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Arquivo da Categoria Estudiantes

segunda-feira, 30 de maio de 2011 Estudiantes | 16:39

Sai o novo e entra o velho?

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Berizzo sai: novo, tornou-se velho...

Meses atrás, Alejandro Sabella deixara o comando técnico do Estudiantes, após divergência com dirigentes, que não se esforçaram para fazer o que ele vinha pedido por tempos. Contratar jogadores, vide que no plantel havia algumas deficiências e ainda alguns nomes se despedira de Country Bell. Pois é, se foi.

Alguns dias depois, a divergência foi com o influente Juan Sebastián Verón que ironizou, criticou e tudo o que julgara ter direito de fazer contra o ex-treinador. Diriam alguns, que foi birra de menino mimado. Afinal, se ele é “o cara” e vetara (quase) todas tentativas de somar atletas, por que resmungar se alguém que não sente-se confortável, diga-se de passagem, por suas atitudes sair?

E nos mesmos moldes da aquisição de Pachorra, veio Eduardo Berizzo. Ótimo ex-jogador, por muito tempo assistente de Marcelo Bielsa e um técnico jovem e promissor, ainda inexperiente, assim como o antecessor quando chegara, mas que poderia crescer no clube. Enfim, era um treinador que se encaixara no perfil Pincha. Era. Mas não foi.

Sabella: o velho vai se tornar o novo?

Com exceções de alguns nomes, a equipe era a mesma. Em nomes, não em mentalidade. Mas isso não vem ao caso, pois, convenhamos, Berizzo não conseguiu uma ínfima vez sequer impor seu estilo, suas idéias. Talvez nem as tivessem ainda. Transformou uma equipe imponente, que pusera medo a qualquer outra em um mero coadjuvante. Meses atrás, Alejandro Sabella deixara o comando técnico do Estudiantes, após divergência com dirigentes, que não se esforçaram para fazer o que ele havia pedido por tempos. Contratar jogadores, vide que no plantel havia algumas deficiências e ainda alguns nomes se despedira de Country Bell. Pois é, se foi.

Medíocre. Sem respeito. E após 12 partidas sem vencer – sete empates e cinco derrotas -, entre Clausura e Libertadores, já não havia mais clima como o comandante. A hora de ele ir já passara há tempos, diriam os mais críticos.

Entretanto, ele pagou o preço da dispensa de Sabella. E agora, como se nada acontecera, o nome do ex-comandante ronda, novamente, Country Bell. Ironicamente, através de Verón, com aval da diretoria. Embora, seja dito, não há nada além de especulações e vontade. Mas talvez perceberam a falta que faz um técnico. O técnico.

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sexta-feira, 6 de maio de 2011 Copa Libertadores da América, Estudiantes | 00:44

Foi-se…

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Sem legenda.

Zero a zero. Até ai as coisas estavam parcialmente bem. Até poderia dedicar diversas linhas sobre como o jogo foi travado, sofrível – e desagradável, ao menos, aos meus olhos -, mas a partida não mereceu. Não pela desclassificação do Estudiantes que – diga-se de passagem – foi merecida, nem pela ausência de Juan Sebastián Verón que fez falta, mas pelo que (não) foi o jogo.

Quando o árbitro Oscar Ruiz assoprou o apito, senti um alívio. Viriam os pênaltis e com ele a dramaticidade, a emoção(finalmente), o coração na boca, a pressão extra e Roncaglia, que perdeu. Pois é, 5 x 3. Mas tenhamos calma no julgamento, ele não foi o único culpado pela eliminação, afirmar isso seria leviano, assim como enumerar réus.

Contudo, pode-se dizer que, a equipe jogou ao estilo Estudiantes 2011 – displicente, sem profundidade, marcação ou qualquer organização que o levasse a ser chamado de equipe. Logo, a merecida recompensa chegou. E o Pincha juntou-se ao hall.

