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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Godoy Cruz, Lanús, Vélez Sarsfield | 01:27

Balanço da semana “Libertadorística”

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Os times argentinos fecharam esta semana com saldo empatado na Copa Libertadores. Como Boca Juniors não entrou em campo pela competição, tivemos quatro embates. Duas vitórias e duas derrotas, contudo, até as derrotas portenhas tiveram toque argentino. Vale desempate?

O Arsenal recebeu em Sarandí o fraco Zamora e fez o que o Boca Juniors não conseguiu: vencer. Aliás, convencer também. O Viaducto derrotou os venezuelanos, por 3 a 0. Os gols foram de Ortíz, Carbonero e Leguizamon. Só de pensar que os “zamoranos” provocaram uma crise em La Boca…

Chocolate. Assim pode-se definir a chacoalhada, de 5 a 1, que o Godoy Cruz levou da Universidad de Chile, no Chile. Sendo três deles ainda no primeiro tempo. Contudo, ainda assim, vale menção positiva a Argentina. Não peloTomba, mas pelo treinador argentino Sampaoli e pelo meia Gustavo Lorenzetti. Sim, Sampaoli reconheceu ser adepto do estilo Bielsa.

Vélez sarsfield repetiu tudo: a boa atuação, a demora em marcar gols e o placar elástico: 3 a 0. Mas, desta vez, a vítima foi o Chivas, do México. Mauro Óbolo e Federico Insúa, duas vezes, marcaram os gols do fortín, que se postula como candidato ao título. Afinal, se não o veem pelo futebol apresentado pela equipe, ao menos, observem pelo não praticado pelas demais.

Lanús foi à Assunção, no Paraguai, e voltará à Buenos Aires com dois problemas. Um, a derrota para o Olimpia, por 2 a 1; A segunda e talvez mais preocupante, a lesão do meia Diego Valeri. Vale lembrar que o Granate vem sofrendo com diversas lesões de suas principais peças. E assim como na derrota do Godoy, esta também vale menção argentina,pois quem marcou o gol da vitória paraguaia foi o primo de Messi, Maxi Biancucchi, ex-Flamengo.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 Arsenal, Copa Libertadores da América, Imagem, Vélez Sarsfield | 01:04

Vélez goleia; Arsenal pressiona, mas perde

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Defensores Sporting 0 x 3 Vélez Sarsfield. Embora tenha tomado as ações da partida desde o início, o Vélez só abriu o marcador aos 40 minutos do primeiro tempo, com David Ramírez. Após cobrança de escanteio, Óbolo ampliou aos 36 minutos do segundo tempo. E Sebá – aquele do Corinthians, mesmo – cobrou uma falta como nunca fez na vida (este foi o seu primeiro gol falta), colocando a bola no ângulo, aos 40 do segundo tempo, para fechar o marcador. O Fortín desde o início mostrou superioridade e solidez nas suas ações.

Fluminense 1 x 0 Arsenal. Apesar das limitações, o Arsenal apresentou um futebol convincente e não se entregou fácil. Pagou pela desatenção inicial. Sofreu o gol, de Fred, aos dois minutos de jogo, e após encaixar alguns contra-ataques tomou a iniciativa da partida pressionando os donos da casa até os minutos finais.

Leandro Euzébio, num lance lastimável, e Wagner foram expulsos pelo lado tricolor, enquanto Aguirre foi expulso pelo Viaducto. Os xeneizes agradecem.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 09:30

Vélez Sarsfield quer voltar a ser Fortín

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No clube desde 2009, Ricardo Gareca é um dos pontos fortes desta equipe.

O Vélez Sarsfield tem sido nos últimos anos a equipe mais regular e forte do futebol argentino. Feito este que não se repetiu no último Apertura 2011, mas ainda assim, a equipe terminou o torneio em terceiro lugar. Talvez a grande sacada do fortín foi manter a base desde 2009, quando venceu o Clausura (apesar do resultado controverso), e agregar jovens. Ademais, o ótimo Ricardo Gareca.

Difícil dizer qual o ponto forte do Vélez, visto que manter uma equipe sólida e entrosada. Marcelo Barovero um dos melhores goleiros do futebol local. Na zaga, atua com jogadores bastante experientes – e “velhos”, este é um ponto a ser explorado pelos adversários. Contudo, todos têm o espírito da Libertadores.

