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Arquivo de julho, 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011 AFA | 15:00

AFA divulga canal de TV

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Se aproveitando de todo o desvio de foco que lhe era conveniente, a AFA divulgou, ontem, em meio a decisão da virada de mesa, o seu novo canal: a AFATV. Confira abaixo o vídeo promocional:

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AFA | 08:00

Só restou o epitáfio…

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Desde o surgimento do profissionalismo, em 1931, a AFA procura incessantemente fórmulas que beneficiem ou não prejudiquem os, ditos, grandes do país. E dentre as definições já anunciadas, a criação de um torneio mais complexo foi sem dúvida o a grande decisão da noite. Ainda que ele precise ser aprovado em assembléia em 18 de outubro já representa, desde já, uma virada de mesa. E como não seria diferente: Sergio Batista foi demitido. O novo técnico será anunciado em uma semana. Inclusive, o cargo de Carlos Bilardo está ameaçado, talvez seja o caso de saber do que se trata.  

A demissão de Checho veio em momento bastante propicio, diria até, oportuno em demasia. E mais do que a mudança no comando da Seleção, ela serve como desvio de foco para a notícia que realmente interessa. Até porque a (falta de) ética permitiu aos dirigentes da AFA em anunciar a queda do técnico há bastante tempo, sem a necessidade de avisá-lo. Aos que não entenderam o que, de fato, significa a implantação deste torneio com 36, 38 ou 40 equipes – isso ficará decidido na assembléia: não apenas o River Plate, Gimnasia y Esgrima e Huracán, que foram rebaixados serão beneficiados, mas também, Boca Juniors, Racing e San Lorenzo, que já começariam esta temporada ameaçados de descenso. Enfim, como a partir de 2012 as duas divisões se fundiram para criação do torneio “Aberración” nenhum clube será rebaixado. Um retrocesso de pelo menos 80 anos.

Em outras palavras, os Millionários estarão a passeio na B Nacional, tendo que cuidar apenas para que não faça uma campanha catastrófica, mas se ainda assim isso ocorrer não duvidem que algo ocorrerá para salvá-lo. O mesmo ocorre para qualquer outra equipe da Primera División e B Nacional. Deprimente.

A saída de Batista não poderia ser encarado como novidade. A possível saída de Bilardo é justa, vide a não função que ele exerce. A possível escolha de Sabella demanda tempo e talvez ele não seja hábil, no entanto, outros nomes poderão surgir. Mas nenhuma decisão desperta sentimentos díspares quanto ao futuro do futebol argentino, como a virada de mesa. Afinal, com a decisão da AFA, só restou o epitáfio: “aqui morreu um sonho: o da evolução”.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 AFA | 16:37

O eterno ciclo vicioso…

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(Sem legendas)

Guardem bem a data de hoje, pois ela poderá representar algumas mudanças de definições na AFA. Todas já anunciadas, diga-se: a desvinculação de Sergio Batista, do comando da Argentina, e o possível acerto com Alejandro Sabella. Além da criação de um novo torneio, no qual disputariam 40 equipes a partir da temporada 2012/13 – as 20 equipes da Primera División e as 20 da B Nacional. Esta talvez a mais questionável e preocupante.

Visto que, nas entrelinhas, configura-se uma virada da mesa, na qual beneficiaria diversas equipes que descenderam nesta temporada, como River Plate, Gimnasia y Esgrima de La Plata e Huracán, além de prejudicar equipes que não poderão serem promovidas, segundo o estatuto deste novo torneio, que não conta com rebaixamento.

Normalmente explicado a partir da óptica da mudança de cultura, o que observado a grosso modo não seria algo ruim. No entanto, a tal mudança de cultura já foi, inclusive neste ano, tentado ser posta em pratica e rejeitada pelos mesmos dirigentes que pregam a necessidade. Irônico, porém comum na rua Viamonte 1366. E não muito diferente do que ocorre por aqui.

Quanto a mudança no comando técnico, é algo neste momento inevitável diante dos ocorridos ou não acontecimentos. Checho Batista que havia assumido de forma quase unanime (19 a 1), deixará o posto com um panorama inverso. Alejandro Sabella é o nome da vez, talvez o único. E o “troca-troca” tem caráter de urgência não por uma necessidade sadia de mudança em prol da ascensão, mas sim, porque no dia 10 de agosto a Albiceleste já tem amistoso ante Romênia, em Bucareste. E pelo qual a AFA já recebeu 50% do cachê (500 mil dólares) e terá de apresentar a lista de convocados amanhã. E qualquer semelhança ao jeitinho brasileiro não é pura coincidência.  