Curta. Após o confronto, torcedores do Cerro Porteño apredejou o ônibus do Estudiantes, que estava sendo escoltado por apenas dois policiais em uma moto. O arqueiro Orión saiu do veículo e trocou agressões com torcedores, além disso, o massagista da equipe foi atingido. Deprimente.

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sábado, 5 de março de 2011 Clausura, Curiosidade, Estudiantes, Gimnasia LP | 08:00

O gol de Terremoto

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Perdomo no momento da cobrança de falta.

Dérbi que se preze, além de histórico e rivalidade possui uma história inusitada. O clássico platense não poderia passar imune a isso, Estudiantes e Gimnasia y Esgrima possui uma curiosa história na qual a comemoração do gol é o ponto central. E mítico, diria.

Em 05 de abril de 1992, Estudiantes e Gimnasia y Esgrima se enfrentavam pela sétima rodada do Clausura ’92, no Estádio Jorge Luis Hirschi. Era o clássico número 113 e o GELP vinha de sete jogos sem vencer – foram cinco derrotas e dois empates.

Aos nove minutos da segunda etapa, tiro livre de 35 metros de distância da meta Pincha. O cobrador habitual dos Lobos era o meia Odriozola, mas o meia uruguaio José Perdomo pediu a bola. Foi para cobrança… E marcou um belo gol (que vocês podem ver abaixo).

Na comemoração, os hinchas triperos festejaram tanto que as vibrações foram registradas no sismógrafo do departamento de Sismologia e Informações Meteorologica do Observatório Astronômico La Plata da Universidad Nacional de La Plata, como se houvesse sido produzido por um terremoto de mais de seis graus na Escala Richter.

Após tal feito, José Batlle Perdomo Teixeira ficou conhecido como Terremoto. E o gol ganhou a alcunha de O gol de Terremoto. Após o triunfo no clássico, o Gimnasia que vinha de sete resultados negativos, embalou 12 positivos e terminou aquele torneio em oitavo lugar. Conseguindo, então, uma vaga na Liguilla. Ao ficar em segundo no octogonal, logrou uma vaga a Copa Conmebol ’93. O Estudiantes terminou em 17º.

Outro fato curioso é que um jogador que disputou aquela partida estará presente no clássico de hoje, o atacante – e ídolo triperoGuillermo Barros Schelotto, que já avisou este será o último dérbi da carreira. Mais um para sua coleção, e que seja místico como tal.

Eis o gol de Terremoto:

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sexta-feira, 4 de março de 2011 Argentinos Jrs, Copa Libertadores da América, Estudiantes, Godoy Cruz, Independiente, Vélez Sarsfield | 01:15

Dos quatro, apenas Argentinos Jrs vence

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Esta semana foi recheada de times argentinos na Copa Libertadores da América, só Estudiantes ficou de fora. Mas, o retrospecto não foi nada animador, dos argentos apenas Argentinos Juniors venceu. Godoy Cruz, Vélez Sarsfield e Independiente não só perderam seus jogos, como o fizeram apresentando um mau futebol.

O Godoy Cruz é, de fato, um time inusitado. Venceu o Boca Juniors de goleada na Bombonera, estreou na Copa Libertadores com vitória e… perdeu do Peñarol, em casa, por 3 a 1, na última terça-feira. Não que a equipe uruguaia mereça desdém, pois não merece. Ela é a uma das maiores vencedoras do torneio continental, mas já não vive em uma das melhores fases. O Tomba respeitou demais, e não teve tempo nem de pensar, começou o jogo perdendo de um a zero. Ao empatar relaxou e antes do término da primeira etapa, recebeu o segundo golpe. Os argentinos não jogaram bem, erraram bastantes passes e não tiveram criatividade. No segundo tempo, Godoy seguiu o mesmo e em um contraataque, os Carboneros selaram a vitória, por 3 a 1. Para fazer alusão a atuação da equipe Bodeguera, ainda faltou energia no estádio. (C0nfira os gols, aqui.)

Niell comemorando o gol da vitória do Argentinos Jrs. O único vencedor argentino da rodada.

