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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Boca Juniors, Lionel Messi, Maradona, No Exterior, River Plate, Superclássico | 12:00

O poeta e o filósofo

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Messi e Neymar são mais do que grande jogadores de futebol, são os pupilos dos dois maiores jogadores do mundo, Maradona e Pelé, respectivamente. E como ambos não perdem oportunidade de trocarem elogios, a história se repetiu… Após Edson adjetivar Neymar como melhor jogador do mundo, em detrimento de Lio Messi, foi a vez de Dieguito adentrar-se na conversa.

Como lhe é peculiar, Dios ironizou o Rei: “Tomou o comprimido errado. Ao invés, de tomar o remédio para dormir, tomou o remédio da manhã. Se confundiu e não sabe do que está falando… Sugiro-o que a próxima vez tome o remédio correto antes de começar a falar e que mude de médico”.

Após pendurarem as chuteiras polêmica é o que move ambos. Talvez tenha sido a maneira que encontraram de manter-se em evidência, apesar de ambos alegarem nas entrelinhas que não precisam. Até acreditava nisso, mas eles me fizeram pagar a língua. Logo, aguardo a réplica.

Enfim, Neymar, de fato, é um ótimo jogador. Craque. Mas daí a colocá-lo na frente de Lionel Messi, e Cristiano Ronaldo, é um exagero, ainda. Digno de quem quer vender a imagem. Talvez, em breve, a hora chegue, mas ainda não. É por essas e por outras que subscrevo Romário: “Pelé calado é um poeta”. E mudo, Maradona está tornando-se um filósofo.

Aguardem os próximos capítulos…

Mãos ao alto!

Um em vias de erguer a taça, após três anos de jejum, o outro, disputando a B Nacional. Mas ainda assim, Boca Juniors e River Plate é um Superclássico.

No entanto, não justifica-se os valores cobrados para o primeiro amistoso entre eles, em 5 de janeiro de 2012, no estádio Centenário, em Resistencia, na província de Chaco. Partida esta que foi muito questionada antes de ser confirmada. As entradas populares (geral) estão por 120 pesos, enquanto, a platea (arquibancada) estão entre 650 e 700 pesos.

O estádio Centenário, do Club Atlético Sarmiento, tem capacidade para 23 mil espectadores. E vale mencionar que a província de Chaco é uma das mais pobres da Argentina.

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Curiosidade, Imagem, Lionel Messi | 01:18

Messi vs. Cristiano Ronaldo

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A série em animação veículada pelo diário espanhol Marca, chamada MarcaToons, criou um capítulo sobre a “eterna” disputa entre Messi e Cristiano Ronaldo. Nesta edição, a série, que retrata situações inusitadas acerca do futebol mundial, baseou-se nos gritos de “Messi, Messi”, dos torcedores portugueses na primeira partida da repescagem da Eurocopa, em que Portugal empatou, em zero a zero, com a Bósnia. No entanto, não deixou por menos o baixo rendimento do argentino na Albiceleste. Confira a animação (em espanhol):

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Boca Juniors, Imagem | 12:59

Eleições xeneizes: Ameal x Angeceli

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O dia 4 de dezembro de 2011 entrará para a história do Boca Juniors, pois nesta data, além de poder soltar o grito de campeão após três anos, o clube terá eleições. Disputam a presidência do clube xeneize o atual presidente, Jorge Amor Ameal, e o tesoureiro do clube, Daniel Angeceli. Abaixo segue um vídeo (em espanhol) de uma entrevista feita com ambos, pelos jornalistas Christian Leblebidjian e Diego Morini, do Canchallena, na qual os dois candidatos falam sobre as campanhas de sócios, categorias de base, permanência do técnico Julio César Falcione, barras bravas, Juan Román Riquelme e muitas outras propostas.

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terça-feira, 29 de novembro de 2011 AFA | 07:00

Grondona colocou Al Capone no bolso

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“Em 32 anos de AFA tenho tido mais denúncias do que Al Capone e jamais tive uma sanção pelas denúncias”, declarou Don Julio Grondona ao programa Los más grande, da rádio Cooperativa, de Buenos Aires, ontem. E apesar do sarcasmo, a afirmação é um fato incontestável e lamentável.

Ironicamente, Don Julio numa só oração conseguiu comparar-se a um dos maiores mafiosos do mundo, criticar quem o acusa, indiretamente a justiça, que não encontra nada que o puna, e, sobretudo, defender-se. Deixando de lado o fato temporal que caracteriza, na minha vaga concepção, uma ditadura.

Ademais, sobre as câmeras ocultas (veja vídeo abaixo) que mostraram ao mundo uma das falcatruas de Don Julio, com notas de transações ilegais e ameaças, ele apenas disse: “Não temos que dar importância a esta gente que caiu como um paraquedista num sistema”. E assim fingiu que nada aconteceu.