À noite, diversas reuniões paralelas na AFA irão apresentar os caminhos a serem seguidos no futebol argentino, tanto na Seleção quanto no torneio nacional. Mas uma coisa, ao menos para mim, é inquestionável: qualquer proposta de mudança da (ou na) AFA, que seja encabeçado ou passe pelo crivo de Julio Grondona ou Carlos Bilardo não pode ser vista como mudança, propriamente dita, no máximo extensão de um ciclo vicioso.

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quarta-feira, 20 de julho de 2011 No Brasil | 23:56

Os enganches no “país do futebol”

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Emprestado por um ano ao Fluminense, Manuel Lanzini, 18, tem a missão de substituir o conterrâneo Darío Conca.

Os tempos são outros no futebol brasileiro e, ironicamente, o desdém deu lugar a cobiça. Com o perdão do lugar comum implícito na afirmativa anterior, o mercado para jogadores latinos americanos no Brasil havia ficado escassos, quase guardado em outrora. Mas os últimos feitos, aliado ao ínfimo surgimento de camisas 10 nativos, parece ter aberto os olhos dos clubes nacionais, sobretudo, para o “país dos enganches”.

Contudo, esta janela de transferência apresentou nomes até então pouco conhecidos dos torcedores locais, como os de: Marcelo Cañete, ex-Boca Juniors, que estava na Universidad Católica, do Chile; Manuel Lanzini, do River PLate; e Alejandro Martinuccio, ex-Peñarol, do Uruguai. O primeiro fechou com o São Paulo, os dois últimos, com o Fluminense. Eles se juntam a Botinelli, Montillo e D’Alessandro, só para citar os meias-armadores mais midiáticos que atuam em terras tupiniquins.

Neste momento, afirmar que todos farão bom trabalho seria leviano. Talvez o preconceito ou o excesso de cobrança, junto a falta de paciência, impeça que alguns apresentem seu melhor futebol, também, pode-se dizer que, nem todos são craques. Mas que ninguém duvide da qualidade da produção argenta de enganches, afinal, o “país do futebol” já se rendeu.

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sábado, 16 de julho de 2011 Clássicos, Copa América, Seleção | 22:10

Chau Chau

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Sem legenda, por falta de necessidade.

16 de julho, uma data especialmente uruguaia. Nela, comemora-se o Maracanazo – o qual o Uruguai calou o Maracanã lotado – e agora, o Argentinazo – neste, a Celeste calou o o país anfitrião da Copa América conquistando a vaga para às semifinais numa partida digna de final calando. Após o 1 a 1, no tempo normal e prorrogação, os Charrúas venceram nos pênaltis, por 5 a 4. Como não seria diferente hoje: um grande ficou pelo caminho, no Cemitério dos Elefantes, em Santa Fé.

A fugaz alegria do ataque contrastou com a intensa tristeza da defesa. A autossuficiência e confiança foram maiores do que a gana em vencer. Quando supôs está melhor em campo, falhou, assim como o fez quando estava em vantagem numérica. Talvez acreditasse que vencer era questão de tempo. Este jogou contra suas pretensões.

Do outro lado, havia um adversário que deixaria o sangue em campo se fosse necessário. Mas os argentinos não acreditaram nisso. Talvez a aquele velho excesso de confiança, que vemos tão facilmente por aqui também. Culpar jogadores em especial pelo fracasso coletivo é conveniente, porém pouco inteligente.  Também dizer que a Argentina perdeu para si mesma é não reconhecer a força do adversário, apesar da vasta limitação.

Ter o melhor do mundo e não entender que ele, apesar de imenso, é apenas um, não passa pela cabeça de muita gente, tampouco pela de Sergio Batista. No todo, a Celeste y Blanco não foi ruim, foi apenas o espelho do treinador. Porém culpa o selecionador não vem ao caso.

Todavia, poucas partidas são transcendentais, como o Clásico de la Prata, que extrapola os limites cabíveis de uma partida de futebol. E todo ato e expressão representam algo infinitamente superior ao gol, por exemplo, quando, na prorrogação, Messi caiu na área, após perder uma boa chance de gol, representou o que ninguém queria acreditar, ali um grande caia cansado, impotente… O melhor do mundo é humano, diga-se.

Agora, só resta juntar os cacos do que sobrou.

Veja os melhores momentos da partida:

Atualizado hoje às 12h30.

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Clássicos, Copa América, Seleção | 14:01

Olé: Es Argentino

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Capa de hoje do diário Olé.

Dentre tantas características em comum, o diário Olé exaltou uma bem peculiar em analogia com o futebol: a cultura, ou melhor, o tanto, a milonga, Carlos Gardel. Enfim, há uma divergência sobre o local de nascimento do cantor – se na França ou no Uruguai -, porém ele sempre teve raízes fortes no Uruguai e na Argentina, onde se naturalizou.