No meio de campo, mescla experiência e juventude. O setor mais equilibrado da equipe, diga-se. A saída de Ricky Álvarez e Maxi Moralez, na temporada passada, fez equipe cair de rendimento. O não-retorno do artilheiro Santiago Silva também frustrou os fortineros. Mas a chegada do experiente meia Federico Insúa poderá dar um ânimo ao setor.

Já no ataque, Juan Manuel Martínez, apesar do porte de pivô deverá jogar pelos flancos, como é de costume e Mauro Óbolo será o homem de referência. Ao menos até a regularização e condição de jogo do experiente atacante Lucas Pratto. Forte candidato a ocupar uma das vagas.

Contudo, se há uma equipe que tem variações ofensivas, dentre as cinco classificadas, esta é o Vélez Sarsfield, porém é precoce afirmar qual dos Vélez entrará em campo nesta Libertadores: a equipe do Apertura ou a dos últimos anos.

Grupo: Acredito que qualquer um dos dois Vélez que entrar nesta Libertadores tem condições de passar para o mata-mata. Chivas, Deportivo Quito e Defensor Sporting são bons adversários e nenhum deles é saco de pancada, porém o fortín é mais time, desde que não seja soberbo (como eu estou sendo agora).

Time base: Marcelo Barovero; Fabián Cubero, Sebastián Domínguez, Fernando Ortiz e Emiliano Papa; Augusto Fernández, Héctor Canteros (Ivan Bella), Víctor Zapata e David Ramírez (Federico Insúa); Juan Manuel Martínez e Mauro Óbolo (Lucas Pratto). Técnico: Ricardo Gareca.

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domingo, 12 de junho de 2011 Clausura, Vélez Sarsfield | 22:26

iVélez Sarsfield, campeón!

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Equipe base e disposição tática.

O título era iminente e justo, diga-se. O Vélez Sarsfield é, atualmente, a melhor equipe do futebol argentino. No entanto, a consagração chegou com uma rodada de antecedência, após a derrota do Lanús para o Argentinos Juniors, por 1 a 0. Mas antes, a equipe já havia derrotou, por 2 a 0, o Huracán, no Estádio Tomás Adolfo Ducó, com portões fechados. Triste fato. No entanto, convocou a torcida para assistir aos jogos – o seu e o do Lanús -, no José Amalfitani.

O nono título Velezano – Nacional 1968, Clausura 1993, Apertura 1995, Clausura 1996, Clausura 1998 Clausura 2005, Clausura 2009 e Clausura 2011 -, chegou após 18 jogos: 11 vitórias, três empates e quatro derrotas. A equipe possui o melhor ataque, com 34 gols marcados – destes, oito foram marcado por Ramírez; sete por Silva; quatro por Moralez; Fernández Martínez e Ricky Álvarez marcaram três; e Canteros, Cubero, Ortíz, Papa, Vuletich e Zapata, um cada – e 16 sofridos. O aproveitamento foi de 66,67%.

Números à parte, conquistou o título a equipe que buscou ser diferente, que soube superar suas limitações e apresentou o futebol mais bonito e eficiente. Nem mesmo as lesões de Santiago Silva, Juan Manuel Martínez, Víctor Zapata e Maxi Moralez fizeram o time sucumbir. E todos tiveram papeis importantes nesta conquista, inclusive, as revelações Fernando Tobio, Iván Bella, Héctor Canteros e Ricky Álvarez, além do reserva de luxo David Ramírez. Ou seja, ponto para o treinador Ricardo Gareca.

Confira a campanha Fortinera:

Independiente 2 x 2 Vélez Sarsfield
Gols do Vélez Sarsfield: Maxi Moralez e Juan Manuel Martínez
Vélez Sarsfield 1 x 2 All Boys
David Ramírez
Argentinos Juniors 1 x 1 Vélez Sarsfield
David Ramírez
Vélez Sarsfield 1 x 0 Boca Juniors
Fernando Ortiz
River Plate 1 x 2 Vélez Sarsfield
Santiago Silva
Vélez Sarsfield 2 x 0 San Lorenzo
Santiago Silva e Augusto Fernández
Vélez Sarsfield 3 x 0 Arsenal
Santiago Silva, Ricky Álvarez e Juan Manuel Martínez
Olimpo 1 x 2 Vélez Sarsfield
Ricky Álvarez e Emiliano Papa
Vélez Sarsfield 2 x 0 Newell’s Old Boys
Santiago Silva e Augusto Fernández
Colón 1 x 1 Vélez Sarsfield
Víctor Zapata
Vélez Sarsfield 2 x 3 Quilmes
Héctor Canteros e Agustín Vuletich
Estudiantes 0 x 4 Vélez Sarsfield
Augusto Fernández, Maxi Moralez (2) e David Ramírez
Vélez Sarsfield 2 x 0 Banfield
Fabián Cubero e David Ramírez
Lanús 3 x 2 Vélez Sarsfield
David Ramírez (2)
Vélez Sarsfield 2 x 0 Gimnasia y Esgrima de La Plata
Santiago Silva e Maxi Moralez
Tigre 2 x 1 Vélez Sarsfield
Ricky Álvarez
Vélez Sarsfield 2 x 0 Godoy Cruz
Juan Manuel Martínez e David Ramírez
Huracán 0 x 2 Vélez Sarsfield
Santiago Silva e David Ramírez
Vélez Sarsfield x Racing
Ainda não jogou.

