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Arquivo de fevereiro, 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 Curiosidade, Imagem | 20:42

A imagem do dia: El Discurso del Rey

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Inspirado na arte do filme O Discurso do Rei – maior vencedor do Oscar 2011 – e no imbróglio entre Julio César Falcioni e Juan Román Riquelme por causa da ausência do atleta no empate insosso do Boca Juniors, ante All Boys. O site argentino Canchallena criou esta montagem abaixo.

Arte inspirada no filme Discurso do Rei, o maior vencedor da noite de ontem, com quatro prêmios.

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Jovens talentos | 15:00

Neira, um jogador de outrora

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Juan Neira com a roupa de treino do Gimnasia.

“Um jogador das antigas”, como costuma-se dizer por ai (ou aqui). Assim é jovem Juan Angel Neira, o camisa 10 do Gimnasia y Esgrima de La Plata, que clube passa por um momento bastante delicado. E apesar de ter recorrido a transcendência de Guillermo Barros Schelotto para escapar do rebaixamento é o jovem atacante que tem sido fundamental para a equipe no atual torneio.

Mas sua carreira no clube platense começou aos 15 anos, que ele foi descoberto no esquecido Alumni e levado às categorias de base do Gimnasia. Dois anos mais tarde, em 2007, tornara-se artilheiro da Sexta División, com 24 gols, e o time foi vicecampeão da categoria. Logo suas boas apresentações lhe renderam a estréia na equipe principal do Lobo, sob o comando do técnico Pedro Troglio, ainda, aos 17. Nas temporadas subsequentes, o jovem teve outras oportunidades, mas foi no último Apertura que conquistou de vez seu lugar no time.

Juan Neira com a camisa da Albiceleste.

E desde essa época, o jovem vem sendo convocado pela Seleção Sub 20. Mas seu melhor momento com a Argentina Sub 20 foi no Sulamericano da categoria disputado na Venezuela, em 2009. Quando atuou em três partidas como titular marcando gols e sendo eleito pela imprensa argenta como a figura daquele time, comandado por Sergio Batista, atual selecionador nacional.

Neira atua como (segundo) atacante e possui como características boa mobilidade, habilidade e velocidade para jogar tanto pelo meio quanto pelos flancos. Bom cobrador de faltas. Além do feeling de artilheiro. Diferenciado, o jogador sabe ler a jogada como poucos, ou como os jogadores de outrora.

A situação do clube é delicada, assim como era na época de sua estreou, mas ele não se intimidara. E atualmente, aos 24 anos, o sucesso da equipe passa por seus pés. E seu belo futebol.

Veja os gols da vitória do GELP ante Colón. Os dois primeiros são de Neira:

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domingo, 27 de fevereiro de 2011 Clausura, Independiente, River Plate | 23:20

Vitória tardia e justa!

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Com gol de Mariano Pavone a dois minutos do fim, River Plate derrota Independiente, por 1 a 0, no estádio Libertadores de América, e torna-se líder do Clausura – junto ao Olimpo. Na tabela de Promédio fica a um ponto do rival.

Pavone salva o River a dois minutos do fim. Olha a cara dos hinchas do Rojo.

Em geral, foi uma partida fraca. Tanto de futebol quanto de arbitragem, que anulou um gol legítimo de Ferrari, para os Millionários, alegando impedimento. Mas o que esperar de um embate entre equipe que em outros tempos duelavam por títulos e hoje brigam contra o rebaixamento? Afinal, os tempos são outros.

Mas a vitória, que chegou tardiamente, foi justa. River Plate foi a equipe que mais tentou jogar, apesar de ter esbarrado em suas limitações, tinha o valente e solitário Pavone. O técnico J.J. López armou a equipe no 4-5-1, na segunda etapa, sacou Lamela para entrada de Bordagaray, deixando o apagado Lanzini mais tempo em campo. Quando o tirou, colocou em seu lugar o outrora criativo Buonanotte. Com isso, quem mais sofreu foi a partida, mas, ainda assim, a equipe conseguiu marcar.

Enquanto que, do outro lado, havia um Rojo que, embora, ciente da necessidade ofensiva não ousou apostar. Iniciou e terminou o jogo no 4-5-1. Pagou pelo pecado de não querer mais do que era capaz. Então, recebeu menos do que queria.

Ou seja, um gol foi o suficiente para dar ao River Plate a liderança compartilhada e a distância da zona de descenso. Mais uma final vencida.

