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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 Reflexão, River Plate | 22:19

Segunda divisão, reforços de primeira

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Observar o inflacionado mercado brasileiro e a dificuldade das equipes grandes em se reforçarem para disputar a Série A soa como uma ironia, na minha vaga concepção. Ainda mais, quando miro meus olhos para nossos hermanos e vejo o outrora millionário River Plate se reforçar para seguir disputando a modesta B Nacional.

Trezeguet se apresentou hoje ao novo clube. | Reprodução do site oficial do River Plate

Haverá quem diga, mas “o River é o River”, sem lembrar que, “segunda divisão é segunda divisão”. E neste momento, muitos vão esquecer que se olham com desdém para a Primera División, o que dizer sobre a Segunda? Por estas bandas, nos orgulhamos em dizer que craques internacionais estão voltando para casa, fato. Mas quais deles se ofereceram para o clube sem fazer leilão por seus passes? E quais destes clubes estavam na prestigiada Série B brasileira?

Isto me faz lembrar que até poucos anos atrás, o “além fronteira” era visto com desprezo pelos profissionais de futebol no Brasil, desculpem-me, mas aqui eu generalizo. Atualmente, os estrangeiros sul-americanos, sobretudo, os argentinos tornaram-se uma saída viável para os clubes, além de encantamento.

Voltando. No início da B Nacional, chegaram aos millionários Chori Domínguez, Cavenaghi e Cristian Ledesma, dentre outros. Antes do Natal, a perua de todos os finais de ano se concretizou: Trezeguet fechou com o clube. E agora, Leo Ponzio desligou-se do Zagaroza para acertar com a equipe argentina. Ironicamente, todos se ofereceram.

E novamente virá alguém para questionar, “mas Trezeguet ainda joga?”, “Cave-o-quê?” e outras coisas deste quilate. Convenhamos, nenhum “astro” brasileiro que retornou brilhou na última temporada, além disso, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Adriano ainda não mostraram a que vieram.

Vale mencionar que, o Peso é menos da metade do Real e na Europa os jogadores recebem em Euro, que é um pouco mais do que o dobro da nossa moeda. E ainda assim, os jogadores abriram mão do que recebiam para jogar a segunda divisão argentina, com ressalvas para Trezeguet que recebiam ainda mais, visto que estava nos Emirados Árabes.

Contudo, a fragilidade econômica do clube de Núñez o impede de fazer altos investimentos financeiros. Mas não de usar sua marca, a torcida, a paixão e, com isso, apostar alto, ainda que o torneio em disputa seja apenas a segunda divisão.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011 Curiosidade, Lionel Messi | 23:01

De Messi para Cristina

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O craque argentino Lionel Messi enviou hoje uma carta aberta desejando força à presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que será operada na próxima quarta-feira, 4 de janeiro, por causa de um câncer na tireóide.

Reprodução / Facebook

A mensagem à presidente Kirchner foi enviada através da página oficial da Fundación Lio Messi no Facebook: “Lionel Messi e família, conjuntamente com toda a equipe de sua Fundação, a envia uma mensagem de força, alento e sincero afeto à presidenta Dr. Cristina Fernández de Kirchner. Desejando, energias positivas, com os maiores ânimos para enfrentar um tratamento rápido e exitoso, uma recuperação saudável e rodeada de seus afetos”.

Atualmente, Messi está de férias em Rosário, na Argentina. Já este que vos escreve não sabe o que é isso, férias, no entanto, se sentiu no direito de só voltar a postar ano que vem neste espaço. Ou seja, na próxima semana estarei de volta com conteúdos mais analíticos do que os postados ultimamente aqui.

Saludos!

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011 Curiosidade, Imagem | 18:59

Baldassi, placer!

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A busca pelo gol mais bonito de 2011 chegou ao fim, justamente, faltando quatro dias para o término do ano. E ele não saiu dos pés ou cabeça de Neymar, Messi ou Cristiano Ronaldo. Mas sim, do jovem craque Héctor Baldassi. Ele mesmo, o ex-árbitro argentino.

