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Arquivo de junho, 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 18:11

Chau Gimnasia, chau Schelotto

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Despediu-se mais um ídolo: Schelotto.

Despediu-se sem as honras que lhe cabiam. Nem mesmo o objetivo pessoal foi alcançado. Mas ninguém dúvida do quanto ele foi guerreiro. Guillermo Barros Schelotto, 37 anos, voltou ao clube que o revelara com a única missão de ajudar a equipe a livrar-se do rebaixamento, jogou sem receber, por escolha própria, doou os últimos esforços – que ainda possuía – de uma carreira vencedora, mas não foi o suficiente.

O Gimnasia y Esgrima de La Plata, acostumado a livrar-se do descenso via Promoción, neste ano, não pôde contar com outro milagre e nem mesmo a transcendência do seu ídolo. Após perder o primeiro confronto por 1 a 0 (assista ao gol), para o San Martín de San Juan, os Lobos platenses empataram a segunda partida em 1 a 1, e despediram-se da Primera División. O retorno a B Nacional, depois de 27 anos, será sem o Mellizo.

Enfim, foi-se outro guerreiro, foi-se outro “grande”. Todavia, as quatro equipes que disputaram a B Nacional conseguiram o ascenso: Atlético Rafaela – que nos últimos dois anos, perderam para o Gimnasia na Promoción -, Unión, Belgrano e San Martín de San Juan.

Veja os gols da partida:

E os clássico?

Com o descenso do River Plate, Gimnasia y Esgrima e Huracán, alguns dérbis tradicionais do futebol argentino deixarão de serem disputados. Por exemplo, o Superclásico: River Plate x Boca Juniors; San Lorenzo x Huracán; Clásico platense: Gimnasia y Esgrima x Estudiantes. No entanto, restarão o Clásico de Avellaneda: Independiente x Racing; Clásico Santafesino: Colón x Unión; e Clásico del Sur: Lanús x Banfield.

Na última temporada, o descenso dos Canallas já deixaram os órfãos rosarinos sem o tradicional Clásico Rosarino: Newell’s Old Boys x Rosario Central. Na B Nacional, Chacarita Juniors x Atlanta.

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terça-feira, 28 de junho de 2011 River Plate | 22:00

Começa a refundação (?)

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O ex-volante Matías Almeyda assume o comando técnico do River Plate. Uma bela homenagem, pois trata-se de um jogador com grande história dentro do clube, um verdadeiro ídolo Millionário e com grande personalidade. Mas, o que falta ao clube são ídolos ou um projeto?

Almeyda é um nome, mas onde está o projeto?

Amor ao clube, Almeyda já demonstrou que tem. Qualidade como jogador também, inclusive, foi um dos pilares desta fraca equipe. Seu nome carrega um peso hoje, que poucos alcançaram. Mas até horas antes de ser efetivado no cargo, o atleta, que havia se retirado novamente, se questionava quanto ao seu futuro e numa breve conversa com Daniel Passarella, disse-lhe que estava disposto a ajudar o clube da maneira que fosse preciso. Mencionou a hipótese até de estender por mais uma temporada sua carreira de jogador.

Logo, o Kaiser arrumou uma solução: reuniu os dirigentes e por unanimidade deu o posto de técnico ao Pelado. Ou seja, o clube agora está cercado de ídolos. Nomes fortes, com histórias, mística, vontade de ajudar, mas ainda não possui um projeto, uma idéia de como agir, por onde começar, enfim, um rumo… Como ocorreu nestes últimos anos, como Diego Simeone – conquistou um título, mas deixou a equipe na lanterna no torneio posterior -, Néstor Gorosito, Leonardo Astrada, Ángel Cappa e Juan José López. Sem menosprezo a qualquer um deles, todos eram apenas nomes.

Entretanto, numa coisa acredito que mudará: o respaldo ao técnico. E agora ele mais do que qualquer outra pessoa no clube precisará. Todavia, terá de montar uma equipe sem dinheiro, em meio a debandada de atletas. Enfim, uma equipe que esteja preparada para a Primera B Nacional, um torneio longo e duro, bem diferente do que está acostumado, no qual necessita de experiência, além de ter de criar ou encontrar jogadores que façam a diferença.

