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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 Clausura | 08:00

É Carnaval e 2ª rodada do Clausura também

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Carnaval: São Paulo? Rio de Janeiro? Não, Argentina.

Em meio ao Carnaval, o Clausura segue as atividades. A segunda fecha começa nesta sexta-feira e vai até a segunda-feira momesca. Então, se você não terá condições de acompanhar a rodada não esqueça de passar por aqui na terça-feira (ou na ingrata Quarta-feira de Cinzas) e conferir os gols da rodada. E bom Carnaval para todos, divirtam-se!

Sexta-feira (17)
19h Olimpo x Belgrano
21h15 Banfield x Vélez Sarsfield

Sábado (18)
17h Newell´s Old Boys x Argentinos Juniors
19h10 Arsenal x Atlético Rafaela
21h10 All Boys x Colón

Domingo (19)
17h Independiente x Lanús
17h San Lorenzo x Estudiantes
19h10 Unión x Boca Juniors
19h10 Godoy Cruz x Racing

Segunda-feira (20)
21h15 Tigre x San Martín de San Juan

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Copa Libertadores da América, Godoy Cruz | 01:18

Um ano depois… Godoy Cruz consegue revanche sobre Peñarol

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O que foi escrito anteriormente sobre o Godoy Cruz ainda vale, ok? O Tomba venceu o Peñarol por 1 a 0, com gol de Diego Villar, mas não fez mais do que o feijão com arroz habitual. Conseguiu suportar a pressão dos uruguaios, tiveram mais posse de bola e encontraram um gol no início do segundo tempo, o que lhe deu mais calma. O jogo não foi um primor e nem futebol é merecimento. No mais, a revanche foi feita.

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Godoy Cruz | 08:00

Godoy Cruz está de passagem, mas não a passeio

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Villar é o homem da armação

Godoy Cruz é mais uma das muitas equipes intermediárias argentinas que disputam a Libertadores em 2012. No entanto, de todas é a que mantém maior regularidade nos torneios locais. O que não quer dizer que repetirá o feito na competição continental, visto que não houve uma preparação para tal.

O Tomba manteve a base, mas o que lhe falta de jogador desequilibrante lhe sobra de vontade em conjunto. A equipe ataca bem coordenada por Diego Villar, mas defende-se melhor ainda e com experiência. Aliás, experiência – com Ariel, Villar e a defesa em peso – é a tônica desta equipe. Ainda assim, não tem força suficiente para disputar tal competição.

Toque de bola, movimentação e remates de média distância são as melhores armas, e funcionaria bem num campeonato argentino. Creio que o Godoy poderia se preparar mais para o torneio e não se tratar tanto como apenas uma intermediária. Contudo, pode surpreender, inclusive, a este que vos escreve.

Grupo: Não acredito numa classificação, apesar de achar que ela é possível. Universidad de Chile, Peñarol e Atlético Nacional possuem mais bagagem do que o Tomba e isso conta numa Libertadores, sobretudo se não há um elenco de peso.

Time base: Sebastian Torrico; Zelmar García, Nico Sánchez, Leonardo Sigali e Roberto Russo; Ariel Rojas, Federico Lértola, Juan Falcón e Diego Villar; Rubén Ramírez e Facundo Castillón. Técnico: Nery Pumpido.

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Copa Libertadores da América, Lanús | 01:02

Um empate sofrido e para sofrer

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Lanús e Flamengo fizeram uma partida quase equilibrada em Ciudad de Lanús, ou La Fortaleza. O resultado: 1 a 1. Sentido por ambos, visto que, apesar do Granate pressionar mais foi o Flamengo que deixou escapar a vitória. No entanto, os argentinos foram mais consistente, o que para muitos já seria o suficiente para merecer a vitória. O empate foi sofrido, mas amargo.

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O Granate foi melhor, pressionou, arriscou, mas assim como o Flamengo, errou. O início de temporada e as ausências de peças como Camoranesi e Regueiro foram sentidas durante o encontro. Valeri ainda não encontra-se 100%. Contudo, a equipe tende a crescer durante a competição.Confira abaixo os gols:

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Lanús | 08:00

Granate pronto para explodir!

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Muitos, sobretudo, no Brasil vão preferir ficar com a imagem daquela equipe que foi desclassificada pela desconhecida Barracas Central, da B Metropolitana (terceira divisão), na Copa Argentina. No entanto, tenho que avisá-los que é mais recomendável escolher a equipe que goleou o San Lorenzo, na estreia do Clausura.

A principal peça da equipe: Diego Valeri.

Não que o Lanús seja um bicho papão, pois não é. Mas, na minha concepção, a equipe tem o melhor elenco do futebol argentino, embora nem sempre as grandes peças estejam aptas a jogar. Talvez as lesões sejam os maiores trunfos dos adversários. Nas primeiras rodadas da Libertadores, por exemplo, os experientes Mauro Camoranesi e Mario Regueiro estarão fora. Contudo, a equipe ainda conta com Diego Valeri, que foi fundamental na estréio do Clausura, Matías Fritzler, Luciano Balbi, Mariano Pavone e Juan Neira, dentre outros.