Baldassi, que completará 46 anos em 05 de janeiro, participou de um programa de TV, chamado Fútbol Criollo, no qual alguns ex-esportistas e celebridades disputam um amistoso em campo society e após a “pelada” contam alguns causos. Na edição de ontem, o nem tão jovem, tampouco craque, Baldassi aproveitou o rebote e marcou um golaço.

Brincadeiras a parte, confiram o belo gol abaixo:

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 Curiosidade, Imagem, Lionel Messi | 11:24

Olé: Lo Pelé

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Em provocação a recente polêmica envolvendo o rei Pelé e Messi, o diário argentino Olé estampou em sua capa de hoje: “O Pelé”. Vide o baile do Barcelona sobre o Santos, o goleando por 4 a 0, em Yokohama, no Japão, pelo Mundial de Clubes, com destaque para a atuação do argentino. Neymar pouco ou nada fez e, ao final, confessou: “Aprendemos a jogar futebol”.

Contudo, na legenda, o diário não deixou de perguntar: “Te mandamos o vídeo?”. Aos desavisados, meses atrás Lio Messi havia dito que não havia visto Pelé jogar e que não lhe fazia falta. Pelé, por sua vez, ironizou e perguntou se o craque argentino não queria que ele o enviasse o filme “Pelé Eterno”. Como já é de praxe, o diário deu sua contribuição de ironia. Confira abaixo:

Confesso que sou partidário da ironia, apesar de achar que o Olé algumas vezes exagera. Desta vez, eu gostei bastante. E o que vocês, leitores, acharam? Opinem!

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Boca Juniors | 01:11

Cuidado! Angelici no poder

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Seria Angelici o novo Macri? Espero que não.

Daniel Angelici assumiu a presidência do Boca Juniors. Para muitos, ou pelos para os que votaram nele, um motivo de alegria e perspectiva de crescimento. Para este que vos escreve não. Longe de acreditar que Amor Ameal era a pessoa ideal para conduzir o clube, mas não consigo dissociar Angelici à imagem de Maurício Macri.

Na verdade, Angelici foi tesoureiro do clube de 1995 até meados de 2010. Esteve presente em boa parte dos mandatos de Macri, hoje prefeito de Buenos Aires, que levou o clube a outro patamar de mídia e, sobretudo, de dívida – conquistou títulos e expandiu-se como poucos e deixou dívidas como nenhum outro.

Além de fazer parte da conturbada renovação do ídolo do clube Juan Román Riquelme. Antes preciso dizer que não defendo Román, mas, vale explicar que ele usou o discurso da realidade financeira para justificar algo que partia do lado pessoal de outrem, leia-se: Macri. Quem não lembra do Topo Gigio imitado por Román? Pois é, Macri não esqueceu ainda.

Ao lado dos seus vices – Oscar Moscariello, Juan Carlos Crespi, Rodolfo Ferrari e César Martucci -, ele foi oficializado no cargo e em apenas 15 minutos de coletiva me fez lembrar que há uma Libertadores pela frente. Ademais, há interesse em Santiago Silva, apesar de ter um impedimento legal de contratá-lo, ou em Mauro Boselli (de novo?), que renovará com Julio César Falcione e, sobretudo, que o macrismo ainda paira sobre La Boca.

Crescer a qualquer preço é muito caro. E se ele acha que o Boca já fez das tripas coração para renovar com Román não seria plausível transformar o coração em tripas, novamente. Posso ser leviano em acreditar que este mandato será um retorno do ideal macrista ao poder com seu bônus e ônus, mas quem está no comando de tudo é quem “cuidava” do dinheiro do clube quando não se tinha cuidado com dinheiro algum. Ou seja, boa sorte aos xeneizes. Vocês vão precisar.

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sábado, 10 de dezembro de 2011 AFA, Reflexão | 02:06

Outra discussão utópica

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Torneio curto ou longo? Quando se acredita que é um assunto superado, eis que ele volta à tona. Por oportunismo ou necessidade, visto que não passa de politicagem. Desta vez, quem se encarregou de trazê-lo à mídia foi o presidente do Lanús, Nicolás Russo, ao afirmar que Don Julio o havia encomendado a tarefa: avaliar a possibilidade de um torneio longo.