Nomes como: Ramón Díaz – que além de mentalidade de comandante, possui uma identidade com o clube – e Caruso Lombardi – experiência no descenso – ventilaram pelo clube, mais precisamente se assopraram. Quiçá estes não sejam os nomes ideais, neste momento. E talvez o próprio Almeyda seja a pessoa ideal para encarar esta empreitada. As atitudes e os resultados dirão.

A página oficial do River Plate destaca a oficialização de Almeyda, como DT, com o título: “Começa a refundação”. Nada mais usual para tal momento, mas acredito que seria mais adequado este título para a denominação de um novo conceito ou mentalidade. Este, por exemplo, começando por eleger não um passado, mas um presente com conteúdo e não por nome. Talvez, assim ficasse mais fácil do futuro agradecer.

O Beijo de 13 mil pesos

Por ter incitado a violência, ou como diz o Código de Convivência Urbano argentino, em seu artigo 98, “provocar a parcialidade contrária”, Almeyda doará 13 mil pesos (R$ 5 mil) a igreja San Pedro González Telmo. A decisão foi tomada esta manhã numa audiência no Ministério Público portenho, por ter beijado a camisa do River Plate, ao ser expulso no Superclásico, e assim provocando os torcedores do Boca Juniors. (Veja aqui)

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Balanço, Clausura | 08:00

Balanço: 4 revelações e 1 decepção

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Uma das boas coisas deste Clausura foi observar o surgimento, ou afirmação, de alguns bons jogadores. Então, dando sequência ao breve balanço, o Toco y Me Voy selecionou cinco atletas: quatro revelações e uma decepção do torneio.

Aos 19 anos, Erik Lamela já tornou-se uma realidade.

Erik Lamela, meio campo do River Plate
No olho do furacão, o meia Erik Lamela é um dos poucos que se salvam na atual fase do River Plate, ao menos em qualidade. Aos 19 anos, com 1,80 cm e 70 kg, tornou-se um dos pilares Millionários, com sua agilidade, visão de jogo, qualidade de passe e arremates de média e longa distância, em outras palavras, é o alento criativo da equipe. O enganche disputou 18 partidas, marcou três gols e recebeu cinco amarelos (não levando em conta a Promoción), enfim, talvez a falta de experiência ainda pese muito. A sua permanência em Núñez pode está com os dias contados: Milan e Roma já demonstraram interesse.

Ricky Álvarez, meio campo do Vélez Sarsfield
Ainda adolescente passou pelo Club Parque – reconhecida escola de futebol infantil -, e, na sequência, pelas canteras do Boca Juniors, mas foi dispensado, ironicamente, por ser baixo e magro. Hoje, aos 23 anos, com 1,88 cm e 84kg, o canhoto Ricky tornou-se o 12º jogador do Fortín e cobiçado por diversos grande clubes europeus. Atua tanto como segundo atacante como enganche. Marcou três gols em 11 partidas incompletas, mas são nas assistências e qualidade dos arremates de média e longa distância que ele se diferencia dos demais, outro que tem os dias contados na Argentina.

Lisandro López, defensor do Arsenal
Homônimo do artilheiro do Lyon, da França, Lisandro López, 21 anos, possui uma função bem diferente: é zagueiro, mas também atua como lateral esquerdo e faz muito bem o papel de goleador quando preciso. Em 19 partidas pelo Arsenal, marcou seis gols e recebeu apenas dois cartões amarelos. Entretanto, López surgiu no Chacaritas Juniors, em 2009, e, desde então, mostra muita maturidade, apesar da pouca idade. Com 1,87 cm e 79 kg, possui algumas características como bom cabeceio, passe, marcação e apóia muito bem ao ataque.

Facundo Ferreyra, do Banfield, com a camisa da Albiceleste.