Mas a equipe que mais me surpreende é o Argentinos Juniors. A equipe não é uma maravilha, mas tem seus valores. E o mais fundamental deles é o atacante Franco Niell, que de possível surpresa se converteu em peça chave, principalmente, após a baixa do volante Mercier. Na quarta, os argentinos desde o início se impuseram em campo e numa falha da zaga e do goleiro, Niell marcou. Mas em pouco tempo, faltou luz no estádio. (Aqui repito o que disse no twitter: “Se não conhecesse a Libertadores diria que é muito estranho essa energia acabar justamente quando o Argentinos estava melhor em campo”.) Com os ímpetos esfriados, diga-se de passagem, o Bicho voltou melhor, mas não conseguiu ampliar. Então, terminou assim: 1 a 0, ante Nacional, no Uruguai. Enfim, em três partidas duas vitórias e um empate, e a liderança no grupo 3, o mesmo do Fluminense que está em terceiro. (Confira o gol, aqui.)

Mal no Clausura e bom na Libertadores, Vélez Sarsfield foi à campo, ontem, para confirmar essa escrita. Mas… caiu ante os chilenos do Universidad Católica, por 4 a 3. Começou perdendo, por assim dizer, pois antes do primeiro minutos já estava 1 a 0, mas ainda na primeira etapa virou e ampliou. Finalizou a primeira etapa com 3 a 1. Mas o segundo tempo foi inimaginável para o Fortín, aos cinco minutos o defensor Ortiz foi expulso e os minutos seguintes foram tensos para os de Liniers que tiveram de modificar o sistema e a forma de jogar. Todavia, o estádio José Amalfitani emudeceu ao receber a virada no final do jogo: 4 a 3. Agora, ruim no Clausura e razoável na Libertadores, na qual está no grupo 4, em segundo. (Confira os gols, aqui.)

O frágil e misto Independiente segue confuso. Não sabe o que priorizar ou prioriza e não sabe o que, de fato, tem de fazer. Perdeu do River com a equipe completa – e somou 12 partidas sem vencer em casa pelo campeonato nacional – e também do LDU Quito com a equipe mista – somando 19 jogos sem vencer no exterior. Enfim… Seria este o fim? Quiçá. Mas o presente não tem sido satisfatório para o Rojo que acendeu o alerta no Clausura e terá de fazer o mesmo no torneio continental, principalmente, após perder de 3 a 0, para os equatorianos. Igualando em pontos todos do grupo 8. (Confira os gols, aqui.)

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores da América, Estudiantes | 22:13

Noite de (re)estréias…

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Barrientos comemora o gol da vitória.

Três motivos para o torcedor Pincharrata comemorar. (Re)Inauguração do estádio Ciudad de La Plata, estréia da equipe na Copa Libertadores da América ’01 e a vitória ante Deportivo Tolima: 1 a 0.

No primeiro tempo, o Estudiantes teve mais volume de jogo e, com a marcação adiantada, passava mais tempo no campo do adversário, porém não atacava de forma contundente. Assim dava margem aos colombianos para explorarem os contraataques. Atuando no 4-4-2, com variações ao 4-3-3, o time ainda não é o ideal, mas dava uma ilusão do que poderia ser. E quando parecia que iriam para o intervalo empatado, Barrientos cobrando falta fez o gol do Estudiantes, aos 45 minutos. Pitu voltava ao estádio, após, nele, se contundir pelo San Lorenzo, ante o Estudiantes.

Com o placar a favor, o Pincha mostrou-se relaxado na segunda etapa. A veloz equipe do Tolima foi para cima e inverteu os fatos. Atacavam a meta de Orión que contou com a falta de pontaria dos colombianos e a trave. Enquanto os argentinos pareciam displicentes, ou estão.

Não era o Estudiantes que os torcedores queriam ver em campo, fato. Mas, ainda assim, foi a primeira vez que entrou em campo na competição. (Alguma dúvida?) Embora os mais importantes fossem: a volta ao estádio Único de La Plata – como é popularmente conhecido – e o resultado, que foi muito importante para as pretensões do time.
Veja o gol da partida.

