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Arquivo de março, 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011 Clausura | 21:56

Clausura, 8ª Fecha

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Nesta oitava rodada, que se inicia amanhã, sugiro três partidas, que por coincidência, ou não, serão as transmitidas pelo canal Esporte Interativo. Porém, por este link há possibilidade de assistir todos.

Na abertura da rodada, Gimnasia y Esgrima e Independiente, ambas em situação de risco, lutam para conseguir pontos na tabela de Promédio. O Lobo encontra-se na zona de descenso direto, não terá o ídolo Guillermo Barros Schelotto, já o Rojo não terá o arqueiro titular, Hilário Navarro, por lesão em seu lugar Fabián Assmann, também voltará Carlos Matheu e Maxi Valázquez.

 Já no sábado, Vélez Sarsfield vai à Bahía Blanca enfrentar a “sensação” Olimpo. Os bahíenses almejam a liderança de e contarão com o retorno do artilheiro Ezequiel Maggiolo, enquanto o Fortín possui um bom plantel e quer perder os lideres de vista, apesar de alternar boas e más partidas.

No fechamento da rodada, domingo, Boca Juniors recebe o Estudiantes, na Bombonera, após uma semana tranquila. Após 19 rodadas, os Xeneizes repetirão uma escalação, já o Pincha, que é o atual líder, vai à campo motivado pela classificação a segunda fase da Copa Libertadores.

Sexta-feira (01)
19h10 Gimnasia y Esgrima x Independiente (Esporte Interativo)
21h15 Banfield x Argentinos Jrs.

Sábado (02)
14h All Boys x Lanús
16h10 Olimpo x Vélez Sarsfield (Esporte Interativo / Canchallena)
18h20 Newell’s Old Boys x Arsenal
20h20 Racing x Tigre (Canchallena)

Domingo (03)
14h Godoy Cruz x Huracán
16h Quilmes x River Plate
16h San Lorenzo x Colón
18h15 Boca Juniors x Estudiantes (Esporte Interativo)

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quarta-feira, 30 de março de 2011 Seleção | 02:01

Cadê o Barcelona?

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“Argentina joga no 4-3 pausa e depois outro -3”. Tudo bem que a ideia era provocar, mas o treinador argentino da Costa Rica, Ricardo La Volpe, traduziu bem o que foi a Albiceleste neste jogo, que começou frustrante pela ausência de Lionel Messi e terminou da mesma forma pelo que foi a partida. Contudo, o zero a zero foi o retrato mais justo de um fraco encontro, apesar das chances criadas.

Torcedores costarriquenhos decepcionados, contemplavam o infinito.

Para começar, as câmeras dos canais argentos dividiam as atenções entre Messi e a partida, quiçá, porque a alma do time não se encontrava dentro dele. Embora, tenha sido uma opção do treinador justificada por uma suposta lesão mal explicada. Mas vamos a partida…

Se espelhar no Barcelona é uma opção válida, tentar sê-lo, não. Esta idéia parte do pressuposto de que um das peças principais da equipe Blaugrana estará em campo, logo o sistema se molda a ele, mas quando a peça não encontra-se em campo, o que fazer com o sistema? Batista não fez nada.

Organizado no usual 4-3-3, com a figura do falso 9 executada por Pastore, que não esteve bem na partida, e sem um meia que conseguisse fazer a função de homem de ligação. Então, as duas linhas de três jogaram muito distantes um da outra. Diante disso, o que restava era explorar a individualidade e, assim, as oportunidades surgiram. Todas desperdiçadas. E da mesma forma, porém com menos intensidade, os argentinos sofreram contragolpes e, consequentemente, sustos. O que não é de se estranhar.

Com a entrada de Mario Bolatti no lugar de Mascherano e Belluschi na vaga de Banega, no segundo tempo, a equipe ganhou mais toque de bola e menos combatividade. No entanto, foi menos exigida pela equipe caribenha.

O lado esquerdo da defesa de los Ticos estava muita exposta e constantemente era explorada pela Celeste y Blanco, porém mal explorada. Afinal, a jogada sempre terminava em chutaços de média e longa distancia daquele setor. Sem linhas de passe. Angeleri e Sosa levaram perigo a partir dali.