Facundo Ferreyra, atacante do Banfield
Das revelações, o jovem atacante Facundo Ferreyra é, certamente, o menos midiático, porém sua qualidade e oportunismo o credenciam a qualquer hall de bons jogadores jovens, inclusive para Argentina Sub 20, na qual é frequentemente requisitado. Chucky, como também é conhecido, possui 20 anos, 1,83 cm e 79 kg, sabe jogar como pivô, tem raciocínio rápido, faro de gol e finaliza muito bem com ambas as pernas. Neste Clausura, converteu seis gols em 16 partidas – entre titular e suplente. Além disso, suas apresentações pela Seleção expandiram seu mercado, sobretudo, na Espanha, onde Villarreal e Sevilla já demonstraram interesse.

Entretanto, dentre vários jogadores que decepcionaram neste Clausura, o blog selecionou o atleta que em sua negociação promoveu o maior alarde e não correspondeu as expectativas.

Walter Erviti, meio campo do Boca Juniors
De principal figura do Banfield a um jogador qualquer no Boca Juniors, com direito a novela patética na negociação. O meia Walter Erviti, 31 anos, chegou ao clube da Ribera com aval do técnico Julio Cesar Falcione, com o qual trabalhou na antiga equipe. Entretanto, o homem de confiança do treinador não fez jus nem ao investimento e nem a novela que promoveu. No Boca, marcou um gol, tornou-se o 12º jogador e em momento algum conseguiu reeditar o bom futebol apresentado no Taladro.

Faltou alguém na lista?

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domingo, 26 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 17:38

Pesadelo Monumental

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Aos 16 minutos do segundo tempo, quando Guillermo Farré, do Belgrano, empatou a partida o mundo do River Plate parou. Jogadores, comissão técnica e torcedores ficaram atônitos. Naquele momento, restavam cerca de 30 minutos para oficializar o que já era “sabido” por todos: a equipe com mais títulos do país, brigaria por um título ainda não conquistado, o da B Nacional.

A imagem da partida: Desespero de um lado, alegria do outro.

Ironicamente, a partida havia iniciado com um susto precoce, aos 3 minutos, gol do Belgrano, anulado. Dois minutos depois, Mariano Pavone recebeu a bola fora da área, matou e virou batendo: 1 a 0. Faltava mais um gol, porém havia um precipício.

A vontade superou a técnica, a qualidade. A partida seguia aberta, enquanto, River apostava no abafa, chuveirinho e arremates de média e longa distância, o Belgrano usava a única arma apresentada até aqui: a velocidade. Aos 25, o árbitro Sergio Pezzotta deixou de assinalar um pênalti a favor dos Millionários.

O segundo tempo começou igual ao término do primeiro, muita vontade e pouca qualidade. Até o River sofrer o gol. Logo, os nervos se afloraram, Lamela recebeu o oitavo cartão amarelo, Arano por pouco não foi expulso e o tempo passava voando. Aos 25, Pavone desperdiçou um pênalti, este defendido pelo arqueiro Pirata, Olave. E foi inevitável pensar na frase de Neném Prancha: “o pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube”. Onde estaria Jose María Aguilar ou Daniel Passarella, naquele momento?

Na Argentina, o injusto sistema de promédio retornou, em 1983, dentre outras coisas, para livrar o River Plate de um descenso iminente. Livrou. Mas o mesmo o condenou quase trinta anos depois. E, pode-se dizer, com culpa compartilhada, vide que são levados em conta as últimas três temporadas e neste entretempo – exatos uma temporada e meia de cada -, Passarella e Aguilar “comandaram” o clube.

Entretanto, o empate em 1 a 1, no Monumental de Núñez, que decretou a despromoção, e as lágrimas, foi apenas um detalhe trágico, em campanhas sucessivamente infelizes. Faltava a equipe comando, respaldo, crença, atitude e, sobretudo, futebol. Sua camisa pesou negativamente. E certamente, hoje, as lágrimas pesaram mais. E apesar de, merecidamente, o Belgrano ascender de divisão, o próprio River foi seu algoz.

Veja os gols da partida:

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 B Nacional, Clausura, Promoción | 23:52

Pobres Millionários

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Que o River Plate está entregue ao descaso é notório. Presidente que não acompanha aos jogos, técnico que não tem respaldo e jogadores que não entram em campo, enfim, nem precisava de mais para dizer que está equipe está fadada ao fracasso. Não precisava, mas ocorreu. Após segundo gol do Belgrano, torcedores millionários invadiram o campo para protestar conta a equipe.

