Publicidade

Posts com a Tag Agustín Orión

domingo, 4 de dezembro de 2011 Apertura, Boca Juniors | 22:01

iDale, dale Boca!

Compartilhe: Twitter

O Boca Juniors necessitava apenas de um ponto para sagrar-se campeão do Apertura 2011. No entanto, a equipe xeneize derrotou o Banfield, em La Bombonera, por 3 a 0, e conquistou o torneio, após três anos, de forma invicta e com duas rodadas de antecedência. Darío Cvitanich, duas vezes, e Diego Rivero marcaram os gols do título.

La Bombonera lotada. Os boquenses já comemoravam o título antes mesmo do início da partida, afinal, um empate já era o suficiente. Mas logo aos nove minutos, Cvitanich, após bate e rebate na defesa do Taladro, abriu o marcador. Com o placar a favor, os xeneizes dominaram a partida, porém só ampliaram o marcador, aos 44 minutos, novamente com Cvitanich, de primeira, após cobrança de escanteio.

No primeiro minuto do segundo tempo, Rivero, de fora da área, acertou um belo chute e marcou o terceiro gol boquense. A partir daí, a festa que já era intensa tornou-se maior. O ídolo Román Riquelme, apesar de estar em recuperação por causa de uma fascite plantar, entrou em campo, aos 29 minutos, no lugar de Rivero, para erguer a taça.

Com a vantagem, os xeneizes apenas administraram a partida, diante de um Banfield apático.

A campanha

Formação que o Boca Junios entrou em campo nas últimas partidas, inclusive a o título.

Apesar de todas as marcas alcançadas, este time do Boca Juniors está longe de ser o melhor de todos os tempos, no entanto, já tem seu lugar guardado na história do futebol argentino e do próprio clube. O que deixou a desejar no sistema ofensivo compensou na força defensiva e na objetividade. Vide a campanha: 11 vitórias e seis empates.

Todavia, vale lembrar que poucos imaginariam – inclusive este que vos escrever – que este time entraria no Apertura para brigar pelo título, tampouco ganharia, afinal, o artilheiro da equipe se aposentara, Riquelme pouco atuou no último torneio, a defesa não inspirava confiança e ainda havia o temido promédio, o qual era baixo. Mas esta equipe, junto a Julio César Falcione, soube superar os obstáculos e conquistar o título.

Ao ser campeão antes do fim do torneio e invicto, o Boca igualou a sua própria marca alcançada entre 1998 e 1999, na era Bianchi. No entanto, o River Plate, em 94, e San Lorenzo, em 68 e 74, também conseguiram o êxito sem derrotas.

Ademais, o resultado de hoje, fez o clube alcançar a sua segunda maior sequência de invencibilidade, com 27 partidas. A maior foi de 40 partidas, há 13 anos, justamente na época do Virrey.

A outrora criticada defesa foi o ponto forte desta equipe. Agustín Orión, Facundo Roncaglia, Rolando Schiavi, Juan Insaurralde e Clemente Rodríguez trouxe a segurança desejada ao sistema defensivo, que foi vazado apenas quatro vezes. Nenhuma outra equipe conseguiu tal feito, em 17 rodadas de um torneio.

No setor de meio de campo, o cabeça de área Somoza deu o suporte necessário a zaga, com boa marcação e primeiro passe. Rivero e Erviti, conseguiram equilibrar as ações no setor, o primeiro com função defensiva, enquanto, o segundo explorava mais o ataque. Román, como tem sido há anos, é o motor desta equipe, mas quando não teve condições de jogar, Pochi Chávez conseguiu ser um substituto à altura, apesar das ressalvas.

Na frente, a rotatividade, por causa de lesões e suspensões, atrapalhou o setor e, consequentemente, o time. Cvitanich, Mouche, Viatri, Blandi e Araujo passaram pelo setor, e apesar de terem balançado pouco as redes foram muito importantes, 22 tentos, ao todo.

Mas, na minha concepção, o melhor desta equipe encontra-se no banco, o técnico Julio César Falcione, que soube trabalhar com limitações e não deu um valor excessivo ao craque do time, Román, como os demais treinadores.

Enfim, outro aspecto que pode render quebra de recorde dos xeneizes é a diferença de pontos para o vice. Atualmente, o segundo colocado é o Racing, com oito pontos, porém o Tigre está a nove pontos e uma partida a menos. Entretanto, restam nove em disputa, visto que o Matador jogará amanhã. Todavia, nove pontos foram as diferenças do River para o Independiente, no Apertura ’96, e Boca para Gimnasia y Esgrima de La Plata, no Apertura ’98. Logo, aguardar faz-se necessário.

