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Arquivo da Categoria Superclássico

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 Curiosidade, Imagem, Superclássico | 01:29

Superclásico concorre ao Oscar

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Dos nove filmes pré-selecionados para a disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, uma surpresa. Ao menos, para os amantes de futebol. Trata-se do filme dinamarquês “Superclásico”, do diretor Ole Christian Madsen, que foi filmado em grande parte na Argentina e com diversas cenas de filmadas no Superclássico entre Boca Juniors e River Plate.

A película conta a história de um dinamarquês que viaja para a Argentina com a pretensão de recuperar a mulher que ama. Ela é uma agente de futebol e se apaixona por uma estrela xeneize, o Juan Diaz, interpretado por Sebastián Estevanez. Confira abaixo um pequeno trecho da gravação no dérbi e o trailer:

A mistura cinema e futebol já mostrou o quão é fascinante. Logo, o Superclásico, que por si só é um drama nos gramados e já cativava multidões mundo afora, ganhou ares de comédia e pode levar até o Oscar. Só nos resta torcer e assistir, é claro.

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Boca Juniors, Lionel Messi, Maradona, No Exterior, River Plate, Superclássico | 12:00

O poeta e o filósofo

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Messi e Neymar são mais do que grande jogadores de futebol, são os pupilos dos dois maiores jogadores do mundo, Maradona e Pelé, respectivamente. E como ambos não perdem oportunidade de trocarem elogios, a história se repetiu… Após Edson adjetivar Neymar como melhor jogador do mundo, em detrimento de Lio Messi, foi a vez de Dieguito adentrar-se na conversa.

Como lhe é peculiar, Dios ironizou o Rei: “Tomou o comprimido errado. Ao invés, de tomar o remédio para dormir, tomou o remédio da manhã. Se confundiu e não sabe do que está falando… Sugiro-o que a próxima vez tome o remédio correto antes de começar a falar e que mude de médico”.

Após pendurarem as chuteiras polêmica é o que move ambos. Talvez tenha sido a maneira que encontraram de manter-se em evidência, apesar de ambos alegarem nas entrelinhas que não precisam. Até acreditava nisso, mas eles me fizeram pagar a língua. Logo, aguardo a réplica.

Enfim, Neymar, de fato, é um ótimo jogador. Craque. Mas daí a colocá-lo na frente de Lionel Messi, e Cristiano Ronaldo, é um exagero, ainda. Digno de quem quer vender a imagem. Talvez, em breve, a hora chegue, mas ainda não. É por essas e por outras que subscrevo Romário: “Pelé calado é um poeta”. E mudo, Maradona está tornando-se um filósofo.

Aguardem os próximos capítulos…

Mãos ao alto!

Um em vias de erguer a taça, após três anos de jejum, o outro, disputando a B Nacional. Mas ainda assim, Boca Juniors e River Plate é um Superclássico.

No entanto, não justifica-se os valores cobrados para o primeiro amistoso entre eles, em 5 de janeiro de 2012, no estádio Centenário, em Resistencia, na província de Chaco. Partida esta que foi muito questionada antes de ser confirmada. As entradas populares (geral) estão por 120 pesos, enquanto, a platea (arquibancada) estão entre 650 e 700 pesos.

O estádio Centenário, do Club Atlético Sarmiento, tem capacidade para 23 mil espectadores. E vale mencionar que a província de Chaco é uma das mais pobres da Argentina.

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domingo, 15 de maio de 2011 Curiosidade, Imagem, Superclássico | 22:57

Mensagens ao River Plate

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Durante a vitória do Boca Juniors, por 2 a 0, na Bombonera, a torcida xeneize expôs diversas faixas e cartazes com dizeres relacionando o rival River Plate a Primera B Nacional. Além de cânticos, como uma versão do tradicional chavão argentino anti-inglês: “el que no salta se va a la B”. A lembrança de uma outra equipe de La Boca se fizer presentes, como nesta mensagem: “Gallinas te esperamos, Boca Unidos”. Veja abaixo algumas mensagens deixadas por torcedores boquenses aos rivais:

Qual a sua preferida?

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Superclássico | 19:22

Três minutos e um mito

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Três minutos. Parece muito pouco, mas nestes 180 segundos ocorreram alguns pequenos detalhes que definiram o Superclássico. Foi neste hiato que o Boca Juniors converteu os dois gols da vitória, ante River Plate, e comemorou mais uma vitória no maior dérbi do futebol argentino.

Palermo e Carrizo estamparam diversas manchetes anteriores ao dérbi. E fizeram jus a elas, pois foram ambos que decidiram a partida. O primeiro com a presença no primeiro gol e a execução do segundo tento, enquanto, o arqueiro decidiu negativamente: marcou contra no primeiro – feito este que lhe rendeu um lugar na história: o primeiro goleiro que anotou um gol contra em Superclássicos, da AFA, desde 1931 – e foi displicente, assim como toda defesa, no segundo. Coisas do futebol.