Torcedores invadiram o estádio, um deles empurrou Adalberto Román.

Em momento algum, o Belgrano apresentou um futebol maravilhoso, mas soube explorar a velocidade e jogar nos erros do adversário, e não foram poucos. A partida seguia equilibrada até, aos 25 do primeiro tempo, Mansanelli abrir o placar, de pênalti, após Román colocar a mão na bola, infantilmente. Depois disso, cada jogador do River foi jogar uma partida diferente.

Na volta para segunda etapa, logo aos quatro minutos, Pereyra ampliou, após cobrança de escanteio. E na sequência, o hiato que faltava ao River, mas não ao futebol. Torcedores invadiram o gramado para protestar e depois tentaram quebrar o alambrado. Atônitos, os atletas apenas olhavam. E, ironicamente, voltaram melhor após a pausa de 20 minutos. Tensos, diria. Seria este o deprimente empurram que lhes faltavam?

Voltaram melhores, mão não o suficiente para descontar. Na partida de volta, domingo, no Monumental, os Millionários necessitam devolver os 2 a 0, no mínimo, pois joga por dois resultados iguais. Entretanto, não contará com Román, Almeyda e Ferrari, ambos suspensos pelo quinto amarelo. No entanto, cada jogo que se passa a B Nacional se avizinha. Pobres Millionários.

Veja os gols da partida:

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terça-feira, 21 de junho de 2011 Balanço, Clausura | 18:23

Balanço: Os 11 ideais

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Em meio ao balanço do Clausura, contactei alguns jornalistas argentinos para que eles selecionassem seus 11 ideais do torneio. Foram eles: Elías Perugino, editor da revista El Gráfico e colaborador da revista Placar; Christian Leblebidjian, jornalista do Canchallena e técnico de futebol; Sergio Dubcovsky, escritor, roteirista, produtor e jornalista do diário Olé; Javier Garcia, jornalista do Diario Show e editor do site Rock’n Ball; e Cristian Grosso, editor de Esporte do diário La Nación e, modestamente, este que vos escreve. Confira abaixo os 11 ideais, em nossas concepções:

Os 11 ideias do Clausura, na opinião do Toco y Me Voy e de mais 5 jornalistas argentinos.

Goleiros: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield), 6 votos.
Defensores: Lisandro López (Arsenal), 6 votos; Iván Pillud (Racing), 4 votos; Paolo Goltz (Lanús), 2 votos; Emiliano Papa (Vélez Sarsfield), 3 votos; Juan Sabia (Argentinos Juniors), 2 voto; Julián Velazquez (Independiente), 1 voto; Gonzalo Prósperi (Argentinos Juniors), 1 voto; Jonathan Bottinelli (San Lorenzo), 1 voto; Facundo Domínguez (Olimpo), 1 voto; Jonatan Maidana (River Plate), 1 voto; Fabián Cubero (Vélez Sarsfield), 1 voto.
Meiocampistas: Diego Valeri (Lanús), 5 votos; Carlos Sánchez (Godoy Cruz), 3 votos; Víctor Zapata (Vélez Sarsfield),  3 votos; Diego Villar (Godoy Cruz), 2 votos; Ricky Álvarez (Vélez Sarsfield), 2 votos; Erik Lamela (River Plate), 2 votos; Maxi Moralez (Vélez Sarsfield), 2 voto; Fabián Rinaudo (Gimnasia y Esgrima), 1 voto; Mauro Camoranesi (Lanús), 1 voto; Matías Almeyda (River Plate), 1 voto.
Atacantes: Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield), 5 votos; Denis Stracqualursi (Tigre), 4 votos; Teófilo Gutiérrez (Racing), 4 votos; Santiago Silva (Vélez Sarsfield), 2 votos.

Elías Perugino, editor do El Gráfico.