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores da América, Estudiantes | 01:18

Que chocolate, Pincha!?

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Ao final da partida jogadores do Estudiantes saem cabisbaixos, assim como durante a partida.

Ao final do primeiro tempo, o placar já estava 3 a 0 para o Cruzeiro, jogando como mandante. Em todos os sentidos. Logo, me veio a nostalgia de dois anos atrás, quando o Estudiantes estreara diante do clube mineiro, em Minas Gerais, e fora derrotado por 3 a 0. Entretanto, terminou a Copa Libertadores da América campeão, ante o mesmo time.

Mas, apesar de a base do Pincha ser a mesma, o técnico, o adversário e a atitude não. Para começar, o esquema 3-6-1 foi algo surpreendente, pois o discípulo de Marcelo Bielsa, Eduardo Berizzo, possui pouco tempo no cargo, ou seja, de treinamentos e instruções. No entanto, isentar os próprios atletas de culpa seria leviano. Faltou-lhes atitude. Mostraram-se atordoados.

Porém, o Cruzeiro não tem nada com isso. E explorou muito bem a desatenção, os contraataques e os flancos da equipe argentina. Não tardou para assumir o comando da partida. O atacante Wallyson marcou o primeiro no primeiro minuto de jogo e fechou o placar aos 37 minutos da segunda etapa. O meia Roger, também deixou o seu, aos 18 minutos do primeiro tempo. Contudo, não apenas a atuação, mas os dois gols do enganche argentino Walter Montillo foi a cereja no bolo cruzeirenze: 5 a 0.

Este resultado representa a maior derrota do Estudiantes na Libertadores. “Um verdadeiro chocolate”, como diria o outro. Ou uma “Paliza“, como preferem os argentinos. Diga-se de passagem, foi um resultado atípico, assim como o futebol (não) apresentado pelos Leões. Enfim, se repetirá o feito de 2009 é cedo para afirmar, mas começou igualzinho.

Veja os gols da partida

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sábado, 12 de fevereiro de 2011 Clausura, Estudiantes, Independiente, Newell's Old Boys, Vélez Sarsfield | 01:50

Estudiantes segue o mesmo. Independiente também

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La Gata Fernández e Mercado os autores dos gols Pincha.

 Quem pensou que o futebol do Estudiantes iria minguar com a saída de Alejandro Sabella, se enganou. O Pincha segue mostrando o futebol dinâmico e funcional de outrora, enquanto o Newell’s Old Boys segue inexpressivo. O resultado não poderia ser outro, vitória da equipe platense: 2 a 1. 

É fato que alguns ajustes terão de ser feitos. Verón segue sendo o maestro, mas já não é o mesmo. Aliás, nem Enzo Pérez, este está cada vez melhor. Ele foi o autor das duas assistências que originou os gols do PinchaLa Gata Fernández e Mercado – ainda na primeira etapa. Inclusive, o segundo foi irregular, pois a Brujita cobrou falta com a bola rolando. E um pênalti ainda foi desperdiçado por Fernández, Peratta defendeu. 

Do outro lado, o Newell’s Old Boys sentiu a falta de Mauro Formica. E seguirá sentindo, pois não há quem o substitua no plantel. Escolhas têm de ser feitas. Vendê-lo fazia parte de dois desejos: o do próprio atleta e o do clube, que sonhava em contratar Claudio Bieler. (Aquele da LDU-EQU, lembram?) Agora, o tem. Mas continua longe de ser o Bieler da época da equipe equatoriana, quiçá lá seja o lugar dele. 

Na segunda etapa, a Lepra mostrou um futebol razoável, enquanto os Leões se acomodaram. E nos acréscimos Cobelli descontou, após uma saída errada da zaga Pincha. Nem tudo é perfeito.  

Battión e Moralez numa disputa de bola.