E talvez alguns não entendam as lágrimas após o gol, mas isto é parte de uma identificação com um clube. Paixão. Convenhamos, tão raro por aqui.

Após um hiato de dez partida oficiais sem marcar, Palermo marcou quatro em quatro partidas consecutivas.

Mas durante os 25 primeiros minutos o River Plate tinha maior volume de jogo, profundidade, mas lhe faltava o último passe. Dentro deste tempo, alguns lances polêmicos se fizeram presentes. Coisas de clássico, diriam alguns.

E após uma jogada despretensiosa de Pablo Mouche, pela esquerda, os boquenses ganharam um escanteio, aos 27 minutos. E na cobrança, Juan Pablo Carrizo – indiscutível o melhor arqueiro no futebol argentino – falhou. Antecipou-se a Palermo e colocou para dentro de sua meta.

E aos 30 minutos noutro lance a princípio despretensioso, o mito Martín Palermo – que jogou seu último “clássico de La Boca” – recebeu um lançamento e, de cabeça, encobriu Carrizo. Para muitos falha do goleiro que estava adiantado, para mim, sagacidade do Titán, que aproveitou a não marcação por parte da defesa Millionária e ampliou.

Estes três minutos foram suficientes para mudar o panorama da partida. Em partes. O Boca Juniors seguiu sem mostrar um bom futebol, carente de iniciativa e criatividade, diria. Riquelme, só na relação dos titulares. Entretanto, do outro lado, os de Núñez sentiram os golpes. O sistema defensivo que tanto é exaltado jogou no chutão, o ofensivo parecia não se conhecer. Erik Lamela foi a figura da equipe, talvez a única.

E o segundo tempo, imitou o termino do primeiro, no qual as polêmicas acerca da atuação do arqueiro Millionários, do árbitro Patrício Loustau e da presença de Palermo foram as tônicas. E a pimenta que faltavam a um jogo deste porte chegou nos acréscimos, quando Clemente Rodríguez e Matías Almeyda foram expulsos e o meia da banda Roja provocou a torcida boquense.

Porém, o resultado se manteve. Os Millionários se distanciam do líder e se aproximam da zona de descenso – vide as diversas faixas e cartazes relacionando a equipe a B Nacional, enquanto, os xeneizes continuam passeando pelo meio de ambas tabelas. Tantos números, posições e aflições contidas nos três minutos. E na cabeça do mito: Palermo.

Veja os gols do Superclássico:

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sábado, 14 de maio de 2011 Clássicos, Curiosidade, Superclássico | 08:00

Números e curiosidades do Superclássico

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Ambos nasceram em La Boca. Primeiro, o Club Atlético River Plate, em 1901, quase quatro anos depois, surgiu o Club Atlético Boca Juniors. E apesar da proximidade o primeiro confronto demorou pouco mais de três anos após o surgimento do último. A justificativa é simples: as equipes disputavam ligas distintas e participavam de circuitos diferentes. Mas ao longo do tempo foram construindo suas histórias de conquistas e rivalidade.

Apesar da imprecisão numérica, o Superclássico foi disputado 331 vezes – entre torneios nacionais, internacionais, amistosos, Copas e a era do amadorismo -, com 123 vitórias do Boca Juniors, 102 empates e 106 vitórias do River Plate. Com 448 gols xeneizes e 403 dos millionários. No entanto, em 14 oportunidades o dérbi terminou sem gols. Saiba mais curiosidades e números abaixo:

Primeiro(s) confronto(s)

O primeiro confronto entre ambos foi no amistoso disputado no dia 2 de agosto de 1908, com vitória Xeneize por 2 a 1. Infelizmente, não há mais dados, além do placar. Na época os jornais não davam importância ao futebol. E outro amistoso foi disputado quatro anos posterior – terminou empatado em 1 a 1 -, antes da primeira partida oficial: em 24 de agosto de 1913. Este com vitória Millionária, por 2 a 1, no estádio do Racing Club. Os gols foram marcados por García e Ameal Pareyra para o River e Marcos Mayer descontou para o Boca.

Último(s) confronto(s)

Oficialmente, a última partida foi no Apertura 2010, exatamente no dia 16 de novembro, com vitória do River Plate, por 1 a 0, com gol do ex-boquense Jonathan Maidana. Entretanto, o último confronto entre as equipes foi no dia 02 de fevereiro de deste ano, pela Copa Revancha. Terminou empatado em 1 a 1, com gols de Martín Palermo para o Boca e Mariano Pavone para o River.

