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Arquivo da Categoria Racing

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Apertura, B Nacional, Boca Juniors, Racing, River Plate, San Lorenzo | 08:00

E se fez a revanche!

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Não encontrei uma foto legal de Saja, então, coloquei uma com o que ele provocou.

Apesar de jogar boa parte da partida com dois jogadores a mais, na Bombonera, o Boca Juniors esbarrou em Sebastian Saja e não passou de um empate diante de um Racing, diga-se, perdido em campo. Todavia, o zero a zero pôde ser comemorado por ambos, apesar de que não encontrei ainda motivo algum para o Boca comemorar, vide as circunstância.

Os xeneizes tiveram mais volume de jogo e criaram as chances mais claras da partida. A defesa, manteve-se sólida. A academia, por sua vez, tinha Sebastian Saja. Além disso, apostaram apenas nos contra-ataques, no entanto, a expulsão de Pelletiere, no início do segundo tempo, e de Teo Gutiérrez, no meio, deixou a frágil equipe sem condições de apostar mais alto. Hauche jogou isolado, enquanto, Gio Moreno não conseguiu reeditar seu bom futebol. No fim, parecia que os donos da casa estavam satisfeito com o empate.

Juan Román Riquelme – A ausência de Riquelme, que assistiu ao jogo de camarote, pesou nos lances de bolas paradas. No entanto, a equipe boquense, mesmo sem ele, conseguiu criar inúmeras chances de gols, muitas delas defendidas por Saja, que teve uma apresentação sensacional.

Teófilo Gutiérrez – O fato a ser analisado na partida é a presença do colombiano Teo Gutiérrez. Ou melhor, a não presença. Teo, diga-se, é um bom jogador. Talvez por isso se ache no direito de falar demais e fazer o que lhe der vontade, mas em meio a uma semana atribulada, muito por sua causa, esperava-se mais dele na partida. E tudo que conseguiu fazer foi peitar o árbitro Nestor Pittana, que lhe expulsou. Foi neste momento que percebeu-se a presença dele em campo.

Sebastian Saja – As últimas vezes que o goleiro se deparou com o Boca Juniors, passou por momentos que ele deve querer esquecer até hoje. Isso foi em 2007, na final da Copa Libertadores, o goleiro atuava pelo Grêmio e sofreu cinco gols xeneizes, na soma das suas partidas. Na época, o Boca foi campeão, no estádio Olímpico. Desta vez, atuando pela academia o goleiro parou os xeneizes. Seria a revanche?

Situação – Agora, o Boca, com 33 pontos, segue líder e com os mesmo oito pontos de vantagem sobre o Racing, segundo colocado, com 25. E necessita apenas de cinco pontos em quatro rodadas para sagrar-se campeão do Apertura. Ou seja, o empate deste domingo tardou a comemoração do título.

Passeio millionário na Patagonia

Quando chegou à Puerto Madryn, o River Plate revolucionou a cidade. Atraiu centenas de torcedores e curiosos. E pôde, finalmente, conhecer a B Nacional, em diversos aspectos. Ademais, não tardou em mostrar que sua passagem pela Patagônia não era a passeio, apesar de o jogo ter mostrado que foi. Superior técnica e taticamente, os millionários, no embalo da festa instalada no estádio e arredores, goleou o Guillermo Brown, por 4 a 1. E com direito a doblete de Cavenaghi.

Apesar das duas derrotas já obtidas e do atual segundo lugar na competição, o River não aparenta que permanecerá por muito tempo na Segunda División. É cedo para afirmar isso, fato, mas observando a equipe de Núñez jogar e seus adversários, pouco ou quase nada faz lembrar aquela da última temporada. O que já é um grande feito. Contudo, está longe de ser aquela vitoriosa de outrora.

Ao chegar em Puerto Madryn, River, finalmente, se deparou com a B Nacional. Ao sair… Permaneceu nela.

Ciclón ou cuervos?

Entra temporada, sai temporada e o San Lorenzo segue o mesmo. Isso não é um elogio, ok? Algumas vezes pela pré-temporada outras pelo plantel, o time sempre passa a impressão inicial que “agora vai”. No entanto, logo a impressão inicial deixa de existir e o que sobra é só decepção.

Nesta rodada, ao perder para o Unión, por 1 a 0, e seguir na zona de Promoción, Omar Asad deixou de ser o técnico do ciclón. (Preferi esta alcunha a cuervos, pois, dizem que, os corvos têm o poder de ressurgir. E quando se trata de San Lorenzo, eu não acredito. Já o ciclone, como o próprio nome diz, é cíclico assim como os problemas da equipe, logo, é mais adequado). Em 15 partidas no comando do Turco, o San Lorenzo venceu quatro partidas, empatou três e perdeu oito. Marcou 12 gols e sofreu 17, ou seja, saldo negativo de cinco tentos.

