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Arquivo da Categoria B Nacional

sábado, 11 de fevereiro de 2012 B Nacional, Imagem | 13:07

Ogrolazo!

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Independiente Rivadavia e Almirante Brown se enfrentavam, em Mendoza, pela B Nacional. Brown havia empatado a partida, em 1 a 1, e logo na saída do meio de campo dos azuis o Ogro Fabbiani – ex-Lanús e River – arriscou do meio de campo e marcou o gol que nem Pelé nem Maradona marcaram. “Um ogrolazo”, diria. Confira abaixo:

No final, a equipe de Fabbiani venceu por 3 a 1. Este foi o sexto gol do gordito na competição.

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domingo, 4 de dezembro de 2011 B Nacional, Curiosidade, Imagem, River Plate | 12:15

Após a derrota, os afiches…

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Aos 45 minutos do segundo tempo, Boca Unidos derrotou o River Plate, por 1 a 0, em Corrientes. Ironicamente, com gol do Núñez, após cobrança de falta do meio de campo. Com este resultado, a equipe millionária segue na segunda colocação da B Nacional, com um ponto a menos e um jogo a mais do que o líder, Instituto.

E como já é de praxe, os torcedores xeneizes produziram alguns cartazes satirizando a derrota do maior rival. Veja abaixo:

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Apertura, B Nacional, Boca Juniors, Racing, River Plate, San Lorenzo | 08:00

E se fez a revanche!

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Não encontrei uma foto legal de Saja, então, coloquei uma com o que ele provocou.

Apesar de jogar boa parte da partida com dois jogadores a mais, na Bombonera, o Boca Juniors esbarrou em Sebastian Saja e não passou de um empate diante de um Racing, diga-se, perdido em campo. Todavia, o zero a zero pôde ser comemorado por ambos, apesar de que não encontrei ainda motivo algum para o Boca comemorar, vide as circunstância.

Os xeneizes tiveram mais volume de jogo e criaram as chances mais claras da partida. A defesa, manteve-se sólida. A academia, por sua vez, tinha Sebastian Saja. Além disso, apostaram apenas nos contra-ataques, no entanto, a expulsão de Pelletiere, no início do segundo tempo, e de Teo Gutiérrez, no meio, deixou a frágil equipe sem condições de apostar mais alto. Hauche jogou isolado, enquanto, Gio Moreno não conseguiu reeditar seu bom futebol. No fim, parecia que os donos da casa estavam satisfeito com o empate.

Juan Román Riquelme – A ausência de Riquelme, que assistiu ao jogo de camarote, pesou nos lances de bolas paradas. No entanto, a equipe boquense, mesmo sem ele, conseguiu criar inúmeras chances de gols, muitas delas defendidas por Saja, que teve uma apresentação sensacional.

Teófilo Gutiérrez – O fato a ser analisado na partida é a presença do colombiano Teo Gutiérrez. Ou melhor, a não presença. Teo, diga-se, é um bom jogador. Talvez por isso se ache no direito de falar demais e fazer o que lhe der vontade, mas em meio a uma semana atribulada, muito por sua causa, esperava-se mais dele na partida. E tudo que conseguiu fazer foi peitar o árbitro Nestor Pittana, que lhe expulsou. Foi neste momento que percebeu-se a presença dele em campo.

Sebastian Saja – As últimas vezes que o goleiro se deparou com o Boca Juniors, passou por momentos que ele deve querer esquecer até hoje. Isso foi em 2007, na final da Copa Libertadores, o goleiro atuava pelo Grêmio e sofreu cinco gols xeneizes, na soma das suas partidas. Na época, o Boca foi campeão, no estádio Olímpico. Desta vez, atuando pela academia o goleiro parou os xeneizes. Seria a revanche?

Situação – Agora, o Boca, com 33 pontos, segue líder e com os mesmo oito pontos de vantagem sobre o Racing, segundo colocado, com 25. E necessita apenas de cinco pontos em quatro rodadas para sagrar-se campeão do Apertura. Ou seja, o empate deste domingo tardou a comemoração do título.

Passeio millionário na Patagonia

Quando chegou à Puerto Madryn, o River Plate revolucionou a cidade. Atraiu centenas de torcedores e curiosos. E pôde, finalmente, conhecer a B Nacional, em diversos aspectos. Ademais, não tardou em mostrar que sua passagem pela Patagônia não era a passeio, apesar de o jogo ter mostrado que foi. Superior técnica e taticamente, os millionários, no embalo da festa instalada no estádio e arredores, goleou o Guillermo Brown, por 4 a 1. E com direito a doblete de Cavenaghi.

