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terça-feira, 22 de novembro de 2011 San Lorenzo | 14:00

Nuevo Gasómetro em alerta vermelho

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O ambiente no Nuevo Gasómetro é de crise. Finanças no vermelho, zona de Promoción, jogadores insatisfeitos, conflitos com a torcida e, agora, sem comando técnico. Um cenário muito parecido com aquele que culminou no descenso do River Plate, na última temporada, se desenha no clube de Almagro. Seria mais um “grande” a visitar a B Nacional?

A queda de Omar Asad, no último domingo, após perder para o Unión, foi só a ponto do iceberg. Das 15 partidas disputadas, até então, no Apertura o ciclón perdeu oito, sendo duas para adversários diretos na luta contra o descenso: All Boys e o próprio Unión. Pior, em oito partidas em casa contabiliza cinco derrotas. E para provar que a ligação com a torcida está abalada, um grupo da barra brava do clube agrediu o zagueiro Jonathan Bottinelli, no final de outubro.

Com a saída do Turco Asad, os dirigentes tinham Américo Galego como primeira opção, mas o próprio se recusou a comandar a equipe. O segundo nome seria o de Caruso Lombardi, que é o atual técnico do Quilmes, porém o San Lorenzo não quer pagar a rescisão contratual, logo, ficarem sem ele. Então, resolveram apostar em nomes que possuam ligação com o clube. Em primeiro lugar, Leonardo Madelón, seguido de Blas Giunta e Ángel Bernuncio.

Contudo, observa-se que o comando técnico não é o maior problema, passaram nos últimos tempos: Simeone, Russo, Diaz e, mais recentemente, Asad, no entanto, na mudou. De fato, o extra-campo é grande problema. Além disso, alguns jogadores já mostraram insatisfação, como o próprio Bottinelli, que só fica até junho, e Romagnoli. Além de que Migliore estará fora do resto do Apertura, por causa de uma cirurgia no joelho.

Além de conflitos internos e a pressão de conviver com a iminência do descenso, as finanças do ciclón estão no vermelho. Segundo o tesoureiro do clube, Ricardo Sarinelli, o passivo do clube chega aos 140 milhões de pesos. Quando Carlos Abdo assumiu, no início deste ano, o total de dívida era de 104 milhões. A comissão fiscalizadora estima que atualmente o déficit da instituição é de 4 milhões por mês.

Com os principais jogadores insatisfeitos, economia no vermelho, sem apoio da apaixonada torcida e futebol… este nem merece comentário, o San Lorenzo, que já visitou a B Nacional, flerta novamente com a divisão de acesso. Talvez seja precoce vislumbrar este panorama, mas a equipe de Almagro não aparenta ter forças para desenhar outro destino. A segunda división agradece.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Apertura, B Nacional, Boca Juniors, Racing, River Plate, San Lorenzo | 08:00

E se fez a revanche!

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Não encontrei uma foto legal de Saja, então, coloquei uma com o que ele provocou.

Apesar de jogar boa parte da partida com dois jogadores a mais, na Bombonera, o Boca Juniors esbarrou em Sebastian Saja e não passou de um empate diante de um Racing, diga-se, perdido em campo. Todavia, o zero a zero pôde ser comemorado por ambos, apesar de que não encontrei ainda motivo algum para o Boca comemorar, vide as circunstância.

Os xeneizes tiveram mais volume de jogo e criaram as chances mais claras da partida. A defesa, manteve-se sólida. A academia, por sua vez, tinha Sebastian Saja. Além disso, apostaram apenas nos contra-ataques, no entanto, a expulsão de Pelletiere, no início do segundo tempo, e de Teo Gutiérrez, no meio, deixou a frágil equipe sem condições de apostar mais alto. Hauche jogou isolado, enquanto, Gio Moreno não conseguiu reeditar seu bom futebol. No fim, parecia que os donos da casa estavam satisfeito com o empate.

Juan Román Riquelme – A ausência de Riquelme, que assistiu ao jogo de camarote, pesou nos lances de bolas paradas. No entanto, a equipe boquense, mesmo sem ele, conseguiu criar inúmeras chances de gols, muitas delas defendidas por Saja, que teve uma apresentação sensacional.