Veja o gol da partida:

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All Boys, Boca Juniors, Clausura | 00:06

Quando a ausência se fez presente…

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Na partida que a figura principal foi a ausência, Boca Juniors e All Boys empatam em zero a zero, na Bombonera lotada. E os Boquenses seguem devendo em casa – uma goleada contra e um empate insosso -, neste Clausura.

Cartaz: Devolvam-me Román (Riquelme)!! Força gênio!! Boca é tua casa.

É complicado para uma equipe ser tão dependente de um jogador. Mas assim é o Boca Juniors de Riquelme. Isso, mesmo. Quase um sobrenome. O que sobrou de luta e esforço faltou de idéias e criatividade. Nem mesmo Ariel Ortega e Martín Palermo, dois ídolos, fizeram-se presentes.

O All Boys  teve as primeiras ações na partida. E apenas na segunda metade da primeira etapa a equipe da casa resolveu aparecer e deu trabalho ao irmão de Esteban, o goleiro Nicolás Cambiasso. Entretanto, não teve volume de jogo. Aos 41, em meio a uma confusão na área do Albo, Vella tirou uma bola em cima da linha e na sequência o arqueiro fez seu papel. Quatro minutos depois, num lance discutível Colazo marcou o gol, que foi anulado. Pois o árbitro marcou falta no arqueiro.

Bandeira: Román: obrigado por tanto e perdão por tão pouco.

Na etapa complementar, Nicolás Colazo mostrou-se muito ativo. Mas a equipe continuava não criando. E não jogando. A equipe de Floresta jogava à base dos contragolpes, mas os Xeneizes não era ofensivo, não dava espaços, apostava em ligações diretas e a partida ficou travada. O 4-4-2 que Julio César Falcioni tanto prezara não funcionava.

O All Boys entrou em campo no 4-5-1, porém no segundo tempo, Ortega saiu para entrada de Perea e Fabbiani entrou no lugar de Grazzini. Com estas substituições José Santos Romero desorganizou taticamente sua equipe, que havia entrado em campo com um atacante e colocou o segundo em detrimento de um meia. Ou seja, não criava. Apostava em surpreender Javi García, que pouco trabalho (ou nenhum) teve.

Do outro lado, em lances esporádicos e sem brilho o Boca forçava, dava trabalho a Cambiasso. Aos 39 minutos, Juan Pablo Rodríguez foi expulso. Mas a partida já estava fadada ao triste zero a zero.

Ao final, ecoava nas tribunas da Bombonera o nome de Riquelme. Não apenas os torcedores sentiram sua falta, mas a própria equipe. Logo, ficou clara a ausência de um ídolo, de Juan Román Riquelme, da criatividade e do futebol. Fica para a próxima, então.

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sábado, 26 de fevereiro de 2011 Imagem, Seleção | 07:00

Nova camisa da Argentina

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Acabou a surpresa. É extra oficial, mas o novo uniforme da Argentina foi revelado pelo blog Todo Sobre Camisetas, apesar de que o patrocinador Adidas preferia que fosse de outra forma. Diga-se, pouca coisa mudou no uniforme titular, o mesmo não pode-se dizer do reserva. Mas ainda assim ambas são belas. Acesse aqui o site de promoção da nova vestimenta da seleção argentina. Ambas camisas podem ser encontradas à venda no site espanhol Corner Football, por 64,90 euros (R$ 148,30) cada.

A camisa – que foi confeccionada para a disputa da Copa América 2011, em casa – estreará no dia 16 de março no confronto ante Venezuela. Como não se trata de data Fifa, o selecionado contará com jogadores locais. O que você achou do novo uniforme Albiceleste?

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 Clausura | 10:00

Clausura, 3ª Fecha

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A partir de hoje, se inicia a 3ª rodada do Clausura, que terá algumas partidas bem atrativas, por fatores que vão de história, nomes ou rivalidade. E apesar de embates entre equipes grandes, não consta nenhum clássico, vale lembrar.

Nesta semana, Huracán demitiu o técnico Miguel Angel Brindisi e já contratou Tito Pompei para seu lugar, será que agora vai? Aguardemos a partida, ante Arsenal de Sarandí. O Globo precisa voltar a vencer se quiser escapar do descenso.  Enquanto isso, o embalado, porém ameaçado, Olimpo recebe o animado Godoy Cruz, para seguir na liderança do torneio. 

