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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Clausura | 02:27

Fecha 1: Resumo

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Com o término da primeira rodada, nesta segunda-feira (14), ainda é difícil avaliar o que está por vir, no entanto, algumas observações já podem e devem ser feitas. Começando pelo Boca Juniors, que decepcionou sua torcida ao ser goleado pelo Godoy Cruz, na Bombonera, por 4 a 1. Convenhamos que nem os mais pessimistas do Xeneizes poderiam imaginar um placar tão elástico, embora, ele não faça justiça ao que foi o jogo.

O garoto Guillermo Barros Schelotto, aos 37 anos.

No confronto direto contra a zona de Promoción, River Plate e Tigre jogaram, em Victoria, uma partida fraca tecnicamente. E o placar de 0 a 0 representa bem o que foi o embate. Sem emoções. Outra equipe que joga uma final a cada rodada é o Gimnasia y Esgrima de La Plata, que enfrentou o San Lorenzo, no estádio Nuevo Gasómetro, e ficou no 1 a 1. Destaque para os estreantes Néstor Ortigoza, no Ciclón, e Guillermo Barros Schelotto, no Lobo. Este último cavou o pênalti que deu o empate a equipe platense.

Já no embate entre equipes que disputam a Copa Libertadores da América, Independiente e Vélez Sarsfield, empataram em 2 a 2, num jogo emocionante. Destaque para a falha do arqueiro Rojo Hilário Navarro, que resultou no gol de Burrito Martínez – aquele que sofreu o pênalti na quarta, pela Seleção. Entretanto, Santiago Silva se contundiu e ficará fora da estréia no torneio continental. Já o Estudiantes derrotou o apático Newell’s Old Boys, por 2 a 1. Destaque para Enzo Pérez, que assistiu os dois gols Pincha, enquanto que Bieler… Ah, esquece.

Em Bahia Blanca, Olimpo promoveu a única virada da rodada, em cima do Banfield: 2 a 1. Nem a estréia do técnico Gallego Méndez e do enganche uruguaio Diego De Souza, consegui salvar o Taladro. Enquanto que, em Santa Fé, o veterano Esteban Fuertes, com um doblete, salvou o Colón e o torcedor que acompanhava a partida. 2 a 0, ante Quilmes, que segue em último na tabela de Promédio. Outra equipe que vive à sombra do descenso é o Huracán, que vencia o Argentinos Jrs, até sofrer no último minuto da partida: 1 a 1.

Hauche, a chave da vitória da Academia

Para finalizar, o Racing – que surpreendentemente, é tido como um dos favoritos para o Clausura – derrotou o All Boys, com gol de raça e habilidade de Hauche. Ortega ainda não estreou no Albo, por causa de uma apendicite. Lanús venceu o Arsenal de Sarandí, por 3 a 1. Os destaques foram os atletas que vieram do velho continente – Valeri, Regueiro e Camoranesi – pelas participações nos tentos da equipe. Caffa – que também jogou na Europa – descontou.

Prospectar ainda é prematuro. Em alguns casos é evidente o desfecho, porém há 18 rodadas a serem jogadas. Mas para as equipes que visam os extremos, cada partida será de suma importância. E alguns nomes ainda darão o que falar. Aguardem…

Resultados

(5º) Estudiantes 2 x 1 Newell’s Old Boys (15º)
(8º) Independiente 2 x 2 Vélez Sarsfield (7º)
(4º) Olimpo 2 x 1 Banfield (16º)
(9º) San Lorenzo 1 x 1 Gimnasia y Esgrima LP (11º)
(3º) Colón 2 x 0 Quilmes (19º)
(17º) All Boys 0 x 1 Racing (6º) 
(20º) Boca Juniors 1 x 4 Godoy Cruz (1º)
(14º)Tigre 0 x 0 River Plate (13º)
(2º) Lanús 3 x 1 Arsenal (18º)
(10º) Huracán 1 x 1 Argentinos Jrs. (12º)

Os gols da 1a rodada

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Boca Juniors, Clausura, Godoy Cruz, River Plate | 02:11

Boca Tombou. River só empata

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Enquanto o Boca Juniors levara o terceiro gol, o técnico Xeneize Julio César Falcione atônito colocara a mão na cabeça e como num gesto sequencial escorreu as mãos e tapara os olhos. Não queria acreditar no que acabara de ver. Afinal, este era o terceiro gol que sua equipe recebera na estréia do torneio, jogando em casa e atuando com a equipe que ele armou com esmero. Mas Murphy é implacável em suas afirmativas, e aquela que diz: “nada está tão ruim que não pode piorar” se fez presente. Mal sabia ele, que outro gol estava por vir. No final, Godoy Cruz 4 a 1.

Boca Juniors dá vexame em plena La Bombonera.