A partida estava fadada ao zero. Resultado este que ocorre pela segunda vez na história dos confrontos, e expõem as deficiências da equipe de forma mais contundente. Em suma: a versão fake do Barcelona decepcionou. Talvez seja o momento da Seleção ter uma versão da Argentina.

Segundo a Federação Costarriquenha de Futebol, no contrato do amistoso firmado pelas duas Federações, constava que ao menos cinco atletas argentinos de renome estivessem presentes – salvo lesão -, eram eles: Higuaín, Tévez, Agüero, Mascherano e Messi. Carlitos e Kun foram vetados na convocação; Higuaín se recupera de uma cirurgia; Messi… diversas versões foram levantadas, mas Batista – após confirmá-lo – voltou atrás por causa de uma suposta lesão de última hora, na qual Julio Grondona, pelo jeito soube primeiro do que ele, pois foi o primeiro a anunciar a ausência do atleta; então, apenas Masch atuou, ainda assim, um tempo.

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terça-feira, 29 de março de 2011 Curiosidade, Seleção | 10:06

Números e curiosidades de Argentina x Costa Rica

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Após ser confirmado, Messi tornou-se dúvida.

Invicta no confronto, Argentina visita Costa Rica, no Estádio Nacional de San José, às 23h (de Brasília), com transmissão ao vivo do Sportv 2 e ESPN Brasil. Ou por este link. A partida faz parte das comemorações de inauguração do “novo” Estádio, no país caribenho. 

O esquema 4-3-3 deverá permanecer, mas Sergio Batista já confirmou que haverá mudanças e dos atletas que atuaram no último sábado, ante Estados Unidos, apenas quatro ou cinco atletas terão presença garantida na partida. A provável equipe será: Andújar, Angeleri, Garay, Otamendi e Rojo; Banega (Belluschi), Mascherano e Biglia; Pastore, Messi (Di María ou José Sosa) e Gaitán. Caso se confirme a escalação, Angeleri, Otamendi, Garay, Belluschi e Gaitán farão suas estreias na Era Batista. 

Após ser confirmado, Messi foi colocado em dúvida para a partida, diversos motivos foram levantados, nenhum confirmado.

Como já foi citado, a Albiceleste está invicta no confronto entre ambas seleções, com seis vitórias e um empate. Marcou 15 gols e sofreu cinco. Carlitos Tévez e Omar Sívori foram os jogadores que mais vezes balançaram as redes da seleção costarriquenha, com três gols cada. 

Este será o “terceiro” encontro disputado no Estádio Nacional de San José. Na verdade, o “antigo” Estádio foi demolido em 2008 e no lugar foi construído outro, pelo governo chinês, como presente político. E foi inaugurado no último sábado, ante a China. 

Primeira partida 

Foi na segunda rodada do Torneio Panamericano México ’56 – em 06 de março -, a Celeste y Blanco venceu por 4 a 3, no Estádio Olímpico Universitário. Os gols argentos foram de Humberto Maschio e Omar Sívori (3). 

Última partida 

Com atuação apenas de futebolistas que atuam no futebol local, Argentina derrotou os costarriquenhos, por 3 a 2, em um amistoso no Estádio Monumental de Núñez, em 26 de janeiro de 2010. José Sosa, Guillermo Burdisso e Franco Jara marcaram os gols argento; Barrantes e Madrigal marcaram para Los Ticos. Este foi o único embate na Argentina. 

Maior vitória 

Foi em 21 de agosto de 2004, pelas quartas de finais dos Jogos Olímpicos de Atenas. A Argentina goleou a Costa Rica, por 4 a 0, com direito a triplete de Tévez e um de Cesar Delgado. Posteriormente, a Seleção foi campeã do torneio.

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segunda-feira, 28 de março de 2011 Clausura | 14:57

Fecha 7: Resumo

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Apesar de ofuscada pelo amistoso da Argentina, a sétima rodada do Clausura teve suas curiosidades: Caruso Lombardi, técnico do Quilmes, apresentou a renuncia no sábado e no domingo voltou atrás; o candidato ao título, Racing foi goleado; Caruso, atacante do River, quebrou uma sequência de 448 dias sem marcar; enquanto Palermo segue a sete partidas sem marcar; e a rodada teve média de 2,4 gols por partida.