Teófilo Gutiérrez – O fato a ser analisado na partida é a presença do colombiano Teo Gutiérrez. Ou melhor, a não presença. Teo, diga-se, é um bom jogador. Talvez por isso se ache no direito de falar demais e fazer o que lhe der vontade, mas em meio a uma semana atribulada, muito por sua causa, esperava-se mais dele na partida. E tudo que conseguiu fazer foi peitar o árbitro Nestor Pittana, que lhe expulsou. Foi neste momento que percebeu-se a presença dele em campo.

Sebastian Saja – As últimas vezes que o goleiro se deparou com o Boca Juniors, passou por momentos que ele deve querer esquecer até hoje. Isso foi em 2007, na final da Copa Libertadores, o goleiro atuava pelo Grêmio e sofreu cinco gols xeneizes, na soma das suas partidas. Na época, o Boca foi campeão, no estádio Olímpico. Desta vez, atuando pela academia o goleiro parou os xeneizes. Seria a revanche?

Situação – Agora, o Boca, com 33 pontos, segue líder e com os mesmo oito pontos de vantagem sobre o Racing, segundo colocado, com 25. E necessita apenas de cinco pontos em quatro rodadas para sagrar-se campeão do Apertura. Ou seja, o empate deste domingo tardou a comemoração do título.

Passeio millionário na Patagonia

Quando chegou à Puerto Madryn, o River Plate revolucionou a cidade. Atraiu centenas de torcedores e curiosos. E pôde, finalmente, conhecer a B Nacional, em diversos aspectos. Ademais, não tardou em mostrar que sua passagem pela Patagônia não era a passeio, apesar de o jogo ter mostrado que foi. Superior técnica e taticamente, os millionários, no embalo da festa instalada no estádio e arredores, goleou o Guillermo Brown, por 4 a 1. E com direito a doblete de Cavenaghi.

Apesar das duas derrotas já obtidas e do atual segundo lugar na competição, o River não aparenta que permanecerá por muito tempo na Segunda División. É cedo para afirmar isso, fato, mas observando a equipe de Núñez jogar e seus adversários, pouco ou quase nada faz lembrar aquela da última temporada. O que já é um grande feito. Contudo, está longe de ser aquela vitoriosa de outrora.

Ao chegar em Puerto Madryn, River, finalmente, se deparou com a B Nacional. Ao sair… Permaneceu nela.

Ciclón ou cuervos?

Entra temporada, sai temporada e o San Lorenzo segue o mesmo. Isso não é um elogio, ok? Algumas vezes pela pré-temporada outras pelo plantel, o time sempre passa a impressão inicial que “agora vai”. No entanto, logo a impressão inicial deixa de existir e o que sobra é só decepção.

Nesta rodada, ao perder para o Unión, por 1 a 0, e seguir na zona de Promoción, Omar Asad deixou de ser o técnico do ciclón. (Preferi esta alcunha a cuervos, pois, dizem que, os corvos têm o poder de ressurgir. E quando se trata de San Lorenzo, eu não acredito. Já o ciclone, como o próprio nome diz, é cíclico assim como os problemas da equipe, logo, é mais adequado). Em 15 partidas no comando do Turco, o San Lorenzo venceu quatro partidas, empatou três e perdeu oito. Marcou 12 gols e sofreu 17, ou seja, saldo negativo de cinco tentos.

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quinta-feira, 21 de abril de 2011 Argentinos Jrs, Clausura, Copa Libertadores da América, San Lorenzo, Seleção, Vélez Sarsfield | 00:34

Três partidas e algumas observações…

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Três partidas  movimentaram o futebol argentino na noite de ontem. A apresentação apática da Argentina no amistoso, ante Equador, a vitória do Vélez Sarsfield sobre o San Lorenzo, na partida adiada por causa da violência, e da desclassificação do Argentinos Juniors, na Copa Libertadores da América.  Então, seguem abaixo algumas observações sobre cada partida.

Batista segue desagradando.

A Seleção de Batista. Confesso que nem sempre acho isso, mas ultimamente tem sido de um esforço quase sobrecomum assistir a Seleção de Sergio Batista jogar. Isso, mesmo. Pois, Argentina é outra coisa. Desta vez, os locais, por assim dizer, empataram em 2 a 2 com o Equador. E tudo que se viu, ou nada, foi uma equipe sem graça, sem identidade. Sem a argentinidade.