Em contrapartida, Messi possui uma característica semelhante. Nascido na Argentina foi desde cedo para Espanha, porém defende seu país de origem. Nesta capa, as rivalidades no futebol e na cultura se fazem presentes. Bela capa!

Veja mais: Argentina x Uruguai: Rivalidade centenária em partida de vida ou morte

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sexta-feira, 15 de julho de 2011 Clássicos, Copa América, Seleção | 23:50

Argentina x Uruguai: Rivalidade centenária em partida de vida ou morte

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Duelo: Agüero x Forlán? (Reprodução/AFA)

Neste sábado, mais um grande cairá no Cemitério dos Elefantes. Argentina e Uruguai vão à campo, às 19h15 (de Brasília), no Estádio Brigadier General Estanislao López, pelas quartas-de-finais da Copa América para escrever um novo capítulo desta rivalidade centenária. Com transmissão ao vivo dos canais SporTv, SporTvHD, Espn Brasil e EspnHD.

Em 110 anos, o Clásico del Río de la Plata já possui 196 confrontos no histórico, com vantagem portenha: 88 vitórias, 49 empates e 59 derrotas. Os argentinos marcaram 317 gols e sofreram de 247 tentos. Entretanto, pela Copa América o duelo é bem equilibrado, com 13 vitórias para cada lado e três empates, 40 gols convertidos pelos argentos e 35 pela Celeste. Estas duas Seleções foram as que mais vezes conquistaram o torneio: 14 vezes cada.

E além da rivalidade, os dois países possuem diversas coisas em comum, dentre elas, o espírito guerreiro, as cores e o símbolo da bandeira e até o apreço pelo tango, a milonga e o cantor franco ou uruguaio Carlos Gardel (há divergências sobre sua origem), porém naturalizado argentino.

Voltando ao que interessa. O técnico Sergio Batista vai repetir a mesma formação, que venceu a Costa Rica, com: Sergio Romero; Pablo Zabaleta, Nico Burdisso, Gabriel Milito e Javier Zanetti; Fernando Gago, Javier Mascherano e Angel Di María; Lionel Messi, Sergio Agüero e Gonzalo Higuaín. 

Por sua vez, Oscar Tabárez, que já não contaria com Cavani e Godín, por causa de lesão, também não poderá contar com Coates, suspenso. Então, provavelmente vai à campo com: Fernando Muslera; Maxi Pereira, Diego Lugano, Mauricio Victorino e Martín Cáceres; Alvaro González, Diego Pérez, Egidio Arévalo Ríos e Alvaro Pereira; Luis Suárez e Diego Forlán.

Confira o histórico na Copa América:

17.07.1916 Uruguai 0 x 0 Argentina
14.10.1917 Uruguai 1 x 0 Argentina
13.05.1919 Argentina 2 x 3 Uruguai
12.09.1920 Argentina 1 x 1 Uruguai
30.10.1921 Argentina 1 x 0 Uruguai
08.10.1922 Uruguai 1 x 0 Argentina
02.12.1923 Uruguai 2 x 0 Argentina
02.11.1924 Uruguai 0 x 0 Argentina
24.10.1926 Argentina 0 x 2 Uruguai
20.11.1927 Argentina 3 x 2 Uruguai
17.11.1929 Argentina 2 x 0 Uruguai
27.01.1935 Argentina 0 x 3 Uruguai
23.01.1937 Argentina 2 x 3 Uruguai  
23.02.1941 Argentina 1 x 0 Uruguai
07.02.1942 Uruguai 1 x 0 Argentina
25.02.1945 Argentina 1 x 0 Uruguai
02.02.1946 Argentina 3 x 1 Uruguai
28.12.1947 Argentina 3 x 1 Uruguai
27.03.1955 Uruguai 1 x 6 Argentina
15.02.1956 Uruguai 1 x 0 Argentina
20.03.1957 Argentina 4 x 0 Uruguai
30.03.1959 Argentina 4 x 1 Uruguai
16.12.1959 Uruguai 5 x 0 Argentina
02.02.1967 Uruguai 1 x 0 Argentina
09.07.1987 Uruguai 1 x 0 Argentina
08.07.1989 Argentina 1 x 0 Uruguai
14.07.1989 Uruguai 2 x 0 Argentina
07.07.1999 Uruguai 0 x 2 Argentina
13.07.2004 Argentina 4 x 2 Uruguai

Só para constar: o Maracanazo – a vitória ensurdecedora da seleção Charrúa sobre o Brasil, na final da Copa do Mundo 1950, em pleno Maracanã lotado, eis o motivo do nome – completa 61 anos, neste 16 de julho.

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terça-feira, 12 de julho de 2011 Curiosidade, Imagem, River Plate | 10:00

Palavrões, acessos e capa

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Tapa do Olé, com Tano Pasman.