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sábado, 16 de abril de 2011 Clássicos, Clausura, Independiente, Racing | 19:34

Quando o medo de ganhar faz perder…

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Seis anos e 12 partidas depois, Racing volta a vencer o Clássico de Avellaneda. Mas, ainda assim, passei dez minutos após o jogo pensando em algo que à princípio parecia simples: “clássico é complicado” por excesso de respeito ou por falta de coragem? Vamos ao derbi.

Hauche comemora o primeiro gol do Racing, junto a torcida.

A partida no Cilindro de Avellaneda começou frenética e talvez por isso criou-se um ilusão de que algo bom estava por vir. E veio, para os torcedores blanquicelestes. Mas apesar da animação inicial a partida foi perdendo graça. E situações chatas e repetitivas se faziam presentes, como o desorganizado Independiente apostando nos erros do Racing e na própria sorte. Por sua vez, o Racing explorava única e exclusivamente (e quase excludente) o lado direito do ataque.

E dos 25 minutos em diante da primeira etapa a partida já não era sombra do que foi até os 20 minutos. Mas foi através destas situações que o primeiro gol Racinguista chegou. Indep’te deu espaço e não soube marcar, o meia Toranzo lançou, Teo Gutiérrez matou no peito e deixou para Hauche que entrava na área, bater por cima do arqueiro Assmann, aos 44.

Com o intervalo, se fez presente apenas o hiato. A vaga filosofia de jogo de ambas equipes voltaram a campo. Porém, ao invés de ver o Racing melhor, se viu o Rojo pior. Assistiu, fingiu que “estudou” e deu espaço ao adversário que sobrava em campo, e perdia gols com o mesmo afinco que os criavam. A figura de Assmann ganhava destaque por demérito da própria equipe.

E quando todos, é todos, aguardavam o final da partida, eis que surge novamente a figura do colombiano Teófilo Gutiérrez, que precisou tentar duas vezes para superar o goleiro e dar números finais ao Clássico. Melhor para a metade azul de Avellaneda, que venceu por 2 a 0.

O Rojo vinha de cinco jogos sem perder no Clausura e 11 do arquirrival, portanto, ligeiro favorito. Mas como diz o outro: “clássico é clássico e vice-versa”, logo, se contentou com o decepcionante papel de coadjuvante. Enquanto isso, o Racing vinha de quatro jogos sem vencer no torneio, e se aproveitou do mesmo lema e de um adversário inerte. Todavia, não obtive respostas. Nem mesmo o tempo que dediquei assistindo ao jogo, divagando e escrevendo o texto me foi suficiente para entender essa relação conflituosa com o medo de ganhar. Quiçá numa próxima partida…

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sexta-feira, 25 de março de 2011 Curiosidade, Imagem, Racing | 14:16

iFeliz cumpleaños, Acadé!

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Em homenagem aos 108 anos do Racing Club, disponibilizo dois vídeos que representam a magia do futebol e deste clube, que é um dos mais tradicionais do futebol argentino. Espero que gostem. 

Neste vídeo, o pai, torcedor do Racing, leva o filho Salvi pela primeira vez ao estádio de futebol. E ao subir a escadaria do Estádio Juan Domingo Perón, mais conhecido como Cilindro de Avellaneda, eis que o pequeno Salvi teve uma surpresa… 

O resultado da partida não poderia ter sido melhor para a Academia, que venceu o Rosario Central, por 3 a 0, pelo Clausura 2010.    

Enquanto que, neste mostra a tradicional chuva de papel promovido pelos hinchas.

Confira algumas das campanhas de sócios da equipe de Avellaneda. Vale a pena conferi-las.

Spot 1 / Spot 2  

O vídeo do Salvi foi sugestão do amigo Francisco De Laurentiis.

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domingo, 20 de fevereiro de 2011 Boca Juniors, Clausura, Racing | 04:31

Noite de redenção

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Muitos sonhavam com um jogo daqueles de tirar o fôlego. Sonhavam. Pois o grande jogo não existiu, apenas o grande resultado para o Boca Juniors, que venceu o Racing, por 1 a 0, e viu as chances do título, mesmo que prematuro, se igualar na segunda rodada do Clausura 2011. Enfim…

Bancado por Facione, o goleiro Javier Garcia mostrara que merecia o esforço do treinador. Ao menos, até a própria equipe mostar que merecia mais do que era capaz. Entretanto, as ausência dos enganches – Moreno e Riquelme – eram lembradas acada tentativa de ataque de ambas. Então, a primeira etapa terminou no zero a zero.