No segundo jogo da noite… O Independiente surpreendeu na primeira etapa. Jogava melhor e foi para o vestuário vencendo o Vélez Sarsfield, por 2 a 0. Ou seja, estavam endiablados. (Desculpem-me pela piadinha infame, mas não aguentei) Com dois gols de bola parada com jogadas ensaiadas. Facundo Parra – que foi de preterido a preferido em dois dias – e Roberto Battión marcaram. Até aquele momento, o lanterna batia o atual vicecampeão. E jogava um futebol, que há tempos não mostrava. 

Mas voltando para o segundo tempo, as coisas se ajustaram e voltaram ao normal. O Fortín descontou com Maxi Moralez, no início, e seguiu pressionando como pôde até o arqueiro Hilário Navarro entregar o ouro. Burrito Martínez, que iniciou a partida no banco, aproveitou a saída errado do goleiro e empatou: 2 a 2. 

O Vélez não atuou com o sistema ofensivo que tanto friso. Mas será questão de tempo, assim como será necessário tempo para se entrosar, mas o espírito Fortinero foi visto na segunda etapa. Enquanto, o Rojo, que apresentara um bom futebol na primeira etapa, sucumbiu. Bem ao seu estilo. 

Após a última partida de cada rodada, disponibilizarei os resultados e todos os gols.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores da América, Estudiantes | 18:29

Guia Libertadores 2011: O Pincha vai em busca do quinto título da Libertadores…

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Este é o último post da série Guia Libertadores 2011, na qual apresentei um breve perfil das equipes argentinas que disputarão a competição continental. Justifico a demora em postar este texto, pelos acontecimentos ocorridos neste mesmo time, leia-se: a renuncia de Alejandro Sabella. Enfim…

Comemoração do título da Copa Libertadores da América 2009.

“O Estudiantes foi a melhor equipe do torneio (Apertura 2010), sem dúvida nenhuma”, desabafou o capitão da equipe, Juan Sebastián Verón, após a conquista do título de sua equipe. Para muitos, essa frase soou como falta de humildade, ou melhor, soberba. Eu diria que ela foi pontual. De fato, o Pincha é a melhor equipe argentina, atualmente. Não necessariamente pelo futebol apresentado, mas pela equipe inteligente e funcional. E pelos resultados.

A conquista do Apertura garantiu a vaga na Copa Libertadores da América 2011, torneio que já consagrou-se campeão quatro vezes. Nesta edição, a equipe Pincharrata caiu em um dos grupos mais difíceis da Copa. Nele reeditará a final de 2009, ante Cruzeiro, à época também se enfrentaram na fase de grupos. (Para os que gostam de coincidência) Além de Guaraní-PAR e Deportivo Tolima-COL.

Pontos fortes

Apesar de seus 37 anos, o emblemático e influente Verón e sua dupla – Braña – é um dos pontos fortes do time, formando o doble pivot. Além de termômetros da equipe, que possui a mesma base há duas temporadas. Outras figuras individuais merecem destaque, como Gabriel Mercado, um dos melhores laterais da argentina, Desábato, o xerife Pincharrata, e Enzo Pérez.

Uma das armas da equipe é a bola parada, com Benítez e Verón, e a altura de Desábato, Mercado e Rodrigo López, por exemplo. Este último, chegou na última temporada para ser o homem de referência do ataque, mas ficou encostado por causa de diversas lesões, poderá mostrar agora o artilheiro que é.

Pontos fracos

A falta de peças de reposição, principalmente, no ataque, pode ser um problema ao Pincha. E, justamente, esta deficiência culminou em outra muito maior: a renuncia do técnico Alejandro Sabella às véspera da estréia da equipe no Clausura e na Libertadores. E apesar da base ser a mesma desde 2009, sem o estrategista Sabella a equipe perde muito. Ele é considerado um dos maiores responsáveis por esta era vitoriosa da equipe.

O clima de desânimo e incerteza após a saída de Sabella poderá ser um problema para a equipe no início da jornada.