Dentre os ditos cinco grandes do futebol local, haverá dois confrontos: San Lorenzo, encara o Racing, que vem de derrota frente ao Boca Juniors, a partida será no Nuevo Gasómetro. Enquanto que, Indep’teque venceu o Peñarol na Libertadores com a equipe mista – enfrenta o River Plate, que parece mais leve depois da vitória na última rodada, o jogo será no Libertadores de América. E mesmo não frequentando a zona de descenso, ambas equipes seguem ameaçadas pelo promédio. Este jogo promete. 

E na Bombonera, o ídolo Millionário Ariel Ortega será titular no All Boys, ante o rival histórico Boca Juniors, que não contará com Riquelme, preterido pelo técnico. Já os embalados na Libertadores, Argentinos Juniors e Vélez Sarsfield medem força, em La Paternal, sem perde o foco no torneio continental. Portanto, apreciem sem moderação.

Sexta-feira (25)
19h10 Olimpo x Godoy Cruz
19h10 Colón x Gimnasia y Esgrima de La Plata

Sábado (26)
17h Lanús x Quilmes
19h10 San Lorenzo x Racing
21h15 Boca juniors x All Boys (Esporte Interativo)

Domingo (27)
17h Estudiantes x Banfield
18h Argentinos Jrs. X Vélez Sarsfield (Esporte Interativo)
20h10 Independiente x River Plate (Esporte Interativo)

Segunda-feira (28)
19h10 Huracán x Arsenal
21h15 Tigre x Newell’s Old Boys

Acompanhe também por aqui.

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Argentinos Jrs, Copa Libertadores da América | 00:08

De virada, Bicho!?

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Salcedo comemorando um dos gols.

O Argentinos Juniors não se deu por satisfeito em aprontar uma surpresa, ante Fluminense, e emplacou a segunda, desta vez, no estádio Diego Armando Maradona. E, de virada, venceu o América-MEX, por 3 a 1, tornando-se líder do grupo 3, na Copa Libertadores da América.

Quem acompanha jogos do Argentinos Jrs sabe o quão limitado é a equipe, em termos de jogadas ofensivas. Apostando em contraataques e cruzamentos. Na primeira etapa, o América forçou, atacou, teve um gol anulado por impedimento e, aos 27 minutos, o argentino Daniel Montenegro, de cabeça, abriu o placar, após cobrança de falta. Seria o Bicho sofrendo do seu golpe, o conhecido “chuveirinho”. E pior, não conseguia implacar o contragolpe. Mas, aos 44, em um pênalti discutível – aos que já conhecem a arbitragem na Libertadores, nem discute mais -, Santiago Salcedo bateu com categoria e empatou.

Com o placar igual, as duas equipes voltaram para a segunda etapa da mesma forma que jogou a primeira, com as Águias dando as cartas. E o Argentinos apostando nas bolas levantadas na área adversária. Até, aos 28, Salcedo de primeira, aproveitando um escanteio, virou a partida: 2 a 1. A partir deste momento, os mexicanos foram para cima e deixaram os espaços, os quais os argentinos preenchiam na base do contragolpe e chute de média distância. E foi em um desses, que Sánchez Prette, de fora da área, ampliou a vantagem, aos 47 minutos.

Há 25 anos, Argentinos não jogava em casa na Libertadores. E nada mais místico do que vencer de virada no estádio com um nome tão emblemático. Melhor para o Bicho, que tornara-se líder do grupo (no qual consta o Fluminense). E no próximo dia 2, vai encarar o lanterna Nacional-URU, em Montevidéu.

Veja os gols da partida:

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores da América, Independiente | 22:13

Rojo de alegria!

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Parra comemora seu gol. O primeiro da partida.

Após 16 anos, as duas equipes que mais possuem títulos da Copa Libertadores da América – 12, ao todo – se enfrentaram. Numa daquelas partidas que a história vale mais do que o futebol apresentado, Independiente derrota o Peñarol, por 3 a 0, no estádio Libertadores de América.

No primeiro tempo, o Indep’te – apesar de jogar com uma equipe mista – imprimiu um maior volume de jogo, atacando mais o adversário, mas faltava-lhe eficiência, enquanto que, o Peñarol se contentava com o papel de coadjuvante – neste embate, que por sua história valia um filme -, apostava em contraataques ineficazes, com um futebol feio. Na soma geral, as equipes não valorizavam em campo a aura que possuía este confronto. E os 12 títulos em campo, arremetiam a um título viável para as manchetes, após a primeira etapa: “Cadê os grandes campeões?”