Fraca técnica e taticamente, o placar de zero a zero foi o mais fiel retrato da partida. O Argentinos Juniors, apesar de está conseguindo bons resultados na Libertadores e alguns poucos no Clausura, não tem demonstrado um bom futebol, entretanto, pior é a situação do potencial rebaixado Quilmes, que conseguiu seu segundo ponto, em empates consecutivos. Vale observar que as duas equipes, contra as quais os Cerveceros arrancou pontos disputam o torneio continental. E após apresentar a renúncia no sábado, Caruso Lombardi, técnico do Quilmes, voltou atrás e seguirá no cargo. (Confira a tabela de descenso)

Battaglia comemora seu primeiro gol, na vitória do Globo sobre o GELP.

Poucos acreditavam que o Estudiantes sairia com um resultado que não fosse a vitória, contra o All Boys, e assim se confirmou. Porém ela foi construída com dois gols contra – Cambiasso (o irmão do Esteban) e Vella. Leandro González marcou o terceiro: 3 a 0. E esta já é a quarta derrota consecutiva do Albo, que se encontra na zona de descenso direto. Enquanto o Pincha é o líder.

Huracán e Gimnasia y Esgrima. Esta, na minha concepção, era a partida mais importante da rodada, por tudo o que representava para as duas equipes. Porém o Lobo não mostrou em campo o que se esperava de uma equipe num confronto direto contra o descenso e o Globo venceu com certa tranquilidade, não pelo placar de 2 a 0, mas pelo próprio ritmo da partida. Javier Cámpora se juntou ao hall de artilheiros do torneio, com cinco gols.

O surpreendente Olimpo foi surpreendido, em Bahía Blanca, pelo postulante ao título San Lorenzo, que agora soma três vitórias consecutivas. O placar de 1 a 0 representou bem o que foi uma partida, de muita combatividade e poucas chances claras de parte a parte. Com o resultado, o Ciclón cola nos lideres, e ainda tem um jogo a menos. Já os bahíenses vivem a arriscada dualidade de brigar pelo título e contra o rebaixamento, pois é o último antes da zona de descenso.

Caruso volta a marcar após 448 dias.

Um presente indigesto ao aniversariante Racing, que após terminar a primeira etapa vencendo, sofreu um goleada, por 4 a 1, do Lanús. Porém o resultado não foi o reflexo fiel do que foi a partida, embora a Academia não tenha mostrado um bom futebol. Agora, a equipe de Avellaneda soma duas derrotas seguidas. Vale observar que, o Granate é uma daquelas equipes que possui um bom plantel, mas não engrena, no entanto, apronta. Assim como fez nesta rodada.

Apesar de ter entrado em campo temeroso pelos maus resultados que vinha tendo em casa, River Plate e, principalmente, Leandro Caruso, que fez um doblete, se impôs diante do fraco Newell’s Old Boys e venceu por 2 a 1. A vitória dá uma alivio momentâneo aos Millionários na tabela de Promédio. Enquanto que os gols trazem um alívio especial a Caruso, que não marcava há 448 dias, ou seja, pouco mais de um ano. Já a Lepra não corre risco de rebaixamento, mas sim de ser um das piores equipes deste Clausura. 

Após estar vencendo por 2 a 0, Godoy Cruz – que jogou com a equipe mista – cedeu o empate ao Tigre, que marcou dois gols com Denis Stracqualursi. Com o resultado, a equipe de Victoria empatou com o River na tabela de Promédio. Enquanto que o Independiente empatou com o Banfield, em 1 a 1, numa partida bem equilibrada. 

Riquelme comemora o gol da vitória xeneize.

Já o Boca Juniors conseguiu uma importante vitória ante o Colón, em Santa Fé. A equipe xeneize modificou-se técnica e taticamente: 3-5-1-1, por vezes se tornou 5-3-1-1, mais por medo de perder do que por vontade de ganhar. E com gol de Riquelme, quebrou uma sequência de três partidas seguidas sem vitórias. Entretanto, Palermo chegou a segunda marca negativa: sete jogos sem marca, ou 682 minutos, em jogos oficiais. A pior marca é de 748 minutos.