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O Granate normalmente atua no 4-2-3-1. Porém varia tanto dentro da partida, que, pode-se dizer, o único que guarda de fato posição é Pavone, como homem de referência. Também não é difícil observar três atacantes. Valeri é o jogador da armação e, apesar da irregularidade no último Apertura, é um jogador de qualidade. Ele já demonstrou está afiado nas bolas paradas. Esta que é uma das principais armas do Lanús, assim como as linhas de passe e posse de bola.

O Lanús não é uma das grandes do futebol argentino. Embora a base tenha sido mantida, a equipe necessita de ritmo de jogo. Contudo, ainda é mais coerente escolher o Lanús do Clausura, ou melhor, da Libertadores. E vale acreditar que este poderá vir com mais gana.

Grupo: O Granate terá pela frente um trio complicado – Flamengo, Emelec e Olimpia -, ambos com experiência em competições continentais. No entanto, aposto que os argentinos passam de fase, apesar de vislumbrar dificuldade.

Time base: Augustín Marchesín; Luciano Balbi (Maxi Velázquez), Braghieri (Izquierdo), Paolo Goltz e Carlos Araújo; Matías Fritzler e Diego González; Juan Neira, Matías Pareyra e Diego Valeri; Mariano Pavone.

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Seleção | 01:40

Convocação: Lamela retorna, Ricky não

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Alejandro Sabella anunciou na noite desta terça-feira a convocação dos atletas que atuam no futebol europeu para o amistoso ante Suiça, dia 29 de fevereiro, em Berna. Dentre os selecionados, as surpresas foram: Hugo Camagnaro, do Nápoli, e Daniel Días, do Getafe. No entanto, o destaque midiático ficou por conta do retorno de Erik Lamela.

Em relação à última convocatória, as ausências foram: Burdisso e Pastore – lesionados; Demichelis, Banega, Lavezzi, Germán Denis, Gaitán e Guiñazu – por decisão técnica.

Lamento pela contusão de Burdisso e Pastore, pois ambos estariam na minha equipe. Banega talvez precise de uma geladeira, assim como Lavezzi (este um freezer). Quanto aos demais não vejo motivo para serem convocados, o mesmo digo do Garay (eu implico com ele). No geral, Pachorra manteve a base que já vem convocando e testará novos jogadores, o que considero válido. O retorno de Lamela era questão de tempo, trata-se de um jogador jovem e com qualidade. No mais, sentir falta de Ricky Álvarez.

Goleiro: Sergio Romero (Sampdoria-ITA)
Laterais: Pablo Zabaleta (Manchester City-ING), Fabián Monzón (Nice-FRA) e Marcos Rojo (Spartak Moscou-RUS);
Zagueiros: Daniel Díaz (Getafe-ESP), Hugo Campagnaro (Napoli-ITA), Federico Fernández (Napoli-ITA) e Ezequiel Garay (Benfica-POR)
Meio-campistas: Javier Mascherano (Barcelona-ESP), Fernando Gago (Roma-ITA), Maxi Rodríguez (Liverpool-ING), José Sosa (Metalist-UCR), Ángel Di María (Real Madrid-ESP) e Erik Lamela (Roma-ITA);
Atacantes: Lionel Messi (Barcelona-ESP), Rodrigo Palacio (Genoa-ITA), Sergio Aguero (Manchester City-ING) e Gonzalo Higuaín (Real Madrid-ESP)

E você, leitor, o que achou da convocação de Sabella? Comente!

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Boca Juniors, Copa Libertadores da América, Seleção | 01:23

Numa partida “aburrida”, Boca não sai do zero

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Boca Juniors estreou mal. Tanto pelo resultado – empate em zero a zero com o fraco Zamora, da Venezuela – quanto pelo futebol (não) apresentado. Como tentei alertar no texto anterior, esta equipe está longe de ser àquela vitoriosa de outrora, mas ainda assim é um bom conjunto, apesar da partida de hoje mostrar o contrário.

Talvez a necessidade fosse o brilho de uma estrela sequer, esta faltou. Román Riquelme esteve apagado durante toda a partida. Santiago El Tanque Silva desperdiçou talvez a chance mais clara do jogo, ao cabecear na trave, aos 44 minutos do segundo tempo. Cvitanich, Erviti… nada. Enfim, este time carece de individualismo.

As alterações de Julio César Falcione não surtiram o efeito desejado e como diriam os argentinos, esta foi uma partida “aburrida”. No entanto, os venezuelanos tiveram o mérito de anular as jogadas xeneizes e ainda levaram perigo numa cobrança de falta.