Assista todos os gols da equipe:

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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:41

Quando a vitória não foi o suficiente…

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Uma autêntica partida de Libertadores. Gols, virada, pênalti perdido, trilha sonora, lances “polêmicos” e drama, na mesma pura expressão da palavra. Assim foi o jogo que marcou a despedida do Vélez Sarsfield da competição, ante Peñarol, no José Amalfitani. Nem mesmo a virada, de 2 a 1, foi o suficiente para os argentinos garantirem a vaga na final, ou em outras palavras, o sonho chegou ao fim.

Até a próxima Libertadores...

Como diz o velho chavão: o Peñarol “jogou com o regulamento debaixo do braço”. Entretanto, o futebol apresentado até a metade do primeiro tempo, tratou de desmentir isso. Então, o arqueiro Barovero tratou de salvar a equipe, após um chute cara-a-cara com Martinuccio. E enquanto sofria pressão carbonera, Ricardo Gareca teve que substituir o defensor Cubero, lesionado. Em seu lugar, Fernando Tobio.

A partir da metade do primeiro tempo a equipe argentina mudou o panorama da partida: tocou bola e criou diversas oportunidades, desperdiçadas. Porém, aos 33 minutos o primeiro baque, Matías Mier recebeu livre, de Martinuccio, e bateu na saída de Barovero. Logo, a pressão velezana ganhou mais força, com nervos aflorados, a equipe atacava com mais contundência. Aos 41 minutos, Burrito Martínez, que este muito bem, recebeu em condições legais e empatou, mas o árbitro anulou marcando impedimento. A segunda queda. Mas, aos 46, Maxi Moralez cobrou falta, o arqueiro rebotou e Tobio, aquele entrara, empatou.

Necessitando de mais dois gols, o Fortín voltou do intervalo pressionando, mas não demorou ao ímpeto arrefecer. Moralez – que retornara de lesão não conseguiu apresentar um bom futebol, mas, ainda assim, participou do gol – foi substituído por Ricky Alvarez.

E após alguns minutos de estudo, Oliveira perdeu um gol feito para o Peñarol, e logo na sequência Santiago Silva, virou: 2 a 1. Martínez recebeu o lançamento e de peito assistiu Silva, que finalizou, aos 21. Restavam-lhes 25 minutos e ao fundo, a canção Ilariê, versão portenha.

Aos 25 minutos, Ortiz foi expulso e o drama Fortinero aumentou. Cinco minutos depois, o Burrito sofreu um pênalti infantil. Silva assumiu a responsabilidade e perdeu. Ali, o  Tanque foi de mocinho a vilão. Nos minutos finais, momentos de tensão. Junto ao apito final, choro, de lado a lado. E os sentimentos se misturaram: alegria de uns e tristeza da maioria. E como na vida real, o final não foi feliz, apesar da vitória.

Veja as cenas:

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sexta-feira, 27 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:28

Convidado de luxo

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Com direito a festa no início, meio e fim da torcida Carbonera, no Estádio Centenário, Vélez Sarsfield perde a primeira partida das semifinais, ante Peñarol, por 1 a 0, e terá de vencer a partida de volta para classificar-se à final. Rodríguez marcou aos 44 do primeiro tempo e os uruguaios levam vantagem para Argentina.

Rodríguez converteu o único gol da partida.

Após a pressão habitual dos donos da casa – com direito a sustos -, o Vélez Sarsfield conseguiu encaixar algumas boas jogadas, principalmente, explorando as costas Alejandro González – por lá surgiram as melhores chances argentinas – e, temporariamente, foi bem superior aos uruguaios.