No fechamento da rodada, Vélez Sarsfield derrotou o Arsenal, com propriedade e sem manteve perto dos lideres do torneio. O Fortín lembrou aquela equipe organizada do último Apertura e não deu chances ao Viaducto, que pouco produziu e mostrou-se presa fácil.

Resultados:  

(9º) Argentinos Jrs, 0 x 0 Quilmes (20º)
(1º) Estudiantes 3 x 0 All Boys (19º)
(11º) Huracán 2 x 0 Gimnasia y Esgrima (15º)
(3º) Olimpo 0 x 1 San Lorenzo (2º)
(10º) Lanús 4 x 1 Racing (5º)
(4º) River Plate 2 x 1 Newell’s Old Boys (18º)
(14º) Tigre 2 x 2 Godoy Cruz (8º)
(16º) Independiente 1 x 1 Banfield (6º)
(12º) Colón 0 x 1 Boca Juniors (17º)
(7º) Vélez Sarsfield 3 x 0 Arsenal (13º)

Veja os gols da rodada:

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sábado, 26 de março de 2011 Seleção | 22:59

Um empate amargo, porém positivo

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Messi foi bastante ativo na partida.

O resultado para alguns foi mentiroso para outros apenas impensado, enfim, Argentina ficou no empate em 1 a 1, ante Estados Unidos, em Meadowlands Stadium. Algumas deficiências ficaram expostas, assim como as virtudes ofensivas. O que apresentou na primeira etapa, faltou na segunda. E no retrospecto, pouco foi alterado. (Veja os gols)

Talvez os Estados Unidos não tenha oferecido a resistência desejada, mas a Argentina não pareceu ver adversário à frente. Seja no ataque ou na defesa, ao menos na primeira etapa. Dos três volantes, Banega foi soberano em sua função, Cambiasso fez o que lhe coube – combater, passar e aparecer no ataque -, enquanto Masch não precisou ser o Jefecito. Entretanto, a variação ofensiva não foi explorada ao máximo, embora tenha forçado jogadas de passes curtos e geniais, por assim dizer. Antes do gol, ao menos três jogadas mereceu aplausos: tabelinha de Messi e Lavezzi, na entrada da área, chute de Di María e tentativa de cobertura de Messi.

Mas, foi aos 41, numa insistência de Messi, que chegou a linha de fundo e cruzou para Angelito que concluiu em cima de Horward, Cambiasso pegou o rebote para abrir o marcador. 1 a 0, era digno, porém pouco pelo que apresentou a Albiceleste na primeira etapa.

Na segunda etapa, Argentina começou melhor, porém relaxada. E com o tempo, os Estados Unidos foi se organizando, até aos 13 minutos numa cobrança de falta Bocanegra ganhar no cabeceio de Burdisso e Milito, Andújar deu rebote e Agudelo empatou.

A partir daí, os passes continuaram e as chances foram criadas, mas Albiceleste não conseguiu ser a mesma da primeira etapa e assim o resultado permaneceu até o final. Amargo, porém justo por falta de Argentina na segunda etapa.  

Conclusões. A Celeste y Blanco necessita de um centroavante oportunista, ou melhor um 9 – como Tévez, Higuaín, Milito ou o já esquecido Lisandro López – e um arqueiro que der confiança ao sistema defensivo.

Do meio para frente a Seleção é fora de série, a trinca ofensiva – Di María-Messi-Lavezzi – pode mostrar muito mais do que fez hoje. Mas, ainda assim, merece elogios ao que foi feito. Cambiasso, ainda é o cara para fazer o papel de elemento surpresa. Mas a defesa precisa de alguns reajustes. Não necessariamente mudanças de nomes, mas de postura e posicionamento.

Curiosidade. Este foi o primeiro empate em 1 a 1, entre as Seleções. Agora, o retrospecto fica: seis vitórias da Argentina, dois empates e duas derrotas.