Recordes a parte, os boquenses soltaram o grito que estava preso há três anos na garganta, o de campeão. E embora esta campanha tenha ressalvas, devo ressaltar que merece respeito, porque hoje o Boca não tem grande jogadores, mas tem um grande time.

Resultados

Fecha 1 – Olimpo 0 x0 Boca Juniors
Fecha 2 – Boca Juniors 4 x 0 Unión (Román Riquelme, Lucas Viatri (2) e Nicolás Colazo)
Fecha 3 – Newell’s Old Boys 0 x 1 Boca Juniors (Pablo Mouche)
Fecha 4 – Boca Juniors 1 x 1 San Lorenzo (Darío Cvitanich)
Fecha 5 – Independiente 0 x 1 Boca Juniors (Rolando Schiavi)
Fecha 6 – Boca Juniors 1 x 0 San Martín SJ (Walter Erviti)
Fecha 7 – Lanús 1 x 2 Boca Juniors (Walter Erviti e Lucas Viatri)
Fecha 8 – Boca Juniors 1 x 0 Estudiantes (Clemente Rodríguez)
Fecha 9 – Argentinos Juniors 0 x 0 Boca Juniors
Fecha 10 – Boca Juniors 1 x 0 Tigre (Castaño, contra)
Fecha 11 – Boca Juniors 0 x 0 Belgrano
Fecha 12 – Colón 0 x 2 Boca Juniors (Nicolás Blandi (2))
Fecha 13 – Boca Junios 3 x 1 Atlético Rafaela (Cristian Chávez e Nicolás Blandi (2))
Fecha 14 – Vélez Sarsfield 0 x 0 Boca Juniors
Fecha 15 – Boca Juniors 0 x 0 Racing
Fecha 16 – Godoy Cruz 1 x 2 Boca Juniors (Darío Cvitanich e Rolando Schiavi)
Fecha 17 – Boca Juniors 3 x 0 Banfield (Darío Cvitanich (2) e Diego Rivero)
Fecha 18 – Arsenal x Boca Juniors
Fecha 19 – Boca Juniors x All Boys

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 18 de agosto de 2011 AFA, Seleção | 19:11

Lista “local”: Riquelme e Verón?

Compartilhe: Twitter

Sabella força a barra e convoca Riquelme e Verón de uma só vez.

Nesta tarde, o novo selecionador da Argentina, Alejandro Sabella, apresentou a lista de 24 convocados para enfrentar o Brasil, dias 14 e 28 de setembro, reeditando, assim, a extinta Copa Rocca, rebatizada de “Superclássido das Américas”. Os jogadores, que atuam exclusivamente no futebol local, começam a treinar no prédio da AFA, dia 23 deste mês.

Vélez Sarsfield e Estudiantes foram as equipes que mais cederam atletas para a Seleção local, seis cada. Uma mescla entre o último clube do treinador e o atual campeão nacional. Racing, Boca Juniors, Lanús, San Lorenzo e Arsenal foram as outras equipes que tiveram jogadores convocados.

Dentre as novidades, Marcelo Barovero, Héctor Canteros, Lucas Castro e Emmanuel Gigliotti que foram citados pela primeira vez. Além do retorno de Juan Román Riquelme e Juan Sebastián Verón. O primeiro volta a Albiceleste após três anos ausente e uma sequência regular de lesões, enquanto, o segundo não atua há meses por diversos problemas físicos. Apostar faz-se necessário, mas não precisava forçar a amizade.

Lista de convocados:

Goleiros: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield) e Agustín Orión (Boca Juniors);
Defensores: Sebastián Domínguez (Vélez Sarsfield), Emiliano Papa (Vélez Sarsfield), Christian Cellay (Estudiantes de La Plata), Leandro Desábato (Estudiantes de La Plata), Iván Pillud (Racing Club), Clemente Rodríguez (Boca Juniors), Jonathan Bottinelli (San Lorenzo) e Lisandro López (Arsenal de Sarandí);
Meiocampistas: Augusto Fernández (Vélez Sarsfield), Rodrigo Braña (Estudiantes de La Plata), Juan Sebastián Verón (Estudiantes de La Plata), Juan Román Riquelme (Boca Juniors), Christian Chávez (Boca Juniors), Diego Valeri (Lanús), Héctor Canteros (Vélez Sarsfield), Lucas Castro (Racing Club) e Agustín Pelletieri (Racing Club);
Atacantes: Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield), Gastón Fernández (Estudiantes de La Plata), Mauro Boselli (Estudiantes de La Plata), Gabriel Hauche (Racing Club) e Emmanuel Gigliotti (San Lorenzo).

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,