Enfim, este é Julio Humberto Grondona, dono do futebol argentino.

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Apertura, Boca Juniors, Imagem | 12:00

Olé: El más grande

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A capa do diário Olé de hoje, homenageando o zagueiro Rolando Schiavi e o Boca Juniors

O grito de campeão está imimente. Após sucessivas campanhas desastrosas, o Boca Juniors está a “un passito”, segundo Falcione, de sagrar-se campeão. Afinal, depois da derrota do Racing, aliado a vitória diante do Godoy Cruz, os xeneizes necessitam apenas de um ponto em três partidas para comemorar o título. Consequentemente, o retorno a Copa Libertadores da América, em 2012.

Com gols de Cvitanich e Schiavi (o da foto acima), os boquenses venceram por 2 a 1, em Mendoza. Aliás, aos 39 anos, o zagueiro e capitão, que tornou-se o jogador mais velho a marcar um gol pelo clube, já avisou que permanecerá no clube para a próxima temporada. Apesar da técnica excêntrica ele foi um das chaves do ajuste defensivo da equipe. Enfim, “más grande” não sei, mas “mítico” com certeza.
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terça-feira, 22 de novembro de 2011 San Lorenzo | 14:00

Nuevo Gasómetro em alerta vermelho

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O ambiente no Nuevo Gasómetro é de crise. Finanças no vermelho, zona de Promoción, jogadores insatisfeitos, conflitos com a torcida e, agora, sem comando técnico. Um cenário muito parecido com aquele que culminou no descenso do River Plate, na última temporada, se desenha no clube de Almagro. Seria mais um “grande” a visitar a B Nacional?

A queda de Omar Asad, no último domingo, após perder para o Unión, foi só a ponto do iceberg. Das 15 partidas disputadas, até então, no Apertura o ciclón perdeu oito, sendo duas para adversários diretos na luta contra o descenso: All Boys e o próprio Unión. Pior, em oito partidas em casa contabiliza cinco derrotas. E para provar que a ligação com a torcida está abalada, um grupo da barra brava do clube agrediu o zagueiro Jonathan Bottinelli, no final de outubro.

Com a saída do Turco Asad, os dirigentes tinham Américo Galego como primeira opção, mas o próprio se recusou a comandar a equipe. O segundo nome seria o de Caruso Lombardi, que é o atual técnico do Quilmes, porém o San Lorenzo não quer pagar a rescisão contratual, logo, ficarem sem ele. Então, resolveram apostar em nomes que possuam ligação com o clube. Em primeiro lugar, Leonardo Madelón, seguido de Blas Giunta e Ángel Bernuncio.

Contudo, observa-se que o comando técnico não é o maior problema, passaram nos últimos tempos: Simeone, Russo, Diaz e, mais recentemente, Asad, no entanto, na mudou. De fato, o extra-campo é grande problema. Além disso, alguns jogadores já mostraram insatisfação, como o próprio Bottinelli, que só fica até junho, e Romagnoli. Além de que Migliore estará fora do resto do Apertura, por causa de uma cirurgia no joelho.

Além de conflitos internos e a pressão de conviver com a iminência do descenso, as finanças do ciclón estão no vermelho. Segundo o tesoureiro do clube, Ricardo Sarinelli, o passivo do clube chega aos 140 milhões de pesos. Quando Carlos Abdo assumiu, no início deste ano, o total de dívida era de 104 milhões. A comissão fiscalizadora estima que atualmente o déficit da instituição é de 4 milhões por mês.

Com os principais jogadores insatisfeitos, economia no vermelho, sem apoio da apaixonada torcida e futebol… este nem merece comentário, o San Lorenzo, que já visitou a B Nacional, flerta novamente com a divisão de acesso. Talvez seja precoce vislumbrar este panorama, mas a equipe de Almagro não aparenta ter forças para desenhar outro destino. A segunda división agradece.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Apertura, B Nacional, Boca Juniors, Racing, River Plate, San Lorenzo | 08:00

E se fez a revanche!

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Não encontrei uma foto legal de Saja, então, coloquei uma com o que ele provocou.

Apesar de jogar boa parte da partida com dois jogadores a mais, na Bombonera, o Boca Juniors esbarrou em Sebastian Saja e não passou de um empate diante de um Racing, diga-se, perdido em campo. Todavia, o zero a zero pôde ser comemorado por ambos, apesar de que não encontrei ainda motivo algum para o Boca comemorar, vide as circunstância.

Os xeneizes tiveram mais volume de jogo e criaram as chances mais claras da partida. A defesa, manteve-se sólida. A academia, por sua vez, tinha Sebastian Saja. Além disso, apostaram apenas nos contra-ataques, no entanto, a expulsão de Pelletiere, no início do segundo tempo, e de Teo Gutiérrez, no meio, deixou a frágil equipe sem condições de apostar mais alto. Hauche jogou isolado, enquanto, Gio Moreno não conseguiu reeditar seu bom futebol. No fim, parecia que os donos da casa estavam satisfeito com o empate.