Este foi o primeiro empate da Era Batista, até então foram cinco vitórias – Irlanda, Espanha, Brasil, Portugal e Venezuela – e uma derrota – Japão.

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Curiosidade, Seleção | 07:00

Números e curiosidades de Argentina x Estados Unidos

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Neste sábado, Argentina e Estados Unidos jogam um amistoso no Meadowlands Stadium – estádio das equipes de futebol americano New York Giants e New York Jets -, em New Jersey, às 20h (de Brasília). Com transmissão ao vivo do Sportv 2, ou na internet.

(Reprodução)

A provável formação que o selecionador Sergio Batista levará a campo é Andújar; Zanetti, Burdisso, Gabi Milito e Rojo; Banega, Mascherano, Cambiasso; Di María, Messi e Lavezzi, com o usual 4-3-3. Laterais apoiando; Masch dando o primeiro combate, Cambiasso como elemento surpresa; Lio centralizado, enquanto os wingers – Di María e Lavezzi – ora exploram os flancos ora fazem o tradicional facão.

No histórico… Esta será a décima partida entre as duas Seleções. Apesar dos poucos jogos, a Albiceleste leva uma larga vantagem, com seis vitórias, um empate e duas derrotas. Marcou 29 gols e sofreu oito. O maior artilheiro do confronto: Domingo Tarasconi, com quatro gols. Tarasca, como também era conhecido, deu o nome ao tango Tarasca Sólo (de Osvaldo Fresedo), além de ser mencionado no tango Patadura (de José López Ares e Enrique Carrera Sotelo, aqui na voz de Carlos Gardel). Só para relaxar.

As Seleções nunca se enfrentaram em terras portenhas. E apesar da grande quantidade de gols marcados – média de 4,1 por jogo -, o resultados que mais vezes se repetiu foi: 1 a 0. Duas vezes para Celeste y Blanco e uma para os Nats.

Primeira partida (e maior vitória)

Curiosamente, o primeiro confronto entre Argentina e Estados Unidos foi também o de maior número de gols. Foi na última partida da primeira fase dos Jogos Olímpicos de Amsterdã 1928, e a Albiceleste goleou os norteamericanos, por 11 a 2, no Estádio Olímpicos de Amsterdã. Domingo Tarasconi (4), Roberto Cherro (3), Manuel Ferreira (2), Raimundo Orsi (2) marcaram para os sulamericanos; Kuntner e Carral descontaram.

Última partida

Em 2008, em um amistoso no antigo Giants Stadium, hoje Meadowlands. A partida terminou empatada em zero a zero. Entretanto, alguns atletas que alinharam neste embate estarão presentes na partida de logo mais. Nico Burdisso, Mascherano, Messi, Banega e José Sosa pela Argentina. Bob Bradley, Howard, Bocanegra, Onyewu, Michael Bradley, Dempsey, Donovan, Spector e Edu – estes últimos não atuaram – do lado Yanks.

Confronto em Copa do Mundo

Pode-se dizer, que o embate de maior importância entre Argentina e Estados Unidos foi apenas a segunda entre ambos. Na semifinal da Copa do Mundo Uruguai 1930 e a Albiceleste goleou os Stars & Stripes, por 6 a 1, no Estádio Centenário, de Montevidéu. Carlos Peucelle (2), Guillermo Stábile (2), Luis Monti e Alejandro Scopelli marcaram para os sulamericanos; Jim Brown fez o de honra.

Enfim, quer saber sobre os White & Blues, New York Giants, Jets ou da história Giants Stadium ou Meadowlands Stadium? Pergunte ao companheiro Paulo Antunes, aqui.

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sexta-feira, 25 de março de 2011 Curiosidade, Imagem, Racing | 14:16

iFeliz cumpleaños, Acadé!

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Em homenagem aos 108 anos do Racing Club, disponibilizo dois vídeos que representam a magia do futebol e deste clube, que é um dos mais tradicionais do futebol argentino. Espero que gostem. 

Neste vídeo, o pai, torcedor do Racing, leva o filho Salvi pela primeira vez ao estádio de futebol. E ao subir a escadaria do Estádio Juan Domingo Perón, mais conhecido como Cilindro de Avellaneda, eis que o pequeno Salvi teve uma surpresa… 

O resultado da partida não poderia ter sido melhor para a Academia, que venceu o Rosario Central, por 3 a 0, pelo Clausura 2010.    

