocação: Lamela retorna, Ricky não

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Alejandro Sabella anunciou na noite desta terça-feira a convocação dos atletas que atuam no futebol europeu para o amistoso ante Suiça, dia 29 de fevereiro, em Berna. Dentre os selecionados, as surpresas foram: Hugo Camagnaro, do Nápoli, e Daniel Días, do Getafe. No entanto, o destaque midiático ficou por conta do retorno de Erik Lamela.

Em relação à última convocatória, as ausências foram: Burdisso e Pastore – lesionados; Demichelis, Banega, Lavezzi, Germán Denis, Gaitán e Guiñazu – por decisão técnica.

Lamento pela contusão de Burdisso e Pastore, pois ambos estariam na minha equipe. Banega talvez precise de uma geladeira, assim como Lavezzi (este um freezer). Quanto aos demais não vejo motivo para serem convocados, o mesmo digo do Garay (eu implico com ele). No geral, Pachorra manteve a base que já vem convocando e testará novos jogadores, o que considero válido. O retorno de Lamela era questão de tempo, trata-se de um jogador jovem e com qualidade. No mais, sentir falta de Ricky Álvarez.

Goleiro: Sergio Romero (Sampdoria-ITA)
Laterais: Pablo Zabaleta (Manchester City-ING), Fabián Monzón (Nice-FRA) e Marcos Rojo (Spartak Moscou-RUS);
Zagueiros: Daniel Díaz (Getafe-ESP), Hugo Campagnaro (Napoli-ITA), Federico Fernández (Napoli-ITA) e Ezequiel Garay (Benfica-POR)
Meio-campistas: Javier Mascherano (Barcelona-ESP), Fernando Gago (Roma-ITA), Maxi Rodríguez (Liverpool-ING), José Sosa (Metalist-UCR), Ángel Di María (Real Madrid-ESP) e Erik Lamela (Roma-ITA);
Atacantes: Lionel Messi (Barcelona-ESP), Rodrigo Palacio (Genoa-ITA), Sergio Aguero (Manchester City-ING) e Gonzalo Higuaín (Real Madrid-ESP)

E você, leitor, o que achou da convocação de Sabella? Comente!

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Boca Juniors, Copa Libertadores da América, Seleção | 01:23

Numa partida “aburrida”, Boca não sai do zero

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Boca Juniors estreou mal. Tanto pelo resultado – empate em zero a zero com o fraco Zamora, da Venezuela – quanto pelo futebol (não) apresentado. Como tentei alertar no texto anterior, esta equipe está longe de ser àquela vitoriosa de outrora, mas ainda assim é um bom conjunto, apesar da partida de hoje mostrar o contrário.

Talvez a necessidade fosse o brilho de uma estrela sequer, esta faltou. Román Riquelme esteve apagado durante toda a partida. Santiago El Tanque Silva desperdiçou talvez a chance mais clara do jogo, ao cabecear na trave, aos 44 minutos do segundo tempo. Cvitanich, Erviti… nada. Enfim, este time carece de individualismo.

As alterações de Julio César Falcione não surtiram o efeito desejado e como diriam os argentinos, esta foi uma partida “aburrida”. No entanto, os venezuelanos tiveram o mérito de anular as jogadas xeneizes e ainda levaram perigo numa cobrança de falta.

Contudo, só resta aos boquenses pegarem mais sete horas de viagem com a cabeça inchada e no dia 7 de março encarar o Fluminense, em La Bombonera. Confira abaixo “os melhores” momentos da partida.

O que você, leitor, achou da partida? Opine!

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011 AFA, Apertura, Seleção | 18:49

Apertura, fecha 4 e o hiato de silêncio…

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Quando o silêncio fala mais alto...

“Ninguém me explicou nada, gostaria que Grondona houvesse me explicado por que fui (demitido). Pelo menos, teria a chance de me defender, dizer o meu (lado)”, criticou Sergio Batista, ex-técnico da Argentina, um mês depois de sair do cargo. Enfim, ética não é algo que se pode cobrar de dirigentes de confederações, né? E qualquer semelhança com o que temos por aqui, não é mera coincidência. 