Entretanto, a titulo de curiosidade, vale observar que, os dois gols argentos foram marcados por jogadores do Racing: Claudio Yacob – que posteriormente saiu lesionado e preocupa a equipe de Avellaneda – e Gabriel Hauche. Estes foram os primeiros gols de ambos no selecionado nacional.

Ao término do encontrou, Batista disse: “Sempre tiro experiências positivas destas partidas”. Quiçá seja verdade. Mas nunca põe em prática.

 

Um final lmentável.

Acabou. Poderia iniciar escrevendo sobre o quão deprimente foi a confusão pós-desclassificação, e não vou omitir, mas primeiro gostaria de salientar algo que já foi dito por este colunista que vos escreve: Argentinos Juniors é uma daquelas equipes que não jogam bem, mas quase sempre vencem. Desta vez, a (i)lógica se inverteu, parcialmente. Ou seja, jogou mal e perdeu. Foi-se classificação as oitavas de finais, foi-se a hombridade. Enquanto o Fluminense mostrava superioridade, o Bicho se encolhia e, digamos assim, recolhia sua questionável grandeza. É louvável e precisa ser dito, apesar de mau como sempre, a equipe tentou dentro de sua vasta limitação, mas tentou. Não merece ser condenado pelo que não fez em campo, mas sim ao que proporcionou depois. Vale dizer, também, que não brigou só. E aos que pensam que isto é coisa de argentino ou uruguaio, não se esqueçam de olhar para o próprio umbigo. Lamentável.  

Tristes daqueles que o veem com desdém.

A partida que faltava. Antes de qualquer notícia, uma observação: jogos com portões fechados são deprimentes! Mas foi assim que o Vélez Sarsfield derrotou o San Lorenzo, por 2 a 0, na Bombonera. A partida, que havia sido adiada por causa da violência, foi válida pela sexta fecha. E com a vitória, que nasceu dos pés de Santiago Silva e Augusto Fernández – que entrou só para marcar -, o Fortín se tornou líder do Clausura, com 21 pontos. Seguido por River Plate, com 19, Olimpo, Estudiantes e Godoy Cruz, ambos com 17.

E para finalizar, outra observação: Não pela liderança, muito menos pela partida, mas atualmente o Vélez Sarsfield é a melhor equipe argentina. Sua funcionalidade e seu protagonismos são vistos em poucas equipes. Segurança na defesa, criatividade no meio de campo, sobretudo, com Maxi Moralez e Juan Manuel Martínez, além do suporte defensivo de Zapata e precisão no ataque, lê-se, Santiago el Tanque Silva, lembram dele? Enfim, aos que desdenham – Silva e ao time: cuidado.

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sábado, 12 de fevereiro de 2011 Clausura, Gimnasia LP, San Lorenzo | 23:35

Um a Um para Gimnasia

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Transição de espírito. O Gimnasia y Esgrima de La Plata jogou tempos distintos, assim como San Lorenzo. No primeiro o que se viu foi o “antigo” Lobo, no segundo, o “novo”. Ou um protótipo dele. Enquanto, o San Lorenzo jogou na primeira etapa o time que se enquadra no antiquado rótulo de um dos “cinco grandes”, no pós-intervalo, foi o time das últimas temporadas. Ou seja, não poderia ser diferente: empate, 1 a 1.

Guille - o autor da peripécia que resultou no gol do Lobo - e Menseguez, o autor do gol do Ciclón.

O Ciclón apresentou as quatro aquisições – Carmona, Velázquez, Salgueiro e Ortigoza – e, diga-se, elas fizeram efeito. Mas foi Romagnoli que conduziu a equipe na primeira etapa, as melhores chances passavam por seus pés. E num lance que gerou dúvidas pelo posicionamento (mas após ver e rever tive a impressão de ter sido regular), Menseguez aproveitou a sobra de bola e abriu o placar.

O GELP apenas tentava resistir. Guillermo Barros Schelotto parecia perdido em campo, faltava-lhe uma companhia na criação. E Ángel Cappa, também, deve ter percebido isso. Na volta do vestuário, Neira e Rinaudo dividiu as ações com Mellizo, e as coisas mudaram.

Tecnicamente, está longe de ser o ideal, mas ninguém deve esperar o Lobo jogando o um futebol fino, vistoso, mas sim, uma equipe aguerrida e com uma aura vencedora. Visando escapar do descenso. Mas, do outro lado, havia uma equipe que sonha com o título. Ortigoza logo irá assumir como cérebro do meio campo.