Após três meses sem jogar, Riquelme estava de volta. Deu bons passes, tabelou, driblou, chutou, chamou a responsabilidade. Foi o Riquelme de outrora. Na verdade, o sistema ofensivo foi bastante eficaz. Já não pode dizer o mesmo do defensivo, este deficiente. Ou seja, ano novo, problemas velhos.

Por sua vez, o Godoy Cruz que, teoricamente, estaria fragilizado pela saída de diversas peças importantes – o técnico Omar Asad, a dupla titular de ataque, Carranza e Castillo, e o enganche sensação do último torneio, David Ramírez – não apresentou suas credenciais, mas entrou na festa e tornou-se um visitante indesejado, principalmente ao passear pela já conhecida Av. Clemente Rodriguez. Aquela que fica pelo lado esquerdo da defesa e pela qual surgiram os quatro gols do Tomba. Três em cruzamento e um numa caminhada, mesmo. Sem esquecer os créditos de Javier Garcia no primeiro tento. Rubén Ramírez marcou dois, Adrián Torrez e Carlos Sánchez, um cada. Sim… O Boca também fez um, Erviti, após uma linha de passe confusa na área Bodeguera.

Palermo pouco se apresentou na partida.

Voltando ao técnico. Falcione organizou a equipe no 4-4-2, com Riquelme e Erviti dividindo as ações de armação, na primeira etapa, Erviti ficou apagado, mas após o intervalo se apresentou e criou boas chances. Somoza parecia perdido em campo, nem sombra daquele do último verão. Battaglia com mais liberdade, ou imprudência, se apresentara ao ataque como elemento surpresa e até arriscou chutes de longa distância. Palermo pouco se apresentou. Mouche conseguiu perder os gols que só ele consegue. Mas os pontos negativos foram as laterais, principalmente a esquerda. Clemente era constantemente surpreendido fora de posição e Somoza não conseguia fazer a cobertura. Na segunda etapa, fez algumas substituições que acarretaram em variações táticas, passando pelo 3-4-3 e 3-1-3-3. Todos em vão.

Do outro lado, o Godoy não jogou futebol suficiente para impor um placar tão elástico, mas nem precisara. O Boca ajudava-lhe com os constantes erros defensivos. Resumindo, o placar de 4 a 1 para os visitantes, não condiz com a realidade. E a realidade já não confirma a idéia imposta pela pré-temporada. O verão acabou. Mas, também, esta só é a primeira partida do Clausura. Entretanto, Falcione, no banco, entregara-se as frustrações, com a mão na cabeça.

Pavone até tentou, mas...

Em seguida… De tão fraco poderia não ter existido. River Plate e Tigre fizeram uma partida fraca tecnicamente. 0 a 0 foi o placar justo em um jogo injusto, pois o medo ou as deficiências se impuseram diante da vontade de sair da situação que ambos se encontram. São adversários diretos na briga contra a Promoción, quatro pontos os separam. E Talvez, por isso, houvesse tanto medo em arriscar.

Os dois técnicos apostaram em povoar o meio de campo. J.J. López armou o River no 3-6-1, com quatro volantes e a dupla Lanzini e Lamela na armação para o solitário Pavone. Mas os Millionários pouco, ou nada, criaram, apostaram em chutes de média e longa distância. Enquanto, Arrubarrena organizou a equipe de Victoria no 4-5-1, e apostou nos erros do adversário, jogaram no contraataque.

Embora as duas equipes tenham tido chances de abrir o marcador, foram ínfimas diantes da necessidade. A partida, de fato, se concentrou na meia cancha e com bastantes erros de passes, de lado a lado. E o que sobrou de medo, faltou em emoção.

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sábado, 12 de fevereiro de 2011 Clausura, Gimnasia LP, San Lorenzo | 23:35

Um a Um para Gimnasia

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Transição de espírito. O Gimnasia y Esgrima de La Plata jogou tempos distintos, assim como San Lorenzo. No primeiro o que se viu foi o “antigo” Lobo, no segundo, o “novo”. Ou um protótipo dele. Enquanto, o San Lorenzo jogou na primeira etapa o time que se enquadra no antiquado rótulo de um dos “cinco grandes”, no pós-intervalo, foi o time das últimas temporadas. Ou seja, não poderia ser diferente: empate, 1 a 1.

Guille - o autor da peripécia que resultou no gol do Lobo - e Menseguez, o autor do gol do Ciclón.

O Ciclón apresentou as quatro aquisições – Carmona, Velázquez, Salgueiro e Ortigoza – e, diga-se, elas fizeram efeito. Mas foi Romagnoli que conduziu a equipe na primeira etapa, as melhores chances passavam por seus pés. E num lance que gerou dúvidas pelo posicionamento (mas após ver e rever tive a impressão de ter sido regular), Menseguez aproveitou a sobra de bola e abriu o placar.