Quando o cargo de selecionador caiu no colo de Alejandro Sabella, Checho Batista ainda era o dono, ao menos, não havia sido formalmente demitido. No entanto, já havia sido destituído do cargo publicamente, por Grondona e parte de sua trupe. 

Como justificativa, Don Julio disse que a imprensa havia derrubado o técnico, e que não era essa a vontade dele. Talvez não o fosse, mas foi! Afinal, Ninguém manda e desmanda mais no futebol argentino do que seu ego. Aliás, não há afirmativa mais incrustada no imaginário popular, do que a já consagrada por Grondona, que solta no ar de tempos em tempos: “Tudo passa”. É verdade, menos ele.

Os resultados e a pressão popular já falaram por si. Não havia clima para se manter no cargo. Fato. Porém o mínimo que se deseja é respeito, o que é pedir demais aos senhores do poder. Suas palavras já não fariam diferente, desculpe-me pela franqueza. E o hiato de um mês sem falar, credenciou Batista ao silêncio eterno.  Ou seja, neste caso, o silêncio falou mais alto.

Fecha 4: Dentre os confrontos desta quarta rodada, o pseudo dérbi, entre Boca Juniors e San Lorenzo, é sem dúvida o mais interessante, por se trata de duas equipes grandes, mas não necessariamente, grandes equipes. No entanto, outros confrontos merecem atenção, como Vélez Sarsfield x All Boys e Racing x Arsenal.

 Sexta-feira (26)
17h Godoy Cruz x Banfield
19h10 Estudiantes x San Martín SJ (Esporte Interativo)
21h15 Racing x Arsenal

Sábado (27)
15h05 Lanús x Tigre
17h10 Atlético Rafaela x Olimpo
21h15 Vélez Sarsfield x All Boys (Esporte Interativo)

Domingo (28)
14h Colón x Unión
16h Belgrano x Newell’s Old Boys
18h10 Boca Juniors x San Lorenzo (Esporte Interativo)
20h15 Argentinos Juniors x Independiente

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011 AFA, Seleção | 19:11

Lista “local”: Riquelme e Verón?

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Sabella força a barra e convoca Riquelme e Verón de uma só vez.

Nesta tarde, o novo selecionador da Argentina, Alejandro Sabella, apresentou a lista de 24 convocados para enfrentar o Brasil, dias 14 e 28 de setembro, reeditando, assim, a extinta Copa Rocca, rebatizada de “Superclássido das Américas”. Os jogadores, que atuam exclusivamente no futebol local, começam a treinar no prédio da AFA, dia 23 deste mês.

Vélez Sarsfield e Estudiantes foram as equipes que mais cederam atletas para a Seleção local, seis cada. Uma mescla entre o último clube do treinador e o atual campeão nacional. Racing, Boca Juniors, Lanús, San Lorenzo e Arsenal foram as outras equipes que tiveram jogadores convocados.

Dentre as novidades, Marcelo Barovero, Héctor Canteros, Lucas Castro e Emmanuel Gigliotti que foram citados pela primeira vez. Além do retorno de Juan Román Riquelme e Juan Sebastián Verón. O primeiro volta a Albiceleste após três anos ausente e uma sequência regular de lesões, enquanto, o segundo não atua há meses por diversos problemas físicos. Apostar faz-se necessário, mas não precisava forçar a amizade.

Lista de convocados:

Goleiros: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield) e Agustín Orión (Boca Juniors);
Defensores: Sebastián Domínguez (Vélez Sarsfield), Emiliano Papa (Vélez Sarsfield), Christian Cellay (Estudiantes de La Plata), Leandro Desábato (Estudiantes de La Plata), Iván Pillud (Racing Club), Clemente Rodríguez (Boca Juniors), Jonathan Bottinelli (San Lorenzo) e Lisandro López (Arsenal de Sarandí);
Meiocampistas: Augusto Fernández (Vélez Sarsfield), Rodrigo Braña (Estudiantes de La Plata), Juan Sebastián Verón (Estudiantes de La Plata), Juan Román Riquelme (Boca Juniors), Christian Chávez (Boca Juniors), Diego Valeri (Lanús), Héctor Canteros (Vélez Sarsfield), Lucas Castro (Racing Club) e Agustín Pelletieri (Racing Club);
Atacantes: Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield), Gastón Fernández (Estudiantes de La Plata), Mauro Boselli (Estudiantes de La Plata), Gabriel Hauche (Racing Club) e Emmanuel Gigliotti (San Lorenzo).