Enfim, o Rojo se apresentou e respondeu a questão. Aos dois minutos do segundo tempo, após uma triangulação com Patito Rodriguez, Facundo Parra empurrou para as redes. O gol animou os argentinos, que saíram para o jogo e quase viram Luis Aguiar empatar, mas Navarro estava atento. Esta foi a única chance de perigo uruguaio na partida. E, aos 24, Pellerano, de fora da área marcou o segundo, após bate rebate na área Carbonera. E Cuqui Silvera, que havia entrado ao 20 minutos no lugar de Parra, deu números finais a partida, ao entrar na área e bater na saída do arqueiro, aos 40.

Demorou 45 minutos, mas o Rojo mostrou superioridade frente aos Aurinegros. Nada que o faça sonhar acima de suas limitações, mas para um início de torneio não poderia ter sido melhor. Vencer um clássico, com goleada e se tornar líder do grupo. Deixando os poucos mais de 35 mil torcedores – eram 38 mil, mas três mil eram Carboneros -, Rojo de alegria em Avellaneda. Mas vejamos o quanto dura a mística, o próximo confronto será dia 3, ante LDU Quito.

Veja os gols da partida:

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 Copa Libertadores da América, Estudiantes | 22:13

Noite de (re)estréias…

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Barrientos comemora o gol da vitória.

Três motivos para o torcedor Pincharrata comemorar. (Re)Inauguração do estádio Ciudad de La Plata, estréia da equipe na Copa Libertadores da América ’01 e a vitória ante Deportivo Tolima: 1 a 0.

No primeiro tempo, o Estudiantes teve mais volume de jogo e, com a marcação adiantada, passava mais tempo no campo do adversário, porém não atacava de forma contundente. Assim dava margem aos colombianos para explorarem os contraataques. Atuando no 4-4-2, com variações ao 4-3-3, o time ainda não é o ideal, mas dava uma ilusão do que poderia ser. E quando parecia que iriam para o intervalo empatado, Barrientos cobrando falta fez o gol do Estudiantes, aos 45 minutos. Pitu voltava ao estádio, após, nele, se contundir pelo San Lorenzo, ante o Estudiantes.

Com o placar a favor, o Pincha mostrou-se relaxado na segunda etapa. A veloz equipe do Tolima foi para cima e inverteu os fatos. Atacavam a meta de Orión que contou com a falta de pontaria dos colombianos e a trave. Enquanto os argentinos pareciam displicentes, ou estão.

Não era o Estudiantes que os torcedores queriam ver em campo, fato. Mas, ainda assim, foi a primeira vez que entrou em campo na competição. (Alguma dúvida?) Embora os mais importantes fossem: a volta ao estádio Único de La Plata – como é popularmente conhecido – e o resultado, que foi muito importante para as pretensões do time.
Veja o gol da partida.

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Ascenso, Curiosidade, Imagem | 07:00

Goleiro defende seis pênaltis seguidos!

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Em pé, Quiligotti é o quarto da esquerda para direita.

As divisões de acesso, ou como chamam os argentos Ascenso, do futebol argentino são celeiros de curiosidades. O fato extraordinário, diga-se, aconteceu no segundo jogo da decisão entre Sportivo Isla Verde e Boca de Camilo Aldao, no Clausura da Liga Regional do Sul – torneio amador que dar acesso ao Torneo Argentino C (5ª divisão). Após a partida de ida terminar empatada em zero a zero e a segunda em 1 a 1 a decisão foi para as penalidades. Eis que surgiu a estrela do arqueiro Sebastián Quiligotti, do Sportivo Isla Verde.

Embora tenha desperdiçado sua cobrança – a terceira da série – Quiligotti consagrou-se ao defender seis penalidades seguidas e deu ao Sportivo Isla Verde o título do Clausura, após cinco anos. 

O feito aconteceu em 12 de dezembro de 2010, mas apenas semana passada depois de passar no programa esportivo comandado pelo jornalista Gonzalo Bonadeo, na Argentina, o vídeo com as defesas de Quiligotti ganhou destaque na internet. 

Veja abaixo as defesas do paredão argentino:

Um feito similar ocorreu 29 anos atrás. Exatamente, em 2 de setembro de 1981, quando o arqueiro Julio Constantín, do Belgrano, defendeu cinco pênaltis, ante Estudiantes de Río Cuarto, pela semifinal do Provincial – ou Torneo Regional de Córdoba. O diferencial daquela situação foi que Constantín, ainda executou a décima cobrança. Atualmente, Constantín é o treinador da equipe reserva do Belgrano.

Sugestão do amigo Francisco De Laurentiis.

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