Contudo, só resta aos boquenses pegarem mais sete horas de viagem com a cabeça inchada e no dia 7 de março encarar o Fluminense, em La Bombonera. Confira abaixo “os melhores” momentos da partida.

O que você, leitor, achou da partida? Opine!

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 Boca Juniors, Copa Libertadores da América | 08:00

De volta à Libertadores, Boca Juniors quer reeditar saga

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Remanescente da era Bianchi, Riquelme quer voltar a ser o "Deus de Copas"

Três anos depois, Boca Juniors retorna ao torneio que o consagrou para o mundo. A Copa Libertadores da América está para o Boca Juniors, assim como você, leitor, está para sua casa (eu sei, forcei a barra). Mas é assim que os xeneizes se sentem disputando uma Libertadores. Embora não adiante apenas se sentir confortável e confiante, precisa melhorar bastante o ataque, por exemplo. Visando isso, a diretoria apostou no uruguaio Tanque (ou poste) Silva, que veio para disputar apenas o torneio continental, neste primeiro semestre. Outro setor que estava carente de reposição era o meio de campo, para tal chegou Pablo Ledesma.

Não pode-se dizer que a equipe é um primor, tampouco concordo que esta equipe compare-se àquela da era Bianchi, mas ainda assim possui a mística e, sobretudo, jogadores com qualidade. Talvez o único ponto que se assemelhem é a forma de atuar: 4-3-1-2, com tridente defensivo – Rivero, Somoza e Erviti – e Román Riquelme de enganche. Um atacante de referência – Santiago Silva – e um solto – desta vez, Cvitanich -, ao menos, neste torneio. Ademais, atacam com poucos jogadores.

E apesar das deficiências ainda presentes, Falcione conseguiu ajustar o time a partir da defesa, que foi a menos vazada do Apertura, e que já transmite a segurança de outrora, além de fazer gols. Ironicamente, Schiavi é uma das peças importantes deste ajuste.

O epílogo poderia ser a subscrição do dito popular “o bom filha à casa torna”. Mas se tratando de Libertadores, Boquita e brasileiros, os xeneizes têm os traços de Maquiavel. Como já diria o Príncipe, “é melhor ser temido do que ser amado”. Boca que o diga.

Grupo: Pelo futebol que vem jogando e mais: pelo que os adversários não têm jogado, Boca Juniors tem condições de passar de fase com sobra. Zamora é apenas um coadjuvante. Arsenal ainda vai incomodar e talvez até brigar por uma vaga, porém as minhas apostas vão no Fluminense e no Boquita.

Time base: Agustín Orión; Facundo Roncaglia, Rolando Schiavi, Juan Manuel Insaurralde e Clemente Rodríguez; Diego Rivero, Leandro Somoza e Walter Erviti; Juan Román Riquelme; Darío Cvitanich e Santiago Silva. Técnico: Julio César Falcione.

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Clausura | 02:15

Fecha 1, gols!

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Terminou a primeira rodada do Clausura. E ela começou semelhante ao que foi o Apertura: San Lorenzo passando vexame e se consolidando como candidato ao descenso. Boca Juniors não jogando bem, porém sendo eficiente e, melhor, eficaz. Atlético Rafaela mostrando que veio para ficar (e assim espero), Colón, Arsenal, Racing, Belgrano, Banfield, New Old Boys e All Boys jogando um “futebol mais ou menos”.

Por outro lado, Vélez Sarsfield, que apesar da irregularidade que se observou no Apertura e do empate inicial, acredito que tem muito a crescer, assim como também aposto no Estudiantes, que no último torneio foi aquém das expectativas. Lanús foi ótimo, porém pode render mais quando seus principais atletas estiverem em melhores condições. Abaixo seguem os gols e os resultados.

Lanús 4 x 1 San Lorenzo

Boca Juniors 2 x 0 Olimpo

Estudiantes 1 x 1 Newell’s Old Boys

Belgrano 0 X 0 All Boys

San Martín de San Juan 1 x 0 Independiente

Atlético Rafaela 3 x 0 Banfield

Vélez Sarsfield 1 x 1 Godoy Cruz

Racing 0 x 0 Tigre
Argentinos Juniors 0 x 0 Unión
Colón 0 x 0 Arsenal

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sábado, 11 de fevereiro de 2012 B Nacional, Imagem | 13:07

Ogrolazo!

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Independiente Rivadavia e Almirante Brown se enfrentavam, em Mendoza, pela B Nacional. Brown havia empatado a partida, em 1 a 1, e logo na saída do meio de campo dos azuis o Ogro Fabbiani – ex-Lanús e River – arriscou do meio de campo e marcou o gol que nem Pelé nem Maradona marcaram. “Um ogrolazo”, diria. Confira abaixo:

No final, a equipe de Fabbiani venceu por 3 a 1. Este foi o sexto gol do gordito na competição.

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