Goleiro: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield);
Defensores: Ivan Pillud (Racing), Lisandro López (Arsenal), Paolo Goltz (Lanús) e Julian Velazquez (Independiente);
Meiocampistas: Diego Valeri (Lanús), Maxi Moralez (Vélez Sarsfield), Carlos Sanchez (Godoy Cruz);
Atacantes: Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield), Santiago Silva (Vélez Sarsfield), Teófilo Gutiérrez (Racing).
Técnico: Ricardo Gareca (Vélez Sarsfield).

Christian Leblebidjian, jornalista do Canchallena e técnico de futebol.
 
Goleiro: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield);
Defensores: Gonzalo Prósperi (Argentinos Juniors), Lisandro López (Arsenal), Jonathan Bottinelli (San Lorenzo) e Emiliano Papa (Vélez Sarsfield);
Meiocampistas: Diego Valeri (Lanús), Fabián Rinaudo (Gimnasia y Esgrima), Diego Villar (Godoy Cruz) e Ricky Álvarez (Vélez Sarsfield);
Atacantes: Santiago Silva (Vélez Sarsfield) e Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield).
Técnico: Ricardo Gareca (Vélez Sarsfield).

Sergio Dubcovsky, escritor, roteirista, produtor e jornalista do diário Olé!
 
Goleiro: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield);
Defensores: Iván Pillud (Racing), Paolo Goltz (Lanús), Lisandro López (Arsenal), Facundo Domínguez (Olimpo);
Meiocampistas: Carlos Sánchez (Godoy Cruz), Víctor Zapata (Vélez Sarsfield), Diego Valeri (Lanús) e Erik Lamela (River Plate);
Atacantes: Teófilo Gutiérrez (Racing) e Denis Stracqualursi (Tigre).
Técnico: Jorge Da Silva (Godoy Cruz).

Javier Garcia, jornalista do Diario Show e editor do site Rock’n Ball.  

Goleiro: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield);
Defensores: Lisandro López (Arsenal), Jonatan Maidana (River Plate) e Fabián Cubero (Vélez Sarsfield);
Meiocampistas: Diego Valeri (Lanús); Ricky Álvarez (Vélez Sarsfield), Mauro Camoranesi (Lanús) e Erik Lamela (River Plate);
Atacantes: Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield), Denis Stracqualursi (Tigre) e Teo Gutiérrez (Racing).
Técnico: Ricardo Gareca (Vélez Sarsfield).

Cristian Grosso, editor de Esporte do diário La Nación.
 
Goleiro: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield)
Defensores: Iván Pillud (Racing), Juan Sabia (Argentinos Juniors), Lisandro López (Arsenal) e Emiliano Papa (Vélez Sarsfield);
Meiocampistas: Víctor Zapata (Vélez Sarsfield), Matías Almeyda (River Plate) e Diego Villar (Godoy Cruz);
Atacantes: Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield), Teófilo Gutiérrez (Racing) e Denis Stracqualursi (Tigre).
Técnico: Ricardo Gareca (Vélez Sarsfield).

Marcelo Montanini

Goleiros: Marcelo Barovero (Vélez Sarsfield)
Defensores: Iván Pillud (Racing), Lisandro López (Arsenal), Juan Sabia (Argentinos Juniors) e Emiliano Papa (Vélez Sarsfield);
Meiocampistas: Diego Villar (Godoy Cruz), Víctor Zapata (Vélez Sarsfield), Diego Valeri (Lanús) e Maxi Moralez (Vélez Sarsfield);
Atacantes: Juan Manuel Martínez (Vélez Sarsfield) e Denis Stracqualursi (Tigre).
Técnico: Ricardo Gareca (Vélez Sarsfield).

Quais são os seus 11 ideais?

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segunda-feira, 20 de junho de 2011 Balanço, Clausura | 23:16

Balanço: Números do Clausura

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Com este post inicio um breve balanço do Clausura, vide que a Copa América se avizinha. Abaixo, seguem alguns números – como gols, resultados, cartões, pênaltis, entre outros – do certame.