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sábado, 6 de agosto de 2011 Seleção | 14:49

Enfim, um técnico

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Finalmente, um técnico: Alejandro Javier Sabella.

Agora é oficial. E, finalmente, Alejandro Sabella é o novo técnico da Seleção Argentina, apesar de seu nome está associado ao selecionado desde a efetivação de Sergio Batista, ou seja, há pelo menos nove meses. Mais do que um nome, este é o nome.

Na verdade, “o bom filho a casa torna”, desculpe-me pelo clichê, mas é que a história de Pachorra na Seleção é um pouco mais longa. Começou em 1983, como jogador, posteriormente como auxiliar técnico de Daniel Passarella, entre 1994 e 1998. E agora, como técnico. Talvez o único que mereça o nome de “técnico” em alguns anos. Para os mais radicais, desde César Luís Menotti (1974-1982), contudo, para mim, desde Marcelo Bielsa (1998-2004).

Aos 56 anos, Sabella atua somente há dois anos nesta função, mas coleciona bons resultados: em 97 partidas a frente do Estudiantes, conseguiu 58 vitórias, 21 empates e 18 derrotas, e dois títulos: Copa Libertadores da América ’09 e Apertura ’10. Deixando os números de lados, vale mencionar a organização e o equilíbrio tático, que levou o Pincha a ser novamente respeitado e, diga-se de passagem, temido. Sem falar da serenidade ímpar, que lhe rendeu o apelido mencionado anteriormente.

Todavia, não pode-se dizer que agora a Albiceleste voltará a ser aquela de outrora, mas uma coisa é certa: voltou a ter um técnico de verdade, o que já um motivo de comemoração.

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terça-feira, 26 de julho de 2011 AFA | 08:00

Só restou o epitáfio…

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Desde o surgimento do profissionalismo, em 1931, a AFA procura incessantemente fórmulas que beneficiem ou não prejudiquem os, ditos, grandes do país. E dentre as definições já anunciadas, a criação de um torneio mais complexo foi sem dúvida o a grande decisão da noite. Ainda que ele precise ser aprovado em assembléia em 18 de outubro já representa, desde já, uma virada de mesa. E como não seria diferente: Sergio Batista foi demitido. O novo técnico será anunciado em uma semana. Inclusive, o cargo de Carlos Bilardo está ameaçado, talvez seja o caso de saber do que se trata.  

A demissão de Checho veio em momento bastante propicio, diria até, oportuno em demasia. E mais do que a mudança no comando da Seleção, ela serve como desvio de foco para a notícia que realmente interessa. Até porque a (falta de) ética permitiu aos dirigentes da AFA em anunciar a queda do técnico há bastante tempo, sem a necessidade de avisá-lo. Aos que não entenderam o que, de fato, significa a implantação deste torneio com 36, 38 ou 40 equipes – isso ficará decidido na assembléia: não apenas o River Plate, Gimnasia y Esgrima e Huracán, que foram rebaixados serão beneficiados, mas também, Boca Juniors, Racing e San Lorenzo, que já começariam esta temporada ameaçados de descenso. Enfim, como a partir de 2012 as duas divisões se fundiram para criação do torneio “Aberración” nenhum clube será rebaixado. Um retrocesso de pelo menos 80 anos.

Em outras palavras, os Millionários estarão a passeio na B Nacional, tendo que cuidar apenas para que não faça uma campanha catastrófica, mas se ainda assim isso ocorrer não duvidem que algo ocorrerá para salvá-lo. O mesmo ocorre para qualquer outra equipe da Primera División e B Nacional. Deprimente.