Tática

Isso é uma incógnita. Até o final da última temporada, o antigo técnico, Sabella, utilizara o 3-4-2-1, com variações para o 5-4-1. No entanto, desde o início da pré-temporada, o próprio vinha experimentando o 4-4-2, principalmente após a chegada de Pitu Barrientos. Inclusive, já elegeu até o substituído: Chino Benítez. Na pré-temporada, armou a equipe com Agustín Orion; Gabriel Mercado, Fede Fernández, Leandro Desábato e Germán Ré; Rodrigo Braña e Verón, formam o doble pivot, Enzo Pérez e Pitu Barrientos pelos flancos; La Gata Fernández e Hernán Rodrigo López no ataque. Até a escolha do técnico, Guillermo Trama será o interino.

 
 

Verón ficou boa parte da última temporada lesionado, mas ainda assim é o principal jogador do time.

A figura do time

O influente Juan Sebastián Verón, que dispensa comentários. Mesmo aos 37 anos e sofrendo com diversas lesões, a Brujita continua sendo o maestro da equipe, com a confiança que lhe é peculiar.

Quem pode surpreender

Barrientos. Chegou com status de reforço, porém ainda terá de comprovar isso. No entanto, futebol para isso ele tem. Pitu é meia-armador e gosta de jogar pelo lado esquerdo, possui facilidade para marcar gols.

Chegou – Pablo Barrientos (Meio campo – Catania-ITA), Nelson Benítez (Lateral esquerdo – San Lorenzo)

Quem saiu

Marcos Rojo (zagueiro e lateral esquerdo – Spartak Moscou-RUS), Alejandro Sabella (técnico – Sem clube)

Jogos

16.02 Cruzeiro-BRA x Estudiantes
23.02 Estudiantes x Dep. Tolima-COL
09.03 Guaraní-PAR x Estudiantes
17.03 Estudiantes x Guaraní-PAR
30.03 Dep. Tolima-COL x Estudiantes
13.04 Estudiantes x Cruzeiro`

Assim que houver mais novidades, volto e atualizo.

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 Estudiantes | 19:17

Gracias, Estudiantes!

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A falta de contratações e divergências com dirigentes foram os motivos da saída de Sabella. Pior para o Pincha.

Renunciou. E com um simples: “Me voy”, Alejandro Sabella, de fato, se foi. Consigo, levou o respeito dos hinchas do Estudiantes, que se manifestaram contra a diretoria que o deixou ir. Ingrata, diriam alguns. Enquanto, outros agradecem.

A falta de contratações – um defensor e um atacante, principalmente, deste último – foi a justificativa para Pachorra buscar novos ares. Divergência de idéias com alguns dirigentes do clube também o ajudaram a querer ir. Os líderes do conjunto platense, Désabato e Verón, até tentaram o fazer desistir, mas a decisão já estava tomada, nem mesmo a postergação mudou o rumo desta crônica.

É difícil explicar a mística Pincharrata. Mas não de entender que um pouco dela se foi junto a Sabella. Títulos da Copa Libertadores da América ’09 e Apertura ’10, vices no Mundial Interclubes ’09 e Clausura ’10 foram as conquistas recentes da equipe, com a assinatura dele.

A idéia de um Estudiantes funcional e inteligente, que sabe jogar com e sem a bola, assusta qualquer adversário. Ajustado sob a batuta de dois estrategistas, um dentro de campo – Juan Sebastián Verón – e outro fora – Sabella. Seja atuando no esquema 3-5-2 ou no 4-4-2, ambos com variações, bem ao estilo Sabelliano. Além da mística, claro.

E, até hoje, dizer que o Estudiantes era um dos favoritos ao título da Copa Libertadores da América ’11 não seria leviano, seguir afirmando talvez. Logo chegará outro técnico, a base do time foi mantida, a torcida seguirá apoiando, afim paixão é assim. Porém… Nunca mais, o Pincha será o mesmo. Pensando nisso e lembrando 2009, o Cruzeiro, e outros, agradecem: Gracias, Estudiantes!

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