O GELP apenas tentava resistir. Guillermo Barros Schelotto parecia perdido em campo, faltava-lhe uma companhia na criação. E Ángel Cappa, também, deve ter percebido isso. Na volta do vestuário, Neira e Rinaudo dividiu as ações com Mellizo, e as coisas mudaram.

Tecnicamente, está longe de ser o ideal, mas ninguém deve esperar o Lobo jogando o um futebol fino, vistoso, mas sim, uma equipe aguerrida e com uma aura vencedora. Visando escapar do descenso. Mas, do outro lado, havia uma equipe que sonha com o título. Ortigoza logo irá assumir como cérebro do meio campo.

E Guille ainda aprontaria uma das suas. Sofreu o pênalti que Neira cobrou e empatou a partida. E, apesar de, ambas equipes terem chances de ampliar, principalmente o Cuervo, o arqueiro do Lobo, Gastón Sessa – que completara 400 jogos -, salvou a pátria platense e contou com a sorte, ou com a trave.

A igualdade foi recebida de formas díspares pelas equipes. Para o San Lorenzo um tropeço na caminhada rumo ao título, já para o GELP o primeiro de, quiçá, muitos pontos, os quais serão necessários para livrar a equipe do rebaixamento. E o pênalti em Schelotto foi a cereja no bolo.

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Clausura, Estudiantes, Independiente, Newell's Old Boys, Vélez Sarsfield | 01:50

Estudiantes segue o mesmo. Independiente também

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La Gata Fernández e Mercado os autores dos gols Pincha.

 Quem pensou que o futebol do Estudiantes iria minguar com a saída de Alejandro Sabella, se enganou. O Pincha segue mostrando o futebol dinâmico e funcional de outrora, enquanto o Newell’s Old Boys segue inexpressivo. O resultado não poderia ser outro, vitória da equipe platense: 2 a 1. 

É fato que alguns ajustes terão de ser feitos. Verón segue sendo o maestro, mas já não é o mesmo. Aliás, nem Enzo Pérez, este está cada vez melhor. Ele foi o autor das duas assistências que originou os gols do PinchaLa Gata Fernández e Mercado – ainda na primeira etapa. Inclusive, o segundo foi irregular, pois a Brujita cobrou falta com a bola rolando. E um pênalti ainda foi desperdiçado por Fernández, Peratta defendeu. 

Do outro lado, o Newell’s Old Boys sentiu a falta de Mauro Formica. E seguirá sentindo, pois não há quem o substitua no plantel. Escolhas têm de ser feitas. Vendê-lo fazia parte de dois desejos: o do próprio atleta e o do clube, que sonhava em contratar Claudio Bieler. (Aquele da LDU-EQU, lembram?) Agora, o tem. Mas continua longe de ser o Bieler da época da equipe equatoriana, quiçá lá seja o lugar dele. 

Na segunda etapa, a Lepra mostrou um futebol razoável, enquanto os Leões se acomodaram. E nos acréscimos Cobelli descontou, após uma saída errada da zaga Pincha. Nem tudo é perfeito.  

Battión e Moralez numa disputa de bola.

No segundo jogo da noite… O Independiente surpreendeu na primeira etapa. Jogava melhor e foi para o vestuário vencendo o Vélez Sarsfield, por 2 a 0. Ou seja, estavam endiablados. (Desculpem-me pela piadinha infame, mas não aguentei) Com dois gols de bola parada com jogadas ensaiadas. Facundo Parra – que foi de preterido a preferido em dois dias – e Roberto Battión marcaram. Até aquele momento, o lanterna batia o atual vicecampeão. E jogava um futebol, que há tempos não mostrava. 

Mas voltando para o segundo tempo, as coisas se ajustaram e voltaram ao normal. O Fortín descontou com Maxi Moralez, no início, e seguiu pressionando como pôde até o arqueiro Hilário Navarro entregar o ouro. Burrito Martínez, que iniciou a partida no banco, aproveitou a saída errado do goleiro e empatou: 2 a 2. 

O Vélez não atuou com o sistema ofensivo que tanto friso. Mas será questão de tempo, assim como será necessário tempo para se entrosar, mas o espírito Fortinero foi visto na segunda etapa. Enquanto, o Rojo, que apresentara um bom futebol na primeira etapa, sucumbiu. Bem ao seu estilo. 

Após a última partida de cada rodada, disponibilizarei os resultados e todos os gols.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Clausura | 18:40

Pelotazo incial

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Finalmente, o campeonato argentino está de volta. O torneio Clausura 2011 começa logo menos com diversos atrativos, que irei discorrer ao longo do semestre. Briga contra o descenso, título, vaga para competições internacionais, embates individuais e clássicos, iguais a (quase) todos os torneios. Se não houvesse personagens marcantes.