“Se está avaliando a possibilidade de jogar um torneio longo de 38 rodadas no lugar de dois de 19. É uma tarefa que me encomendo Julio Grondona e pelo qual estou muito agradecido. A ideia seria iniciar em 1º de julho de 2012 e finalizar em 30 de junho de 2013”, explicou.

O dirigente Granate ainda explicou que os esquemas dos promédios e rebaixamento seguiriam da mesma forma.  Ridícula, diga-se.

Contudo, ano após ano este assunto sempre aparece e desaparece, com um oportunismo fora do comum. Observando a data de início e término deste tal torneio, gostaria muito de saber quando se iniciaria, ao menos, o próximo, visto que, curiosamente, ele terminaria um dia antes do começo do seguinte?

Se tratando promédios e rebaixamento, talvez haja a necessidade de mais de um “grande” disputar simultaneamente a B Nacional para os métodos começarem a ser reavaliados. No mais, não acredito que algo mudará. Estamos falando de Grondona, vale lembrar. O último torneio longo na Argentina foi disputado na temporada 1989/1990.

Enfim, Russo, que além de presidente Granate é membro do conselho executivo da AFA, afirmou recentemente que “Grondona é o melhor dirigente da história do futebol mundial”. Ou seja, não pode-se levar à sério qualquer coisa que saia deste indivíduo brincalhão.

Leia também: Apenas uma discussão utópica

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 No Exterior | 15:07

Carlitos, o ator principal de uma patética novela

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Carlos Tévez e Milan entraram em acordo. Ao menos, é o que afirma o diário esportivo italiano Gazzetta dello Sport, que frisou ainda que o Manchester City, todavia, não deu qualquer resposta sobre o assunto. Aguardar faz-se necessário, mas creio que o acerto é questão de tempo, afinal, o argentino já não é bem quisto em Manchester, nem do lado vermelho, tampouco do azul.

O diário divulgou que o acordo é de 2,5 milhões de euros ao ano e o clube rossonero tem a opção de compra no valor de 23 milhões de euros. Ou seja, para acertar com o clube italiano Carlitos “renunciou a uma montanha de dinheiro”, como afirmou Adriano Galliano, vice-presidente do Milan, visto que o atleta recebia oito milhões de euros no City.

“Só me vejo com as cores rubro-negra. Quero ir ao Milan. Espero estar logo com vocês”, declarou Carlitos. Muito lindo, beira o romantismo, diga-se. E se chorasse, então… Mas este será só mais um capítulo de uma novela que ganhou ares de decadência.

O Apache parece ter aprendido com o tempo e com alguns brasileiros como não se deve fazer. Dinheiro, fama, mídia, tudo isso ele têm. Contudo, respeito e humildade estão sendo jogados por terra, vide os rumos que tomou desde que deixou La Boca.

Transferiu-se para o Corinthians, conquistou títulos e o coração dos torcedores, e, junto ao MSI e Kia Joorabchian, saiu pelas portas dos fundos. Caiu no modesto West Ham, levantou a moral da equipe, conseguiu um vice na FA Cup, e logo despediu-se. Aparecendo no Manchester United. Nos diablos, ganhou títulos e a torcida, não gostou de ser mais um em meio a um elenco de craques e saiu brigado com o técnico e alguns dirigentes. Foi parar no vizinho, City. Ganhou um título e, novamente, a torcida, mas não deixou de sair pelos fundos, como tem sido de costume.

Recusou-se a entrar em campo numa partida pela Liga dos Campeões, contra o Bayern Munique, na Alemanha, na qual sua equipe estava perdendo. A partir daí desencadeou uma série de problemas, como viagens sem autorização e faltas a treinamentos, até que o City o liberou para negociar com o Milan. O final, quanto aos italianos, ainda estar por vir.

E qualquer semelhança com alguns craques brasileiros não é mera coincidência.

Talvez por vir de um lugar simples, beirando a miséria, Carlitos mostra uma gana de vencer peculiar. Esforço, raça, técnico e paixão são alguns dos temperos dele, no entanto, com uma pitadinha de falta de profissionalismo está estragando tudo. Ou, ao melhor estilo novelesco, está indo de mocinho a vilão.

