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quarta-feira, 7 de março de 2012 Lionel Messi | 21:41

La máquina Messi

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Lionel Messi nos últimos dois jogos marcou oito gols – três pela Argentina, tornando o quinto maior artilheiro da Albiceleste, com 22 gols, ao lado de Leopoldo Luque e Daniel Passarella, 34 a menos do que Batistuta, maior goleador e cinco pelo Barcelona, somando 228 gols com a camisa blaugrana ficando a sete do maior artilheiro da equipe catalã, igualando também ao quarto maior artilheiro da história da Liga dos Campeões, o seu conterrâneo Alfredo Di Stéfano, com 49, e está a 22 gols de Raúl, o maior artilheiro da Liga. Aliás, esta foi a primeira vez que ele marcou cinco gols pelo Barça, que venceu o Bayer Leverkusen, por 7 a 1.

Não que isso seja grande coisa, mas é que está ficando difícil encontrar adjetivos para o argentino.

Leia também: 3x Messi

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2 comentários | Comentar

  1. 22 Felipe Saturnino 08/03/2012 1:24

    http://opitacoboleiristico.wordpress.com/2012/03/07/orgasmo-cosmico/

    Marcelo, mais um sobre Messi. Poesia do argentino que veste azul-grená. Simplesmente fantástico. Recomendo.

    • Marcelo Montanini 12/03/2012 10:40

      Felipe,
      o texto é muito bom. E Messi num só consegue ser poeta e poesia, fácil.
      Abraço.

  2. 21 Roberto Junior 07/03/2012 22:43

    É assunto da hora na administração de recursos humanos a chamada gestão por competências.

    Para você compreender fácil, entenda como colocar as pessoas certas nos lugares certos, de acordo com suas características, para delas extrair o máximo de desempenho.

    Mas, o conceito é amplo. E não se refere apenas à bagagem técnica de alguém sobre determinado assunto ou função.

    A gestão por competências é baseada na tríade “CHA”: conhecimento, habilidade e atitude.

    Faz duas semanas, apresentei um trabalho sobre o assunto no MBA, embora nele não seja catedrático, e, para ilustrar a ideia, apresentei um vídeo sobre Pelé, retrato perfeito de como um indivíduo pode ser fantástico no seu ofício, desde que para seu exercício demonstre as virtudes exatas de acordo com os parâmetros estabelecidos.

    O documentário – veja aí embaixo, vale muito a pena – é recheado de depoimentos de ex-jogadores, jornalistas, e do próprio Rei sobre o Atleta do Século.

    Nele chamam a atenção, entre outras, frases como “Pelé tinha todos os fundamentos técnicos do futebol”. No nosso “CHA”, o “C” do conhecimento.

    “Pelé era um bailarino”, o “H” da habilidade.

    “Eu era muito aplicado”, o “A” da atitude.

    Sim, porque mesmo com toda sua categoria de outro mundo, o camisa 10 santista não cansava de buscar aperfeiçoamento.

    Sempre que Lionel Messi faz chover no Barcelona volta à tona a discussão sobre a possibilidade de o argentino superar o brasileiro no posto de maior jogador da História do futebol.

    E geralmente a discussão tomba para argumentos vazios como o fato de Messi “nunca ter jogado nada na Argentina” ou se prende demais à frieza dos números, sobretudo aos mil e poucos gols que Pelé marcou e as três Copas do Mundo que ganhou, ou às recentes Ligas dos Campeões faturadas pelo rival.

    Assim, não custa tentar trazer um pouco do conhecimento científico aprendido em sala de aula ao debate.

    Posto que já falamos do filho de “Seu” Dondinho nas linhas acima, falta a Pulga hermana, radicada na Espanha.

    De cujo conhecimento e habilidade, creio, só aqueles chatos insistentes ou patriotas sem causa ainda duvidam.

    Feito explicam os “especialistas” do ramo, Messi é completo. Do jeitinho que meu pai conta que Pelé foi.

    Falta, então, a atitude. Que no barcelonista sobra. Do jeitinho que as declarações a respeito do eterno dono da Vila Belmiro atestam.

    Mas, fica tranquilo: os dois não são iguais.

    Pelo menos, ainda não. Não esqueci dos tais números.

    No entanto, só me responde uma perguntinha: você precisa contratar um funcionário. Um se chama Pelé, outro Messi. Você não olhou o currículo dos dois. Não sabe quantos “gols” eles já marcaram. Para tomar a decisão, se restringiu a “mandá-los a campo”.

    Quem você contrataria?

    Bem, eu, sinceramente, acho que tiraria no par ou ímpar…

    Abraço!

    • Marcelo Montanini 11/03/2012 23:41

      Roberto,
      como sempre, belo texto.
      Certamente, o par ou ímpar caíria bem, nesta situação.
      Abraço.

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