A saída de Batista não poderia ser encarado como novidade. A possível saída de Bilardo é justa, vide a não função que ele exerce. A possível escolha de Sabella demanda tempo e talvez ele não seja hábil, no entanto, outros nomes poderão surgir. Mas nenhuma decisão desperta sentimentos díspares quanto ao futuro do futebol argentino, como a virada de mesa. Afinal, com a decisão da AFA, só restou o epitáfio: “aqui morreu um sonho: o da evolução”.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 AFA | 16:37

O eterno ciclo vicioso…

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(Sem legendas)

Guardem bem a data de hoje, pois ela poderá representar algumas mudanças de definições na AFA. Todas já anunciadas, diga-se: a desvinculação de Sergio Batista, do comando da Argentina, e o possível acerto com Alejandro Sabella. Além da criação de um novo torneio, no qual disputariam 40 equipes a partir da temporada 2012/13 – as 20 equipes da Primera División e as 20 da B Nacional. Esta talvez a mais questionável e preocupante.

Visto que, nas entrelinhas, configura-se uma virada da mesa, na qual beneficiaria diversas equipes que descenderam nesta temporada, como River Plate, Gimnasia y Esgrima de La Plata e Huracán, além de prejudicar equipes que não poderão serem promovidas, segundo o estatuto deste novo torneio, que não conta com rebaixamento.

Normalmente explicado a partir da óptica da mudança de cultura, o que observado a grosso modo não seria algo ruim. No entanto, a tal mudança de cultura já foi, inclusive neste ano, tentado ser posta em pratica e rejeitada pelos mesmos dirigentes que pregam a necessidade. Irônico, porém comum na rua Viamonte 1366. E não muito diferente do que ocorre por aqui.

Quanto a mudança no comando técnico, é algo neste momento inevitável diante dos ocorridos ou não acontecimentos. Checho Batista que havia assumido de forma quase unanime (19 a 1), deixará o posto com um panorama inverso. Alejandro Sabella é o nome da vez, talvez o único. E o “troca-troca” tem caráter de urgência não por uma necessidade sadia de mudança em prol da ascensão, mas sim, porque no dia 10 de agosto a Albiceleste já tem amistoso ante Romênia, em Bucareste. E pelo qual a AFA já recebeu 50% do cachê (500 mil dólares) e terá de apresentar a lista de convocados amanhã. E qualquer semelhança ao jeitinho brasileiro não é pura coincidência.  

À noite, diversas reuniões paralelas na AFA irão apresentar os caminhos a serem seguidos no futebol argentino, tanto na Seleção quanto no torneio nacional. Mas uma coisa, ao menos para mim, é inquestionável: qualquer proposta de mudança da (ou na) AFA, que seja encabeçado ou passe pelo crivo de Julio Grondona ou Carlos Bilardo não pode ser vista como mudança, propriamente dita, no máximo extensão de um ciclo vicioso.

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segunda-feira, 30 de maio de 2011 Estudiantes | 16:39

Sai o novo e entra o velho?

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Berizzo sai: novo, tornou-se velho...

Meses atrás, Alejandro Sabella deixara o comando técnico do Estudiantes, após divergência com dirigentes, que não se esforçaram para fazer o que ele vinha pedido por tempos. Contratar jogadores, vide que no plantel havia algumas deficiências e ainda alguns nomes se despedira de Country Bell. Pois é, se foi.

Alguns dias depois, a divergência foi com o influente Juan Sebastián Verón que ironizou, criticou e tudo o que julgara ter direito de fazer contra o ex-treinador. Diriam alguns, que foi birra de menino mimado. Afinal, se ele é “o cara” e vetara (quase) todas tentativas de somar atletas, por que resmungar se alguém que não sente-se confortável, diga-se de passagem, por suas atitudes sair?

E nos mesmos moldes da aquisição de Pachorra, veio Eduardo Berizzo. Ótimo ex-jogador, por muito tempo assistente de Marcelo Bielsa e um técnico jovem e promissor, ainda inexperiente, assim como o antecessor quando chegara, mas que poderia crescer no clube. Enfim, era um treinador que se encaixara no perfil Pincha. Era. Mas não foi.

Sabella: o velho vai se tornar o novo?

Com exceções de alguns nomes, a equipe era a mesma. Em nomes, não em mentalidade. Mas isso não vem ao caso, pois, convenhamos, Berizzo não conseguiu uma ínfima vez sequer impor seu estilo, suas idéias. Talvez nem as tivessem ainda. Transformou uma equipe imponente, que pusera medo a qualquer outra em um mero coadjuvante. Meses atrás, Alejandro Sabella deixara o comando técnico do Estudiantes, após divergência com dirigentes, que não se esforçaram para fazer o que ele havia pedido por tempos. Contratar jogadores, vide que no plantel havia algumas deficiências e ainda alguns nomes se despedira de Country Bell. Pois é, se foi.