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domingo, 4 de dezembro de 2011 Apertura, Boca Juniors | 22:01

iDale, dale Boca!

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O Boca Juniors necessitava apenas de um ponto para sagrar-se campeão do Apertura 2011. No entanto, a equipe xeneize derrotou o Banfield, em La Bombonera, por 3 a 0, e conquistou o torneio, após três anos, de forma invicta e com duas rodadas de antecedência. Darío Cvitanich, duas vezes, e Diego Rivero marcaram os gols do título.

La Bombonera lotada. Os boquenses já comemoravam o título antes mesmo do início da partida, afinal, um empate já era o suficiente. Mas logo aos nove minutos, Cvitanich, após bate e rebate na defesa do Taladro, abriu o marcador. Com o placar a favor, os xeneizes dominaram a partida, porém só ampliaram o marcador, aos 44 minutos, novamente com Cvitanich, de primeira, após cobrança de escanteio.

No primeiro minuto do segundo tempo, Rivero, de fora da área, acertou um belo chute e marcou o terceiro gol boquense. A partir daí, a festa que já era intensa tornou-se maior. O ídolo Román Riquelme, apesar de estar em recuperação por causa de uma fascite plantar, entrou em campo, aos 29 minutos, no lugar de Rivero, para erguer a taça.

Com a vantagem, os xeneizes apenas administraram a partida, diante de um Banfield apático.

A campanha

Formação que o Boca Junios entrou em campo nas últimas partidas, inclusive a o título.

Apesar de todas as marcas alcançadas, este time do Boca Juniors está longe de ser o melhor de todos os tempos, no entanto, já tem seu lugar guardado na história do futebol argentino e do próprio clube. O que deixou a desejar no sistema ofensivo compensou na força defensiva e na objetividade. Vide a campanha: 11 vitórias e seis empates.

Todavia, vale lembrar que poucos imaginariam – inclusive este que vos escrever – que este time entraria no Apertura para brigar pelo título, tampouco ganharia, afinal, o artilheiro da equipe se aposentara, Riquelme pouco atuou no último torneio, a defesa não inspirava confiança e ainda havia o temido promédio, o qual era baixo. Mas esta equipe, junto a Julio César Falcione, soube superar os obstáculos e conquistar o título.

Ao ser campeão antes do fim do torneio e invicto, o Boca igualou a sua própria marca alcançada entre 1998 e 1999, na era Bianchi. No entanto, o River Plate, em 94, e San Lorenzo, em 68 e 74, também conseguiram o êxito sem derrotas.

Ademais, o resultado de hoje, fez o clube alcançar a sua segunda maior sequência de invencibilidade, com 27 partidas. A maior foi de 40 partidas, há 13 anos, justamente na época do Virrey.

A outrora criticada defesa foi o ponto forte desta equipe. Agustín Orión, Facundo Roncaglia, Rolando Schiavi, Juan Insaurralde e Clemente Rodríguez trouxe a segurança desejada ao sistema defensivo, que foi vazado apenas quatro vezes. Nenhuma outra equipe conseguiu tal feito, em 17 rodadas de um torneio.

No setor de meio de campo, o cabeça de área Somoza deu o suporte necessário a zaga, com boa marcação e primeiro passe. Rivero e Erviti, conseguiram equilibrar as ações no setor, o primeiro com função defensiva, enquanto, o segundo explorava mais o ataque. Román, como tem sido há anos, é o motor desta equipe, mas quando não teve condições de jogar, Pochi Chávez conseguiu ser um substituto à altura, apesar das ressalvas.

Na frente, a rotatividade, por causa de lesões e suspensões, atrapalhou o setor e, consequentemente, o time. Cvitanich, Mouche, Viatri, Blandi e Araujo passaram pelo setor, e apesar de terem balançado pouco as redes foram muito importantes, 22 tentos, ao todo.