Enquanto que, neste mostra a tradicional chuva de papel promovido pelos hinchas.

Confira algumas das campanhas de sócios da equipe de Avellaneda. Vale a pena conferi-las.

Spot 1 / Spot 2  

O vídeo do Salvi foi sugestão do amigo Francisco De Laurentiis.

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Clausura | 07:00

Clausura, 7ª Fecha

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Com diversos horários alterados, a sétima rodada do Clausura se inicia hoje. Algumas mudanças foram em virtudes da transmissão, outros por questões de segurança e, principalmente, pelo amistoso da seleção argentina, ante Estados Unidos, que será realizado no sábado, às 20h.

Na minha concepção, o destaque da rodada é o embate entre os ameaçados Huracán e Gimnasia y Esgrima. O primeiro na zona de Promoción, enquanto o segundo encontra-se na zona de descenso direto. Além do técnico Ángel Cappa, atualmente no GELP, que reencontrar a equipe na qual passou o seu melhor momento como treinador.

Por sua vez, a sensação do Clausura, Olimpo, encara o San Lorenzo para ampliar vantagem na ponta da tabela. Mas se não tomar cuidado pode ver o rival tomar seu lugar na liderança, mas para que isso ocorra o Ciclón dependerá de outros resultados, além da sua vitória. Vale lembrar que por causa dos incidentes na última rodada a equipe possui um jogo a menos.

Em La Boca o clima está cada vez mais tenso. Seja na questão política ou na futebolística, no entanto, os xeneizes vão à Santa Fé para tentar acalmar os ânimos. Mas para isso terá de vencer o Colón e, principalmente, convencer.

Após dois resultados negativos no Monumental – uma derrota e um empate -, River Plate recebe o Newell’s Old Boys precisando vencer para ganhar pontos na tabela de Promédio. A equipe de Núñez é a última antes da zona de descenso. Enquanto a Lepra, em má fase, é o penúltimo da classificação.

Sexta-feira (25)
19h10 Argentinos Jrs. X Quilmes
21h15 Estudiantes x All Boys (Canchallena)

Sábado (26)
14 Huracán x Gimnasia y Esgrima
16h Olimpo x San Lorenzo
18h Lanús x Racing
18h River Plate x Newell’s Old Boys (Esporte Interativo)

Domingo (27)
14h Tigre x Godoy Cruz
16h Independiente x Banfield
18h15 Vélez Sarsfield x Arsenal
18h15 Colón x Boca Jrs. (Esporte Interativo)

Outra opção para assistir.

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quinta-feira, 24 de março de 2011 Quilmes | 07:00

Cerveza, futebol e política…

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José Luis Meiszner e Aníbal Fernández pularam fora do barco, ao menos, por ora.

O centenário Quilmes é uma equipe singela. Tem o nome ligado a cervejaria mais famosa do país, muitos personagens políticos em seu comando, mais temporadas na B Nacional do que na Primera División e uma saudade imensa de voltar para lá. Ao menos é o que o clube demonstra.

É uma das equipes mais tradicionais do futebol argentino, ainda que não tenha conseguido grandes feitos para a manutenção desta máxima. Apesar de pequena, sua torcida é apaixonada. E seus maiores mandatários têm uma ligação estreita com a política e talvez por isso saiba muito bem como agir quando a situação não está boa.

Afinal, os Cerveceros é dono da pior campanha na Primera División e estão à deriva, desde que o presidente José Luis Meiszner, que também é secretário executivo da presidência da AFA, e o primeiro vicepresidente Aníbal Fernández, também chefe de Gabinete do Governo nacional, se licenciaram do clube e o deixaram na mão do segundo vice Juan Carlos Coloma. No comando técnico, Leonardo Madelón deixou o cargo, após quatro derrotas em quatro jogos, e Ricardo Caruso Lombardi assumiu como se fosse sua grande chance.

Ricardo Caruso Lombardi assumiu o árduo compromisso, como se fosse a grande chance de sua carreira.