E Guille ainda aprontaria uma das suas. Sofreu o pênalti que Neira cobrou e empatou a partida. E, apesar de, ambas equipes terem chances de ampliar, principalmente o Cuervo, o arqueiro do Lobo, Gastón Sessa – que completara 400 jogos -, salvou a pátria platense e contou com a sorte, ou com a trave.

A igualdade foi recebida de formas díspares pelas equipes. Para o San Lorenzo um tropeço na caminhada rumo ao título, já para o GELP o primeiro de, quiçá, muitos pontos, os quais serão necessários para livrar a equipe do rebaixamento. E o pênalti em Schelotto foi a cereja no bolo.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009 AFA, Copa Sul-Americana, San Lorenzo | 00:04

A primeira vez a gente nunca esquece

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Tigre vence/Olé

Em 120 anos de história, a equipe do Tigre nunca havia feito uma partida válida por um torneio regional. El debút foi na noite desta terça-feira, frente ao tradicionalíssimo San Lorenzo. E o resultado não poderia ser melhor para a equipe da cidade de Victoria: 2-1.

O Tigre começou a mil por hora, com dois gols em menos de 15 minutos – Martín Morel e Lucas Oviedo marcaram. Aos 30 minutos, foi a vez da equipe de Almagro diminuir, com Diego Rivero. E o jogo praticamente se encerrou após o gol azulgrana.

A partida de volta acontece no dia 15 de Setembro, na casa do San Lorenzo. Amanhã, estreiam na Sul-Americana Plate e Lanús. Quinta é o dia de Vélez e Boca Juniors se enfrentarem, dois times bastante acostumados a disputar competições continentais.

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E o Campeonato Argentino deve começar neste final de semana mesmo – mais precisamente na sexta-feira… Apesar de os árbitros já terem sido escalados, os horários ainda não estão confirmados. A decisão sai amanhã (assim esperamos…)

Conheça as primeiras vezes dos outros argentinos:
River Plate (Sul-Americano de Campeões): 18 de Fevereiro de 1948, vs. Emelec. Ganhou 4-0.
San Lorenzo (Libertadores): 20 de Abril de 1960, vs. Bahia. Ganhou 3-0.
Independiente (Libertadores): 4 de Maio de 1961, vs. Palmeiras. Perdeu 2-0.
Racing (Libertadores): 14 de Fevereiro de 1962, vs. Sporting Cristal. Ganhou 2-1.
Boca Juniors (Libertadores): 7 de Abril de 1963, vs. Olimpia. Ganhou 1-0.
Estudiantes (Libertadores): 27 de Janeiro de 1968, vs. Independiente. Ganhou 4-2.
Atlanta (Recopa Sul-Americana): 6 de Março de 1970, vs. Deportivo Lima. Ganhou 4-3.
Rosario Central (Libertadores): 19 de Fevereiro de 1971, vs. Boca. Perdeu 2-1.
Huracán (Libertadores): 28 de Fevereiro de 1974, vs. Rosario Central. Perdeu 1-0.
Newell´s (Libertadores): 28 de Fevereiro de 1975, vs. Rosario Central. Empatou 1-1.
Quilmes (Libertadores): 14 de Março de 1979, vs. Independiente. Perdeu 2-1.
Vélez (Libertadores): 27 de Fevereiro de 1980, vs. River. Empataram 0-0.
Ferro (Libertadores): 16 de Março de 1983, vs. Estudiantes. Empataram 0-0.
Argentinos Jrs. (Libertadores): 25 de Julho de 1985, vs. Ferro. Perdeu 1-0.
Deportivo Español (Conmebol): 5 de Agosto de 1992, vs Vélez. Empataram 0-0.
Gimnasia LP (Conmebol): 5 de Agosto de 1992, vs. O’Higgins. Empataram 0-0.
Lanús (Conmebol): 2 de Novembro de 1994, vs. San Lorenzo. Empataram 1-1.
Colón (Conmebol): 27 de Agosto de 1997, vs. Universidad de Chile. Perdeu 2-1.
Talleres (Conmebol): 13 de Outubro de 1999, vs. Independiente Petrolero. Perdeu 4-1.
Arsenal y Banfield (Sul-Americana): 10 de Agosto de 2004. Empataram 1-1.
Tigre (Sul-Americana): 18 de Agosto de 2009, vs. San Lorenzo. Ganhou 2-1.

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