Mas a partida não tardou em ficar equilibrada. Ambas equipes procuraram bastante a meta adversária. Os Carboneros tocavam a bola e apostavam no contraataque quase sempre perigoso, no entanto, apresentava fragilidade defensiva. Além de lhe faltar o último passe com qualidade.

Do outro lado, o Vélez apostava bastante no trio ofensivo. Álvarez e Martínez revezavam-se na criação, enquanto, Silva posicionado entre os zagueiros dava trabalho. Embora, não conseguisse finalizar com qualidade. E o organizador de sempre, Victor Zapata, era o melhor em campo no primeiro tempo, diria.

E após alguns lances, digamos, “polêmicos” e outros de perigo, eis que chegou o momento de emoção, carbonero, aos 44. Quando Darío Rodríguez, de cabeça, aproveitando o cruzamento tirou de Barovero e abriu o placar. Com direito a volta olímpica do autor, na comemoração.

Veja o gol:

Na volta do intervalo, as equipes continuaram atacando bastante, inclusive, aos 11 minutos, o árbitro Amarilla anulou um gol do Burrito Martínez que utilizou o braço antes de finalizar. E com o passar dos minutos, as equipes foram perdendo objetividade e, consequentemente, a partida qualidade. O Fortín abusou das bolas alçadas na área, o adversários nem ousara atacar.

Diego Aguirre, técnico do Manya, apostou na ofensividade. Colocou Estoyanoff no lugar do lateral, improvisado como meia, Corujo. E nada adiantou. Posteriormente, resguardou a defesa. Por sua vez, apesar da maior posse de bola, Ricky e Burrito permaneceram confusos e o isolado Tanque deu lugar a Guille Franco, assim como Martínez saiu para entrada de David Ramírez, que nada conseguiu fazer. No fim, a ausência de Maxi Moralez foi maior do que o imaginado.

Enfim, nada Foi alterado. E o que sobrou da partida foi o bom primeiro tempo e a festa da torcida Carbonera, que, diga-se, já havia vencido antes mesmo da partida começar.

Recebimento da equipe da casa:

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 22:16

Vélez goleia e segue sonhando

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O placar confortável alcançado em Buenos Aires, proporcionou um relaxamento natural ao Vélez Sarsfield, mas não uma acomodação total. Novamente, o Libertad vendeu caro a derrota e por duas vezes esteve a frente do placar, mas no final o Fortín venceu por 4 a 2, em Assunção. No placar agregado, 7 a 2.

Mesmo não apresentando todo o futebol que lhe é peculiar, a equipe Velezana mostrou que porquê é superior. Conta com jogadores diferenciados – apesar de nem sempre valorizados. No plantel, há os que decidem: Santiago Silva, Ricky Alvarez, Juan Manuel Martínez e Maxi Moralez, que hoje converteu um doblete, e os que podem decidir: Zapata, Papa, Augusto Fernández e David Ramírez, além, é claro, de Marcelo Barovero.

Moralez converteu um doblete.

O primeiro tempo foi tão equilibrado que demorou 44 minutos para o placar ser aberto, pelos paraguaios, e um minuto para ser empatado, por Maxi Moralez. Com a necessidade de marcar mais três gols para se classificar, os Repolleros começou a segunda etapa atacando e logo desempatou. E, novamente, Moralez apresentou-se.

O empate já seria mais do que suficiente para os Fortineros passarem às semifinais, mas Guille Franco ressurgiu, após três meses parado por lesão, e de pênalti, que o próprio sofreu, virou a partida. E segundos antes do apito final, Augusto Fernández marcou um golaço. A cereja no bolo.

Veja os gols da partida:

Pela frente, Peñarol ou Universidad Católica. Caso os uruguaios se classifiquem, a primeira partida da semifinal será em Montevidéu. Já se os chilenos passarem, a primeira será em Buenos Aires. Após 17 anos, a equipe volta às semifinais da Copa Libertadores e o sonho de repetir o ano de 1994 segue vivo.

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quinta-feira, 12 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 22:59

Futebol flaco, resultado Fortín

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Maxi Moralez comemorando o primeiro gol do Fortín.

“Vélez Sarsfield jogou como nunca e venceu como sempre”. Talvez jogar na Bombonera trouxe à equipe a dualidade dos donos da casa: o fraco futebol do presente e as glórias de um passado recente, sobretudo, na Copa Libertadores. Lugar comum à parte, o Fortín esteve longe de apresentar um bom futebol convincente, esteve acuado, enquanto, o Libertad dava trabalho ao arqueiro Barovero – que fez uma bela partida. E nem mesmo a vantagem alcançada na primeira etapa apagou a má impressão deixada pela equipe, apesar da boa assistência de Augusto Fernández, que originou o gol de Maxi Moralez.