Maior goleada do Boca

Houve duas com o mesmo placar de 5 a 1. A primeira, em 19 de maio de 1959, em La Bombonera. Com gols de Osvaldo Nardiello, Juan José Rodríguez, José Yudica, Pedro Mansilla; D. Rodríguez marcou para os visitantes. Já a segunda goleada foi mais dolorosa, diga-se, por ter sido de virada e na casa do rival, Monumental de Núñez, no dia 07 de março de 1982. Os gols foram marcados por Oscar Ruggeri, Ricardo Gareca (2) e Carlos Córdoba (2); Jorge Tévez havia aberto o placar pelo River.

Maior goleada do River

Em 19 de outubro de 1941, no Monumental de Núñez, a equipe da casa goleou o rival, por 5 a 1. Os gols foram marcados por Ángel Labruna, José Manuel Moreno, Aristóbulo Deambrossi (2) e Adolfo Pedernera; Mario Boyé descontou.

Maiores artilheiros

O atacante argentino Ángel Labruna, do River Plate, marcou 22 gols – 16 oficiais e seis em amistosos.

O atacante brasileiro Paulo Valentim, do Boca Juniors, converteu 13 tentos – dez oficiais e três em jogos extra oficiais.

Jogadores que mais vezes atuaram no clássico

Reinaldo Merlo – 42 partidas pelo River Plate;
Hugo Gatti – 38, sendo 29 partidas pelo Boca Juniors e nove pelo River Plate;
Silvio Marzolini – 37 partidas pelo Boca Juniors;
Ángel Labruna – 35 partidas pelo River Plate;
Roberto Mouzo – 35 partidas Boca Juniors. 

Gol mais rápido

Foi em 15 de abril de 2007, na Bombonera. O meia Pablo Ledesma, do Boca Juniors, marcou aos 50 segundos, mas a partida, que era válida pelo Clausura, terminou empatada em 1 a 1.

Mais curiosidades

Alfredo Di Stefano é o único técnico que se consagrou campeão por ambas equipes. No Nacional de ’69, pelo Boca Juniors, e no Nacional ’61, pelo River Plate;

Diego Maradona marcou cinco gols em sete partidas e se despediu num Superclássico;

Noberto Alonso marcou seis gols em 25 partidas e também despediu-se no clássico;

Em 3 de fevereiro de 1974, Carlos García tornou-se o jogador que mais vezes marcou no dérbi “de La Boca” ao converter quatro gols numa partida. Neste dia o atleta estreava com a camisa xeneize. O jogo terminou 5 x 2;

Há uma lista imensa com mais de 90 jogadores que vestiram as duas camisas, só para citar alguns: Gabriel Batistuta, Claudio Caniggia, Julio César Cáceres, Lucho Figueroa, Fernando Gamboa, Ricardo Gareca, Hugo Gatti, Juan José López – atual técnico Millionário -, Julio Olarticoechea, Oscar Ruggeri, Alberto Tarantini, Jesus Méndez e Jonathan Maidana.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009 Apertura, Boca Juniors, River Plate, Superclássico | 14:22

Los viejos del Superclásico

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Palermo igualou o Placar aberto por Gallardo (Reuters)
Martín Palermo (35) igualou o placar aberto por Marcelo Gallardo (33) no Monumental (Reuters)

Fotoshow iG Esporte: veja uma supergaleria com as melhores imagens da partida

Que diferença! Enquanto no Brasil se destacam “velhinhos” como Paulo Baier, Petkovic e Marcelinho Paraíba, na Argentina brilham viejos de outra categoria: Gallardo, Abbondanzieri, Ortega, Riquelme, Palermo… Convenhamos, estos hermanos são muito melhores.

Melhor do que qualquer relato, os lances do Superclásico falam por si só (assista no vídeo abaixo). Mas é preciso ressaltar que o jogaço deste domingo não seria o mesmo sem a presença destes craques rodados. É só olhar os lances capitais da partida:

O pênalti cobrado por Ortega (35) e defendido por Pato Abbondanzieri (37). A falta cobrada por Marcelo Gallardo (33), que entrou precisa, rente a trave direita do gol xeneize. A linda tabela entre Riquelme (31) e Palermo (35) – o primeiro deu de letra para o segundo estufar a rede millonaria.

Jogaço sem “prazo de validade”, como brincou o canchallena.com.

Por fim, um bônus especial: o colega Lúcio Ribeiro esteve no Monumental de Nuñez e fez um vídeo emocionante de la hinchada de River cantando e pulando por mais de 2 minutos ininterruptos… Imperdível!

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Apertura, Boca Juniors, River Plate, Superclássico | 12:25

La (Super) Tapa de Hoy – 26/10

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River perde pênalti, acerta a trave e não ganha o Superclásico (Reprodução/Olé)

River perde pênalti, acerta a trave e não ganha o Superclásico (Reprodução/Olé)

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