Desde a semana passada um vídeo circula pela internet mostrando o desespero de um torcedor diante do iminente rebaixamento do River Plate, que perdia a primeira partida da Promoción, para o Belgrano. Sebastian “Tano” Pasman é este torcedor, que proferiu diversos palavrões por minutos, gerou mais de dois milhões de acessos e ganhou a capa do diário Olé, de ontem. Assista ao vídeo, mas não antes de tirar as crianças de perto:

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Copa América, Seleção | 00:09

Finalmente estreou…

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Com seus defeitos e qualidades, a Argentina estreou na Copa América, mesmo que tardiamente, e assegura classificação às quartas-de-finais. O adversário foi a frágil Costa Rica, mas, ainda assim, a equipe conseguiu superar los Ticos, por 3 a 0. E até o criticado Messi foi ovacionado.

Basta saber até vai a confiança...

Nos primeiros minutos, a partida se apresentava muito aberta, com chances de perigo para ambos lados. Mas não precisou de muito tempo para o nível que separa a Costa Rica Sub 23 e a Argentina se fazerem presentes. Então, a anfitriã tratou de dominar a pelota e mostrar o que até então devia: um bom futebol. Criou oportunidades que eram desperdiçadas, até aos 45 minutos do primeiro tempo, Gago dar um chutaço de fora da área, o goleiro Moreira rebotou e Kun Agüero finalizou.

O gol trouxe tranqüilidade a Albiceleste que entrou mais leve na segunda etapa e, logo, aos sete minutos ampliou, novamente, com Agüero, com assistência de Lio Messi. Este protagonista, assim como Gago. A Pulga criou diversas chances de gols, que eram jogadas fora vorazmente por Higuaín, em sua maior parte. Aos 18, ele encontrou Di María que entrava pela esquerda e chegou batendo: 3 a 0.

Finalmente, Pastore teve chance de entrar em campo, mesmo que apenas dez minutos. Messi mostrou a alegria e até “neymou”, ao cavar pênalti, Gago, apesar de ter jogado pouco nesta temporada, mostrou-se bem fisicamente e com uma vontade extra-comum e Agüero não pode ficar de fora deste time. Entretanto, o resultado não pode, e nem deve, mascarar os problemas da Seleção e algumas idéias que precisam ser revista na cabeça de Batista. Gritar “Olé” diante da Costa Rica Sub 23 é força a barra, mas os aplausos foram justos. Espero que não tenha sido só desta vez.

Agora, a Celeste y Blanco aguarda a definição do adversário das quartas-de-finais: Uruguai, Peru ou Chile. Aguardar…

Veja os gols da partida:

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segunda-feira, 11 de julho de 2011 Copa América, Seleção | 01:00

Argentina x Costa Rica: A última chance…

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Atual treinador da Costa Rica, o argentino Ricardo La Volpe já venceu os Tricolores atuando pela Albiceleste.

A Argentina joga a vida na Copa América diante da Costa Rica, nesta segunda-feira, às 21h45 (de Brasília), no Estádio Mario Kempes, em Córdoba. Com transmissão ao vivo dos canais SporTv, SporTvHD e Espn. Esta será a primeira partida na história entre as duas Seleções no torneio.

Apesar de invicta – cinco vitórias e dois empates – nos confrontos ante Los Ticos, a Albiceleste não vem apresentando um futebol minimamente aceitável na competição, entretanto, a vitória e, consequentemente, classificação da Colômbia a fase final facilitou sua vida para a possível classificação.  Uma vitória garante a vaga, no entanto, pode se classificar mesmo não vencendo, mas para isso dependerá de outros resultados.  

Vide as más atuações da Seleção, Checho Batista promoveu algumas alterações de ordem técnica e tática, e bancou o criticado Messi. O 4-3-3 dará lugar ao 4-2-3-1, com: Sergio Romero; Pablo Zabaleta, Nicolás Burdisso, Gaby Milito e Javier Zanetti; Fernando Gago e Javier Mascherano; Sergio Agüero, Lionel Messi e Ángel Di María; Gonzalo Higuaín.

Confira o histórico:

06.03.1956 Torneio Panamericano México Argentina 4 x 3 Costa Rica
08.03.1960 Torneio Panamericano Costa Rica Argentina 0 x 0 Costa Rica
15.03.1960 Torneio Panamericano Costa Rica Argentina 2 x 0 Costa Rica
28.08.1975 Copa Ciudad de México Argentina 2 x 0 Costa Rica
21.08.2004 Jogos Olímpicos Atenas Argentina 4 x 0 Costa Rica
26.01.2010 Amistoso Argentina 3 x 2 Costa Rica
29.03.2011 Amistoso Argentina 0 x 0 Costa Rica

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