Gols

Média de gols do torneio foi de 2,48 por partidas (472 gols)

Bola rolando: 332
De cabeça: 89
Falta: 13
Pênalti: 27
Contra 11

Javier Cámpora (Huracán) 11 gols
Teófilo Gutiérrez (Racing) 11 gols
Denis Stracqualursi (Tigre) 10
Esteban Fuertes (Colón) 9
Mauro Obolo (Arsenal) 9

Fecha 4, com média de 3,3 gols por jogo
Fecha 12, média de 3,0.
Fecha 14, média 2,8.
Fecha 1, 8, 10 e 11, média de 2,6.

Resultados

Resultados que mais se repetiram…

1 x 0: 35 vezes.
2 x 0 e 2 x 1: 30 vezes, cada.
1 x 1: 24 vezes.
0 x 0: 17.

Vitórias das equipes da casa: 67
Vitórias dos visitantes: 65
Empates: 58

Equipes que mais venceram…

Vélez Sarsfield: 12 vitórias
Lanús: 10
Godoy Cruz: 10
Olimpo: 8
Argentinos Juniors: 7
Independiente: 7
Boca Juniors: 7
Banfield: 7
All Boys: 7
Racing: 7  

Equipes que mais perderam…
 
Huracán: 11 derrotas
Newell’s Old Boys: 11
Colón: 10
Racing: 10
Quilmes: 9
 
Equipes que mais empataram…

Argentinos Juniors: 9 empates
Gimnasia y Esgrima: 9
Independiente: 8
River Plate: 8
San Lorenzo: 8

Cartões

Média de cartões amarelos foi de 4,69 por partida (892 cartões amarelos)
Média de cartões vermelhos foi de 0,33 por partida (63 cartões vermelhos)

Carlos Soto (All Boys) 7 amarelos e 1 vermelho
Rodrigo Braña (Estudiantes) 7 amarelos e 1 vermelho
Pablo Garnier (Quilmes) 7 amarelos e 1 vermelho
Hugo Barrientos (All Boys) 7 amarelos e 1 vermelho
Leandro Somoza (Boca Juniors) 8 amarelos
Marcos Brítez Ojeda (Huracán) 8 amarelos
Fabián Rinaudo (Gimnasia y Esgrima de La Plata) 8 amarelos
Matías Cahais (Racing) 8 amarelos
Sebastián Prediger (Colón) 8 amarelos
Carlos Matheu (Independiente) 6 amarelos e 1 vermelho

All Boys: 7 expulsões
Argentinos Juniors: 5
Newell’s Old Boys: 5
Banfield: 4
Colón: 4
Huracán: 4
Quilmes: 4
Racing: 4

Árbitros

Árbitros que mais partidas apitaram:

Pablo Lunati 18
Sergio Pezzotta 18
Patricio Loustau 17
Gabriel Favale 16
Néstor Pittana 15

Árbitros que mais marcaram pênaltis:

Héctor Baldassi 5
Patrício Loustau 5
Diego Abal 3
Germán Delfino 3
Juan Pablo Pompei 3

Árbitros que mais expulsou:

Patrício Loustau 9
Saúl Laverni 6
Juan Pablo Pompei 6
Diego Abal 5
Germán Delfino 5
Pablo Lunati 5

Posições

Posições como local:

1o Vélez Sarsfield 80% de aproveitamento
2o Lanús 70% de aproveitamento
3º Independiente 53,33%
4º Arsenal 59,26%
5º Godoy Cruz 59,26%

Posições como visitante:

1º Olimpo 70,37%
2º Argentinos Juniors 66,67%
3º Godoy Cruz 60%
4º Vélez Sarsfield 55,56%
5º Estudiantes 55,56%

Levando em conta apenas o 1º tempo:

1º Arsenal 61,40%
2º Vélez Sarsfield 59,65%
3º Independiente 52,63%
4º Racing 50,88%
5º Banfield 49,12%

Levando em conta apenas o 2º tempo:

1º Vélez Sarsfield 63,16%
2º San Lorenzo 61,40%
3o Argentinos Juniors 56,14%
4o Olimpo 52,63%
5º Boca Juniors 52,63%

Pênaltis

Ao todo foram 31.