Apesar das duas derrotas já obtidas e do atual segundo lugar na competição, o River não aparenta que permanecerá por muito tempo na Segunda División. É cedo para afirmar isso, fato, mas observando a equipe de Núñez jogar e seus adversários, pouco ou quase nada faz lembrar aquela da última temporada. O que já é um grande feito. Contudo, está longe de ser aquela vitoriosa de outrora.

Ao chegar em Puerto Madryn, River, finalmente, se deparou com a B Nacional. Ao sair… Permaneceu nela.

Ciclón ou cuervos?

Entra temporada, sai temporada e o San Lorenzo segue o mesmo. Isso não é um elogio, ok? Algumas vezes pela pré-temporada outras pelo plantel, o time sempre passa a impressão inicial que “agora vai”. No entanto, logo a impressão inicial deixa de existir e o que sobra é só decepção.

Nesta rodada, ao perder para o Unión, por 1 a 0, e seguir na zona de Promoción, Omar Asad deixou de ser o técnico do ciclón. (Preferi esta alcunha a cuervos, pois, dizem que, os corvos têm o poder de ressurgir. E quando se trata de San Lorenzo, eu não acredito. Já o ciclone, como o próprio nome diz, é cíclico assim como os problemas da equipe, logo, é mais adequado). Em 15 partidas no comando do Turco, o San Lorenzo venceu quatro partidas, empatou três e perdeu oito. Marcou 12 gols e sofreu 17, ou seja, saldo negativo de cinco tentos.

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sábado, 19 de novembro de 2011 B Nacional, River Plate | 01:58

Seja bem vindo a B Nacional

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“É o evento esportivo mais importante na história da província”, afirmou o presidente do Guillermo Brown de Puerto Madryn, Carlos Eliceche. E é neste clima de festividade que a província de Chubut, na região da Patagonia, e o Guillermo Brown estão encarando a partida deste sábado, no estádio Raúl Conti. E não poderia ser diferente, apesar da vice-lanterna da B Nacional, com sete derrota, quatro empates e três vitórias.

O cemitério da Patagonia tem capacidade para apenas 14500 torcedores, com arquibancadas coladas ao gramado, este, que por sua vez, não é muito bom.

Na verdade, desde que o River Plate foi rebaixado, em junho, o Guillermo Brown ganhou destaque na mídia portenha. Não necessariamente por ser um rival à altura, mas por ser de um lugar distante e a ser desbravado. Onde, ironicamente, há mais torcedores millionários do que de los bandas, apesar dos cerca de 1500 km de distância entre Buenos Aires e Puerto Madryn.

Inclusive, o artilheiro do Guillermo Brown, Juan Manuel Tevez, faz parte deste hall de torcedores millionários, apesar do sobrenome semelhante ao do ídolo xeneize.

Vale mencionar que, tanto Boca Juniors como Los Pumas, como é chamada a seleção argentina de rugby, já passaram pelo Cemitério da Patagônia, como é conhecido o estádio Raúl Conti. Justificado pela campanha da equipe de 48 jogos invictos, sendo 17, deles, consecutivos. Interrompido apenas na terceira rodada da B Nacional, contra o Huracán. Aliás, até o meio do ano a equipe figurava no Torneio Argentino A (equivalente a terceira divisão).

No entanto, apesar da torcida e do carinho, o River Plate não deve encarar a partida com tanta alegria quanto o adversário. Não por uma soberba latente que, para alguns, a camisa permite, mas, por finalmente, após 15 rodadas, conhecerem o que é, de fato, a B Nacional, com todo seu ônus.

Quando chegou à Puerto Madryn a equipe de Núñez causou uma revolução, como alguns veículos definiram. E apesar de tardio, a competição, por meio do Guillermo Brown, saúda o River Plate: Seja bem vindo a realidade, seja bem vindo a segunda divisão!

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Apertura, B Nacional, Reflexão | 21:54

Apertura, fecha 3 e “o veto ao veto”

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Nos corredores da AFA, o burburinho leva a mais uma ação que “inconscientemente” pode beneficiar ao River Plate: a liberação da torcida visitante. O que é bastante válido para o espetáculo, no entanto, a falta de segurança era a desculpa necessária para o veto. A segurança não melhorou, mas pelo bem maior do futebol, ou de uma grande equipe, as torcidas poderão voltar a cancha do adversário, não do inimigo.

Todavia, ainda não há uma confirmação, mas já na próxima terça-feira uma reunião poderá concretizar o feito. E diga-se de passagem que este tipo de atitude já era prevista desde a confirmação do descenso da equipe Millionária.

Amanhã, no Estádio Bautista Gargantini, do Independiente de Rivadavia, haverá 12 mil lugares para torcedores do River, por opção da própria equipe mendocina. De antemão, das equipes que militam na B nacional, apenas Defensa y Justicia, Almirante Brown e Deportivo Merlo que não possuem condições de comportar torcida rival, se a lei for alterada, terão de encontrar outros campos para mandar seus jogos. Mas pelo bem geral do futebol e, sobretudo, de um grande vale tudo. Don Grondona e seus homens ainda não disseram isso, mas, com certeza, já pensaram.