Medíocre. Sem respeito. E após 12 partidas sem vencer – sete empates e cinco derrotas -, entre Clausura e Libertadores, já não havia mais clima como o comandante. A hora de ele ir já passara há tempos, diriam os mais críticos.

Entretanto, ele pagou o preço da dispensa de Sabella. E agora, como se nada acontecera, o nome do ex-comandante ronda, novamente, Country Bell. Ironicamente, através de Verón, com aval da diretoria. Embora, seja dito, não há nada além de especulações e vontade. Mas talvez perceberam a falta que faz um técnico. O técnico.

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sábado, 19 de março de 2011 Clausura | 08:00

Clausura, 6ª Fecha

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Nesta sexta rodada do Clausura, o confronto direto pela liderança é o ponto alto, porém não faltaram confronto entre equipes que lutam contra a crise, ou descenso. O canal Esporte Interativo transmitirá alguns jogos (veja abaixo), mas vocês podem acompanhar também por aqui.

A rodada inicia com Independiente, à beira do abismo, encarando o Quilmes, já no fundo do mesmo. O Rojo vai à campo com a mesma equipe que quebrou a racha de 13 jogos sem vencer, na última rodada, enquanto os Cerveceros terão duas alterações e muita esperança de conseguir a primeira vitória na competição.

Racing e Estudiantes se enfrentam pela liderança. A Academia parece reviver “os velhos bons” momentos, enquanto que, o Pincha ainda não engrenou, oscila nas duas competições, mas ainda assim é forte. A partida mais interessante da rodada, diga-se.

Com uma modificação pontual – o arqueiro Carrizo no lugar de Chichizola -, River Plate encara o Arsenal, visando ganhar pontos na tabela de Promédio e quebrar um histórico de quase cinco anos sem vencer o Viaducto, em Sarandí.

San Lorenzo seguirá com o 3-4-3, com o retorno do atacante Velázquez, já no Vélez Sarsfield Juan Manuel Martínez deverá seguir fora, porém Cubero retorna a lateral direita. O Ciclón luta pela liderança, enquanto, o Fortín quer embalar e encostar nos lideres. Duas equipes grandes e a expectativa de um grande jogo.

Com Riquelme em campo, Boca Juniors em mais um tentativa de sair da crise, enfrenta um Olimpo, que mostra-se, cada vez mais, seguro e disposto a sair da zona de rebaixamento.

O fechamento da rodada, duas equipes que vem de bons resultados, mas encontram-se em situações díspares. Banfield briga pela ponta de cima da tabela, enquanto, Huracán faz o mesmo contra a ponta de baixo.

Sábado (19)
14h Quilmes x Independiente (Esporte Interativo)
16h10 Godoy Cruz x Lanús
18h20 All Boys x Colón
19h10 Arsenal x River Plate (Esporte Interativo)

Domingo (20)
14h Newell’s Old Boys x Argentinos Jrs. (Esporte Interativo)
16h Vélez Sarsfield x San Lorenzo
18h10 Racing x Estudiantes
20h15 Boca Juniors x Olimpo (Esporte Interativo)

Segunda-feira (21)
19h10 Gimnasia y Esgrima x Tigre
21h15 Banfield x Huracán

Que popularidade, hein!? Em pesquisa realizada pela consultoria Ibarómetro e divulgada, nesta semana, no diário El Cronista Comercial, 80% dos 40 mil consultados consideram bastante mal ou muito mal o desempenho de Julio Grondona a frente da AFA, enquanto que 90,8% gostaria que o dirigente abandonasse o cargo. (Quem acredita nisso?) Apenas 4,2% dos entrevistados, qualificou como positiva a gestão do presidente, preferindo sua permanência. Quando a questão foi preferência no comando técnico da Seleção, os entrevistados prefiriam na ordem: Carlos Bianchi, com 29,5%; Marcelo Bielsa, com 19,1%; Sergio Batista e Alejandro Sabella, com 9,7%, ambos.

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