Juan Román Riquelme – A ausência de Riquelme, que assistiu ao jogo de camarote, pesou nos lances de bolas paradas. No entanto, a equipe boquense, mesmo sem ele, conseguiu criar inúmeras chances de gols, muitas delas defendidas por Saja, que teve uma apresentação sensacional.

Teófilo Gutiérrez – O fato a ser analisado na partida é a presença do colombiano Teo Gutiérrez. Ou melhor, a não presença. Teo, diga-se, é um bom jogador. Talvez por isso se ache no direito de falar demais e fazer o que lhe der vontade, mas em meio a uma semana atribulada, muito por sua causa, esperava-se mais dele na partida. E tudo que conseguiu fazer foi peitar o árbitro Nestor Pittana, que lhe expulsou. Foi neste momento que percebeu-se a presença dele em campo.

Sebastian Saja – As últimas vezes que o goleiro se deparou com o Boca Juniors, passou por momentos que ele deve querer esquecer até hoje. Isso foi em 2007, na final da Copa Libertadores, o goleiro atuava pelo Grêmio e sofreu cinco gols xeneizes, na soma das suas partidas. Na época, o Boca foi campeão, no estádio Olímpico. Desta vez, atuando pela academia o goleiro parou os xeneizes. Seria a revanche?

Situação – Agora, o Boca, com 33 pontos, segue líder e com os mesmo oito pontos de vantagem sobre o Racing, segundo colocado, com 25. E necessita apenas de cinco pontos em quatro rodadas para sagrar-se campeão do Apertura. Ou seja, o empate deste domingo tardou a comemoração do título.

Passeio millionário na Patagonia

Quando chegou à Puerto Madryn, o River Plate revolucionou a cidade. Atraiu centenas de torcedores e curiosos. E pôde, finalmente, conhecer a B Nacional, em diversos aspectos. Ademais, não tardou em mostrar que sua passagem pela Patagônia não era a passeio, apesar de o jogo ter mostrado que foi. Superior técnica e taticamente, os millionários, no embalo da festa instalada no estádio e arredores, goleou o Guillermo Brown, por 4 a 1. E com direito a doblete de Cavenaghi.

Apesar das duas derrotas já obtidas e do atual segundo lugar na competição, o River não aparenta que permanecerá por muito tempo na Segunda División. É cedo para afirmar isso, fato, mas observando a equipe de Núñez jogar e seus adversários, pouco ou quase nada faz lembrar aquela da última temporada. O que já é um grande feito. Contudo, está longe de ser aquela vitoriosa de outrora.

Ao chegar em Puerto Madryn, River, finalmente, se deparou com a B Nacional. Ao sair… Permaneceu nela.

Ciclón ou cuervos?

Entra temporada, sai temporada e o San Lorenzo segue o mesmo. Isso não é um elogio, ok? Algumas vezes pela pré-temporada outras pelo plantel, o time sempre passa a impressão inicial que “agora vai”. No entanto, logo a impressão inicial deixa de existir e o que sobra é só decepção.

Nesta rodada, ao perder para o Unión, por 1 a 0, e seguir na zona de Promoción, Omar Asad deixou de ser o técnico do ciclón. (Preferi esta alcunha a cuervos, pois, dizem que, os corvos têm o poder de ressurgir. E quando se trata de San Lorenzo, eu não acredito. Já o ciclone, como o próprio nome diz, é cíclico assim como os problemas da equipe, logo, é mais adequado). Em 15 partidas no comando do Turco, o San Lorenzo venceu quatro partidas, empatou três e perdeu oito. Marcou 12 gols e sofreu 17, ou seja, saldo negativo de cinco tentos.

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domingo, 20 de novembro de 2011 Apertura, Boca Juniors | 00:01

Quando a ausência de Riquelme deixou de ser um problema

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Roman coleciona lesões, só nesta temporada foram: tendinite, lesão muscular e fascite.

A dependência do Boca Junior em relação a Juan Román Riquelme parece que foi sanada, ao menos, a equipe aprendeu a vencer e convencer sem a presença do camisa 10. Méritos do grupo e, sobretudo, de Julio Cesar Falcioni, que não supervaloriza o ídolo xeneize em detrimento de outras peças do plantel. Com isso, o Boca faz uma campanha, diga-se de passagem, memorável. Líder e invicto, com oito pontos a frente do segundo colocado, com nove vitórias e cinco empates. E mais: com a segurança de um campeão.