Abaixo, seguem os confrontos da 3a rodada da Primera División e onde assistí-los. Vale guardar este link e este.

 Sexta-feira (19)
21h15 Arsenal x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)

Sábado (20)
15h San Martín de San Juan x Lanús
17h05 San Lorenzo x Argentinos Juniors
21h15 Independiente x Estudiantes (Esporte Interativo)

Domingo (21)
14h All Boys x Atlético de Rafaela
16h05 Tigre x Godoy Cruz
18h10 Newell’s Old Boys x Boca Juniors (Newell’s Old Boys)
20h15 Banfield x Racing
 
Segunda-feira (22)
19h Olimpo x Colón
21h05 Unión x Belgrano

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 B Nacional | 00:56

Primeiro passo…

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O resultado foi apertado, porém justo. O 1 a 0, ante Chacarita Juniors foi o primeiro passo de uma árdua caminha de quase 20 mil km que o River Plate terá pela frente rumo a Primera División – isto é, se antes forças ocultas não instituir o Aberración.

As limitações da equipe não desapareceram, contudo, foram parcialmente superadas. Pode-se dizer que a equipe jogou um futebol coerente.  O gol chegou cedo – aos seis minutos, através do zagueiro uruguaio Juan Manuel Díaz – e a expectativa de uma goleada se fez presente, mas não tardou a ir-se. Contudo, nos minutos finais a equipe sofreu, mas conseguiu manter o placar, que, diga-se, foi muito importante.

A equipe Millionária não vencia no Monumental de Núñez desde 9 de abril – ante, Banfield pela 9ª rodada do Clausura-, no entanto, a última vitória havia sido ante Racing, dia 30 do mesmo mês, pela 12ª.  

Assista ao gol da partida:

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sexta-feira, 8 de julho de 2011 B Nacional, Curiosidade, Imagem, River Plate | 14:55

La camiseta no desciende (?)

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Reprodução da página La Camiseta No Desciende, no facebook.

O rebaixamento do River Plate ainda provoca muitos ruídos Argentina afora. Sobretudo, quando se trata da apaixonada torcida Millionária. O último ato dos hinchas foi promover um conceito alternativo para a disputa da Primera B Nacional: a mudança das cores da faixa vermelha para a preta.

O manifesto “la camiseta no desciende” foi criado através de uma página no facebook, com direito a um vídeo bem elaborado e mensagens (e imagens) de efeito, como: “Nós temos um plano, um antídoto, uma cura. Não podemos apagar o passado, porém podemos apagar o futuro. Sim, vamos fazer com que o que vem não fique na história. Que nunca passe. Que ninguém o possa ver. Como? Muito simples: deixemos a camisa na Primera. Joguemos na B Nacional com outra. Com a banda negra, que nos cruza o peito, que mostre como nos sentimos ao não estar onde devemos estar. De luto”

Confira o vídeo:

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quinta-feira, 30 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 18:11

Chau Gimnasia, chau Schelotto

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Despediu-se mais um ídolo: Schelotto.

Despediu-se sem as honras que lhe cabiam. Nem mesmo o objetivo pessoal foi alcançado. Mas ninguém dúvida do quanto ele foi guerreiro. Guillermo Barros Schelotto, 37 anos, voltou ao clube que o revelara com a única missão de ajudar a equipe a livrar-se do rebaixamento, jogou sem receber, por escolha própria, doou os últimos esforços – que ainda possuía – de uma carreira vencedora, mas não foi o suficiente.

O Gimnasia y Esgrima de La Plata, acostumado a livrar-se do descenso via Promoción, neste ano, não pôde contar com outro milagre e nem mesmo a transcendência do seu ídolo. Após perder o primeiro confronto por 1 a 0 (assista ao gol), para o San Martín de San Juan, os Lobos platenses empataram a segunda partida em 1 a 1, e despediram-se da Primera División. O retorno a B Nacional, depois de 27 anos, será sem o Mellizo.

Enfim, foi-se outro guerreiro, foi-se outro “grande”. Todavia, as quatro equipes que disputaram a B Nacional conseguiram o ascenso: Atlético Rafaela – que nos últimos dois anos, perderam para o Gimnasia na Promoción -, Unión, Belgrano e San Martín de San Juan.

Veja os gols da partida:

E os clássico?

Com o descenso do River Plate, Gimnasia y Esgrima e Huracán, alguns dérbis tradicionais do futebol argentino deixarão de serem disputados. Por exemplo, o Superclásico: River Plate x Boca Juniors; San Lorenzo x Huracán; Clásico platense: Gimnasia y Esgrima x Estudiantes. No entanto, restarão o Clásico de Avellaneda: Independiente x Racing; Clásico Santafesino: Colón x Unión; e Clásico del Sur: Lanús x Banfield.

