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Arquivo de março, 2012

sábado, 24 de março de 2012 Lionel Messi | 14:23

Abrazos!

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Hola!

Este vídeo não é novidade, ainda assim, precisa (isso, mesmo) ser visto. Continuo com minha dúvida em adjetivar Lionel Messi. Logo, deixo-vos a vontade. Ressalto que pouco importa em saber se ele é melhor do que Maradona ou Pelé, só não vale compará-lo a Neymar (Sejamos lúcido, ok?). Messi é Messi e isso já é o suficiente, aliás, assista-o, critique-o, admire-o, sem moderação. Pois, alguns, poderão dizer um dia que La Pulga foi o maior gênio que teve o prazer de ver jogar.

Não tive o prazer em assistir Pelé jogar, apenas em tapes. Quanto a Maradona, o peguei na fase decadente e, ainda assim, me arrancou lágrimas. Geniais, ambos. Messi. Este, tive a sorte e o prazer de acompanhar desde cedo, por isso sou suspeito. Todavia, segue acima um vídeo com os 234 gols (em partidas oficiais, visto que ainda foram 19 em amistosos) da carreira dele no Barcelona. E com este post, me disperso. Gracias, a todos, por tudo.

Abrazos!

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domingo, 11 de março de 2012 Boca Juniors, Clausura, Independiente, Reflexão | 23:24

Gracias, Futbol!

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Antes de prolongar-me, confesso: sou torcedor do Boca Juniors. Mas hoje isso pouco importou. Os xeneizes perderam do Independiente por 5 a 4 em plena Bombonera, e eu comemorei. Passeei por diversas sensações e relembrei porque o Futebol é importante na minha vida.

Farías converteu um hat-trick, em La Bombonera, e se tornou o herói da vitória Roja

Sei a importância que o Esporte e, sobretudo, o Futebol têm na construção antropológica e sociológica do ser. Sei também que uma derrota pode transformar sonhos em pesadelos, alegrias em tristezas e por ai vai… São inúmeras as transformações.

Contudo, descobrir a muito tempo atrás que posso me entregar ao futebol e todos os sentimentos que ele pode acarretar, sem que para isso precise me tornar irracional, cego, agressivo… Pode parecer balela de torcedor, mas não é.

Voltando ao que de fato interessa, hoje tive o prazer de assistir a um jogo memorável. Vi o time pelo qual eu torço sofrendo dois gols em seis minutos, quando o primeiro saiu, não havia completado nem o primeiro minuto de jogo (38 segundos). Claro, que na minha cabeça passava um misto de temor e expectativa. Até Facundo Roncaglia descontar, aos 12 minutos do primeiro tempo, e devolver-me a crença.

E quando eu começava a imaginar que o Boca iria conseguir virar, eis que Ernesto Farías, aquele mesmo que o Cruzeiro comprou sem saber quem era e depois o descartou sem conhecê-lo, ampliou. 3 a 1, aos 32 do primeiro tempo. Atônito não sabia o que pensar. Os xeneizes mostravam sinais de reação e sempre que eu me empolgava a defesa me mostrava que eu deveria ter calma. E eu já quase descrente, Juan Román Riquelme descontou, aos 45 minutos. Acabou o primeiro tempo.

Com ânimo renovado, viriam os 50 minutos restantes, isso mesmo, não errei no cálculo. E para a alegria boquense, Roncaglia marcara um doblete empatando a partida. E mesmo sem jogar um futebol vistoso, o Boca conseguiu ficar pela primeira vez na frente do marcador, com Ledesma, aos 29 da segunda etapa. Aqui a alegria se fazia presente. Afinal, neste momento, os de La Boca pareciam ter selado a vitória. A equipe diminuiu o ritmo, que já não era intenso, sentiu-se no controle da partida e… Eis que para surpresa geral surge novamente Tecla Farías e de cobertura empata o certame, aos 44.

Putz, pensei. Os Rojos, que estavam em crise, fizeram 3 a 1 na casa do adversário, sofreram a virada e ainda tiveram fôlego de buscar o empate no último minuto de jogo. E em meio a um turbilhão de ideia, acreditei que “por hoje era só”. Foi aí que cometi o mesmo erro que muitos comentem. O jogo não havia terminado. Coube tempo ainda para Farías marcar o triplete, comemorar a vitória dos Diablos, aos 50, e de deixar numa sensação entre o atordoado e o feliz.

Aos que não entendem a felicidade que senti, apesar da derrota do Boquita, explico: o futebol me presenteou com diversas emoções que talvez só o próprio pudesse proporcional num curto espaço de tempo. Não gostei da derrota, mas, neste caso, o Futebol venceu e me fez lembrar porquê o amo.

Gracias, Futbol!

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quarta-feira, 7 de março de 2012 Lionel Messi | 21:41

La máquina Messi

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Lionel Messi nos últimos dois jogos marcou oito gols – três pela Argentina, tornando o quinto maior artilheiro da Albiceleste, com 22 gols, ao lado de Leopoldo Luque e Daniel Passarella, 34 a menos do que Batistuta, maior goleador e cinco pelo Barcelona, somando 228 gols com a camisa blaugrana ficando a sete do maior artilheiro da equipe catalã, igualando também ao quarto maior artilheiro da história da Liga dos Campeões, o seu conterrâneo Alfredo Di Stéfano, com 49, e está a 22 gols de Raúl, o maior artilheiro da Liga. Aliás, esta foi a primeira vez que ele marcou cinco gols pelo Barça, que venceu o Bayer Leverkusen, por 7 a 1.