Mas, na minha concepção, o melhor desta equipe encontra-se no banco, o técnico Julio César Falcione, que soube trabalhar com limitações e não deu um valor excessivo ao craque do time, Román, como os demais treinadores.

Enfim, outro aspecto que pode render quebra de recorde dos xeneizes é a diferença de pontos para o vice. Atualmente, o segundo colocado é o Racing, com oito pontos, porém o Tigre está a nove pontos e uma partida a menos. Entretanto, restam nove em disputa, visto que o Matador jogará amanhã. Todavia, nove pontos foram as diferenças do River para o Independiente, no Apertura ’96, e Boca para Gimnasia y Esgrima de La Plata, no Apertura ’98. Logo, aguardar faz-se necessário.

Recordes a parte, os boquenses soltaram o grito que estava preso há três anos na garganta, o de campeão. E embora esta campanha tenha ressalvas, devo ressaltar que merece respeito, porque hoje o Boca não tem grande jogadores, mas tem um grande time.

Resultados

Fecha 1 – Olimpo 0 x0 Boca Juniors
Fecha 2 – Boca Juniors 4 x 0 Unión (Román Riquelme, Lucas Viatri (2) e Nicolás Colazo)
Fecha 3 – Newell’s Old Boys 0 x 1 Boca Juniors (Pablo Mouche)
Fecha 4 – Boca Juniors 1 x 1 San Lorenzo (Darío Cvitanich)
Fecha 5 – Independiente 0 x 1 Boca Juniors (Rolando Schiavi)
Fecha 6 – Boca Juniors 1 x 0 San Martín SJ (Walter Erviti)
Fecha 7 – Lanús 1 x 2 Boca Juniors (Walter Erviti e Lucas Viatri)
Fecha 8 – Boca Juniors 1 x 0 Estudiantes (Clemente Rodríguez)
Fecha 9 – Argentinos Juniors 0 x 0 Boca Juniors
Fecha 10 – Boca Juniors 1 x 0 Tigre (Castaño, contra)
Fecha 11 – Boca Juniors 0 x 0 Belgrano
Fecha 12 – Colón 0 x 2 Boca Juniors (Nicolás Blandi (2))
Fecha 13 – Boca Junios 3 x 1 Atlético Rafaela (Cristian Chávez e Nicolás Blandi (2))
Fecha 14 – Vélez Sarsfield 0 x 0 Boca Juniors
Fecha 15 – Boca Juniors 0 x 0 Racing
Fecha 16 – Godoy Cruz 1 x 2 Boca Juniors (Darío Cvitanich e Rolando Schiavi)
Fecha 17 – Boca Juniors 3 x 0 Banfield (Darío Cvitanich (2) e Diego Rivero)
Fecha 18 – Arsenal x Boca Juniors
Fecha 19 – Boca Juniors x All Boys

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B Nacional, Curiosidade, Imagem, River Plate | 12:15

Após a derrota, os afiches…

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Aos 45 minutos do segundo tempo, Boca Unidos derrotou o River Plate, por 1 a 0, em Corrientes. Ironicamente, com gol do Núñez, após cobrança de falta do meio de campo. Com este resultado, a equipe millionária segue na segunda colocação da B Nacional, com um ponto a menos e um jogo a mais do que o líder, Instituto.

E como já é de praxe, os torcedores xeneizes produziram alguns cartazes satirizando a derrota do maior rival. Veja abaixo:

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sábado, 3 de dezembro de 2011 Boca Juniors, Imagem | 01:16

O blooper de Román

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Sem atuar desde 16 de outubro, no empate de zero a zero, ante Belgrano, Juan Roman Riquelme deverá estar presente na partida diante do Banfield, em La Bombonera, neste domingo. Ao menos, ele treinou e foi relacionado para o embate, que poderá dar o título ao Boca Juniors, após três anos, desde que a equipe consiga um ponto. Todavia, o intuito deste post é menos informativo do que o lead apresenta. Hoje é sábado e nada como (mais) um vídeozinho para relaxar.

No treinamento de ontem, em Casa Amarilla, o último antes da partida decisiva, Román representou uma cena, diga-se de passagem, constrangedora, ou melhor: um blooper. Assista abaixo:

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