Na última temporada, o descenso dos Canallas já deixaram os órfãos rosarinos sem o tradicional Clásico Rosarino: Newell’s Old Boys x Rosario Central. Na B Nacional, Chacarita Juniors x Atlanta.

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domingo, 26 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 17:38

Pesadelo Monumental

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Aos 16 minutos do segundo tempo, quando Guillermo Farré, do Belgrano, empatou a partida o mundo do River Plate parou. Jogadores, comissão técnica e torcedores ficaram atônitos. Naquele momento, restavam cerca de 30 minutos para oficializar o que já era “sabido” por todos: a equipe com mais títulos do país, brigaria por um título ainda não conquistado, o da B Nacional.

A imagem da partida: Desespero de um lado, alegria do outro.

Ironicamente, a partida havia iniciado com um susto precoce, aos 3 minutos, gol do Belgrano, anulado. Dois minutos depois, Mariano Pavone recebeu a bola fora da área, matou e virou batendo: 1 a 0. Faltava mais um gol, porém havia um precipício.

A vontade superou a técnica, a qualidade. A partida seguia aberta, enquanto, River apostava no abafa, chuveirinho e arremates de média e longa distância, o Belgrano usava a única arma apresentada até aqui: a velocidade. Aos 25, o árbitro Sergio Pezzotta deixou de assinalar um pênalti a favor dos Millionários.

O segundo tempo começou igual ao término do primeiro, muita vontade e pouca qualidade. Até o River sofrer o gol. Logo, os nervos se afloraram, Lamela recebeu o oitavo cartão amarelo, Arano por pouco não foi expulso e o tempo passava voando. Aos 25, Pavone desperdiçou um pênalti, este defendido pelo arqueiro Pirata, Olave. E foi inevitável pensar na frase de Neném Prancha: “o pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube”. Onde estaria Jose María Aguilar ou Daniel Passarella, naquele momento?

Na Argentina, o injusto sistema de promédio retornou, em 1983, dentre outras coisas, para livrar o River Plate de um descenso iminente. Livrou. Mas o mesmo o condenou quase trinta anos depois. E, pode-se dizer, com culpa compartilhada, vide que são levados em conta as últimas três temporadas e neste entretempo – exatos uma temporada e meia de cada -, Passarella e Aguilar “comandaram” o clube.

Entretanto, o empate em 1 a 1, no Monumental de Núñez, que decretou a despromoção, e as lágrimas, foi apenas um detalhe trágico, em campanhas sucessivamente infelizes. Faltava a equipe comando, respaldo, crença, atitude e, sobretudo, futebol. Sua camisa pesou negativamente. E certamente, hoje, as lágrimas pesaram mais. E apesar de, merecidamente, o Belgrano ascender de divisão, o próprio River foi seu algoz.

Veja os gols da partida:

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 23:52

Pobres Millionários

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Que o River Plate está entregue ao descaso é notório. Presidente que não acompanha aos jogos, técnico que não tem respaldo e jogadores que não entram em campo, enfim, nem precisava de mais para dizer que está equipe está fadada ao fracasso. Não precisava, mas ocorreu. Após segundo gol do Belgrano, torcedores millionários invadiram o campo para protestar conta a equipe.

Torcedores invadiram o estádio, um deles empurrou Adalberto Román.

Em momento algum, o Belgrano apresentou um futebol maravilhoso, mas soube explorar a velocidade e jogar nos erros do adversário, e não foram poucos. A partida seguia equilibrada até, aos 25 do primeiro tempo, Mansanelli abrir o placar, de pênalti, após Román colocar a mão na bola, infantilmente. Depois disso, cada jogador do River foi jogar uma partida diferente.

Na volta para segunda etapa, logo aos quatro minutos, Pereyra ampliou, após cobrança de escanteio. E na sequência, o hiato que faltava ao River, mas não ao futebol. Torcedores invadiram o gramado para protestar e depois tentaram quebrar o alambrado. Atônitos, os atletas apenas olhavam. E, ironicamente, voltaram melhor após a pausa de 20 minutos. Tensos, diria. Seria este o deprimente empurram que lhes faltavam?

Voltaram melhores, mão não o suficiente para descontar. Na partida de volta, domingo, no Monumental, os Millionários necessitam devolver os 2 a 0, no mínimo, pois joga por dois resultados iguais. Entretanto, não contará com Román, Almeyda e Ferrari, ambos suspensos pelo quinto amarelo. No entanto, cada jogo que se passa a B Nacional se avizinha. Pobres Millionários.

Veja os gols da partida:

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  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última