Guillermo Barros Schelotto, por exemplo, voltou a equipe de coração – Gimnasia y Esgrima de La Plata – para tentar salvá-la do descenso e se aposentará ao término do torneio, ante Boca Juniors, equipe na qual se tornou ídolo. A equipe Xeneize que atualmente conta com dois ex-Banfield Erviti e Falcione – enfrentará o Taladro, que foi um dos maiores adversários nessa pré-temporada, por causa da polêmica envolvendo as duas contratações provenientes do clube de Florencio Sola. Além do Superclássico, é claro.

Já o River Plate terminou o último torneio – Apertura – com uma boa imagem, mas conseguiu destruí-la parcialmente nesta pré-temporada. Mas terá de se superar caso não queira se complicar na briga contra o rebaixamento. Enquanto que, o Estudiantes de La Plata que possui a mesma base há anos perdeu uma peça fundamental, o técnico Alejandro Sabella, dias antes do início do Clausura. 

Por sua vez, o Vélez Sarsfield – com a contratação de Ramírez – possui o melhor sistema ofensivo do país, agora terá de fazer jus às expectativas. Entretanto, Huracán, Tigre, Olimpo e Quilmes – assim como o já citado GELP e River – terá árduas batalhas para fugir do descenso.

Vale observar, também, o Banfield e Diego De Souza, assim como Mauro Camoranesi no Lanús e o Matías Defederico no Independiente. E, quiçá, o All Boys – que já foi uma grata surpresa no Apertura – com Ariel Ortega. Ah, Zuculini está de volta ao Racing

Enfim, a primeira rodada começa hoje à noite. Aliás, serão duas partidas nesta sexta, três no sábado, três no domingo e dois na segunda. Aos que não tem onde acompanhar os jogos sugiro este link.

Sexta-feira (11)
19h Estudiantes x Newell’s Old Boys (Esporte Interativo)
21h10 Independiente x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)

Sábado (12)
17h Olimpo x Banfield
19h10 San Lorenzo x Gimnasia y Esgrima LP
21h15 Colón x Quilmes

Domingo (13)
17h All Boys x Racing
19h10 Boca Juniors x Godoy Cruz (Esporte Interativo)
21h15 Tigre x River Plate (Esporte Interativo)

Segunda-feira (14)
19h Lanús x Arsenal
21h10 Huracán x Argentinos Jrs.

*Horários de Buenos Aires, ou seja, uma hora a menos do que o horário de Brasília.

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 Clausura, Gimnasia LP | 10:40

Em busca do final feliz

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Guillermo: "Não sou o salvador"

O retorno de Guillermo Barros Schelotto ao seu clube de coração, Gimnasia y Esgrima de La Plata, é uma novela. Com direito a especulação, mistério, negociação extensa, resposta postergada, pedido do pai, declarações emotivas, porém comedidas na apresentação e, como não poderia deixar de ser, alegria… Ao menos, nos primeiros capítulos.

Ao chegar ao Bosque, a primeira exigência do técnico Ángel Cappa foi contar com Schelotto. As negociações, que se iniciaram no início de dezembro, só teve o desfecho nos primeiros dias de janeiro com o final feliz para as duas partes, diga-se de passagem. Seu pai, Hugo Barros Schelotto, médico e membro do conselho de futebol do Gimnasia, foi um dos responsáveis pelo retorno do ídolo ao clube mais de 13 anos depois. A boa relação com o presidente, Héctor Delmar, também ajudou.  

Há quem diga que, além da relação sentimental com o clube, o fato de Cappa ser menotista, também influenciou em sua decisão. Vai saber. Contudo, nos três primeiros amistosos três vitórias, e o atacante já mostrou porque se torna ídolo por onde passa, com direito a gol, assistência, a entrega que lhe é peculiar – mesmo com os seus 37 anos – e vários torcedores para vê-lo.

O Mellizo com a camisa do Gimnasia LP

Mas, apesar de bom técnico, Cappa não me parece ser o mais adequado às necessidades do Gimnasia, que precisa de urgência. Encontra-se na zona de Promoción, junto a Huracán, Olimpo e Quilmes. No entanto, Melli é tudo que o clube precisa neste momento, mas já avisou que “não é um Messias, nem um salvador”. Porém ninguém no clube dúvida que ele é transcendental. Nem eu.  

Certamente, foi uma ótima jogada emotiva e de marketing do clube platense. Enfim, “o bom filho à casa torna”. Guillermo se empenhará ao máximo para evitar o possível descenso dos Triperos. Angel promoverá um esforço extra para não sujar seu curriculum com dois desastres consecutivos. Os torcedores já demonstraram que voltarão às arquibancadas. Mas nada disso garante que esta novela terá o final feliz.

Aguardem os próximos capítulos…

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