No Apertura, a equipe terminou em último antes da zona de descenso. Já no Clausura, soma cinco derrotas e um empate, em seis rodadas. É a única equipe que ainda não venceu e na tabela de Promédio é o último. Fadado a terminar na zona de descenso direto, o Quilmes não mostra resistência ou qualquer esboço de reação.

Porém, algumas mudanças, teoricamente, positivas podem ser observadas desde a recém chega de Lombardi. Vejamos, a equipe atuou as duas partidas no 4-4-2, com o goleiro Emanuel Trípodi no lugar de Hernán Galíndez, o meia Miguel Caneo assumiu a responsabilidade da criação, antes à mercê. E Juan José Morales é o atacante de referência. Em duas partidas a equipe marcou dois gols. Já com Madelón no comando a equipe variava sem grandes perspectivas entre o 3-6-1 e o 4-4-2, sem atacantes titulares, e marcou apenas dois gols marcados. Ou seja, qualquer sintoma de melhoria é digno de comemoração.

Deixado à esmo por seus mandatários e apresentando um futebol digno das divisões de acesso, acreditar na manutenção do time na primeira divisão beira a utopia. Embora os apaixonados hinchas estejam acostumados a B Nacional mereciam mais do que isso. Politicagem à parte, o rumo já foi traçado, permanecer é questão de desviar o caminho.

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quarta-feira, 23 de março de 2011 AFA, Reflexão | 09:59

Um ato histórico e outro patético…

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Imbróglio após o lance polêmico.

Um ato histórico ocorreu ontem no futebol argentino. O tribunal de disciplina da AFA anulou o segundo cartão amarelo, e consequentemente, o vermelho do jogador Martín Galmarini, do Tigre, por uma infração que, de fato, não existiu. E, com isso, levantou uma questão: seria uma nova tendência ou um ato isolado?

O lance ocorreu segunda-feira (21), na partida entre Gimnasia y Esgrima e Tigre. A partida estava empatada em 1 a 1, e, por volta dos 12 minutos do segundo, Galmarini disputou um lance com Agüero, que terminou em gol. Porém o árbitro Germán Delfino viu um suporto toque de mão do meia do Tigre e como ele já tinha cartão amarelo, foi expulso. E o gol anulado. (Veja o lance aqui)

Então o clube, junto aos Futebolistas Argentinos Agremiados (FAA), entrou com uma representação e uma comissão reviu o lance. E, por sua vez, o tribunal de disciplina tomou tal decisão. Justa, diria. Entretanto, na pratica pouco (ou nada) mudou, pois o primeiro cartão amarelo que Galmarini recebeu já foi o suficiente para somar o quinto no torneio, logo não poderá jogar na próxima rodada. O gol permaneceu anulado e a equipe de Victoria, perdeu por 2 a 1. Outra decisão, pode-se dizer, sensata foi a de suspender cinco assistentes por maus desempenho.

Enfim, o tempo responderá a dúvida que ficou. E se depender das frágeis atuações arbitrais não tardará. Mas confesso a descrença em qualquer mudança brusca que envolva a AFA. E uma coisa é certa, nada mais será igual no futebol argentino, ao menos na memória.

Grondona. (sem mais palavras)

Posteriormente… A entidade oficializou a alteração no formato classificatório para as Copas Libertadores da América e Sul-Americana, ambas de 2012. E o que já era complicado tornou-se complexo. Segue abaixo o que consegui entender…

A partir de 2012, classificará para Copa Libertadores da América, os campeões do Clausura e Apertura, ambos 2011, mais os dois primeiros da tabela geral de 2011, tirando os campeões. Além da melhor equipe classificada na atual edição da Libertadores. Assim completam as cinco vagas.

Enquanto que, para Copa Sul-Americana se classificarão os quatro melhores da tabela geral 2011, que não estejam classificados à Libertadores. As outras duas vagas serão preenchidas pela equipes que, porventura, forem eliminadas na repescagem da Libertadores ’12, caso não ocorra, será preenchida pelos quinto e sexto colocados na tabela geral. Ou seja, um prêmio de consolação.

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  1. Primeira
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