A equipe segue no já manjado 4-3-1-2. E a peça que supre a ausência de Román já estava na equipe, Pablo Chávez. De fato, ele não é nenhum Riquelme, mas sabe muito bem ser o Chávez e isso já é o suficiente para o futebol da equipe fluir. No ataque, já passaram: Mouche, Viatri, Cvitanich, Araujo e Blandi, e o rendimento da equipe continua bom.

Quanto a defesa, nem Freud explica. Não que seja a dos sonhos, mas é a menos vazada do Apertura. Outro fato raro nestes últimos anos. Orion, apesar de contestado inicialmente, apresenta segurança na meta, assim como o grosso zagueiro Schiavi. E até a deficiência ofensiva de Clemente Rodriguez está sendo mascarada pelas boas empreitadas ofensivas.

Outrora, Basile e Borghi armavam um time para Román jogar, mesmo quando o mesmo não estava em suas melhores condições. Falcioni, por sua vez, não mais repetiu os erros, apostou no conjunto e está recebendo o bônus pela atitude. A seu favor pesa o clima interno sem o já conhecido racha entre riquelmistas e palermistas, e a inscontância de meia.

Román não estará em campo contra o Racing e, provavelmente, não atuará mais pela equipe xeneize neste Apertura, por causa da fascite plantar. O que antes seria um grande problema, hoje já não aflige o time, pois em quatro jogos sem o astro, foram três vitórias e um empate, jogando bem.

Contudo, pode-se dizer que, hoje o Boca Juniors não tem um ídolo em campo, no entanto, hoje o Boca Juniors tem um time.

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sábado, 19 de novembro de 2011 B Nacional, River Plate | 01:58

Seja bem vindo a B Nacional

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“É o evento esportivo mais importante na história da província”, afirmou o presidente do Guillermo Brown de Puerto Madryn, Carlos Eliceche. E é neste clima de festividade que a província de Chubut, na região da Patagonia, e o Guillermo Brown estão encarando a partida deste sábado, no estádio Raúl Conti. E não poderia ser diferente, apesar da vice-lanterna da B Nacional, com sete derrota, quatro empates e três vitórias.

O cemitério da Patagonia tem capacidade para apenas 14500 torcedores, com arquibancadas coladas ao gramado, este, que por sua vez, não é muito bom.

Na verdade, desde que o River Plate foi rebaixado, em junho, o Guillermo Brown ganhou destaque na mídia portenha. Não necessariamente por ser um rival à altura, mas por ser de um lugar distante e a ser desbravado. Onde, ironicamente, há mais torcedores millionários do que de los bandas, apesar dos cerca de 1500 km de distância entre Buenos Aires e Puerto Madryn.

Inclusive, o artilheiro do Guillermo Brown, Juan Manuel Tevez, faz parte deste hall de torcedores millionários, apesar do sobrenome semelhante ao do ídolo xeneize.

Vale mencionar que, tanto Boca Juniors como Los Pumas, como é chamada a seleção argentina de rugby, já passaram pelo Cemitério da Patagônia, como é conhecido o estádio Raúl Conti. Justificado pela campanha da equipe de 48 jogos invictos, sendo 17, deles, consecutivos. Interrompido apenas na terceira rodada da B Nacional, contra o Huracán. Aliás, até o meio do ano a equipe figurava no Torneio Argentino A (equivalente a terceira divisão).

No entanto, apesar da torcida e do carinho, o River Plate não deve encarar a partida com tanta alegria quanto o adversário. Não por uma soberba latente que, para alguns, a camisa permite, mas, por finalmente, após 15 rodadas, conhecerem o que é, de fato, a B Nacional, com todo seu ônus.

Quando chegou à Puerto Madryn a equipe de Núñez causou uma revolução, como alguns veículos definiram. E apesar de tardio, a competição, por meio do Guillermo Brown, saúda o River Plate: Seja bem vindo a realidade, seja bem vindo a segunda divisão!

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011 Lionel Messi | 02:04

Os e-mails “secretos” de Lionel Messi

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Há exatos oito anos e dois dias, Lionel Messi, na época com 16 anos, estreava pelo Barcelona, contra o Porto, no amistoso de inauguração do Estádio do Dragão, em Portugal. E apesar deste blog não ser de fofoca, este que vos escreve não se conteve ao assistir o vídeo abaixo, por mais ingênuo que seja se trata dos momentos que antecedia a estreia de Messi.

Quem descubriu foi programa esportivo Punto Pelota, do canal espanhol Interconomía Television, e apresenta algumas trocas de e-mail de Lio com seu amigo Fabian Soldini, que o havia levado para jogar no time blaugrana. A Pulga contava-o sobre a novidade: ele havia sido convocado para o primeiro jogo oficial pelo clube catalão. E, depois, sobre o efeito da estreia contra, na época, a equipe de José Mourinho, além do contato da seleção argentina com seu pai, interessada em convocá-lo.

Os Dragões venceram a partida por 2 a 0, mas, desde então, o futebol não foi mais o mesmo.

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