A favor

Huracán 4 (3 convertidos e 1 desperdiçado)
Vélez Sarsfield 4 (todos convertidos)
Estudiantes 3 (2 convertidos e 1 desperdiçados)
Olimpo 3 (todos convertidos)
Tigre 2 (todos convertidos)
All Boys (todos convertidos)
Gimnasia y Esgrima 2 (todos convertidos)
Godoy Cruz 2 (todos convertidos)
River Plate 2 (todos convertidos)

Contra

Huracán 4 (sofreu todos)
Vélez Sarsfield 3 (sofreu todos)
Newell’s Old Boys 3 (1 sofrido e 2 defendidos)
Independiente 3 (sofreu todos)
Gimnasia y Esgrima 3 (sofreu todos)

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domingo, 19 de junho de 2011 Clausura | 23:16

Fecha 19: Resumo

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As emoções do descenso e Copa Sul-Americana ficaram todas para esta última rodada e todas simultaneamente e, no fim, sobrou para o River Plate disputar a Promoción, Quilmes foi rebaixado diretamente e Huracán e Gimnasia y Esgrima disputarão uma partida desempate. Arsenal e Argentinos Juniors classificaram-se para o torneio continental. A 19ª rodada teve média de 2,4 gols por partida.

Pela primeira vez na história, River Plate jogará a Promoción.

Dos que disputavam a vaga pela Promoción, Huracán era o único que dependia apenas de si, mas a equipe foi goleado pelo Independiente, por 5 a 1, no Estádio Libertadores de América, e empatou com os Lobos nos promédios. Logo, disputarão uma partida desempate: um descer direto e o outro joga a Promoción. A partida também representou a despedida de Andrés Silvera, dos Rojos, com direito a gol e ovação.

Luto: Palermo despediu-se do futebol.

Por sua vez, Gimnasia y Esgrima vencia o Boca Juniors, por 2 a 0, com gols de Graf e Schelotto – que fazia a despedida -, mas deixou os Xeneizes empatarem em cima da hora, com direito a assistência de Martín Palermo, em seu último toque na bola como profissional. Mellizo, que é ídolo Boquense, converteu assim seu quinto gol contra a equipe. Com a vitória, o Boca terminou o Clausura com dez partidas sem vencer – quatro vitórias e seis empates.

De todas as partidas que evitar o descenso era o objetivo, Olimpo e Quilmes era a única que ambos tinham um motivo para dar o sangue. Três zonas em jogo: descenso direto, Promoción ou manutenção. Melhor para os Aurinegros que venceram o Quilmes, com gol de Martín Rolle. O resultado livrou os bahíenses e rebaixou os Cerveceros.

O medo fez-se realidade: River Plate disputará a Promoción. No Monumental de Núñez, os Millionários perderam para o Lanús, por 2 a 1, e para suas próprias limitações e pela primeira vez na história disputará a repescagem. Jogadores e comissão técnica deixaram o campo protegidos pela polícia, pois os torcedores atiraram objetos em campo.

O Tigre entrou em campo dependendo apenas de si, para se manter na elite, e nem mesmo o placar adverso foi motivo de grande preocupação, pois River Plate e Olimpo seguia agônicos em suas partidas. Enfim, o empate com o Argentinos Juniors foi o suficiente para se livrar do descenso, no entanto, já começará o Apertura em situação preocupante. Enquanto isso, o Bicho conquistou a vaga para Copa Sul-Americana.

Em Mendoza, Godoy Cruz igualou sua melhor campanha: a terceira colocação, assim como no Clausura passado, ao vencer o All Boys, por 1 a 0. Assim, o Tomba que já tinha a vaga na Copa Sul-Americana assegurada, deixou de fora o Albo que necessitava de uma goleada e combinações de resultados para entrar na competição, após ter se livrado do descenso na última rodada.

Na última rodada o Arsenal se livrou do descenso, nesta se classificou a Copa Sul-Americana, ao vencer, em Sarandí, o Estudiantes, por 1 a 0, com gol de Mauro Obolo. Enquanto, o Viaducto conseguiu cumprir seus objetivos, o Pincha terminou um torneio deprimente, no qual começou como um dos postulantes ao título e finalizou negativamente, na 13ª colocação.