O início do segundo tempo foi igual ao termino da etapa anterior. Mas a partida teve uma fragmentação importante: antes e depois Ricky Alvarez. O meia entrou no lugar do apagado Ramírez e deu mais qualidade de passe a equipe de Liniers. Em 10 minutos em campo, Alvarez foi a principal figura da mudança de postura do time, com mais cinco Juan Manuel Martínez ampliou de pênalti e mais cinco fechou a conta. Doblete do Burrito.

Pode-se dizer que, o resultado mentiu o que foi a partida. Entretanto, não foi injusto, pois soube aproveitar as chances que criou. Além disso, é mais time do que os Repolleros. Este 3 a 0 foi o quarto da equipe neste Copa Libertadores, que, agora, viaja ao Paraguai com uma bela vantagem.

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sexta-feira, 6 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 02:00

Com a(l)titude…

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Ricky Álvarez comemorando o seu belo gol.

Já se tornou um axioma: ninguém consegue vencer a LDU, na altitude de Quito. Patético proferir isso. E o Vélez Sarsfield mostrou isso, não apenas bateu os equatorianos em casa, como fez isso com propriedade. E confirmou a classificação para as quartas de finais da Copa Libertadores, após a bela vantagem alcançada em casa. 2 a 0, ontem, e 5 a 0 no placar agregado.

Não canso de afirmar que o Vélez é a melhor equipe argentina da atualidade, talvez a mais organizada desta Libertadores, mas isso não implica que terá vida fácil. Sobre a partida de ontem, que terminou hoje, as ausências de Zapata e Silva fizeram pouca falta diante da postura adotada pelo Fortín, que também não apresentou o seu melhor futebol, todavia, suficiente.

Antes e depois da suspensão por falta de luz, a Liga esboçou reação, mas parou em Barovero e nas traves, e quando se encontrava em seu melhor momento, o volante Ricky Álvarez marcou um belo gol para os argentinos. Logo, o panorama da partida mudou e na segunda etapa Iván Bella, também volante, deu números finais ao confronto. Pela frente, os paraguaios do Libertad.

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quarta-feira, 27 de abril de 2011 Copa Libertadores da América, Vélez Sarsfield | 00:58

Fortín e arrasador

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Comemoração do terceiro gol fortinero.

Apenas dez minutos foram necessários para o Vélez Sarsfield apresentar o cartão de visita a LDU. Neste tempo, a equipe argentina adentrou em quatro oportunidades pelo flanco esquerdo do ataque em dois deles deixou a bola no fundo da rede – ambos com Augusto Fernández. E por lá, posteriormente, surgiram outras oportunidades, e até o terceiro gol – com Sebá Domínguez. Outras, também, foram desperdiçadas e talvez fará falta em Quito e sua temida altitude de pouco mais de 2 700 metros, na partida de volta das oitavas de finais da Libertadores. Mas ninguém pode negar que 3 a 0 é uma bela vantagem. E só.

Entretanto, a Liga receberá o Fortín com dois desfalques: Luis Bolaños e Néicer Reasco expulsos na primeira partida. O que representa mais vantagem. E quiçá repetir o futebol que apresentou já seria uma bela vantagem. Teses à parte, a equipe equatoriana não é sempre má quando atua em condições normais para a prática de esportes, mas nesta partida foi péssimo, submisso. Praticamente, não entrou em campo, desde o início tornou-se uma presa fácil e se deixou levar pelas variações táticas da equipe argentina. Quase sempre, forçando as jogadas pelo lado direito da defesa adversária.

E só para constar: o Vélez não necessita de apenas um futebolista. Mas não custa lembrar que Santiago Silva e Sebá Domínguez, que tiveram participações importantes no jogo, já fizeram parte do plantel do Corinthians e foram estigmatizados por aqui. E aos desavisados, ambos são titulares, importantes e nenhum corintiano consciente gostariam de jogar contra o Vélez, com eles em campo. Tenho dito.

Segundo os dados do jornalista argentino Silvio Maverino, esta foi a partida número 100 do Vélez na Copa Libertadores da América, com 47 vitória, 29 empates e 24 derrotas. Esta foi a 11ª vitória pelo placar de 3 a 0.

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