Não que isso seja grande coisa, mas é que está ficando difícil encontrar adjetivos para o argentino.

Leia também: 3x Messi

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terça-feira, 6 de março de 2012 Boca Juniors, Clausura, Copa Libertadores da América | 10:11

O peso de um clichê

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Boquita comemorando o hexa da Libertadores, em 2007

“A equipe deles é muito agressiva, nós não podemos aceitar isso. Sei que precisamos trabalhar e melhorar muito nossa defesa, por isso prefiro evitar que ela fique exposta”, afirmou Abel Braga, técnico do Fluminense, sobre o Boca Juniors. Sobre tal afirmativa só tenha duas observações a fazer.

Uma é: o Fluminense realmente precisa organizar sua zaga. Leandro Euzébio foi expulso na estreia num lance de total destempero e merecia bem mais do que apenas um cartão vermelho. Gum que seria o substituto está lesionado. Mas o problema defensivo do Flu é bem maior do que a ausência de ambos é organizacional e de personalidade, que já não cabe aqui discorrer.

A outra é observação é referente a equipe que ele tem assistido. Creio que não seja a mesma que eu tenho assistido nos últimos tempos. Na realidade, nem aquela equipe vencedora da era Bianchi era agressiva. Atacava pontualmente e com poucos jogadores, marcava por zona e pressionava o meio de campo adversário. Só. Voltando a esta. Ela segue a mesma mentalidade e formação (4-3-1-2), ataca com poucos homens, os atacantes saem para buscar jogo e os laterais apoiam bastante, mas agredir é algo que os xeneizes não conseguem, infelizmente.

Há outras coisas que poderiam ser ressaltadas, como uma base sólida, a “organização” na defesa, a bola parada de Juan Román Riquelme e as chegadas dos volantes. Todavia, o jogo não será de fato fácil para o Flu. Mas agressividade? Confesso que até gostaria de vê-los assim. É fato que o Boca está invicto a 36 partidas oficiais, mas se por um lado devemos respeitar e exaltar os méritos, por outro, devemos ser lúcidos e apontar que muitas dessas vitórias são deméritos das outras equipes, me desculpe os xeneizes.

Mas se tratando que a partida de quarta-feira (07) será em La Bombonera, a equipe carioca de fato deve se preocupar. Talvez não com q equipe que vai enfrentar, mas com o clube, com o “bicho papão dos brasileiros”. Afinal, se o clichê já pesa quanto mais a mística.

Resultados da fecha 4.

(14º) Newell’s Old Boys 0 x 2 Belgrano (6º)
(16º) Banfield 1 x 1 Godoy Cruz (11º)
(5º) All Boys 0 x 0 Vélez Sarsfield (3º)
(20º) Independiente 1 x 3 Argentinos Juniors (13º)
(9º) San Martín San Juan 0 x 1 Estudiantes (4º)
(15º)San Lorenzo 0 x 2 Boca Juniors (1º)
(18º) Unión 2 x 2 Colón (10º)
(17º) Arsenal 0 x 0 Racing (19º)
(2º)Tigre 1 x 0 Lanús (7º)
(8º) Olimpo 2 x 1 Atlético Rafaela (12º)

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quinta-feira, 1 de março de 2012 Lionel Messi, Seleção | 00:41

3x Messi

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Um dia ele ainda vai jogar futebol igual ao Neymar

Nem a vitória, nem o triplete de Lionel Messi podem esconder a mais uma má atuação da Argentina na vitória por 3 a 1 ante Suíça, em Berna. Embora, ambos, sejam motivos suficientes para comemoração. Afinal, se vencer já não está fácil, com três gols de Messi, então!?

Leia também: Messi brilha e Argentina vence a Suíça em amistoso

A Albiceleste continua mostrando mesmo ritmo deficiente, diga-se: pressiona, administra e é pressionada. Contudo, a sempre criticada defesa não é a maior responsável pelas mazelas. E mais, acredito que não falta muito para chegar Alejandro Sabella encontrar a ideal, vide as poucas opções (,mas o que Garay faz para ser convocado?). Campagnaro foi regular, em sua estreia.

O meio de campo peca por ainda deixar alguns espaços, mas faz boa movimentação. A falta de ritmo e entrosamento ainda é a principal inimiga da equipe. No ataque, apesar dos três gols de Messi, a atuação de Agüero foi mais incisiva, com participação em dois gols, e movimentou-se melhor, diria. Aprovo a dupla.

Em tempo, Lio pôde mostrar que ele não é só decisivo no Barcelona, ou pode-se dizer que ele fez como o “Messi do Barça”, tanto faz. Isso é o que menos importa agora que ele marcou o primeiro triplete com a camisa da Albiceleste. Ainda não é magnífico Neymar, mas um dia ele chega lá…

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