Após passar quase todo torneio na lanterna e jogando um futebol horrendo, o Newell’s Old Boys finalizou o certame com uma vitória que o tirou da última posição. O 1 a 0 sobre o Colón, em Rosário, com gol de Mauricio Sperdutti, deixou o Huracán na lanterna, mas não apaga uma das piores campanhas da equipe nos últimos anos. Entretanto, a time não inicia a próxima temporada com perigo de descenso.

Em partida foi movimentada, mas com pouco objetivos em campo, San Lorenzo empata no último minuto com o Banfield e somou sete partidas sem vencer no torneio – cinco empates e duas derrotas. O resultado deixou ambos pelo meio da tabela.

 

Comemoração do campeão.

Vélez Sarsfield foi campeão na última rodada, mas comemorou junto a sua torcida nesta. Entrou e saiu de campo em meio aos festejos. O Racing até supôs atrapalhar, ao abri o placar com Hauche, mas, como um bom refém de sua irregularidade, não demorou a apresentar os erros bem aproveitados pelo campeão. Zapata e Augusto Fernández fizeram os gols da virada. A derrota deixou a Academia fora da Copa Sul-Americana.

Resultados da rodada:

Independiente 5 x 1 Huracán
Gimnasia y Esgrima 2 x 2 Boca Juniors
Quilmes 0 x 1 Olimpo
River Plate 1 x 2 Lanús
Argentinos Juniors 1 x 1 Tigre
Godoy Cruz 1 x 0 All Boys
Arsenal 1 x 0 Estudiantes
Newell’s Old Boys 1 x 0 Colón
Banfield 1 x 1 San Lorenzo
Vélez Sarsfield 2 x 1 Racing

Veja os gols da rodada:

Copa Sul-Americana: Independiente (campeão da última edição), Vélez Sarsfield, Estudiantes, Godoy Cruz, Lanús, Arsenal e Argentinos Juniors classificaram-se para o torneio continental.

Artilheiros: Javier Cámpora (Huracán) e Teo Gutiérrez, com 11 gols; Denis Stracqualursi (Tigre), com 10; Esteban Fuertes (Colón) e Mauro Obolo (Arsenal), com 9. 

Desempate: Huracán e Gimnasia y Esgrima disputarão o desempate na quarta-feira (22), às 14h30, no Estádio La Bombonera.

Promoción: River Plate e Belgrano disputarão a primeira partida da Promoción, na quarta-feira (22), no Estádio Gigante de Alberdi, em Córdoba, às 21h, e no domingo (26), a partida de volta, no Estádio Monumental de Nuñez, com horário à confirmar.

Enquanto que, no domingo (26), San Martín de San Juan disputará a primeira partida da Promoción, ante o vencedor de Huracán e Gimnasia y Esgrima, no Estádio Ingeniero Hilario Sánchez, em San Juan, com horário à confirmar. A segunda partida será disputada na quinta-feira (30), com local e horário à confirmar.

Ascenso: Ao vencer o Ferro, por 1 a 0, o Unión de Santa Fé voltou a Primera División, após oito anos, junto ao Atlético Rafaela, que consagrou-se campeão da B Nacional e já havia sido promovido.

Classificação final do Clausura
Tabela de descenso

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Clausura | 22:16

Classificação do Clausura

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AFA, Apertura, Clausura | 21:56

Tabela descenso

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Na Argentina, o formato de rebaixamento é bastante peculiar. Enquanto que no Brasil e na maior parte do mundo, os rebaixados são as equipes que terminam nas últimas colocações ao final de cada competição, na Primera División – que é dividido em dois torneios curtos: Apertura e Clausura – os rebaixados são eleitos a partir da soma das três últimas temporadas e divididos pelo número de jogos de cada equipe.

As duas equipes com pior média – 19º e 20º colocado na tabela de Promédio – são automaticamente rebaixados, ao final do Clausura. Já os 17º e 18º colocados em tal tabela, disputam a Promoción com o terceiro e quarto colocados, respectivamente, da Primera B Nacional (segunda divisão), com vantagem de jogar por dos resultados iguais. Quanto as equipes recém-promovidas, o número de pontos é dividido pelo número de partidas na atual temporada.

Tabela de descenso, ao final do Clausura.

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