Entretanto,Javi García demonstrou que estar no gol do Boca era mais do que defender bola, então ele lançou… assistiu, e Mouche aproveitou. Dominou e bateu entre as pernas de De Oliveira. 1 a 0. E quando tudo parecia ser diferente para os Xeneizes, pela vitória, novamente, a ausência do enganche mostrou-se presente. Ainda assim, a Academia mostrava, que não estava morta, mas García queria se redimir dos últimos acontecimentos. E assim terminou, 1 a 0, Boca Juniors. Nem mesmo a ausência de Rivero, nos minutos finais ajudou o Racing em sua empreitada.

Ou seja, terminou a segunda etapa. E é muito pouco para esclarecer as finalidades. No entanto, não pode-se desprezá-las. Candidatos aos título ou não, são grandes equipes. E apesar de que hoje, mostraram-se (in)diferentes, Franco e Bruno Zuculini mereciam destaques. Contudo, Garcia e Mouche, estavam em seus dias e garantiram o resultado para o Boca Juniors.

Veja o gol da partida:

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sábado, 19 de fevereiro de 2011 Boca Juniors, Clausura, Racing | 12:18

Díspares e iguais

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Racing e Boca Juniors iniciaram o Clausura 2011 como fortes candidatas ao título – cada qual com seu motivo -, após fracassos seguidos nos últimos torneios. Mas bastou apenas uma rodada para criar uma interrogativa neste panorama. E hoje, às 22h10, as equipe se enfrentam no Cilindro de Avellaneda, com os mesmo problemas futebolísticos, por assim dizer, a ausência das peças principais, ou melhor, de enganches. E por causa disso, ambos passaram do 4-3-1-2 para o 4-4-2.

Moreno ficará parado de sete a oito meses.

Do lado da Academia, a contusão – ruptura dos ligamentos cruzados do joelho esquerdo – do colombiano Gio Moreno ganhou os noticiários futebolísticos do país durante toda a semana. (Infelizmente, condenando o seu marcador, Hugo Barrientos, na partida em que Gio se lesionou sozinho. Mas isso é outra história) Para piorar a situação do Racing, Toranzo ainda não se recuperou da lesão muscular que o tirou da estréia da equipe. Então, o jovem Juan Cruz Respuela jogará pela esquerda, enquanto Pillud jogará mais avançado pela direita. E Lucas Aveldaño entra vaga do suspendo Matías Cahais. O Racing vai à campo com De Olivera; Lucas Licht, Lucas Aveldaño, Matías Martínez e Marcos Cáceres; Juan Cruz Respuela, Raúl Poclaba, Franco Zuculini e Iván Pillud; Hauche e Lugüercio.

Riquelme é o principal desfalque Xeneize.

Por sua vez, Boca Juniors, que estreara sendo goleado na Bombonera, pelo Godoy Cruz, vai à campo sem Juan Román Riquelme – que sofreu uma entorse no tornozelo direito – e também não poderá contar com Walter Erviti, que cumprirá suspensão. Então, Julio César Falcione mandará a campo, Diego Rivero no lugar de Erviti e Nicolás Colazzo na vaga de Riquelme. Além de Monzón no lugar de Calvo, na lateral. O Boca jogará com Javier García; Clemente Rodríguez, Caruzzo, Insaurralde e Monzón; Rivero, Battaglia, Somoza e Colazo; Mouche e Palermo.

Assim, a equipe Xeneize atuará com a mesma equipe que jogou durante o verão e a colocou entre os favoritos. Se a pré-temporada colocou o Boca entre os favoritos, Gio Moreno, e o plantel, trouxeram a Acadé a esperança do título. Entretanto, logo na primeira rodada, as projeções ganharam incógnitas. Que não serão desfeitas hoje, mas que poderá começar a ganhar novos prospectos, sem aspas ou asteriscos.

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Extra-campo. Ontem, à noite, na primeira reunião do Conselho Diretivo do Boca Juniors houve bate boca e agressões. O presidente do clube, Jorge Amor Ameal, nomeou Marcelo London como chefe do departamento de futebol amador, cargo até então, pertencente à Fabián Beraldi. Os dois começaram a trocar insultos e acusações até chegarem às vias de fato e serem separados. José Beraldi – irmão de Fabián e primeiro vicepresidente – havia entrado na discussão, que foi suspensa pelo mandatário do clube. A primeira reunião do ano, normalmente, é a mais importante, pois nela se nomeia cargos e funções aos dirigentes. Entretanto, há uma problemática, este ano é ano eleitoral no clube, logo, alguns cargos ou funções acarretaria em melhor posição diante dos sócios e da torcida por uma possível eleição.

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